[Desporto] Selecção Nacional de Rugby - Grande exibição de Portugal derrota Argentina Jaguares

muitos devem-se esquecer que para qualquer modalidade, tirando o Futebol, estar presente num campeonato do mundo requer um empenho dos atletas, e dos clubes, muito maior, sem comparação possível!

daí o mérito destes atletas ser indiscutível!
não interessa se vão perder ou ganhar, interessa mesmo participar!

até porque o tão amado futebol tem ganho exactamente o quê?...:confused:

não me lembro...[8b][8b]

Esqueceste de realçar que são amadores, mtos devem estar nestes 4 ou 5 meses sem receber um tusto...
 
Esqueceste de realçar que são amadores, mtos devem estar nestes 4 ou 5 meses sem receber um tusto...

exacto! mas por exemplo no Andebol, que o Exmo presidente da Federação Luís Santos, tem a mania de referir como desporto profissional[8b]
na verdade, e tirando meia duzia de portugueses, todos os outros são amadores tb![;)]
e acredito que no basquete, na natação, no atletismo, no voleibol, aconteça a a mesma coisa, é qquase impossível viver apenas do desporto!

só mesmo no futebol é que ganha salários absurdos!

[8b]
 
exacto! mas por exemplo no Andebol, que o Exmo presidente da Federação Luís Santos, tem a mania de referir como desporto profissional[8b]
na verdade, e tirando meia duzia de portugueses, todos os outros são amadores tb![;)]
e acredito que no basquete, na natação, no atletismo, no voleibol, aconteça a a mesma coisa, é qquase impossível viver apenas do desporto!

só mesmo no futebol é que ganha salários absurdos!

[8b]
No Voleibol, Basket, Andebol, Hóquei, vivem apenas para o desporto.

Claro que os melhores ganham bem, mas os das equipas inferiores recebem bem menos.
Mas dá para viver daquilo.[;)]

Claro que não é nada comparado com o futebol, porque se não arranjarem emprego depois das carreiras desportivas, ficam na penúria...
 
Claro que os melhores ganham bem, mas os das equipas inferiores recebem bem menos.
Mas dá para viver daquilo.[;)]

no Andebol posso falar, porque conheço![;)]

quem recebe mais são os que foram para o Estrangeiro, por exemplo o Ricardo Andorinho, que recebe perto de 15.000€ mês, mas que no entanto e por motivos óbvios é 100% profissional, tem 3 treinos diários, todos os dias![;)]

cá em Portugal quem recebe melhor são os jogadores estrangeiros ou os da selecção nacional, vencimentos na ordem dos 2500€ até aos 5000€.

destes os estrangeiros são 100% profissionais, no entanto os portugueses tendem a ter outras actividades!

Mesmo em clubes da divisão de Elite, como o Boa-Hora, a média de salários está nos 500€, muito pouco para se viver do desporto, são na sua grande maioria semi-profissionais!
 
O que vai ser extraordinário são os encontros entre os favoritos:

All Blacks, Wallabies, The springboks e Inglaterra...

Ok Portugal, mas eu gosto de ver competição a sério...
As outras equipas são profissionais, os seus jogadores dedicam-se única e exclusivamente à modalidade desportiva em que estão inseridos, não são médicos, bancários, etc, portanto para esta nossa selecção de "amadores", será com certeza um momento inesquecivel. Para uma equipa que ainda está a ganhar rodagem nestas competições, não se pode pedir muito, como o espectáculo que se irá observar nesses jogos que mencionaste.[;)]
 
1 - A Selecção Nacional de râguebi, oficialmente «amadora», protagonizava ontem, que eu tenha reparado, nada menos do que três anúncios publicitários a marcas diferentes, na televisão e em duas páginas inteiras de jornais: ao BES, à Caixa-Geral de Depósitos e à Volkswagen. Esclareço desde já que nada tenho contra a participação em campanhas publicitárias, embora eu próprio sempre tenha recusado fazê-las, cumprindo o que está escrito no Código Deontológico dos Jornalistas. Mas nada tenho contra essa forma de ganhar dinheiro, desde que não se caia no abuso extremo do seleccionador nacional de futebol, Scolari, que é capaz de anunciar tudo, até comida para piriquitos, se lhe pagarem o seu cachet.

A questão, a meu ver, só tem importância, se se reflectir até que ponto é que o amadorismo da Selecção de râguebi — tão propagandeado, numa campanha de promoção que tem sido um sucesso notável — resulta de vontade própria ou das circunstâncias, e até que ponto esse estatuto oficial é ou não desejável para a evolução da modalidade. Primeiro que tudo, convém lembrar um facto que nunca é referido: nem todos os elementos da Selecção são amadores. Há dois profissionais a jogar em França e outros, argentinos naturalizados, a jogar em Portugal. É sintomático que este facto seja sempre esquecido ou minimizado, embora ele em nada afecte o valor que tem uma equipa de jovens que, para jogarem, roubam tempo aos estudos, ao trabalho, à vida familiar e pessoal, e que conseguiram, com brilhantismo, a qualificação para França e um jogo de muita garra contra a Escócia.

E era aqui que eu queria chegar. Se, por um lado, é de facto, notável o esforço de competitividade de uma equipa basicamente amadora entre os tubarões deste desporto, por outro lado, creio que o amadorismo do râguebi entre nós (e que é amador apenas porque não tem condições de popularidade para ser profissional), é um factor de marasmo da modalidade. O râguebi é, em Portugal, uma das modalidades desportivas mais elitistas que existem, a par da vela, da equitação ou do golfe. Uma reportagem há dias publicada numa revista, mostrava como a modalidade sempre esteve tradicionalmente nas mãos de quatro ou cinco «boas famílias» de Cascais ou do Restelo, que se sucedem, de geração em geração, nas poucas equipas de clubes existentes e na Selecção Nacional. E não custa perceber porquê: se a modalidade não tem condições de profissionalização, só quem disponha de outras fontes de rendimento, ou porque é estudante sem necessidades de dinheiro ou porque já está instalado noutra profissão — pode fazer do râguebi o seu «hobby».

O que daqui resulta é um círculo vicioso, que não é tão virtuoso quanto por estes dias se tem abundantemente escrito. Se o râguebi fosse uma modalidade popular, jogada nas escolas e clubes de bairro, atrairia mais público e, com ele, transmissões televisivas e patrocinadores. Isso faria nascer jogadores profissionais, fora da elite tradicional e, fatalmente, com um campo de recrutamento alargado, faria nascer melhores jogadores (porque não há nenhuma lei genética que diga que os ricos têm mais jeito para o râguebi do que os pobres…). Ou seja: para evoluir entre nós, o râguebi precisa de uma base de recrutamento que vá muito para além do tradicional e que traga à modalidade jogadores que vivam dela, como profissionais. Mas estes não aparecem porque, tal como está, o râguebi não tem condições para os sustentar. E a diferença seria tão simples quanto isto: com uma Selecção composta essencialmente por amadores, ninguém se pode espantar nem exigir que eles não «rebentem» fisicamente nos últimos 15/20 minutos dos jogos; com uma Selecção de profissionais, esse facto já não seria aceitável, porque esses teriam tido todas as condições de treino e preparação que os outros não têm.

Uma última advertência: já sei, por experiência própria, que, nestas coisas de unanimismos patrióticos, quem destoa do coro acrítico de elogios, passa logo à categoria de mau português. Para que fique claro, então: não destoo dos elogios ao esforço e generosidade dos homens da nossa Selecção de râguebi. Digo apenas que o tão louvado estatuto de amadores é, todavia, o reflexo e a causa da não evolução da modalidade.



MST
 
"O râguebi é, em Portugal, uma das modalidades desportivas mais elitistas que existem, a par da vela, da equitação ou do golfe. Uma reportagem há dias publicada numa revista, mostrava como a modalidade sempre esteve tradicionalmente nas mãos de quatro ou cinco «boas famílias» de Cascais ou do Restelo, que se sucedem, de geração em geração, nas poucas equipas de clubes existentes e na Selecção Nacional. E não custa perceber porquê: se a modalidade não tem condições de profissionalização, só quem disponha de outras fontes de rendimento, ou porque é estudante sem necessidades de dinheiro ou porque já está instalado noutra profissão — pode fazer do râguebi o seu «hobby».

Mais uma vez, fica demonstrado que vamos logo a correr para o que nos mostram...

Existe inclusive um Advogado entre os seleccionados... Eu pergunto: Como é que ele tem tempo... Não tem... Apenas está inscrito na ordem... E a reportagem para o telejornal foi para a televisão...

Eu com isto não estou a tirar o mérito do que fizeram... Mas não é necessário idolatrar do modo como fazem...[;)]

Por exemplo, fiquei mais contente com o Nélson Évora, no entanto ele não foi tão comentado como o Rugby... Porque será?

Eu sei porquê...
 
Última edição:
1 - A Selecção Nacional de râguebi, oficialmente «amadora», protagonizava ontem, que eu tenha reparado, nada menos do que três anúncios publicitários a marcas diferentes, na televisão e em duas páginas inteiras de jornais: ao BES, à Caixa-Geral de Depósitos e à Volkswagen. Esclareço desde já que nada tenho contra a participação em campanhas publicitárias, embora eu próprio sempre tenha recusado fazê-las, cumprindo o que está escrito no Código Deontológico dos Jornalistas. Mas nada tenho contra essa forma de ganhar dinheiro, desde que não se caia no abuso extremo do seleccionador nacional de futebol, Scolari, que é capaz de anunciar tudo, até comida para piriquitos, se lhe pagarem o seu cachet.

A questão, a meu ver, só tem importância, se se reflectir até que ponto é que o amadorismo da Selecção de râguebi — tão propagandeado, numa campanha de promoção que tem sido um sucesso notável — resulta de vontade própria ou das circunstâncias, e até que ponto esse estatuto oficial é ou não desejável para a evolução da modalidade. Primeiro que tudo, convém lembrar um facto que nunca é referido: nem todos os elementos da Selecção são amadores. Há dois profissionais a jogar em França e outros, argentinos naturalizados, a jogar em Portugal. É sintomático que este facto seja sempre esquecido ou minimizado, embora ele em nada afecte o valor que tem uma equipa de jovens que, para jogarem, roubam tempo aos estudos, ao trabalho, à vida familiar e pessoal, e que conseguiram, com brilhantismo, a qualificação para França e um jogo de muita garra contra a Escócia.

E era aqui que eu queria chegar. Se, por um lado, é de facto, notável o esforço de competitividade de uma equipa basicamente amadora entre os tubarões deste desporto, por outro lado, creio que o amadorismo do râguebi entre nós (e que é amador apenas porque não tem condições de popularidade para ser profissional), é um factor de marasmo da modalidade. O râguebi é, em Portugal, uma das modalidades desportivas mais elitistas que existem, a par da vela, da equitação ou do golfe. Uma reportagem há dias publicada numa revista, mostrava como a modalidade sempre esteve tradicionalmente nas mãos de quatro ou cinco «boas famílias» de Cascais ou do Restelo, que se sucedem, de geração em geração, nas poucas equipas de clubes existentes e na Selecção Nacional. E não custa perceber porquê: se a modalidade não tem condições de profissionalização, só quem disponha de outras fontes de rendimento, ou porque é estudante sem necessidades de dinheiro ou porque já está instalado noutra profissão — pode fazer do râguebi o seu «hobby».

O que daqui resulta é um círculo vicioso, que não é tão virtuoso quanto por estes dias se tem abundantemente escrito. Se o râguebi fosse uma modalidade popular, jogada nas escolas e clubes de bairro, atrairia mais público e, com ele, transmissões televisivas e patrocinadores. Isso faria nascer jogadores profissionais, fora da elite tradicional e, fatalmente, com um campo de recrutamento alargado, faria nascer melhores jogadores (porque não há nenhuma lei genética que diga que os ricos têm mais jeito para o râguebi do que os pobres…). Ou seja: para evoluir entre nós, o râguebi precisa de uma base de recrutamento que vá muito para além do tradicional e que traga à modalidade jogadores que vivam dela, como profissionais. Mas estes não aparecem porque, tal como está, o râguebi não tem condições para os sustentar. E a diferença seria tão simples quanto isto: com uma Selecção composta essencialmente por amadores, ninguém se pode espantar nem exigir que eles não «rebentem» fisicamente nos últimos 15/20 minutos dos jogos; com uma Selecção de profissionais, esse facto já não seria aceitável, porque esses teriam tido todas as condições de treino e preparação que os outros não têm.

Uma última advertência: já sei, por experiência própria, que, nestas coisas de unanimismos patrióticos, quem destoa do coro acrítico de elogios, passa logo à categoria de mau português. Para que fique claro, então: não destoo dos elogios ao esforço e generosidade dos homens da nossa Selecção de râguebi. Digo apenas que o tão louvado estatuto de amadores é, todavia, o reflexo e a causa da não evolução da modalidade.

o que está aqui em causa não é o amadorismo da selecção, mas sim o feito de ter conseguido ir ao mundial, tendo em conta o pouco apoio a nível financeiro que a mesma tem![;)]

levando em linha de conta o teu raciocínio deviamos ter ganho por quantos à Arménia?:confused:[;)]
 
O râguebi é, em Portugal, uma das modalidades desportivas mais elitistas que existem, a par da vela, da equitação ou do golfe. Uma reportagem há dias publicada numa revista, mostrava como a modalidade sempre esteve tradicionalmente nas mãos de quatro ou cinco «boas famílias» de Cascais ou do Restelo, que se sucedem, de geração em geração, nas poucas equipas de clubes existentes e na Selecção Nacional. E não custa perceber porquê: se a modalidade não tem condições de profissionalização, só quem disponha de outras fontes de rendimento, ou porque é estudante sem necessidades de dinheiro ou porque já está instalado noutra profissão — pode fazer do râguebi o seu «hobby».

Mais uma vez, fica demonstrado que vamos logo a correr para o que nos mostram...

Existe inclusive um Advogado entre os seleccionados... Eu pergunto: Como é que ele tem tempo... Não tem... Apenas está inscrito na ordem... E a reportagem para o telejornal foi para a televisão...

Eu com isto não estou a tirar o mérito do que fizeram... Mas não é necessário idolatrar do modo como fazem...[;)]

quem ler este texto pensa que eles estão no mundial por convite![;)]
[8b]
 
o que está aqui em causa não é o amadorismo da selecção, mas sim o feito de ter conseguido ir ao mundial, tendo em conta o pouco apoio a nível financeiro que a mesma tem![;)]

levando em linha de conta o teu raciocínio deviamos ter ganho por quantos à Arménia?:confused:[;)]

Pouco apoio financeiro?

Três contratos publicitários BES, à Caixa-Geral de Depósitos e à Volkswagen. E mais...

http://www.fpr.pt/a_fpr/patrocinadores.asp
 
LOL eu também criticava o elitismo da seleção... até os ver jogar. A partir do momento em que vemos amadores a jogar contra profissionais num campeonato do mundo, como os portugueses fizeram... acho que não interessa de que clube, cidade ou familia vêm. Betinhos são os que rebentam carros de alta cilindrada. Estes são portugueses de raça, como o mostraram dentro do campo...
 
falam em duas equipas (Belenenses e Dramático Cascais) e é logo tudo elitista. os Mateus de elitistas não têm nada e já levam com o rótulo...(e há mais)

alias, eu não sei onde está o elitismo nas equipas do Técnico, da Agronomia, da Académica, do CDUL, do CDUP, do Direito, do Lousã, do Loulé, do Belas (sim, tb tem equipa), do CRAV, da UTAD, do Montemor, do Évora, do Caldas, etc....


se formos a falar em investimento, que dizer da Georgia que tem os seus jogadores todos profissionais a jogar em França com apoio do estado?


cá os patrocinios dão para pagar os transportes e a manutenção dos campos (quem os tem) ou o aluguer. achas que é muito???

quando Portugal foi à Russia jogar, o Luis Pissarra, que é médico veterinário, suturou um colega pq não havia um médico na comitiva que lá foi.
achas que isto acontecia numa equipa profissional???

como se o patrocinio fizesse uma equipa.....


PS.: no Rubgy só conheço a presença do Benfica. eu nem sei por onde andam os outros chamados "grandes" do futebol nesta modalidade.
 
O pessoal do Rugby tem a mania que é bom... São monárquicos, todos betinhos...

Eu bem vi esse pessoal na faculdade...

Têm a mania do elitismo


Parece-me a mim que existe ali um respeito mutuo entre colegas e entre a equipa de arbitagem e não falo só dos portugueses, porque cá até pode ser uma modalidade de elite mas nas grandes potencias mundiais do Rugby não será tanto assim, por isso a forma educada como disputam os jogos só fica bem a modalidade sempre é mais interessante ver um jogo assim do que ver os jogadores sempre discutirem com os arbitos e uns com os outros como no futebol.
 
Pouco apoio financeiro?

Três contratos publicitários BES, à Caixa-Geral de Depósitos e à Volkswagen. E mais...

http://www.fpr.pt/a_fpr/patrocinadores.asp

e valores desses contratos?:confused:

se pagarem as despesas de logística de ir ao campeonato do mundo e dar um prémio aos jogadores , já deve ser muito!

decerto que o investimento dessas marcas não duradouro[;)]


Citação:
Originalmente Colocado por Filipe Dias
quem ler este texto pensa que eles estão no mundial por convite![;)]
[8b]



Se te desses ao trabalho de ler o texto todo e perceber a mensagem..[8b]

[8b] (também sei colocar as cabeçadas)[8b]

[:D]
eu li o texto todo!


e reafirmo o meu comentário![;)]

embora não queiras tirar o mérito, queres fazer parecer que as pessoas que participam têm um qualques estatuto especial que lhes permite não ser profissionais e mesmo assim ter todo o tempo do mundo para a modalidade!
 
Ui, roubavam-te as namoradas, era??? [:)] [:)] [:)] [:)]

[:D] [:D] [:D] [:D]

Claramente parece-me dor de corno...

Em relação ao comentário do Alcoentre, por um lado concordo com alguns dos pontos que ele refere, mas são poucos os jogadores da selecção profissionais, Será o Gonçalo Uva que está em França, o Severino no Direito (penso eu), penso que o Penalva também é, n sei se há mais alguém.

Daí para ser uma equipa profissional, faltam só os restantes 27...
 
e valores desses contratos?:confused:

se pagarem as despesas de logística de ir ao campeonato do mundo e dar um prémio aos jogadores , já deve ser muito!

decerto que o investimento dessas marcas não duradouro[;)]




[:D]
eu li o texto todo!


e reafirmo o meu comentário![;)]

embora não queiras tirar o mérito, queres fazer parecer que as pessoas que participam têm um qualques estatuto especial que lhes permite não ser profissionais e mesmo assim ter todo o tempo do mundo para a modalidade!


Atenção o texto não é escrito por mim. Assinei o post com MST, mas se calhar não foi claro.
O texto foi escrito por Miguel Sousa Tavares, eu postei porque concordo inteiramente com o que ele escreveu.

cumps
 
Eu sempre tive esse pessoal do rugby pelo pescoço... Detesto-os. Mas o pessoal que vestia o polo, com cal~ções e andava por lá a passear...

Percebo perfeitamente o que queres dizer mas não ponhas tudo no mesmo saco.

Conheço pessoalmente alguns ex-jogadores de rugby... havia os queques que íam para o rugby pela moda e esses eram de facto insuportáveis.... mas no jogo eram geralmente umas meninas....

E conheço outros mais genuinos que adoram o desporto em si com espírito de sacrificio e foram mesmo referência na modalidade em PT (o caveira/sérgio por exemplo) Não creio que estes tenham essas caganças de que falas, pelo contrário!
 
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