Qual o interior mais apelativo? (Laguna vs. A4 vs. 6)

Qual o interior mais apelativo? (Laguna vs. A4 vs. 6)

  • Renault Laguna

    Votos: 52 32,7%
  • Audi A4

    Votos: 84 52,8%
  • Mazda 6

    Votos: 23 14,5%

  • Total de eleitores
    159
Esta foto seria mais apropriada para a comparação Bolide [;)] (já que o 6 e o A4 possuem pele):

113110i.jpg

Com as portas fechadas, para quê servem essas luzes vermelhas?

Sinceramente não consegui votar em nenhum. Apesar de serem bonitos os 3, encontro pelo menos 1 defeito em cada um deles.
 
Têm todos muita "mariquice", mas o Laguna e o 6, talvez mais espartanos, têm interiores mais consistentes com os meus gostos.
Mas prefiro o 6 (e foi o meu voto).
 
Esta coisa dos interiores não se consegue dizer por uma foto...eu pelo menos não consigo...existem inumeros pormenores que não se distinguem...é preciso estar lá para sentir a atmosfera e "viver" o interior....
 
O complicado é quando tem poucos botões para muitas funções. Navegar por menus enquanto se conduz não é nada prático. O melhor é "um botão, uma função".

Conforme, acho que isso depende de cada um.
O que é pior: manipular sempre o mesmo botão enquanto se conduz, deitando um olho ao ecrã para ver em que ponto estamos (e acabamos por mecanizar a coisa, do tipo "3 toques no botão, estou no menu do "BASS"", por exemplo), ou mover o dedo por entre uma panóplia de botões, tendo que olhar para cada um e ver o que diz, até mecanizarmos a coisa?

Pessoalmente, acho mais fácil ter que olhar sempre para o mesmo sítio (o visor, que é bastante legível), e operar o mínimo de botões, do que olhar para vários botões com inscrições minúsculas e acabar por carregar no errado quando passamos por uma irregularidade na estrada.

Aliás, a ideia por detrás dos comandos-satélite dos rádios nos volantes e o i-Drive, para dar alguns exemplos, é precisamente essa: operar o máximo de funções com o mínimo de comandos.

Isso também assiste à filosofia por detrás da instrumentação dum F-16, por exemplo, bem patente no sistema HOTAS (Hands On Throttle And Stick). E a lista continua.
 
é para as ninas não porem ali os pézinhos... [:D]

Luz vermelha é para dar ambiente, toda a gente sabe disso [:D]
É uma cor que excita e tal...

Por isso é que os condutores dos BMW's e dos Audis são uns alucinados, têm aquela luzinha vermelha que se projecta da zona do retrovisor para o tablier [:D]
 
Para mim, Audi A4 sem sombra de dúvida. Atrevia-me a dizer que os "postos de condução" dos Audi têm ganho aquela "envolvência" que os BMW perderam.

Isto não quer dizer que os interiores do Laguna e do 6 estejam mal, longe disso.

No caso do Laguna é até, quanto a mim, a única parte que se aproveita.

No caso do Mazda, a confirmar-se a falta de iluminação dos comandos do volante e dos vidros, acho que é uma falha de bradar aos céus porque o carro está simplesmente soberbo.
 
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Nunca utilizei por isso quem tem que se pronuncie...mas não será MMi, I-Drive e afins algo pouco mais que marketing e de inovação na decoração dos habitáculos? Ou é mesmo eficaz...é que me parece bem menos intuitivo que um simples botão! Navegar nos menus implica raciocinio e , logo, distracção da condução...que em ultima análise é o que estamos ali a fazer! No que é que difere de por exemplo mexer num telemóvel?
Mas repito...nunca utilizei!
 
Conforme, acho que isso depende de cada um.
O que é pior: manipular sempre o mesmo botão enquanto se conduz, deitando um olho ao ecrã para ver em que ponto estamos (e acabamos por mecanizar a coisa, do tipo "3 toques no botão, estou no menu do "BASS"", por exemplo), ou mover o dedo por entre uma panóplia de botões, tendo que olhar para cada um e ver o que diz, até mecanizarmos a coisa?

Pessoalmente, acho mais fácil ter que olhar sempre para o mesmo sítio (o visor, que é bastante legível), e operar o mínimo de botões, do que olhar para vários botões com inscrições minúsculas e acabar por carregar no errado quando passamos por uma irregularidade na estrada.

Aliás, a ideia por detrás dos comandos-satélite dos rádios nos volantes e o i-Drive, para dar alguns exemplos, é precisamente essa: operar o máximo de funções com o mínimo de comandos.

Isso também assiste à filosofia por detrás da instrumentação dum F-16, por exemplo, bem patente no sistema HOTAS (Hands On Throttle And Stick). E a lista continua.

Sinceramente acho isso uma treta.
Um botão para cada função é muito mais simples.
Comparar um F16 a um carro é impossível. O f16 concentra funções porque tem muitas, e não cabiam todas no cockpit.
Vê-se por um telemóvel: passamos a vida a olhar para o ecran e a navegar pelos menus.
Se num sistema "concentrado" nos enganarmos, a tendência é logo passar algum tempo a olhar para o lcd para voltar para trás e seleccionar a função correcta. O "deitar o olho ao ecran" normalmente demora muito mais (isto entre três cliques umas rodadelas do botão) do que olhar para um, carregar e já está.
Irregularidades na estrada não contam, porque o mesmo acontece manipulando o mesmo botão e depois ainda é pior: em vez de carregar no botão ao lado, tem que se navegar novamente pelos menus.
A mecanização, tanto dá para um caso como para outro. Tens que decorar a posição dos menus, quantos cliques tens que dar... Se não te lembrares, não é mais simples olhar para os botões que estão ali todos disponíveis?
Passou-se o mesmo com os sintetizadores de música dos anos 90: meia dúzia de botões. Sempre que se queria fazer qualquer coisa, era navegar pelos menus. Agora todos têm o maior de números de botões possíveis, para que as mudanças sejam instantâneas.
 
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