Acidentes com motos em destaque

TURBO

Suspenso
Prevenção
13-09-2007 11:42

Acidentes com motos em destaque

Alertar para os perigos que correm os motociclistas nas estradas portuguesas é o objectivo da acção de sensibilização que hoje acontece no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.

O local foi escolhido precisamente por ser ali que vão parar muitas pessoas envolvidas em acidentes com motos.

José Manuel Trigoso, da Prevenção Rodoviária Portuguesa - entidade responsável pela iniciativa - diz que é preciso chamar a atenção para o problema da sinistralidade.

“Esta acção visa dar a conhecer os problemas relacionados com a sinistralidade dos veículos de duas rodas a motor, que a nível mundial é uma das mais preocupantes”, afirmou José Manuel Trigoso.

A iniciativa é apadrinhada pelo piloto suíço Thomas Luthi, que amanhã participa noGrande Prémio de Portugal de Motociclismo.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=39&ContentId=218934
 
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Segurança Rodoviária
18-09-2007 8:00

Andar de mota é a forma mais perigosa de viajar

Os condutores de motociclos, de bicicletas e os peões têm mais probabilidade de morrer durante uma deslocação, comparando, por exemplo, com os utilizadores de autocarro ou comboio.

De acordo com um estudo feito com dados recolhidos na altura em que a UE era composta por 15 Estados, um motociclista tem 220 vezes maior probabilidade de morrer do que o passageiro de um autocarro ou de um comboio.

A segunda forma mais perigosa de deslocação é não recorrer qualquer transporte e viajar a pé: a hipótese de morrer é apenas seis vezes menor do que se fizer a deslocação de mota, a forma mais mortal de viajar.

O estudo aponta o número de mortos por 100 milhões de passageiros hora, indicando que perderão a vida na estrada 440 pessoas por cada 100 milhões de motociclistas que cumpram uma viagem de uma hora.

Se a viagem for feita de autocarro ou de comboio (5.º e 8.º lugares), morrerão apenas duas pessoas no mesmo universo populacional.

O automóvel surge em quarto lugar, com 25 mortos por cada 100 milhões de passageiros que viagem uma hora naquele transporte, 18 vezes menos que sucede com os utentes das motas.

Em terceiro lugar, mas com o mesmo valor do automóvel, surge a bicicleta, enquanto em sexto surge o barco (16 mortos) e em sétimo o avião (oito mortos, 55 vezes menos do que os motociclistas).

Um cenário negro, que pode, no entanto, ser alterado diz o administrador da Prevenção Rodoviária Portuguesa. José Manuel Trigoso considera que a redução do número de vítimas entre os motociclistas poderá ser obtida como nos outros transportes não exclusivamente profissionais: melhorando as vias e outras infra-estruturas rodoviárias e apostando num melhor desempenho dos condutores.

Já em relação á elevada taxa de morte entre peões, considera que o álcool surge como explicação. Isto porque, acrescentou, as taxas de alcoolemia entre peões que morrem atropelados são idênticas às dos automobilistas vítimas em acidentes enquanto conduzem alcoolizados.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=55&ContentId=219357
 
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Notícia importante. Pode ser que alerte os motociclistas a serem mais cuidadosos e os condutores dos outros veículos a terem mais cuidado com os motociclistas.
 
Engraçado que como esta noticia não diz que os condutores Portugueses são todos maus condutores, bebados, andam com excesso de velocidade, etc, etc não teve comentérios.

Sabiam que 1/4 dos nossos mortos anuais são em motos?
 
Ontem aconteceu-me uma que me deixou a pensar:


- Circulava numa via com dois sentidos na mesma direcção

- Estava para mudar de faixa, da da direita para a da esquerda


- Abro o pisca, olho para o retrovisor interior, seguidamente para o lateral, e depois olho mesmo para o lado, coisa que faço sempre, isto dura no máximo um a dois segundos


Não vejo ninguêm e avanço.


Quando ia ja a meio da faixa passa uma moto por mim, a razar, e apita-me e reclama!



Embora não tenha visto ninguêm antes de começar a manobra, acabei por fazer o que achei mais correcto, fiz sinal com a mão a pedir desculpa.


Mas fiquei mais convencido que ele viesse " mais depressa do que devia ", e por isso me apareceu " do nada "...


mas enfim, mesmo após todos os cuidados que tive, dei-lhe o beneficio da duvida e parti do principio que foi algo que me escapou, por ex ter ficado tapado por algum pilar o carro, não valia a pena chatear-me, afinal de contas "foi só susto", tanto para ele como para mim...




Mas voltando ao tema, ha muitos motociclistas que fazem tanto zig-zag pelo meio dos outros carros, muitas vezes no meio de duas faixas de rodagem, e ás vezes a velocidades algo elevadas, que nem sei como não ha mais acidentes...
 
Eu dos comportamentos que vejo na estrada acho que a grande culpa vai dos motociclistas e não dos condutores dos carros, não me venham cá com "estorias" que os motociclistas são as vitimas e não os culpados...

Qualquer pessoa que passe na 25 de abril ou 2ª circular com trânsito congestionado percebe a maneira da maioria dos motociclistas conduzirem.
Fazem coisas que para um motociclista é normalissimo mas que se fosse um ligeiro já seria um grandessíssimo animal e que devia era tár preso e mais o tanas... E devia, mas o da mota também!

Pode ser que qualquer dia comecem a ganhar consciência e cumpram o código minimamente, pelo menos no que respeita a piscas e a ultrapassar só pela esquerda, etc etc etc... Coisas (que deveriam ser) básicas...
 
Eu dos comportamentos que vejo na estrada acho que a grande culpa vai dos motociclistas e não dos condutores dos carros, não me venham cá com "estorias" que os motociclistas são as vitimas e não os culpados...

Qualquer pessoa que passe na 25 de abril ou 2ª circular com trânsito congestionado percebe a maneira da maioria dos motociclistas conduzirem.
Fazem coisas que para um motociclista é normalissimo mas que se fosse um ligeiro já seria um grandessíssimo animal e que devia era tár preso e mais o tanas... E devia, mas o da mota também!

Pode ser que qualquer dia comecem a ganhar consciência e cumpram o código minimamente, pelo menos no que respeita a piscas e a ultrapassar só pela esquerda, etc etc etc... Coisas (que deveriam ser) básicas...

Pois é o que eu noto nestes anos que andei mto na estrada... [:blush:]

é ve-los a andar em alta velocidade, a fazer "zig-zag" no meo dos carros, é ultrapassagens em que passam 3 veiculos na estrada... é ve-los no picanço e a fazer cavalinho, e por fim vejo-os mortos á beira da estrada com a ambulancia do Inem por perto...o que é uma xatice pk provocam um engarrafamento medonho...:confused:
 
À conta dessas ultrapassagens esta sexta feira passada morreu um rapaz novo,ultrapassou um camião a alta velocidade ia outro a entrar para uma fabrica,o rapaz não teve tempo de travar deu um voo foi bater numas coisas de cimento partiu-se todo[s)] [s)] .
Cumps.
 
Eu dos comportamentos que vejo na estrada acho que a grande culpa vai dos motociclistas e não dos condutores dos carros, não me venham cá com "estorias" que os motociclistas são as vitimas e não os culpados...

Qualquer pessoa que passe na 25 de abril ou 2ª circular com trânsito congestionado percebe a maneira da maioria dos motociclistas conduzirem.
Fazem coisas que para um motociclista é normalissimo mas que se fosse um ligeiro já seria um grandessíssimo animal e que devia era tár preso e mais o tanas... E devia, mas o da mota também!

Pode ser que qualquer dia comecem a ganhar consciência e cumpram o código minimamente, pelo menos no que respeita a piscas e a ultrapassar só pela esquerda, etc etc etc... Coisas (que deveriam ser) básicas...

Acho que isso é uma generalização que não deve ser feita.

Claro que há motociclistas inconscientes.
Mas também se vê muitas vezes cada artista em carro... ...ou estamo-nos a esquecer dos street racers, por exemplo ?
 
Acho que isso é uma generalização que não deve ser feita.

Claro que há motociclistas inconscientes.
Mas também se vê muitas vezes cada artista em carro...

Concordo, aliás os últimos contactos que tive com motociclistas na estrada foram bastante cordiais[;)] (desde de dar inf. sobre o caminho a seguir para determinado destino, facilitar ultrapassagens prontamente agradecida) mas é claro que tudo depende do condutor e sua atitude quer vá conduzir uma mota ou automóvel.

Fica o registo dos artigos para se ler e pensar.
 
Acho que isso é uma generalização que não deve ser feita.

Claro que há motociclistas inconscientes.
Mas também se vê muitas vezes cada artista em carro... ...ou estamo-nos a esquecer dos street racers, por exemplo ?


Eu não pretendo generalizar ou seja o que for, estou a dar a minha opinião! E na minha opinião a maioria dos motociclistas são assim!

Acredita que vê-se com cada besta ao volante dos carros que até mete dó!
Mas os motociclistas deveriam ser os 1ºs a mudar o comportamento porque ir numa mota a 90 e levar um toque dum carro é completamente diferente de ires num carro a 90 e levares um toque de outro carro... Deviam proteger o próprio "cabedal" tal como eu faço com o meu.

Mas lógicamente que encontro na estrada muito motociclista cordial, respeitador, que se comporta como mais um condutor na estrada e não com a mania que é uma excepção! Afinal esta deviria ser a norma!


Cumprimentos
 
Vocês generalizam sempre...:sh)

Nem todos os motociclistas são assim, muito menos a maioria deles. Assim como nem todos os automobilistas vão para a VDG ou andam sempre na faixa da esquerda, como se lhes pertencesse.

Claro que andar de moto é mais perigoso, não porque os motociclistas são uns inconscientes, mas porque uma moto não tem 4 rodas, um habitáculo a proteger, Airbags, etc.
 
Vocês generalizam sempre...:sh)

Nem todos os motociclistas são assim, muito menos a maioria deles. Assim como nem todos os automobilistas vão para a VDG ou andam sempre na faixa da esquerda, como se lhes pertencesse.

Claro que andar de moto é mais perigoso, não porque os motociclistas são uns inconscientes, mas porque uma moto não tem 4 rodas, um habitáculo a proteger, Airbags, etc.

Concordo plenamente. Não metam todos os motociclistas no mesmo saco porque nem todos são iguais.

Quando ando de mota muito raramente passo dos 120, prefiro muito mais uma estrada de montanha cheia de curvas do que uma autoestrada, IC/IP ou cidade.

Agora que uma mota é mais perigosa do que um carro isso não é novidade nenhuma, que provoca muito mais mortos em termos percentuais do que um carro também não é difícil perceber porquê, mas a verdade é que um carro também não transmite nem 1/10 das sensações de uma mota, e mais uma vez não estou a falar de velocidade mas sim de prazer de condução.

Existem prós e contras. [;)]
 
Os motociclistas quase todos fazem uma coisa que, a meu ver, não deviam fazer (nem o Código permite): passar entre dois carros em andamento, na chamada "faixa virtual". Eu facilito sempre que posso (sempre que os vejo no espelho), mas as motas, pelas suas dimensões, são mais passíveis de ficar ocultas por um pilar do carro ou de se "perder" no ângulo morto do que os carros. E podem passar por um lado ou pelo outro, o que torna complicado de as controlarmos no espelho, como fazemos com os carros. Ou seja, eu realmente tento facilitar, mas não estou livre de, um dia, mandar uma trancada num sem querer.
Quantas vezes, a circular dentro da minha faixa, tenho que me desviar dum buraco e está um gajo a passar de mota ao lado, surgido assim do nada? Tenho uma faixa para usar, com espaço de sobra, e isso dá-me margem para me desviar de obstáculos. Estou a contar com esse espaço extra. Se aparece uma mota do nada, ao meu lado, as hipóteses que tenho são:

- vejo-a e tento travar para não passar no buraco (o que pode comprometer o carro que circula atrás de mim);
- vejo-a e passo no buraco para não o empurrar, ou porque não tenho tempo de travar (e lixo uma jante, etc...)
- não a vejo, desvio-me do buraco e mando o gajo da mota ao chão (e a culpa não é minha, porque ele não devia estar ali, a ocupar a mesma faixa que eu).

É complicado, não é?
 
Os motociclistas quase todos fazem uma coisa que, a meu ver, não deviam fazer (nem o Código permite): passar entre dois carros em andamento, na chamada "faixa virtual". Eu facilito sempre que posso (sempre que os vejo no espelho), mas as motas, pelas suas dimensões, são mais passíveis de ficar ocultas por um pilar do carro ou de se "perder" no ângulo morto do que os carros. E podem passar por um lado ou pelo outro, o que torna complicado de as controlarmos no espelho, como fazemos com os carros. Ou seja, eu realmente tento facilitar, mas não estou livre de, um dia, mandar uma trancada num sem querer.
Quantas vezes, a circular dentro da minha faixa, tenho que me desviar dum buraco e está um gajo a passar de mota ao lado, surgido assim do nada? Tenho uma faixa para usar, com espaço de sobra, e isso dá-me margem para me desviar de obstáculos. Estou a contar com esse espaço extra. Se aparece uma mota do nada, ao meu lado, as hipóteses que tenho são:

- vejo-a e tento travar para não passar no buraco (o que pode comprometer o carro que circula atrás de mim);
- vejo-a e passo no buraco para não o empurrar, ou porque não tenho tempo de travar (e lixo uma jante, etc...)
- não a vejo, desvio-me do buraco e mando o gajo da mota ao chão (e a culpa não é minha, porque ele não devia estar ali, a ocupar a mesma faixa que eu).

É complicado, não é?

É. Por um lado gosto de facilitar mas por outro posso colocar a minha segurança em causa por essa razão. Eu também facilito sempre a passagem quando vou de carro, mas quando vou de mota nunca passo entre faixas a menos que tenha o condutor tenha dado conta e me tenha dado passagem. Mas isso também tem a ver com o tamanho, peso e fraca manobrabilidade da mota com que normalmente ando (shoper).

Já se houver uma berma larga passo por lá, principalmente se o trânsito estiver parado.
 
Lisboa
05-01-2009 11:20
Desfile de motas reivindica mobilidade
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Vários motociclistas vão desfilar esta segunda-feira pelas ruas de Lisboa, para entregar na Câmara Municipal uma carta de reivindicações.

O desfile começa às 19h00 e irá decorrer pelas faixas Bus, das Amoreiras à Praça do Município.

Entre as reivindicações está maior mobilidade.

A acção de hoje baseia-se no que se passa em Londres, onde, a partir de hoje, os motociclos podem usar as faixas destinadas aos transportes colectivos – corredor que quem circula de bicicleta também já pode usar na capital inglesa

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=272258
 
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