São a favor da legalização da prostituição?

São a favor da legalização da prostituição?

  • Sim

    Votos: 214 89,5%
  • Não

    Votos: 25 10,5%

  • Total de eleitores
    239
Mas qual é o vosso problema contra as prostiputas?

Mania...

As minhas meninas da Av. da Boavista fazem mais pelo bem estar da Nação de que certos .... (cala-te boca, não vás revelar segredos de Estado.) [:D]
 
Artigo 10.º

Tributação de rendimentos ou actos ilícitos


O carácter ilícito da obtenção de rendimentos ou da aquisição, titularidade ou transmissão dos bens não obsta à sua tributação quando esses actos preencham os pressupostos das normas de incidência aplicáveis.


Vá! Vá! Denunciem mas é! [:)]
 
Tal como coloquei neste tópico [;)]

Legalização da Prostituição? Quem a Favor?


07-09-06, 10:57:55 #4 Excalibur vbmenu_register("postmenu_632467", true);
Piloto de Fórmula 1



Data de Registo: Jan 2004
Localização: Republica das Bananas
Posts: 15,044


icon1.gif

Se a coisa fôr bem feita, porque não !?

Sempre é preferivel ás condições insalubres e á exploração que muitas são sujeitas, além do trafego humano que envolve a ilegalidade.


Pode ser que ainda haja algo deste genero

Citação:
citação:Sexo na capital Mundial do Futebol
Marcar golos nos bordéis da Alemanha

Os alemães aproveitam o facto de serem os anfitriões do Mundial de Futebol 2006 para explorar os negócios do sexo como nunca. Só a pensar na competição foram recrutadas cerca de 40 mil novas prostitutas.

O futebol e o sexo sempre tiveram relações íntimas. Ao longo dos tempos, as posições de abordagem ao assunto não cabem num ‘Kamasutra’. Das comparações à discussão sobre os efeitos de uma coisa sobre a outra, tem havido de tudo.

“No futebol, como no sexo, as pessoas suam ao mesmo tempo, avançam e recuam, quase sempre vão pelo meio, mas também caem para um lado ou para o outro, e às vezes há um deslocamento”, definiu um dia o escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo.

Mário Vargas Llosa também não resistiu ao papel de ‘voyeur’ das relações entre futebol e sexo. Durante o Mundial de 1982, escreveu que se os países “jogassem futebol consoante as suas idiossincrasias sexuais” então o Brasil seria um jogador “descontraído e arrebatador que acaricia ternamente a bola antes de lhe dar um pontapé, a quem é difícil separar-se dela, e que, em vez de colocar a bola na baliza, prefere acompanhá-la até lá. Contrariamente, o futebolista russo é triste, melancólico e brutal, dado a explosões violentas e contraditórias, e as suas relações com a bola evocam a relação de um amante eslavo com a sua namorada, patente em versos e lamentos que acabam sempre em tiroteio”.

Já Eduardo Galeano, o uruguaio que conta histórias de futebol como ninguém, passou por cima dos preliminares: “O golo é o orgasmo do futebol. Tal como o orgasmo, o golo é cada vez menos frequente na vida moderna. Há meio século, era raro um desafio acabar sem golos. Zero a zero, duas bocas abertas, dois bocejos. Agora, os onze jogadores passam o jogo inteiro colados ao travesseiro, dedicados a evitar os golos e sem tempo para os marcar.”

Os exemplos citados são todos sul-americanos, mas podiam-se mencionar outros tantos e nenhum seria alemão. Na Alemanha, os escritores parecem não perder o sono por relações entre futebol e sexo. Deixam-nas para os empresários. Esses sim, aproveitando o Campeonato do Mundo, têm dado mais que falar do que Veríssimo, Llosa e Galeano juntos.

Mesmo ao longe e de noite, é impossível não reconhecê-la. A mulher da tela que cai ao longo dos nove andares do edifício confirma a chegada ao mais polémico bordel do momento. Nas últimas semanas, a fachada do ‘Pascha’ , em Colónia, foi publicada em todo o Mundo.

Tudo porque os seus responsáveis publicaram um anúncio de emprego na sua página na internet para prostitutas de nacionalidade europeia. “Junta-te a nós sem problemas e começa a ganhar dinheiro de forma imediata. Graças à nova legislação da UE, agora podemos contratar imediatamente todas as cidadãs da UE (incluindo dos novos Estados-membros)”, pode ler-se em www.pascha.de.

A porta para a rua está aberta. Apesar do corrupio, os seguranças mantêm-se à distância. Só intervêm se o cliente tiver dificuldade em convencer a máquina que faz andar o torniquete de acesso ao interior a aceitar cinco euros, em notas ou moedas. O inusitado da entrada prolonga-se casa adentro.

Não há salas amplas com varões ao meio, nem sofás encostados às paredes. Apenas dois longos corredores perpendiculares, preenchidos por sucessivas portas dos dois lados. No total são 126. Umas estão fechadas, outras abertas e abandonadas. Em todas se trabalha. Nas restantes – a maioria – tenta-se trabalhar. Com um sorriso ou um chicote, mulheres dos 20 aos 50 anos, altas e baixas, magras e gordas, asiáticas ou negras tentam agradar aos homens que passam.

Estão na montra como em Amesterdão, mas sem montra, simplesmente encostadas às ombreiras das portas ou sentadas em bancos. Alguns com motivos alusivos ao futebol, para cativar os três a quatro mil turistas que vêm à Alemanha ver a bola. Como os muitos portugueses que circulam pelos corredores do ‘Pascha’ nessa noite, em trânsito para o Angola-Portugal.

O andar de cima é uma cópia do de baixo. O mesmo tom avermelhado das paredes, as mesmas portas de madeira, igual cheiro enjoativo. Mas outros corpos perfilados. Todos de ‘lingerie’, porque a temperatura, mesmo fazendo muito frio na rua, está afinada para se andar sem roupa. Incluindo no bar de um dos andares, em que prostitutas e clientes conversam ao sabor de batatas fritas.

Os andares cimeiros estão reservados a gays e transexuais – que também os há –, todos submetidos ao compromisso que a gerência do ‘Pascha’ assume com os seus visitantes em anúncios afixados pelos corredores: ‘30 euros – orgasmo garantido!’ Há serviços mais caros, mas em todos eles, se o cliente não ficar satisfeito, a gerência garante que devolve o dinheiro.

No total, são mais de 100 mulheres distribuídas por nove andares, 40 das quais são “trocadas por outras todos os meses”. Uma gota microscópica num oceano de 40 mil que terão sido contratadas nos últimos meses para reforçar a oferta dos bordéis alemães, durante o Mundial 2006.

A Alemanha legalizou o proxenetismo em 2002 e, desde logo, os investidores apontaram ao Campeonato do Mundo de futebol. O ‘Artemis’, em Berlim, foi construído em 2003 já a pensar nos milhares de turistas que vão passar pelo país até ao próximo dia 9 de Julho. Tem 3000 m2 e está preparado para acolher mais de 650 clientes em simultâneo.

A obra gerou polémica e até o governo dos Estados Unidos interveio para que Angela Merkel pusesse um fim àquilo que muitos vêem como um incentivo ao tráfico de mulheres. Mas o governo alemão pouco fez e o advogado do ‘Artemis’ fechou o caso com uma breve declaração de vitória: “O futebol e o sexo combinam.”

Assim, os homens que passarem por Berlim só têm de desembolsar 70 euros (as mulheres só pagam 50) para usufruir de um verdadeiro “supermercado de sexo pasteurizado”, como lhe chamou o ‘L’Nouvelle Observateur’.

UM BOM NEGÓCIO

VENDER O CORPO DÁ BENEFÍCIOS FISCAIS

Na Holanda e na Bélgica, os serviços sexuais prestados a deficientes são reembolsados como os sapatos ortopédicos. Mas não se pense que é um mau negócio para os governos destes países, uma vez que só o holandês arrecada em média um milhão de euros em impostos fiscais provenientes da indústria relacionada com o sexo.

Já no que diz respeito à nórdica Dinamarca, as prostitutas podem declarar operações de estética ao corpo, já que a lei determina que “os investimentos para melhorar ou cuidar do instrumento de trabalho são dedutíveis nos impostos”.
Rui Hortelão, enviado especial a Marienfeld
CM 2006-06-18
 
Se eu te mandar trabalhar 7 horas por dia, te pagar as ocasionais horas para além destas 7, te der condições optimizadas de trabalho e formação constante, para trabalhares numa empresa que investe em investigação e desenvolvimento, que se torna uma empresa competitiva e ágil a mudar ou a juntar novos produtos aos iniciais, segurança e estabilidade na carreira e um vencimento superior a 1200€, é contratação para uma ou varias funções.
Então e se uma mulher (ou um homem) trabalhar num bordel, de livre vontade, 5 horas por dia, a ganhar 4,000 € ? É exploração ou contratação?
 
As zonas legais de prostituição en certas cidades europeias são tanto ou mais concorridas que os seus monumentos turisticos.
São mesmo zonas de atracção turistica [;)]

Qum já foi a Amsterdam ou a Frankfurt, por exemplo, sabe do que estou a falar [:D]
 
As zonas legais de prostituição en certas cidades europeias são tanto ou mais concorridas que os seus monumentos turisticos.
São mesmo zonas de atracção turistica
[;)]

Qum já foi a Amsterdam ou a Frankfurt, por exemplo, sabe do que estou a falar [:D]



Tens razão, até há pessoal a tirar fotos aos monumentos que estão nas montras !!!

[:)] [:)] [:)] [:)] [:)]

[;)]
 
É uma profissão como outra qualquer, elas/eles fornecem um serviço, só contrata quem quiser, deviam passar factura, pagar impostos, etc.
 
A exploração de um ser humano seja de que forma for deve ser sempre ilegal.

Se o anterior argumento não vos é simpático, pensem nas vossas filhas e netas e nas voltas que a vida pode dar e na salvaguarda do sangue do vosso sangue no futuro.

Estou certo que não é vida que queiram para elas, mesmo que ainda não existam.

Aqui já estou em desacordo contigo Nthor. Pessoalmente vejo a prostituição como um trabalho qualquer, como em todos os ramos de actividades exitem os maus e bons profissionais assim como os bons e maus clientes... A prostituição a contrario de muitas outras actividades esta sujeita a mais abusos precisamente pelo facto de não estar legalizada. Só atravez da legalização averia um controlo capaz de evitar aquilo que tu chamas de "exploração de um ser humano", a exploração do "cliente" e a exploração do "profissional" também.
 
De qualquer forma, apesar de tudo, de se poder colher impostos da actividade de uma prostituta, que moral teria um governo, que não legaliza a profissão, não dá condições nenhumas, pura e simplesmente ignora a questão, etc, etc, etc para recolher 1 cêntimo que seja para os cofres do estado.
Por exemplo as prostitutas não tem irs, logo não podem fazer um empréstimo para uma casa..... claro que há sempre maroscas, declararem-se esteticistas e tudo mais.... mas mesmo assim que moral teria o governo? Outra coisa, para terem benefícios como qualquer cidadão, tenho a certeza que grande parte não se importaria de pagar os seus impostos.
 
Voltar
Superior