The Oregon Vortex : The house of mistery

Baiones

Banido
Alguêm ontem viu o documentário que deu no funtastic life, zone reality, sobre coisas bizarras?


Falavam deste sitio esquisito...


Fiquei intrigado, mas não muito convencido na verdade...


Pareceu-me demasiadamente facil de explicar por ilusões de optica...


Gostava de ver com os meus próprios olhos, e sentir na pele.


http://www.oregonvortex.com


vortex.jpg


vortex.jpg


oregon_vortex.jpg
 
Não precisam de ir a Oregon para ver o fenomeno....

Quem tiver hipótese de ir ao Pavilhão do Conhecimento no Parque das Nações em Lisboa, pode apreciar exactamente o mesmo efeito na sala da matemática. (e não só) [;)]


De resto estes efeitos não têm nada de extraordinário, muito menos de sobre-real e são explicados há muito tempo.

Pesquisem por "Quarto de Ames"
 
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Não precisam de ir a Oregon para ver o fenomeno....

Quem tiver hipótese de ir ao Pavilhão do Conhecimento no Parque das Nações em Lisboa, pode apreciar exactamente o mesmo efeito na sala da matemática. (e não só) [;)]


De resto estes efeitos não têm nada de extraordinário, muito menos de sobre-real e são explicados há muito tempo.

Pesquisem por "Quarto de Ames"
Bem, já sei onde vai ser a minha próxima visita!! [kiss]
 
Oregon Vortex

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(Redirected from Oregon vortex)
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The Oregon Vortex is a roadside attraction located in Gold Hill, Oregon, in the United States. It consists of a number of optical illusions which the attraction's proprietors claim are the result of paranormal properties of the area (see gravity hill).
According to local legend, a gold assay office built in the area in 1890 slid from its foundation, coming to rest at an odd angle. Visitors to the structure subconsciously assume that its walls are vertical and its floor level, since those rules apply to every other building they have visited. This erroneous assumption provides the illusion of a localized gravity anomaly, as objects seem to roll uphill or balance at odd angles. The same phenomenon is demonstrated in Pennsylvania's Laurel Caverns and at Santa Cruz, California's Mystery Spot.
Many of the paranormal events based on visual information are well known optical illusions. The most famous illusion involves two people changing in relative heights depending on where they stand. This effect may be due to a distorted background which results in a forced perspective, as with an Ames room.
 
Ames room

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An Ames room is a distorted room that is used to create an optical illusion. It was invented by American ophthalmologist Adelbert Ames, Jr. in 1946 based on a concept by Hermann Helmholtz.
An Ames room is constructed so that from the front it appears to be an ordinary cubic-shaped room, with a back wall and two side walls parallel to each other and perpendicular to the horizontally level floor and ceiling. However, this is a trick of perspective and the true shape of the room is trapezoidal: the walls are slanted and the ceiling and floor are at an incline, and the right corner is much closer to the front-positioned observer than the left corner (or vice versa).
As a result of the optical illusion, a person standing in one corner appears to the observer to be a giant, while a person standing in the other corner appears to be a dwarf. The illusion is convincing enough that a person walking back and forth from the left corner to the right corner appears to grow or shrink.
Studies have shown that the illusion can be created without using walls and a ceiling; it is sufficient to create an apparent horizon (which in reality will not be horizontal) against an appropriate background, and the eye relies on the apparent relative height of an object above that horizon.
An Ames room is depicted in the 1971 film adaptation of the Roald Dahl novel Charlie and the Chocolate Factory. Also, production of The Lord of the Rings film trilogy used several Ames room sets in Shire sequences to make the heights of the hobbits correct when standing next to Gandalf. The 1960s television show Voyage to the Bottom of the Sea used an Ames room in one episode to show, rather than just declare, an attempt to make two characters (one standing on each side of the room) lose their minds.
 
Bem, já sei onde vai ser a minha próxima visita!! [kiss]

eheheh

Vou ao Pavilhão do conhecimento há anos com o meu filho e eles têm lá dois exemplos que falam exactamente sobre estas ilusões de óptica. Um fica na exposição interactiva e permanente no piso de cima e em tamanho de maquete, outro na sala de matemática no piso de baixo em que podemos fazer parte da experiência.

Já agora, aconselho todos que tenham filhos e disponibilidade (mas não precisam de ter filhos já que as exposições são para quase todas as idades) a visitarem o Pavilhão do Conhecimento no Parque das Nações em Lisboa. Além de didáctico é divertido para a malta mais nova (e graúda).(*)

http://www.pavconhecimento.pt/home/

No piso de baixo têm uma "casa inacabada" onde os mais novos são convidados a completa-la com a ajuda de um guindaste, carris, tijolos capacetes etc etc.

Vale a pena!

(*)EDIT: Na realidade aconselho mas é a visitarem os Centros da Ciência Viva mais próximos de vossa casa, estes centros estão espalhados um pouco por todo o país e têm exposições que não são totalmente repetidas entre si.
 
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Cá está o Quarto de Ames no Pavilhão do Conhecimento:

http://www.pavconhecimento.pt/expos...ao=showmodulo&id_exp_modulo=12&id_exposicao=3

mat-032.JPG


Quarto de Ames
Matemática Viva

O corredor de entrada para o Quarto de Ames, uma das entradas para o recinto principal da Exposição:

Se entrar pelo corredor, e virar à esquerda, circundando uma espécie de “quarto” de formas esquisitas, poderá espreitar por um orifício existente ao fundo e por ele observar outras pessoas que entretanto tenham entrado no quarto. É essencial, quando “espreita”, que haja alguem dentro do “quarto”, de preferência deslocando-se junto à parede que tem duas janelas. O ideal é que alternadamene algumas pessoas espreitem pelo tal orifício enquanto outras estão dentro. Observará uma aparente distorção nos tamanhos relativos das pessoas:

Se alguma das pessoas se estiver a deslocar, haverá uma aparente variação do seu tamanho.

Porquê? Se reflectiu sobre a enorme anamorfose oblíqua, no corredor de entrada, notou que há formas muito diferenes entre si, que, de um determinado ponto de vista, são percebidas do mesmo modo. (Isso tem a ver com o facto de uma visão monocular ter dificuldade em distinguir todos os pontos que estão numa mesma semirecta partindo da pupila.) De entre todas as formas possíveis, a pessoa é levada inconscientemente a escolher aquela que mais parecida está com aquilo que está habituada a encontrar. Neste caso concreto, o visitante tende a ver um quarto normal (ver foto), mas o que lá está realmente é um quarto com formas completamente diferentes. Isso percebe-se facilmente de qualquer ponto de vista, excepto daquele onde está o orifício de observação, que é precisamente de onde foi tirada a fotografia. Percebida esta situação, não deve ser difícil descobrir por que razão os tamanhos relativos das pessoas parecem tão diferentes. Pense nisso durante a visita...

Até lá, entretenha-se vendo esta representação do Quarto de Ames e note que, para um observador no ponto de confluência dos segmentos a vermelho, há duas janelas que ele não pode distinguir: uma no quarto “normal” representado a traço fino e outra no quarto “real” enviezado. Como não as pode distinguir, imaginará ver a janela ideal com formas “normais” e terá dificuldade em ver a janela “real”.
 
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Há uma rua no porto que faz o mesmo efeito...

Os centros da Ciência Viva (ao qual as exposições do Pav do Conhecimento em Lisboa pertece) tambem estão disponíveis no Porto em Santa Maria da Feira, em Bragança, Algarve etc etc

http://www.cienciaviva.pt/centroscv/rede/

Mas sei que as experiências não são exactamente as mesmas nem se repetem obrigatoriamente.

Já fui ao de Sta Maria da Feira com o meu filho e eles tinham outras experiências muito interessantes que não existem no Pav do Conhecimento em Lisboa....
 
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E aquela descida do Bom Jesus em Braga, em que o carro anda para trás?

Já pensei que fosse uma ilusão de óptica, que a descida não fosse mesmo descida mas já lá fui outra vez e realmente aquilo é a descer :confused:
 
E aquela descida do Bom Jesus em Braga, em que o carro anda para trás?

Já pensei que fosse uma ilusão de óptica, que a descida não fosse mesmo descida mas já lá fui outra vez e realmente aquilo é a descer :confused:

E se vieres do outro lado é a subir!

Já agora, o carro escorrega para baixo. [;)]
 
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