Competitividade, produtividade e salários em Portugal e na UE

Não preciso, tenho familiares a trabalhar na Autoeuropa e sei como é! [:cool:]
Pois, pelo teu discurso até que nem parecia que conhecias... [:D]

Sabes quantos por esse mundo civilizado fora recorrem a 2 empregos para poder equilibrar as contas? Não sabes...

Tens sorte. Acreditas que nasceste num País rico.
 
Não,não é, se somos um país pobre tal se deve e é consequência directa da má governação, países em pior estado e mais pobres são hoje exemplos.

Como a Inglaterra que depois da 2º guerra mundial e utilizando politicas orientadas para as pessoas, conseguiu recuperar um país devastado, investiram na educação e na saúde, na segurança social e em infraestruturas de desenvolvimento.

Depois veio a dama de ferro e enferrujou o país todo, mas o bom trabalho feito anteriormente ainda perdura e mudou o comportamento social.

Só uma pequeno grande pormenor, a Inglaterra pós 2ª grande guerra mundial foi o país da europa ocidental que mais capital recebeu em doações financeiras do plano marshall.
 
Só uma pequeno grande pormenor, a Inglaterra pós 2ª grande guerra mundial foi o país da europa ocidental que mais capital recebeu em doações financeiras do plano marshall.
Sim claro, mas Portugal tb recebeu e continua a receber muito dinheiro dos fundos de coesão e o resultado é o que se vê.

Se os ingleses tivessem votado mal depois da 2ª guerra, de nada lhes teria servido todo o dinheiro que receberam...


...tal como cá.
 
Sim claro, mas Portugal tb recebeu e continua a receber muito dinheiro dos fundos de coesão e o resultado é o que se vê.

Se os ingleses tivessem votado mal depois da 2ª guerra, de nada lhes teria servido todo o dinheiro que receberam...


...tal como cá.

Digamos antes assim, se os portugueses tivessem tido logo uma abertura democrática em 1945......

Mas os ingleses só optaram pelo partido trabalhista só até 1950.....
 
Digamos antes assim, se os portugueses tivessem tido logo uma abertura democrática em 1945......

Um abertura democrática ... e um plano Marshall.

Sempre gostaria de saber do pouco que se recebeu na altura como foi empregue, ou se nessa altura, ou se tal como desde 1986 com a entrada na CEE, os fundos foram desbaratados para o beneficio de alguns.

[;)]
 
Um abertura democrática ... e um plano Marshall.

Sempre gostaria de saber do pouco que se recebeu na altura como foi empregue, ou se nessa altura, ou se tal como desde 1986 com a entrada na CEE, os fundos foram desbaratados para o beneficio de alguns.

[;)]

Digamos que na época a posição politica e ideológica em vigor na Península Ibérica e por consequência em outras partes do globo se adequava a um dos blocos que dominavam o cenário internacional em termos geográficos, estratégicos, militares, politicos o globo para bom entendedor......
 
A noticia já não é nova nem mesmo quando foi escrito este artigo, mas há quem ache que a economia paralela é saudável e que a regulamentação estatal é excessiva.

E ainda nos querem comparar com aquilo do qual desconhecem por completo o funcionamento.

a economia paralela não é saudavel.
e a regulanetação estatal é excessiva, tão excessiva que a economia paralela compensa .
 
O saber não ocupa lugar

O saber não ocupa lugar

Continua a ser demasiado barato e vulgar. ( o relógio!)
Cada um tem o que merece. Para evitar constrangimentos dessa natureza, guio-me pelos astros.

Já agora, já que estavas a falar do UK e do pós-guerra, o plano Marshall e essas coisas, coloca aí a enorme dívida que o UK contraíu para o esforço de guerra perante os USA e que condicionou e muito o desenvolvimento económico no pós-guerra.

[:D] [:)]
 
Cada um tem o que merece. Para evitar constrangimentos dessa natureza, guio-me pelos astros.

Não é o único.

Já agora, já que estavas a falar do UK e do pós-guerra, o plano Marshall e essas coisas, coloca aí a enorme dívida que o UK contraíu para o esforço de guerra perante os USA e que condicionou e muito o desenvolvimento económico no pós-guerra.

O plano marshall foi planeado sempre a pensar na oucupação de espaços.....
 
Artigo publicado por responsável do Banco Mundial
Daniel Kaufmann: diminuição da corrupção colocaria Portugal a par da Finlândia
29.08.2005 - 23h02 PUBLICO.PT

Daniel Kaufmann, responsável do Banco Mundial, considera que a diminuição da corrupção em Portugal poderia colocar o país ao nível da Finlândia em termos de desenvolvimento.
O director dos Programas Globais do Instituto do Banco Mundial defende esta questão num artigo publicado hoje na revista trimestral do Fundo Monetário Internacional, "Finance and Development", divulgada no sítio oficial da organização na Internet.

Kaufmann afirma que o "controlo da corrupção" poderia, por exemplo, colocar em termos de desenvolvimento a Guiné Equatorial ao nível do Uganda, o Uganda a par da Lituânia, a Lituânia no patamar de Portugal e Portugal ao nível da Finlândia.

O texto, intitulado "Dez mitos sobre governação e corrupção", aborda várias questões, nomeadamente o impacto da governação no desenvolvimento.

"A pesquisa mostra que em geral os países podem extrair um muito grande 'dividendo de desenvolvimento' da melhoria da governação", escreve Daniel Kaufmann.

O mesmo responsável considera também que um país com uma governação forte pode triplicar o rendimento "per capita" da população a longo prazo, assim como reduzir a mortalidade infantil e a iliteracia.



http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1231603&idCanal=10
Acho este texto tão esclarecedor.

Que fico na duvida...
 
Talvez assim:

PORTUGAL AO NÍVEL DA FILÂNDIA! ... SE...

We estimate that a country that improves its governance from a relatively low level to an average level could almost triple the income per capita of its population in the long term, and similarly reduce infant mortality and illiteracy. Such a relative improvement (by one standard deviation) would correspond, for instance, to a move up in our ranking for the "control of corruption" dimension in our database, taking Equatorial Guinea to the level of Uganda, Uganda to Lithuania, Lithuania to Portugal, and Portugal to Finland.
in:
http://www.imf.org/external/pubs/ft/fandd/2005/09/basics.htm


«Dez mitos sobre a governação e corrupção» aponta o caminho para o desenvolvimento. E garante que a diminuição da corrupção poderia pôr Portugal na senda do desenvolvimento, ao mesmo nível da Finlândia.

Daniel Kaufmann, director dos Programas Globais do Instituto do Banco Mundial, apresenta esta tese num artigo publicado na revista trimestral do Fundo Monetário Internacional, «Finance and Development», também divulgada na internet.

O estudo do Banco Mundial estima que um país que melhore a sua governação e que parta de um baixo nível pode alcançar uma bom termo de desenvolvimento e triplicar o rendimento per capita da população. As melhorias, segundo Kaufman, vão mais longe e afectam ainda a redução da mortalidade infantil assim como a iliteracia.

Essa melhoria corresponderia a subida no nosso ranking em questões de «controlo e corrupção» na base de dados do Banco Mundial, subindo Portugal ao nível da Filândia, Guiné Equatorial ao nível do Uganda que, por sua vez, alcançaria a Lituânia que, chegaria ao rendimento de Portugal.

O texto, intitulado «Dez mitos sobre governação e corrupção», aborda várias questões, nomeadamente o impacto da governação no desenvolvimento. No estudo, o responsável do Banco Mundial mostra que em geral os países podem extrair enormes dividendos do desenvolvimento e da melhoria da governação.

Segundo Kaufman, governação e corrupção não podem ser mensurados. Mas o Banco Mundial reuniu em base de dados indicadores de governação de mais de 200 países, constituidos por mais de 350 variáveis obtidos por dezenas de instituições por todo o mundo.

No caso de corrupção, em países em desenvolvimento, a corrupção acaba por resultar numa desproporção para as famílias com menores rendimentos: pagam mais impostos do que deveriam, e parte dos seus rendimentos são gastos em «subornos» para terem acesso aos serviços públicos. Numa estimativa, as transações mundiais são «manchadas» pela corrupção em perto de um trilião de dólares.

posted by castelodevide @ 30.8.05



http://castelodevide.blogspot.com/2005/08/portugal-ao-nvel-da-filndia-se.html
 
De facto os empresários, os bons e os maus, têm vindo a ocupar o espaço que lhes tem sido dado, estando a ser relegada para segundo plano a condição humana de quem está na zona inferior da equação...
 
O editorial do Avante, o vosso discurso e as publicações do Pravda de há 20 anos têm a mesma substância.

Há coisas fantásticas, não há? [:D] [:cool:]
 
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