depois dos TDI, agora os híbridos?

Autonomia infinita? Impossível. A dissipação aerodinâmica e os atritos de rolamento não pode ser recuperada. Para mais infomação consultar um livro de texto de termodinâmica.

olha com atenção [:D] está lá é "infinita", no fundo desde que a capacidade exceda por uma boa margem a necessidade, a percepção do utilizador é de capacidade ilimitada, este é o conceito por detras dos hibridos actuais [;)]
 
Espero que estejas a brincar, emissões de vapor de água ????

Sim, vapor de água. Esse é um gás de estufa mais poderoso que o CO2. Só que o vapor de água condensa (chuva, neve, etc.), além de que o hidrogénio é geralmente obtido por electrólise da mesma água que gera na combustão, portanto o ciclo fecha e o problema desaparece no global.

NO ENTANTO, o aquecimento global faz com que a atmosfera aguente mais vapor antes da condensação, o que por seu turno produz ainda mais aquecimento.. o resultado é que quando o vapor finalmente condensa, é em quantidades colossais, como se vê das cheias na Inglaterra e Ásia..
 
Quanto á dita biodeversidade energética futura não penso que assim seja pois não é só o automóvel que dela necessita mas sim toda uma indústria pesada, dentro de de um prazo poderá servir mas o objectivo final é mesmo uma única fonte de energia e de caminho se for limpa melhor, para substituir os combustíveis fósseis.

Acho que de futuro o carro vai ter que diminuir de peso e tamanho. 1200 kgs para transportar um adulto de 80 kg não faz sentido nenhum porque é um enorme desperdício de energia...
 
Falavamos de problemas logistiscos , certo ?

sobre o petroleo , precisamente é esse o ponto, se tivessemos conseguido diferenciar as fontes de energia, garantidamente hoje não teriamos os problemas que temos nem tão pouco a emergência (40 anos) para os resolver [;)]

É verdade. Mas não é assim que os humanos funcionam. Os humanos fazem o que é mais fácil e conveniente. E meter gasolina num tanque para andar 800 km é o mais fácil e conveniente...
 
Sim, vapor de água. Esse é um gás de estufa mais poderoso que o CO2. Só que o vapor de água condensa (chuva, neve, etc.), além de que o hidrogénio é geralmente obtido por electrólise da mesma água que gera na combustão, portanto o ciclo fecha e o problema desaparece no global.

NO ENTANTO, o aquecimento global faz com que a atmosfera aguente mais vapor antes da condensação, o que por seu turno produz ainda mais aquecimento.. o resultado é que quando o vapor finalmente condensa, é em quantidades colossais, como se vê das cheias na Inglaterra e Ásia..

mas para condensar os vapor de escape é necessária energia, não estamos no limiar da invenção do moto contínuo, ou seja a perpectiva é um aumento substancial nos caudais dos fluxos do ciclo da agua, muito maior evaporação, muito maior humidade relativa no ar, chuvas muito mais intensas, resultado: desequilibrio no ecossistema como este tende para o equilibrio irão observar-se alterações nos solos, nas floras e faunas, nos caudais dos rios, no nivel medio dos oceanos,etc, etc etc...
 
xiça vai ler bem o que esta escrito, acho que para qualquer pessoa normal ao começar uma descida pronunciada a 170 km/h não faz confusão nenhuma dizer que vai a quase 200, pois é mais que certo que se continuar a acelerar depressa lá chega... bem mais dificil é parar em segurança.

............. 170 Km/h
.............. HCH ->
170 km/h /........\ ~ 200km/h
HCH ->. /...........\ HCH->


Talvez com boneco lá chegues [s)]

O meu exemplo referia-se meramente a subir a inclinação da Serra de Aire e Candeeiros na A1. Tu agora colocas o HCH a descer. E a descer precisamente essa inclinação. [8b]

Mas olha, não acredito que um carro que declare 185 Km/H de velocidade máxima e que são atingidos com ambos os motores em carga máxima, o que não acontece a partir de uma determinada altura enquanto sobes essa inclinação, atinja esses 170 Km/H numa subida daquelas... Portanto não acredito que o HCH faça toda a subida a esse valor de velocidade. E como tu também nunca a fizeste...
 
A "monica" tem uma relação de amor-odio com o Hybrid, lá no fundo deve estar mais que arrependida de não ter comprado um e contribuir para o futuro do planeta em vez de o estar a envenenar com o seu diesel.

Arrependimento?
Não! Estás enganado!
Pretendia um carro que me possibilitasse um valor mínimo de custo por quilómetro, aí a vantagem ainda vai para os Diesel.

Agora, sem dúvida, que quem pretende um carro com boas ambições familiares (pena é o porta bagagens), económico e com um bom nível de equipamento, o HCH é talvez a melhor opção. Agora não é aquilo que alguns de vós querem fazer dele. Isso não. [;)]
 
Umas questões para os proprietários do HCH:

- Qual é o regime máximo que a CVT vos deixa ir?
- Em desaceleração, a CVT funciona como travão-motor?
 
Autonomia infinita? Impossível. A dissipação aerodinâmica e os atritos de rolamento não pode ser recuperada. Para mais infomação consultar um livro de texto de termodinâmica.

Ui, o que lhe foste dizer...
Isto não vai lá com Física. Há aqui uma alergia qualquer à Fisica... [:D]

O koluirty quer um sistema "ideal". Que recupere toda a energia...
Pois bem...
Deve-se ter esquecido da simples definição de Trabalho (W), que implica que se ele se quiser deslocar de um ponto A, para um ponto B, TEM QUE CONSUMIR ENERGIA. Mesmo que arranje um carro que não dissipe qualquer tipo de energia (nem térmica, nem mecânica, nem nos atritos). E essa energia NUNCA ele a recuperará.

E portanto, caro koluirty, esquece lá essa utopia! [:D]
 
olha com atenção [:D] está lá é "infinita", no fundo desde que a capacidade exceda por uma boa margem a necessidade, a percepção do utilizador é de capacidade ilimitada, este é o conceito por detras dos hibridos actuais [;)]

O que lá está é infinito com aspas, e eu não sou obrigado a perceber o que queres dizer com isso. É no entanto lícito entender que a palavra que lá está tenha alguma coisa a ver com o conceito que se lhe está associado...
 
1. mas para condensar os vapor de escape é necessária energia,

2. não estamos no limiar da invenção do moto contínuo,

3. ou seja a perpectiva é um aumento substancial nos caudais dos fluxos do ciclo da agua, muito maior evaporação, muito maior humidade relativa no ar, chuvas muito mais intensas, resultado: desequilibrio no ecossistema como este tende para o equilibrio irão observar-se alterações nos solos, nas floras e faunas, nos caudais dos rios, no nivel medio dos oceanos,etc, etc etc...

1. Quê? A condensação é exotérmica. Ela liberta energia, não consome.

2. Essa coisa não pode ser inventada... pelo menos não sem que Deus revogue a 2ª lei da termodinâmica..

3. Não percebi.. a que é que te estás a referir?
 
Depois de ler as 9 páginas q este tópico já leva, apercebo-me q os utilizadores de híbridos continuam com os mesmos argumentos de há não sei quantos meses atrás, por mais que esses sejam refutados!

Já participei numa outra discussão (quem já não participou? [:D] ) e desisti, porque realmente querem fazer destas máquinas os supra sumos da barbatana.
Em relação aos consumos, bem, eu também consigo uma média diária no CB de 5,3l num 1.2 manco de 65cv q custou menos 9000€ do que o HCH...
E, certamente, quando conseguem médias parecidas também fazem o mesmo estilo de condução do que eu; aliás, a este respeito, acho engraçado que é raro o híbrido que me ultrapassa (mesmo a fazer a dita média) e normalmente vão na via da direita, o que vai de encontro à impressão que tenho que os utilizadores do HCH têm por hábito uma condução calma.
Ora se eu gostasse desse tipo de condução, não teria problemas em adquirir um HCH, visto que actualmente está ao mesmo preço de um 307 1.6HDi 110cv com equipamento equivalente (saldos de fim de vida), mas sinceramente faz-me muita confusão querer conduzir de forma mais agressiva e sentir que estou a ir contra a natureza dele! Por mais que digam que tem um bom comportamento e tal.... ok, até pode ter, porque não puxei pelos limites, mas aquela caixa.... (sim, sim, fiz um test drive que não dá para compreender o carro)

Por fim, a estética e funcionalidade: é puramente subjectivo, mas não consigo pensar em comprar um carro de 4p, quanto mais não seja porque quando chove ou fica numa zona empoeirada aquela porcaria (e nenhum 4p trás!) não tem uma escova limpa-vidros atrás!

Cumprimentos!

P.S.: monicamelo, deixa estar o rapaz, não há volta a dar... Cá para mim os HCH devem trazer uma substância qq nos difusores de ar que torna os seus utilizadores em verdadeiros addicteds.

EDIT: em relação à condução em modo puramente eléctrico, não vou mais longe: o Prius, que realmente tem essa capacidade, consegue-o com uma bateria de 200V. O HCH tem uma bateria de apenas 158V... será que estamos a falar do mesmo modo puramente eléctrico?
 
Última edição:
Na parte dos telemoveis parece que já há testes de prototipos que funcionam com o calor das mãos dos utilizadores.
Para quando a utilização do calor que sai dos motores dos carros?
 
Ui, o que lhe foste dizer...
Isto não vai lá com Física. Há aqui uma alergia qualquer à Fisica... [:D]

O koluirty quer um sistema "ideal". Que recupere toda a energia...
Pois bem...
Deve-se ter esquecido da simples definição de Trabalho (W), que implica que se ele se quiser deslocar de um ponto A, para um ponto B, TEM QUE CONSUMIR ENERGIA. Mesmo que arranje um carro que não dissipe qualquer tipo de energia (nem térmica, nem mecânica, nem nos atritos). E essa energia NUNCA ele a recuperará.

E portanto, caro koluirty, esquece lá essa utopia! [:D]

ensinaram-te tanto sobre fisica e esqueceram-se de te ensinar a ler, temos pena, poderias contribuir positivamente para o topico que até estava a evoluir bem.

de qualquer forma,
os 185 Km/h de velocidade máxima são impostos por limitação electrónica que não está activa, o HCH ultrapassa os 200 km/h no velocimetro

o regime máximo é de 6300 ou 6400 rpm, não consigo precisar e é obtido com a opção "S" da CVT

a CVT conforme a opção seleccionada usa mais ou menos o motor termico como travão motriz, em "D" dá prioridade ao motor electrico, em "S" será o meio termo e em "L" prioridade ao termico.
 
1. Ui, o que lhe foste dizer...
Isto não vai lá com Física. Há aqui uma alergia qualquer à Fisica... [:D]

2. O koluirty quer um sistema "ideal". Que recupere toda a energia...
Pois bem... Deve-se ter esquecido da simples definição de Trabalho (W), que implica que se ele se quiser deslocar de um ponto A, para um ponto B, TEM QUE CONSUMIR ENERGIA. Mesmo que arranje um carro que não dissipe qualquer tipo de energia (nem térmica, nem mecânica, nem nos atritos). E essa energia NUNCA ele a recuperará.

1. Essa alergia à Física impede que se perceba bem o que está em jogo. É preciso lutar contra ela e exigir rigor. É isso que eu faço.

2. Bem, se é para ter rigor convém corrigir-te. Deslocação só por si não tem nada a ver com trabalho. O trabalho só é preciso para se partir do repouso ao movimento. Na verdade, o koliurty tem razão: num sistema sem atrito e que seja capaz de transformar livremente energia cinética em potencial consegues viajar de A para B sem perdas por dissipação.

Só que um carro não é, nem nunca será, um sistema como esse. A cada segundo, é preciso fornecer energia mecância às rodas para compensar as perdas por atrito e arrasto. Dessas perdas não nos conseguimos livrar facilmente... seria preciso algo do estilo carro levitante em túnel de vácuo.

Já agora, convém salientar que dizer "perdas de energia" está tecnicamente errado. A energia não se perde. Ela apenas se transforma dum tipo para outro. Quando se fala em dissipação, o que se passa é que energia que está livre para fazer trabalho se transforma numa forma desordenada (calor), da qual não podemos retirar trabalho. O que devemos dizer quando falamos de "perdas de energia" é na verdade "perdas de energia LIVRE". Mas prontos, para simplificar não dizemos a parte do "livre". É no entanto importante, crucial até, perceber-se a diferença.... (Para mais informação ir ao índice dum livro de termodinâmica e procurar 'gibbs free energy' ou 'energia livre de gibbs')
 
1. Quê? A condensação é exotérmica. Ela liberta energia, não consome.

2. Essa coisa não pode ser inventada... pelo menos não sem que Deus revogue a 2ª lei da termodinâmica..

3. Não percebi.. a que é que te estás a referir?

1 o vapor de agua é por definição "quente", para condensares o vapor de agua tens que o arrefecer de algum modo, para o arrefeceres, ou o libertas na atmosfera (ponto 3) ou ???

2 existem umas experiencias com magnetismo, mas para o caso não interessa,

3 o ecossistema terra tem um ciclo da agua equilibrado em função de um determinado caudal dos seus fluxos (quantidade de agua que evapora, % de agua na atmosfera, quantidade de agua que condensa (chuva)) num cenário de substituição absoluta dos combustiveis fosseis por hidrogenio as quantidades de extra de agua em circulação não serão despreziveis e poderão provocar impactos muito graves no clima. mas isto não é nenhuma profecia são temas lançados para debate...
 
1. Essa alergia à Física impede que se perceba bem o que está em jogo. É preciso lutar contra ela e exigir rigor. É isso que eu faço.

2. Bem, se é para ter rigor convém corrigir-te. Deslocação só por si não tem nada a ver com trabalho. O trabalho só é preciso para se partir do repouso ao movimento. Na verdade, o koliurty tem razão: num sistema sem atrito e que seja capaz de transformar livremente energia cinética em potencial consegues viajar de A para B sem perdas por dissipação.

Só que um carro não é, nem nunca será, um sistema como esse. A cada segundo, é preciso fornecer energia mecância às rodas para compensar as perdas por atrito e arrasto. Dessas perdas não nos conseguimos livrar facilmente... seria preciso algo do estilo carro levitante em túnel de vácuo.

Já agora, convém salientar que dizer "perdas de energia" está tecnicamente errado. A energia não se perde. Ela apenas se transforma dum tipo para outro. Quando se fala em dissipação, o que se passa é que energia que está livre para fazer trabalho se transforma numa forma desordenada (calor), da qual não podemos retirar trabalho. O que devemos dizer quando falamos de "perdas de energia" é na verdade "perdas de energia LIVRE". Mas prontos, para simplificar não dizemos a parte do "livre". É no entanto importante, crucial até, perceber-se a diferença.... (Para mais informação ir ao índice dum livro de termodinâmica e procurar 'gibbs free energy' ou 'energia livre de gibbs')

Curioso mas eu nunca pretendi um sistema prefeito, apenas referi que dado as limitações das actuais baterias muita da energia dissipada passivel de ser reciclada não o é...
 
1 o vapor de agua é por definição "quente", para condensares o vapor de agua tens que o arrefecer de algum modo, para o arrefeceres, ou o libertas na atmosfera (ponto 3) ou ???

2 existem umas experiencias com magnetismo, mas para o caso não interessa,

3 o ecossistema terra tem um ciclo da agua equilibrado em função de um determinado caudal dos seus fluxos (quantidade de agua que evapora, % de agua na atmosfera, quantidade de agua que condensa (chuva)) num cenário de substituição absoluta dos combustiveis fosseis por hidrogenio as quantidades de extra de agua em circulação não serão despreziveis e poderão provocar impactos muito graves no clima. mas isto não é nenhuma profecia são temas lançados para debate...

1. Bem, acho que estás ligeiramente baralhado. A explicação é mais ou menos esta (muito simplificado): a atmosfera aguenta uma certa quantidade de vapor de água no estado gasoso. Quando arrefece, essa capacidade baixa e a atmosfera tem que se livrar do seu excesso de água. Normalmente o que acontece é o vapor liquefazer.. é o que chamamos de "chuva" :)
2. Já vi o vídeo disso. Não vi nada que sugira violação da 2ª lei.

3. Bem... 99,99% da água que evapora vem dos oceanos, a influência de carros a hidrogénio deve ser completamente minúscula. Penso eu DE QUE.. ;)
 
Curioso mas eu nunca pretendi um sistema prefeito, apenas referi que dado as limitações das actuais baterias muita da energia dissipada passivel de ser reciclada não o é...

A energia das travagens/descidas pode ser reciclada, e é isso que o sistema IMA faz,
mas essa não é assim tanta quanto possas pensar. As baterias NiMH dão bem conta do recado. Já a dissipação de atrito e arrasto é impossível de recuperar. Por mais sofisticadas que sejam as baterias.
 
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