Red BULL Air Race - Cancelada Corrida 2010 em PT

Hoje fiquei mesmo com a ideia que vi ao longe um destes fazer-se há pista do Aeroporto do Porto... (8:15 da manhã)

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não acham esta previsão de 600mil pessoas um pouco optimista demais?
Eu acho optimista, até porque não estou a ver onde cabe tanta gente. Estive no dragão no domingo e estavam 50 mil. Aquilo no fim do jogo é um autêntico mar de gente. Multiplicar esse número por 12, parece-me incomportável. Esperemos que não haja problemas até porque segundo ouvi hoje, a Cruz Vermelha cancelou o dispositivo de segurança que tinham planeado, por falta de pagamento da organização.
 
E amanha de manha lá vou eu sair de casa por volta das 5 da manhã para chegar lá por volta das sete para arranjar um spot porreiro do lado de Gaia.
 
já cá faltavam os bobos da festa...


Red Bull Air Race: BE alerta para os perigos da corrida
Os secretariados do Bloco de Esquerda do Porto e Gaia (BE) alertaram hoje para os perigos que uma corrida como a Red Bull Air Race implica por ser realizada numa zona densamente habitada e com grande concentração de pessoas. "Mesmo depois da organização ter abandonado a ideia dos aviões passarem por baixo do tabuleiro inferior da Ponte D. Luís I, a corrida continua a parecer-nos muito arriscada, com aviões a voar a velocidades superiores a 400 quilómetros em zonas densamente povoadas e com o maior número de sempre de espectadores concentrados nas marginas de cada lado do Douro", consideram. Em comunicado citado pela agência “Lusa”, Alda Macedo, do BE/Porto, e Alberto Sousa, BE/Gaia, classificam ainda como "perturbador" as notícias que referem que a organização "desistiu de pagar o plano distrital de protecção civil, tal como inicialmente acordado". "Não se trata de um evento do tipo quem quer vai quem não quer fica", alerta o BE, considerando que a Air Race está a perturbar de "forma significativa" a livre circulação das pessoas em cada uma das margens, entre elas, e mesmo nas ruas adjacentes. Chamam ainda a atenção para o facto de ter sido construída uma pista de aviação com 700 metros no chamado Queimódomo no Parque da Cidade. "Mais asfalto, mais CO2 e a destruição de uma parte do Parque da cidade", lamentam. A Red Bull Air Race, já classificado como "o maior evento desportivo do ano" e que se repetirá em 2008 e 2009, realiza-se hoje e amanhã entre as cidades do Porto e Gaia.


www.ojogo.pt
 
já cá faltavam os bobos da festa...


Red Bull Air Race: BE alerta para os perigos da corrida
Os secretariados do Bloco de Esquerda do Porto e Gaia (BE) alertaram hoje para os perigos que uma corrida como a Red Bull Air Race implica por ser realizada numa zona densamente habitada e com grande concentração de pessoas. "Mesmo depois da organização ter abandonado a ideia dos aviões passarem por baixo do tabuleiro inferior da Ponte D. Luís I, a corrida continua a parecer-nos muito arriscada, com aviões a voar a velocidades superiores a 400 quilómetros em zonas densamente povoadas e com o maior número de sempre de espectadores concentrados nas marginas de cada lado do Douro", consideram. Em comunicado citado pela agência “Lusa”, Alda Macedo, do BE/Porto, e Alberto Sousa, BE/Gaia, classificam ainda como "perturbador" as notícias que referem que a organização "desistiu de pagar o plano distrital de protecção civil, tal como inicialmente acordado". "Não se trata de um evento do tipo quem quer vai quem não quer fica", alerta o BE, considerando que a Air Race está a perturbar de "forma significativa" a livre circulação das pessoas em cada uma das margens, entre elas, e mesmo nas ruas adjacentes. Chamam ainda a atenção para o facto de ter sido construída uma pista de aviação com 700 metros no chamado Queimódomo no Parque da Cidade. "Mais asfalto, mais CO2 e a destruição de uma parte do Parque da cidade", lamentam. A Red Bull Air Race, já classificado como "o maior evento desportivo do ano" e que se repetirá em 2008 e 2009, realiza-se hoje e amanhã entre as cidades do Porto e Gaia.

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Nem sei como classificar esses... coitados :S
Toda a gente sabe que é perigoso... E quem organiza sabe melhor que ninguém!
Ainda por cima do BE... eles que deixem de fumar charros que o ambiente fica bem melhor! :S
 
Já houve acidentes nos eventos da RedBull? :sh)

Pergunto, porque nunca ouvi falar em nada a esse respeito, o que não invalida que não haja uma primeira vez :sh)
 
Nem sei como classificar esses... coitados :S
Toda a gente sabe que é perigoso... E quem organiza sabe melhor que ninguém!
Ainda por cima do BE... eles que deixem de fumar charros que o ambiente fica bem melhor! :S

Não percebo qual é o problema nas criticas. Até concordo com algumas delas, nomeadamente em termos de défice na segurança, face ao que estava previsto e à construção da pista de alcatrão no parque da cidade.
Acho que além do espectáculo que este evento proporciona, a segurança é o mais importante de tudo. Não sei se fosse noutro país se a organização se dava ao luxo de arrancar com problemas de organização dos meios de segurança.
 
Se alcatroaram o Queimódromo acho muito bem, já não vou ficar cheio de terra na Queima.
Já para não falar que o Queimódromo pouco ou nada tem a ver com o parque da cidade, apenas está situado ao lado.
 
Não percebo qual é o problema nas criticas. Até concordo com algumas delas, nomeadamente em termos de défice na segurança, face ao que estava previsto e à construção da pista de alcatrão no parque da cidade.
Acho que além do espectáculo que este evento proporciona, a segurança é o mais importante de tudo. Não sei se fosse noutro país se a organização se dava ao luxo de arrancar com problemas de organização dos meios de segurança.

Será que a história está bem contada, será que especularam nos valores a pedir, sei lá, acho também ESTUPIDO, RIDICULO e IDIOTA nas vésperas da prova e com tudo em fase de execução, lembrarem-se que não havia dinheiro.
Isto da parte de quem paga e de quem recebe, é por essas e por outras que eventos como a F1 já sairam de Portugal, todos especulam.

Fica a noticia
Organização não quis suportar encargos financeiros
Red Bull Air Race sem os postos de socorro da Cruz Vermelha
31.08.2007 - 09h13 Mariana Oliveira
A corrida aérea Red Bull Air Race que hoje terá a fase de qualificação e amanhã a prova final não vai contar com os sete postos de primeiros socorros da Cruz Vermelha e de uma equipa de 13 pessoas da Cáritas encarregue da procura de crianças desaparecidas, como estava previsto no plano de protecção civil apresentado na sexta-feira passada no Governo Civil do Porto.
O plano distrital acabou por não ser activado à última hora, por a organização não querer suportar os encargos financeiros que este implicava. Segundo o PÚBLICO apurou, o somatório dos orçamentos das várias entidades envolvidas rondava os 170 mil euros, apenas 1,7 por cento dos 10 milhões de euros que no mínimo deverá custar o evento. A Cruz Vermelha, convidada para fazer parte do plano pelo Centro Distrital de Operações de Socorro, apresentou um orçamento de 29 mil euros e lamenta todos os meios humanos e materiais já despendidos no planeamento e concretização do plano entre quarta-feira e ontem de manhã. Agora são prejuízos. "Hoje [ontem] chegaram socorristas de Viseu que tivemos que desmobilizar", exemplifica Otília Novais, responsável da Cruz Vermelha.

Cinco tendas que iriam albergar parte dos postos de socorros foram desmontadas ontem de manhã, tendo também sido desmobilizadas três ambulâncias e uma roulotte. O evento deixará de contar ainda com quase 200 socorristas e enfermeiros que estavam escalados até sábado. "Esperam-se entre 400 a 600 mil pessoas concentradas num pequeno espaço o que pode originar muitos problemas", lembra Otília Novais. "Uma simples queda na multidão, uma sensação de claustrofobia ou retirar alguém que se sente mal são coisas muito complicadas", defende.

O Instituto Nacional de Emergência Médica também suspendeu anteontem o seu dispositivo, mas ontem de manhã reuniu com a organização da prova que garantiu o pagamento dos cerca de 18 mil euros orçamentados. Os dois postos médicos avançados (um em Gaia e outro no Porto), que estiveram em risco, vão afi nal estar no terreno, além de duas viaturas médicas de emergência e reanimação, sete ambulâncias e duas moto-quatro. Tanto a Câmara do Porto como a de Gaia garantem que estão no terreno os meios necessários ao evento. Nélson Cardoso, que coordena a participação da autarquia gaiense na prova, diz que não pediu nada à Cruz Vermelha. O Porto diz que, à excepção da Cruz Vermelha, o dispositivo previsto pelo plano distrital se mantém.

A situação é desmentida pelo comandante operacional distrital, Teixeira Leite, que adianta que todos os meios humanos e veículos que vinham de outros municípios não estarão disponíveis, mas de prevenção. O helicóptero da Protecção Civil que estava previsto não estará no evento, mas apenas devido ao aumento do risco de incêndio. O PÚBLICO pediu um comentário à organização da prova, não tendo tido qualquer resposta. O Governo Civil do Porto emitiu ontem um comunicado onde diz que os municípios do Porto e Gaia lhe garantiram que os seus serviços de protecção civil estavam em condições de assegurar a realização da prova, mas não põe de parte a possibilidade de activar o plano distrital. O CDOS "manterá a monitorização" dos planos municipais, "intervindo apenas e se se afigurar necessário avocá-lo para o nível distrital".
 
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