Ministra da Educação no telejornal da RTP1

Mordor, é assim.

Caso a minha mãe não fosse stôra, o que eu pensava valia zero. Isto ficou bem patente na atitude de muita gente.

E não foi só em relação a mim.

Foi em relação a todos os que se pronunciaram no tópico.

Se não concordas conosco, a tua opinião está errada porque estás comer o que a ministra diz, não sabes o que se passa, isto e aquilo.

E como é professora, pronto, já se aceita qualquer coisita.

Agora isto é um problema vosso. E não só.

Os professores, médicos, etc, ou percebem que não podem ser estupidamente defensivos e ganham um sentido de auto-crítica, ou não vão a lado nenhum.

Porque isto parece um jardim infantil: eu tenho razão, tu não tens, eu sei, tu não sabes.

Com tudo isto digo-vos que seria melhor que percebessem que vão ter de perder certas coisas e admitir que existem coisas oficiosamente que beneficiam um pouco todos e que raramente são admitidas, que toda a gente sabe que existem mas que ninguém ousa dizer...

...porque só assim poderão negociar e exigir mais do ministério.

Porque ao estarem contra tudo o que não seja uma benesse, perdem tudo e não ganham nada.
 
Isso tudo em escolas primárias? Epá, as turmas e os horários devem ser coisas complicadas. [:)] [:)]
Ora lê lá o que já se escreveu que é para perceberes, de uma vez, a ignorância que mostras ao continuares a falar das escolas primárias e o trabalho lá realizado. Venham depois defender a legitimidade de discutir actividades de que nada percebem (com pérolas destas).
 
Ora lê lá o que já se escreveu que é para perceberes, de uma vez, a ignorância que mostras ao continuares a falar das escolas primárias e o trabalho lá realizado. Venham depois defender a legitimidade de discutir actividades de que nada percebem (com pérolas destas).

E responder à pergunta? [:D]
 
Muito trabalho em Agosto[:)][:)][:)]

Estou totalmente de acordo com o André... e ainda bem que a mãe dele é Prof. porque assim não o podem acusar de ser frustrado ou ter alguma coisa contra os professores.

Irra, que até irrita a hipocrisia dos professores (alguns).


Isso do trabalho em Agosto é muito relativo, mas para tua informação é em agosto que são feitos os horários e organização do ano lectivo, logo sinónimo de muito trabalho e responsabilidade.

Naturalmente que se forem a uma escola em agosto não encontrarão muitos professores pois estão de férias.

Agora, executivos e pessoal docente a eles ligados, andam às aranhas...

Sem hipocrisia.
 
André, nunca leste um comentário em que eu afirmasse não apreciar ver discutidos assuntos relacionados com a minha profissão. O que me torna agressivo (na tua opinião, talvez com alguma verdade) é a repetição "ad nauseum" das mesmas acusações que não são baseadas em mais nada do que traumas. Eu, nesta altura, ainda tenho criaturas que me abordam falando dos meus "três meses de férias" que, aliás, nunca tive (e não comecei a dar aulas ontem).
Discutir o que fazemos, muito bem, mas com conhecimento que é algo que tenho o hábito de efectuar quando me pronuncio sobre alguma coisa. Hás-de admitir que é atitude pouco observada por este fórum.
 
Os concursos são feitos pelo ME sim.

A escola que comunique atempadamente ao ME os horários. Neste caso que se organize para o mais rapidamente possível para obter o que necessita de "entregar" ao ME. E com isso ganham todos.

Não compliquem o que pode ser simples [;)]

Perdemos muito tempo a complicar as coisas.

Quem falou em concursos? Tu falaste, sem a mais pequena margem para dúvidas, de "horários", quem faz as turmas e horários para alunos e professores é o conselho executivo, foi de horários que falaste e é assim que se processa.
 
E responder à pergunta? [:D]
Desculpa, mas tenho que perguntar se tens algum problema.

Repito, porque a repetição por vezes ajuda o processamento de informação.

Mordor disse:
Para quem ainda não percebeu (já têm algum tempo), isto já não funciona escolinha a escolinha.
Uma escola "primária" (que, a propósito, também já não se designa dessa forma há muito tempo) está inserida num agrupamento de escolas que centraliza, entre muito mais, o funcionamento burocrático das mesmas.

zerorpm disse:
Vai trabalhar para a sede de agrupamento...
 
O governo Guterres fez um decreto-de-lei que permite que qualquer professor possa meter "artigos", ou seja, pode faltar até x vezes/mêss (e sem aviso prévio), dias esses descontados nos dias de férias, segundo o decreto, sem que haja qualquer penalização monetária.

Na prática, os dias não são descontados porque o professor aproveita o não funcionamento ou o funcionamento reduzido das escolas em Agosto e com isso, mantém, na prática, o seu número de dias de férias.

Isto é algo que qualquer professor sabe que existe. E quem não o admite, está a ser profundamente mentiroso, não há outra palavra a dizer...

Obviamente não implica que todos usem esta tramoia, mas não são poucos os que o fazem.

E por isso é que houve um aumento substancial das faltas pontuais após a medida.

Meu Deus...
Agora já dá pena!

Desculpa mas, esses artigos existem desde a criação do estatuto no final da década de 90...

Ou os professores não faltavam antes do Guterres?

Mas, qual é o problema de descontar nas férias, mesmo que eventualmente não se esteja na escola?

E qual o problema de um professor faltar por sua iniciativa?
Não te esqueças que os artigos eram limitados a 12 e em certos casos dependentes de autorização do executivo.

A única coisa em que concordo é em reduzir o número, eram 12 e agora são 5.

6, acho que era o número correcto...
 
A minha opinião em relação a isso é que em Agosto a escola devia estar fechada e pronto.

Que se organizassem e fizessem o que têm a fazer em Julho.

Porque não gosto de coisas para inglês ver...está aberta, mas é como não estivesse.

Uns tiram férias já em Julho e depois em Agosto fingem que vão à escola ou estão lá a olhar para o ar, ou vão lá 1h e depois vão-se embora. Não há ninguém para controlar porque a maioria está de férias, etc. Será justo? Não me parece...

Ou está a funcionar, ou não está.

Em Portugal temos que nos habituar a separar as coisas e deixar de trabalhar a brincar e brincar a trabalhar.

E depois há tudo uma logística que não funciona. Já não há bar e depois o pessoal que trabalha (os burros de carga, porque na FP é sempre assim, há sempre os desgraçados que tudo fazem e os que fazem corpo presente...) que não têm o que comer! Inadmissível.

Mas isso é a minha maneira de ver as coisas.

E até digo mais.

Se se organizassem bem, despachavam tudo até dia 15 de Julho.

Até acho que o governo devia dar autonomia às escolas também neste aspecto: têm isto para fazer, distribuam-nas ao longo do tempo como quiserem. Se se despacharem mais cedo, usufruam da vossa...produtividade.

Mas isto aqui é muito liberal para este país...

Pois...
Mas, é nesta altura que o ME mais se intromete na gerência das escolas, obrigando os executivos a fazerem a organização que este pretende...

Isto sem conta com a vergonha de obrigar os professores em pleno Agosto...
E ainda não acabou...[8b]
 
Continuo sem saber que funções são essas que são desempenhadas nas sedes de agrupamento.

Já foi explicado e com algum pormenor. Se permanece insatisfeito, é dirigir-se a uma escola que o elucidarão melhor. Ao contrário do que muitos pensam (sobretudo os pais que nunca lá são vistos), é-se geralmente bem recebido numa escola.

PS - Aos restantes, até amanhã. Vou ser coadjuvante num exame de equivalência à frequência, logo de manhã, e já não devia andar pela net. Boa continuação da discussão.
 
Ou os professores não faltavam antes do Guterres?

Mas, qual é o problema de descontar nas férias, mesmo que eventualmente não se esteja na escola?

E qual o problema de um professor faltar por sua iniciativa?
Não te esqueças que os artigos eram limitados a 12 e em certos casos dependentes de autorização do executivo.

A única coisa em que concordo é em reduzir o número, eram 12 e agora são 5.

6, acho que era o número correcto...

Obviamente que os professores faltavam antes do Guterres. Apenas a medida potenciou e aumentou as faltas pontuais e por isso é que agora foi-se reduzir o limite.

Obviamente que um professor pode faltar por sua iniciativa. Agora que sofra as consequências disso.

Porque é uma aldrabice, para não dizer outra coisa, andar supostamente a descontar nos dias de férias coisa que NUNCA acontece.

Sabes tenho um terrível defeito neste país que é avaliar as coisas pelos seus resultados práticos, pelo que efectivamente produzem e não pelo que teoricamente deveria acontecer.

E essa medida produziu e continua a produzir uma forma aldrabada de se poder faltar.

Mas isto é algo que qualquer pessoa com bom senso e o mínimo de despreendimento pensa, não exclusivamente para um professor, mas para qualquer outro trabalhador.

E o que é incrível é ainda haver lata para defender coisas destas.

E depois querem respeito pela profissão. Fica difícil.
 
Mas isso altera-se até Agosto?

Resposta: Não.

E ninguém está a dizer que não é muito trabalho.

Tenho a perfeita noção que é. Agora com melhor organização e menor burocracia conseguia fazer-se num tempo mais curto.

E por isso é que se deve dar autonomia às escolas neste tipo de coisas.

Isto incentiva as pessoas a trabalharem melhor. A sofrerem as consequências, positivas ou negativas, do seu trabalho e da sua organização. A sentirem-se parte da engrenagem.


Porque é que os concursos de professores só foram feitos em Agosto?
 
Obviamente que os professores faltavam antes do Guterres. Apenas a medida potenciou e aumentou as faltas pontuais e por isso é que agora foi-se reduzir o limite.

Obviamente que um professor pode faltar por sua iniciativa. Agora que sofra as consequências disso.

Porque é uma aldrabice, para não dizer outra coisa, andar supostamente a descontar nos dias de férias coisa que NUNCA acontece.

Sabes tenho um terrível defeito neste país que é avaliar as coisas pelos seus resultados práticos, pelo que efectivamente produzem e não pelo que teoricamente deveria acontecer.

E essa medida produziu e continua a produzir uma forma aldrabada de se poder faltar.

Mas isto é algo que qualquer pessoa com bom senso e o mínimo de despreendimento pensa, não exclusivamente para um professor, mas para qualquer outro trabalhador.

E o que é incrível é ainda haver lata para defender coisas destas.

E depois querem respeito pela profissão. Fica difícil.


Eu compreendo aquilo que estás a querer dizer, mas estás a exagerar.

Todas as pessoas têm direito a faltar para tratar de assuntos pessoais, o que se pode discordar é serem muitos ou poucos...


Aliás, ainda não falaste dos professores com baixa...
O que querias dizer?


Para finalizar, parece-me que és defensor do regime democrático chávez na Venezuela...
Acertei?
 
Última edição:
Peço desculpa.:sh)

Década de 80, tempo do cavaco...

Uma coisa é estar no estatuto.

Outra é o decreto-lei que o efectiva, até parece que não sabes isso.

O existe regulamentação ou nada feito.

Aliás, se reparares, muitas das medidas que agora estão a ser tomadas estavam previstas (na lei base e outros documentos) já no tempo do Cavaco. Não tinham é sido aplicadas.

Os rosinhas podem dizer, se quiserem, que a culpa é toda dele [:D] [;)]
 
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