Alpiger
Suspenso
O governo de Portugal irá doar 65 milhões de euros a Angola, no âmbito do Plano Indicativo de Cooperação (PIC), assinado esta quinta-feira, durante os próximos três anos.
O PIC para o triénio 2007/2010 foi formalizado esta quinta-feira, em Lisboa, com um aumento do valor disponibilizado, em cerca de 20 milhões de euros.
A vice-ministra para as Relações Exteriores para a Cooperação angolana, declarou, “esperemos que esta ajuda possa contribuir para alterar algumas das dificuldades que ainda possuímos no nosso país”, como por exemplo, a educação, saúde e a agricultura. A representante de Angola afirmou ainda, “as ajudas não reembolsáveis são sempre decididas pelos países. Portugal terá outros desafios a fazer frente. Angola será apenas mais uma das áreas a quem poderá disponibilizar cooperação”.
O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, indicou que esta é a contribuição portuguesa para ajudar Angola a atingir os seus objectivos de, “progresso económico e bem-estar dos angolanos”. Acrescentou ainda, “é um desafio que se impõe a Portugal devido à relação de grande proximidade e amizade com Angola”.
Este Plano entre os dois países é o quadro de referência de cooperação a desenvolver entre ambos, estabelecendo as linhas gerais da contribuição de Portugal para o desenvolvimento económico e social de Angola, no âmbito da ajuda da comunidade internacional.
in: Correio da Manhã
Só me apetece ... [8b] [8b] [8b] [8b] [:vm)]
O PIC para o triénio 2007/2010 foi formalizado esta quinta-feira, em Lisboa, com um aumento do valor disponibilizado, em cerca de 20 milhões de euros.
A vice-ministra para as Relações Exteriores para a Cooperação angolana, declarou, “esperemos que esta ajuda possa contribuir para alterar algumas das dificuldades que ainda possuímos no nosso país”, como por exemplo, a educação, saúde e a agricultura. A representante de Angola afirmou ainda, “as ajudas não reembolsáveis são sempre decididas pelos países. Portugal terá outros desafios a fazer frente. Angola será apenas mais uma das áreas a quem poderá disponibilizar cooperação”.
O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, indicou que esta é a contribuição portuguesa para ajudar Angola a atingir os seus objectivos de, “progresso económico e bem-estar dos angolanos”. Acrescentou ainda, “é um desafio que se impõe a Portugal devido à relação de grande proximidade e amizade com Angola”.
Este Plano entre os dois países é o quadro de referência de cooperação a desenvolver entre ambos, estabelecendo as linhas gerais da contribuição de Portugal para o desenvolvimento económico e social de Angola, no âmbito da ajuda da comunidade internacional.
in: Correio da Manhã
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