Reino Unido: Fosso entre ricos e pobres é o maior em 40 anos...

Como já dizia a expressão
"pior do que ser explorado pelo capitalismo é não ser explorado pelo capitalismo"
[:)]

Sistemas como do Socialismo dependem do homem ideal
Ou seja, fica apenas no campo das idéias, sendo de dificil implementação


O Capitalismo ao mesmo tempo que é baseado no egoismo, na maximização da satisfação pessoal, é também contrabalançado pelos sentimentos morais, segundo a obra do Adam Smith "Teoria dos Sentimentos Morais"

Sendo assim a busca da maximização da satisfação pessoal, garatiria o bem estar coletivo

Mas o Matematico John Nash prova matematicamente que o melhor ponto de equilibrio, ou seja o[SIZE=-1] otimo de pareto, só é possivel via cooperação

A cooperação exige mais do que moral, exige um comportamento etico

Um exemplo são os tratados ambientais, que custam a andar
Com os Chineses buscando a maximização do crescimento economico e países como EUA e India não querendo perder espaço


No final a unica certeza que temos é que com o sistema capitalista consolidado, discussoes ideologias abrangentes desse tipo são pouco produtivas [:D]

Melhor seria discutir as formas de melhorar o bem estar de todos no atual sistema economico

Poderiamos estar discutindo sobre acesso a microcredito, políticas macroeconomicas, como as consequencias da libra valorizada, leis trabalhistas, etc
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nthor o novo robin dos bosques do forum AHO [:D]
Sem ofensa, mas tu andas muito longe da realidade britanica.

A realidade britanica diz o seguinte.
Tema mais baixa taxa de desemprego dos ultimo 30 anos.

Tem uns dos maiores crescimentos da europa , e tranformou-se no centro financeiro da europa.

A Inglaterra continua com um crescimento pujante.

O resto deixo a cargo da vossa fantasia
Demagogia, demagogia, demagogia.

Melhor do que a Inglaterra está os EUA, mas a pujança económica das empresas não é reflectida na qualidade de vida das pessoas reais e cada vez há mais pessoas pobres.

O desemprego na Inglaterra esta a baixar de facto, mas depois de ter subido para níveis recorde quando os conservadores assumiram o poder (triplicou em poucos meses), baixar o desemprego lentamente ao fim destes anos todos, depois de o ter feito subir de forma tão abrupta não é proeza nenhuma, antes pelo contrario.
 
Num dos meus (pequenos) investimentos, investi 670 €.
3 anos depois estão a valer 3.700 € é só qualquer coisa como 75% /ano !!

Noutro, também ele pequeno, com 3.000 € fiz 15.000 € em 2 anos ! Obtive uma rentabilidade de 400% em 2 anos !

Não são é PPR's...

Mas como podes ver...é possível multiplicar "riqueza"...nao se pode é por no banco "a render" !!

Tens de me dizer onde investes!!!
 
Isto é apenas o resultado das politicas neo liberais da dama de ferro e governos seguintes, que acabaram e inverteram as politicas sociais e que ergueram a Inglaterra depois do fim da 2 guerra mundial.

Um país que estava de rastos e se ergueu quase do nada, o que não agrada a muita gente dispostos a aumentar a separação entre a maioria das pessoas e os senhores neoliberais.

A tua capacidade de inverter a história é fenomenal [:D]

Enfim...
 
Isto hoje está cheio de fábulas.

Depois disso a Inglaterra tornou-se um dos países mais caros para se viver, o desemprego subiu bastante apesar de um código de trabalho mais flexível aplaudido como um dos melhores da Europa e ano após ano o nível de vida tem baixado.

Mas tu gostas de mentir? Dá-te gozo?

Desde quando a taxa de desemprego do UK aumentou?

Isso já há muito que passou a ignorância...

...é doença :sh)
 
Neste momento a taxa de desemprego no UK é de aprox. 5,5% ! De alta nada tem !
Exacto, neste momento.

Eu estava a falar de 1979 e de como subiu na altura para valores próximos dos 10% tendo baixado por pouco tempo e voltado a subir para os 9%.

Parece que para tudo é preciso fazer um desenho, mas fica aqui um texto fácil de entender:

EUROPA
Emprego: números ilusórios

O milagre britânico do desemprego baixo nada tem a ver a com a maior flexibilização do trabalho, sempre tão demandada pelo patronato
Serge Halimi
A OCDE admite a ausência de “ligação direta evidente” entre proteção ao emprego e taxa de desemprego

Três dos principais elementos do “milagre britânico” (4,6% de desempregados recenseados oficialmente em 2004) nada têm a ver com a flexibilidade suplementar que o patronato e a direita francesa reclamam. Esta desregulamentação do trabalho, de fato, já foi conseguida há dez anos, em um momento em que, no entanto, o desemprego do Reino Unido era igual ao da França. A própria Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) admite a ausência de “ligação direta evidente” entre proteção ao emprego e taxa de desemprego: “Se examinarmos retrospectivamente a situação da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido, por exemplo, três países nos quais a proteção ao emprego é fraca ou moderada, vê-se que suas taxas de desemprego, hoje em dia baixas, eram de fato elevadas nos anos 80(...) Inversamente, em outros países onde o emprego é relativamente protegido, o desemprego ficou muito tempo em níveis baixos1”.
Explicações mais razoáveis para o desempenho britânico são o papel do tempo parcial (24,1% do emprego total no Reino Unido, contra 13,4% na França2), a criação de postos na administração e nos serviços públicos, a ausência de restrições monetárias como as que o euro impôs à França e, por fim, a quadruplicação (estatística) do número de “deficientes” britânicos em vinte anos. Este último resultado é correlato com o endurecimento das condições de indenização dos desempregados (ajuda uniforme de 80 euros por semana limitada a seis meses, sanções no caso de recusa a propostas feitas, mesmo para um salário muito inferior ao do emprego precedente3). O Reino Unido conta cerca de 2,7 milhões de deficientes, contra 570 mil em 1981. O recurso à invalidez serviu, em particular nas regiões industriais sinistradas, a desinchar as estatísticas de demanda de emprego4, principalmente para os assalariados mais idosos.
A força do Estado

Metade dos empregos criados desde 1997 no Reino Unido está ligada aos serviços públicos

A pobreza dos equipamentos coletivos britânicos obrigou Anthony Blair a reagir; a dieta orçamentária dos anos Thatcher lhe trouxe os meios. Resultado: “A política posta em prática para o serviço público levou à criação de muitas vagas: 1 milhão, ou seja, a metade dos empregos criados desde 1997 está ligada aos serviços administrados (dos quais 350 mil empregos na saúde e na educação5”). Não parece provável que este tipo de receita vá inspirar a direita francesa...
Desde 1997, “a taxa de desemprego só baixou 2,2 pontos no Reino Unido, ou seja, apenas um pouco mais que na França ou na zona do euro6”. Se o crescimento global do emprego no Reino Unido ficou em definitivo comparável ou inferior à da França, no último caso a população em idade de trabalhar cresceu duas vezes mais depressa (12%) que no Reino Unido (6%)7. Em outras circunstâncias, teríamos celebrado não a redução do número de desempregados britânicos, e sim o dinamismo demográfico da França.



Fonte
 
Como já dizia a expressão
"pior do que ser explorado pelo capitalismo é não ser explorado pelo capitalismo"(...)
Nem é isso que está em causa aqui, mas antes se o capitalismo selvagem, apelidado de liberalismo, é melhor do que um sistema democrático onde se tolera o capitalismo como um mal necessário.
 
Nem é isso que está em causa aqui, mas antes se o capitalismo selvagem, apelidado de liberalismo, é melhor do que um sistema democrático onde se tolera o capitalismo como um mal necessário.

O "liberalismo" tem vários níveis.

Nem todos os designados de liberais são sempre, em tudo, totalmente liberais.
 
Mas tu gostas de mentir? Dá-te gozo?

Desde quando a taxa de desemprego do UK aumentou?

Isso já há muito que passou a ignorância...

...é doença :sh)
Habitualmente só participas ou para escrever tópicos enormes de lixo ou para insultares quando não percebes o que os outros escrevem.

Podias começar por ler primeiro, bem devagarinho e mais do que uma vez, para perceberes o que os outros escrevem, tb podes pedir a alguém que saiba ler, se sentires sérias dificuldades em perceber um texto, antes de andares a insultar os outros.

:confused:
blink.gif
 
O "liberalismo" tem vários níveis.

Nem todos os designados de liberais são sempre, em tudo, totalmente liberais.

Quando se diz, e já se disse neste tópico, que o mercado tem de ter regras e que não se pode ser 100% liberal...isso é desconhecer porque nenhum liberal defende a ausência de regras.

Até porque não existe propriamente liberalismo.

Existe antes espírito liberal que se repercute em sociedades mais liberais.

Porventura a ideia mais presente nos "liberais" cá do fórum, e que em Portugal ainda choca muitas consciências, é que a liberdade...

...tem uma componente económica intrínseca.

Só existe verdadeira liberdade, com liberdade económica.

E por isso é que vemos a atacar o liberalismo em geral e as sociedes anglo-saxónicas em particular, os que nunca acreditaram na liberdade e que agora dizem que a liberdade e a democracia estão em perigo por derivas, dizem eles, "neo-liberais".

É tudo gente que nunca defendeu, nem agora defende, a liberdade.

Simplesmente porque não acredita nela. E não acredita nela porque não acredita no Homem.

A natureza humana é má ponto final. Daí que há que modificá-la, reeducá-la. Vai sempre dar a isto. E o Estado aparece como o natural "educador".

E tudo o que signifique concorrência, abertura das sociedades é odiado.

Por um lado a extrema-direita, que quer reprimir a abertura social em que os imigrante aparecem como símbolo.

Por outro a extrema-esquerda e boa parte da esquerda, que querem reprimir a abertura económica.
 
Quando se diz, e já se disse neste tópico, que o mercado tem de ter regras e que não se pode ser 100% liberal...isso é desconhecer porque nenhum liberal defende a ausência de regras.

Até porque não existe propriamente liberalismo.

Existe antes espírito liberal que se repercute em sociedades mais liberais.

Porventura a ideia mais presente nos "liberais" cá do fórum, e que em Portugal ainda choca muitas consciências, é que a liberdade...

...tem uma componente económica intrínseca.

Só existe verdadeira liberdade, com liberdade económica.

E por isso é que vemos a atacar o liberalismo em geral e as sociedes anglo-saxónicas em particular, os que nunca acreditaram na liberdade e que agora dizem que a liberdade e a democracia estão em perigo por derivas, dizem eles, "neo-liberais".

É tudo gente que nunca defendeu, nem agora defende, a liberdade.

Simplesmente porque não acredita nela. E não acredita nela porque não acredita no Homem.

A natureza humana é má ponto final. Daí que há que modificá-la, reeducá-la. Vai sempre dar a isto. E o Estado aparece como o natural "educador".

E tudo o que signifique concorrência, abertura das sociedades é odiado.

Por um lado a extrema-direita, que quer reprimir a abertura social em que os imigrante aparecem como símbolo.

Por outro a extrema-esquerda e boa parte da esquerda, que querem reprimir a abertura económica.

Gostei do ponto de vista
 
Quando se diz, e já se disse neste tópico, que o mercado tem de ter regras e que não se pode ser 100% liberal...isso é desconhecer porque nenhum liberal defende a ausência de regras.

Até porque não existe propriamente liberalismo.

Existe antes espírito liberal que se repercute em sociedades mais liberais.

Porventura a ideia mais presente nos "liberais" cá do fórum, e que em Portugal ainda choca muitas consciências, é que a liberdade...

...tem uma componente económica intrínseca.

Só existe verdadeira liberdade, com liberdade económica.

E por isso é que vemos a atacar o liberalismo em geral e as sociedes anglo-saxónicas em particular, os que nunca acreditaram na liberdade e que agora dizem que a liberdade e a democracia estão em perigo por derivas, dizem eles, "neo-liberais".

É tudo gente que nunca defendeu, nem agora defende, a liberdade.

Simplesmente porque não acredita nela. E não acredita nela porque não acredita no Homem.

A natureza humana é má ponto final. Daí que há que modificá-la, reeducá-la. Vai sempre dar a isto. E o Estado aparece como o natural "educador".

E tudo o que signifique concorrência, abertura das sociedades é odiado.

Por um lado a extrema-direita, que quer reprimir a abertura social em que os imigrante aparecem como símbolo.

Por outro a extrema-esquerda e boa parte da esquerda, que querem reprimir a abertura económica.

Depois de ler o André pode chegar-se a uma conclusão...

É preciso encontrar um ponto de equilíbrio que ainda não existe devido a rotatividade partidária e a divisão entre a Esquerda (representando em sentido figurado a voz do povo) e a Direita (representado a voz da nobreza e burguesia)

O sistema democrático tem de ser revisto totalmente e sobretudo tem de haver uma maior intervenção da população nas escolhas politicas através do desmantelamento dos aparelhos partidários. Os aparelhos partidários dominam por serem autenticas máquinas oleadas por interesses individuais e não colectivos.

Quem nos escolhe os políticos? Como surgem eles na vida politica?

Também urge a perseguição e punição sem tréguas aos corruptos sejam eles de que facção forem.

Fica a pergunta no ar sobre quem podera controlar verdadeiramente os excessos e os abusos de autoridade quer em regimes de Esquerda quer em regimes de Direita! Aliás esta questão leva a pensar que hoje em dia, na sociedade ocidental, não existe mais nenhum socialismo mesmo que assim se assumam.
 
Depois de ler o André pode chegar-se a uma conclusão...

É preciso encontrar um ponto de equilíbrio que ainda não existe devido a rotatividade partidária e a divisão entre a Esquerda (representando em sentido figurado a voz do povo) e a Direita (representado a voz da nobreza e burguesia)

O sistema democrático tem de ser revisto totalmente e sobretudo tem de haver uma maior intervenção da população nas escolhas politicas através do desmantelamento dos aparelhos partidários. Os aparelhos partidários dominam por serem autenticas máquinas oleadas por interesses individuais e não colectivos.

Quem nos escolhe os políticos? Como surgem eles na vida politica?

Também urge a perseguição e punição sem tréguas aos corruptos sejam eles de que facção forem.

Fica a pergunta no ar sobre quem podera controlar verdadeiramente os excessos e os abusos de autoridade quer em regimes de Esquerda quer em regimes de Direita! Aliás esta questão leva a pensar que hoje em dia, na sociedade ocidental, não existe mais nenhum socialismo mesmo que assim se assumam.


Dois dos melhores posts que vi aqui publicados no forum... assim seguidinhos apr:) apr:) apr:)


Concordo perfeitamente, muito do mal do país está nos partidos (esquerda e direita) e nos "políticos profissionais".
 
Ainda não percebi (lol) pq estão a mudar o assunto do tópico.

Isto é apenas o resultado das politicas neo liberais da dama de ferro e governos seguintes, que acabaram e inverteram as politicas sociais e que ergueram a Inglaterra depois do fim da 2 guerra mundial.

Um país que estava de rastos e se ergueu quase do nada, o que não agrada a muita gente dispostos a aumentar a separação entre a maioria das pessoas e os senhores neoliberais.
Na tua revista da Maria não leste mais do que isso?

É pena, pois o período pós-guerra do UK é muito rico no que diz respeito a reerguer a face de um povo.

Coisa que bastantes idiotas aqui em Portugal não entendem.

Os que pensam que têm direito a tudo, sem fazer rigorosamente nada, como tu.

Sabes lá o que se passou no UK.

Volta lá para a tua Maria (Revista...)
 
Cuidado com o lápis azul, o problema no fórum não é ser ignóbil, é não ter um irmão administrador.

Mas pronto, é assim que avança o país. O favor, a cunha, o compadrio...
 
Parece que a falta de melhor argumento, seguem os posts do costume, do insulto fácil e do cerrar fileiras.

Carlos l, eu não leio a maria ou outra qql do tipo, se não gostas de que se fale de assuntos que te incomodam devias votar no pnr ou no pcp que costumam seguir esse tipo de politica, mas ou discutes os assuntos com seriedade ou ficarei com a certeza que não tens bagagem para mais e apenas segues o rumo do empresário médio nacional.
 
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