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Tipos dedicados não se deixam apanhar nem cometem erros.Quem faz este tipo de golpes não é gente com problemas de contas para pagar, desempregados ou a atravessar uma fase complicada financeiramente...estes são tipos dedicados!
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Tipos dedicados não se deixam apanhar nem cometem erros.Quem faz este tipo de golpes não é gente com problemas de contas para pagar, desempregados ou a atravessar uma fase complicada financeiramente...estes são tipos dedicados!
Quem faz este tipo de golpes não é gente com problemas de contas para pagar, desempregados ou a atravessar uma fase complicada financeiramente...estes são tipos dedicados!
claro que não, um grupo de 4 bandidos cheios de armas e com dois carros para a fuga não me parece que sejam pais de familia a passar dificuldade.
e é impressionante com as policias dizem que prenderam os bandidos e um tinha sido morto para passado poucas horas a PJ de Braga vir dizer que não prenderam ninguém que náo existe nenhum morto.
Isto em 2003Segurança Solidária – Uma Estratégia global contra a criminalidade
2004-02-19
Comunicação do Ministro da Administração Interna ao Seminário Segurança Solidária – Uma Estratégia global contra a criminalidade, Lisboa
O Ministério da Administração Interna lançou, em 2003, as linhas orientadoras de uma politica pro-activa de segurança interna dirigida para a prevenção, a redução e o combate à criminalidade e centrada sobre o conceito de segurança solidária. Esta política de segurança solidária toma em consideração os factores que geram e facilitam o crime e pretende mobilizar diferentes sectores da sociedade e da administração pública para evitar a criminalidade, na medida em que ela pode ser evitada, para obviar às condições sociais que a propiciam e igualmente para aliviar as suas consequências sobre as comunidades.
Os programas concretos em que se traduz o programa geral da segurança solidária centrar-se-ão nas principais áreas de exclusão social, com fortes índices de criminalidade. Neste sentido, o MAI lançou um inquérito a nível nacional, junto de todos os distritos, com o objectivo de fazer o levantamento de quatro situações:
1. quais as principais zonas de exclusão social do país,
2. quais as principais causas desses focos de exclusão,
3. qual o grau de presença de Organizações não Governamentais e outras organizações da sociedade civil nessas áreas e
4. qual o tipo de criminalidade existente em cada distrito.
Dispomos já de alguns resultados preliminares desses inquéritos.
Nas cidades, os espaços de exclusão social constituem terreno fértil para o desenvolvimento da criminalidade, em que se mistura muitas vezes a droga com a pequena criminalidade e ocasionalmente com crimes de maior gravidade. É sabido que o sentimento de insegurança entre a generalidade dos cidadãos se liga mais à pequena que à grande criminalidade. Esta última, aliás, não constitui se não acessoriamente objecto da política de segurança solidária, que é assente na ideia de proximidade e comunidade e se destina também a minorar o sentimento de insegurança dos cidadãos, de que o apoio à vítima constitui uma componente obviamente importante.
Os inquéritos realizados demonstram, precisamente, que os maiores problemas de criminalidade resultam da prática de “pequenos” crimes, em particular, violência grupal, crimes contra as pessoas (difamação, ofensas simples à integridade física), crimes contra o património (danos, furtos, etc.), e crimes associados ao consumo e tráfico de droga. Note-se também que, em alguns distritos, a violência doméstica e os maus tratos a crianças são crimes que assumem bastante relevância, pelo que requerem particular atenção, em particular, através do reforço das medidas de apoio às vítimas.
Estudos feitos a nível europeu apontam para que a exclusão social que gera potencialmente a criminalidade, em certas áreas, resulta de um conjunto variado de factores, de entre os quais, o desemprego ou sub-emprego crónico, a pobreza ou a degradação urbanística.
Em Portugal, os inquéritos realizados apontam num sentido semelhante.
Para além destes, os principais problemas de exclusão social detectados nos diferentes distritos relacionam-se com a desestruturação familiar, a toxicodependência, o analfabetismo e a falta de qualificação profissional, a precariedade habitacional, o alcoolismo, o insucesso escolar e a carência económica, em geral.
Note-se também que em oitos distritos portugueses existem zonas em que a exclusão social atinge o grau máximo, numa escala de 1 a 6, sendo que em apenas dois deles, Viseu e Castelo Branco, não parecem registar-se grandes focos de exclusão.
Para combater este problema, é fundamental garantir uma acção integrada desenvolvida em várias frentes: há que coordenar e promover a acção concertada entre vários sectores governamentais, da administração central e local, e igualmente das organizações da sociedade civil. É particularmente crucial que se tire partido da complementaridade da acção pública e da sociedade civil, tanto mais que, através de uma variedade de organizações, esta tem já uma actividade importantíssima nos mais diversos domínios da solidariedade social, da educação e da integração.
Neste contexto, como já foi referido, o MAI procurou fazer um levantamento das ONG’s e das associações presentes nas zonas consideradas de maior exclusão social. Os resultados demonstram que a maioria das associações que lidam, no terreno, com o fenómeno da pobreza e, em geral, da exclusão, estão ligas à Igreja Católica, através da acção levada a cabo pelas Dioceses, paróquias e ordens religiosas (ex. as Misericórdias, Caritas Diocesanas, Centros paroquiais, etc.). Por outro lado, no que respeita a actividades de ocupação de jovens, acções de prevenção da toxicodependência ou o apoio a imigrantes, diferentes associações agrupando residentes dos bairros, e instituições públicas têm também uma presença importante.
Também a comunidade empresarial, outra parte particularmente activa da sociedade civil, tem um papel importante a desempenhar na segurança solidária. O programa “Solidariedade”, desenvolvido pela AIP e que será apresentado neste seminário, é um exemplo disso mesmo. As empresas são agentes fundamentais de desenvolvimento.
O incentivo à sua instalação em determinadas zonas, por exemplo, pode em certos casos representar a diferença entre emprego e desemprego para um elevado número de residentes. Em sentido contrário, também foi referido que o encerramento de algumas empresas de uma região e o consequente desemprego poderia ser um factor de instabilidade social.
É fundamental relembrar alguns dos princípios básicos por que se rege o programa de segurança solidária:Tendo definido as principais áreas da exclusão social, torna-se agora necessário, para prevenir e combater a criminalidade, estabelecer planos integrados, envolvendo a administração pública, as forças de segurança, as autarquias locais, as organizações da sociedade civil e as empresas, em sintonia com o Plano Nacional de Acção para a Inclusão Social.
- o princípio da proximidade com os cidadãos,
- o princípio da participação e entreajuda das comunidades locais,
- a contratualização entre as instituições e a sociedade civil,
- uma concepção cidadã e comunitária da acção policial.
Estes planos incluem-se perfeitamente numa abordagem integrada de segurança que tem sido, ultimamente, uma constante em vários países europeus. No Reino Unido, foram criadas parcerias para a redução da criminalidade, que interagem, a nível local, com as parcerias instituídas no âmbito do Plano da Renovação dos Bairros, a par do incentivo às iniciativas locais em que a canalização dos recursos é feita de acordo com as prioridades estabelecidas pelos residentes de cada área. Em França, foram estabelecidos os Contratos Locais de Segurança.
Estas iniciativas nos países europeus correspondem à preocupação de resolver a nível local um problema que se manifesta de forma crescente no plano da União Europeia e que tem que ver com a segurança dos cidadãos. Um “elevado nível de protecção dos cidadãos num espaço de liberdade, segurança e justiça” (artigo 2º do TUE) e a instituição de uma cidadania da União que reforça a defesa dos direitos dos cidadãos (artigo 17º do TCE) são claros indícios de como a segurança cidadã ascendeu à lista das prioridades da agenda europeia.
É nesta perspectiva estratégica, que continuamos a prosseguir os objectivos da política de segurança interna do Governo com determinação, contando não só com a competência e disponibilidade permanente das forças e serviços de segurança – cuja acção policial é indispensável e insubstituível – mas também com a intervenção dos poderes públicos aos diferentes níveis e com a indispensável mobilização da sociedade civil.
Portal do Governo
claro que não, um grupo de 4 bandidos cheios de armas e com dois carros para a fuga não me parece que sejam pais de familia a passar dificuldade.
O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Havendo coragem, qual é a dificuldade que existe em arranjar armas e em arranjar o carro que seja através da força? E como bónus ainda tens jogos de video onde podes treinar carjacking, entre outras coisas. Isto é o mundo que infelizmente estão a desenvolver.
Portugal está a saque.
Se isto fosse no tempo do Santana já estamos em guerra civil, mas como é no tempo do "Mr. Marketing" não se passa nada.
Não tarda nada estamos todos aos tiros...
Estamos entregues à bicharada.
Está a chegar a hora de cada um fazer a sua justiça.
Não entre em demagogias Pé Leve...Apesar do que alguns desprevenidos possam achar o crime e a insegurança parecem crescer a olhos vistos, designadamente com cada vez mais situações de crimes violentos, de noite ou de dia, tanto faz, de que cada vez mais se ouve falar!
A tal "evolução" não será, também, certamente alheio o aumento das taxas de desemprego e a instabilidade social, sendo certo que, numa situação de crise ou aflição quem tiver propensão para isso, evidentemente, passa de imediato de uma vida de trabalho e de civilidade para uma vida de crime e de terror!
Coloquem mais gente no desemprego, lancem mais gente na miséria e em situação de não poder pagar as contas, de dar de comer aos filhos, de pagar os medicamentos, que logo vêem o que vai suceder a esta sociedade que queremos estável e segura! E eu não queria nada ter razão nesta matéria, afinal a que transversa tantos temas (...), mas, infelizmente, parece que tenho...
Um dia destes não podemos sair à rua e as nossas crianças terão de andar escoltadas para lhes não fazerem mal! É este o caminho que escolheram, não é?
Só tenho pena é de, apesar de em nada termos contribuído para este estado de coisas, um dia podermos ser vítimas da selva que querem implementar neste país!
Infelizmente os avisos continuam a cair em saco roto, pois o umbigo é muito grande!... [s)]
Os sinais estão aí, para quem os quiser ver, sendo certo que o adágio antigo não falha nada, "o verdadeiro cego é o que não quer ver"!...
Apesar do que alguns desprevenidos possam achar o crime e a insegurança parecem crescer a olhos vistos, designadamente com cada vez mais situações de crimes violentos, de noite ou de dia, tanto faz, de que cada vez mais se ouve falar!
A tal "evolução" não será, também, certamente alheio o aumento das taxas de desemprego e a instabilidade social, sendo certo que, numa situação de crise ou aflição quem tiver propensão para isso, evidentemente, passa de imediato de uma vida de trabalho e de civilidade para uma vida de crime e de terror!
Coloquem mais gente no desemprego, lancem mais gente na miséria e em situação de não poder pagar as contas, de dar de comer aos filhos, de pagar os medicamentos, que logo vêem o que vai suceder a esta sociedade que queremos estável e segura! E eu não queria nada ter razão nesta matéria, afinal a que transversa tantos temas (...), mas, infelizmente, parece que tenho...
Um dia destes não podemos sair à rua e as nossas crianças terão de andar escoltadas para lhes não fazerem mal! É este o caminho que escolheram, não é?
Só tenho pena é de, apesar de em nada termos contribuído para este estado de coisas, um dia podermos ser vítimas da selva que querem implementar neste país!
Infelizmente os avisos continuam a cair em saco roto, pois o umbigo é muito grande!... [s)]
Os sinais estão aí, para quem os quiser ver, sendo certo que o adágio antigo não falha nada, "o verdadeiro cego é o que não quer ver"!...
há umas semanas vinha do Parque das Nações de Metro quando ouve lá um sururu com a polícia e um bando de escumalha, constituído por negros, brasileiros e gente rasca dos suburbios da capital. Foi ao meu lado e estava a ver que sobrava para mim.
Eram 4 policias e um grupo aí de uns 10 ou 15. Quando um policia agarrou o líder do bando pelo pescoço o restante bando começou a juntar-se em volta da polícia para o largar e alguns adavam aos saltos com telemóveis nas mãos a dizer que estavam a filmar tudo. ali percebi o quanto a polícia começa a ficar refém disto.
eu fiquei sem saber se havia de entrar no comboio do metro ou não. se eles entrassem eu saía. As pessoas ficaram todas com medo. Começaram a bater na porta do maquinista para fechar as portas e arrancar. Até que a polícia lá conseguiu levá-los para cima e o comboio fechou as portas e arrancou.
Chegámos à estação seguinte e ficámos parados porque o Metropolitano foi obrigado a cortar a eletricidade na linha toda por causa dos desacatos.
Digamos que todo a gente ficou um bocadinho assustada.
Naquele momento o que mais me apetecia era que a polícia pegasse naqueles cassetetes e os vergasse naquelas costas daqueles mal educados até ficarem todos doridos. Talvez aprendessem a comportar-se e a viver em sociedade.
mas claro a culpa é do governo... mas não pela exclusão social de que falam mas antes por legalizar tudo quanto chega ali ao aeroporto.
Apesar dos motivos sociais e politicos do país que proporcionam a criminalidade, este tipo de crimes violento os assaltantes pelo facto de estarem armados e dispararem podiam mto bem ter sido os 4 mortos e não só 1.
a culpa do caminho que o país está a tomar é exclusivamente do estado português...
Apesar do que alguns desprevenidos possam achar o crime e a insegurança parecem crescer a olhos vistos, designadamente com cada vez mais situações de crimes violentos, de noite ou de dia, tanto faz, de que cada vez mais se ouve falar!
A tal "evolução" não será, também, certamente alheio o aumento das taxas de desemprego e a instabilidade social, sendo certo que, numa situação de crise ou aflição quem tiver propensão para isso, evidentemente, passa de imediato de uma vida de trabalho e de civilidade para uma vida de crime e de terror!
Coloquem mais gente no desemprego, lancem mais gente na miséria e em situação de não poder pagar as contas, de dar de comer aos filhos, de pagar os medicamentos, que logo vêem o que vai suceder a esta sociedade que queremos estável e segura! E eu não queria nada ter razão nesta matéria, afinal a que transversa tantos temas (...), mas, infelizmente, parece que tenho...
Um dia destes não podemos sair à rua e as nossas crianças terão de andar escoltadas para lhes não fazerem mal! É este o caminho que escolheram, não é?
Só tenho pena é de, apesar de em nada termos contribuído para este estado de coisas, um dia podermos ser vítimas da selva que querem implementar neste país!
Infelizmente os avisos continuam a cair em saco roto, pois o umbigo é muito grande!... [s)]
Os sinais estão aí, para quem os quiser ver, sendo certo que o adágio antigo não falha nada, "o verdadeiro cego é o que não quer ver"!...
Pé-Leve ás vezes os teus textos "parecem" propaganda comuna!!!
Mas não são esses os responsáveis pelo status quo?O Pé Leve saberá falar por si certamente.
Mas essa da propaganda comuna, será que também se aplica a isto ?
Portal do Governo
É que eles dizem o mesmo com outras palavras.
Ou serei eu a interpretar mal as palavras do que foi dito ?
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