Leitores de MP3 podem atrair relâmpagos

JDEM

Well-known member
Os Estados Unidos e o Canadá já somam algumas vítimas de electrocussão por relâmpagos, não por se terem deixado dormir debaixo de uma árvore mas simplesmente por estarem a ouvir música no leitor de MP3, que nestes casos era o iPod da Apple, enquanto aparavam a relva ou praticavam jogging.
Uma das vitimas que ficou em pior estado foi um canadiano de 39 anos que foi atingido por um relâmpago enquanto praticava jogging debaixo de uma trovoada e ouvia música no iPod. O homem que não quis ser identificado, pagou caro a insensatez, sendo atingido por um raio que lhe deixou queimaduras de segundo grau numa perna e no peito e furou ambos os tímpanos. O homem, que segundo testemunhas foi projectado a uma distância de dez metros, partiu ainda alguns ossos internos do ouvido e o maxilar em vários sítios.
Outro destes casos foi o de Jason Bunch, um jovem americano de 18 anos que aparava a relva ao som dos Metallica e com a tempestade mais próxima a dezenas de quilómetros de distância, foi atingido por um raio solitário após este ter destruído uma árvore a escassos metros do rapaz. Mais uma vez, os tímpanos e os maxilares foram as zonas do corpo mais atingidas, assim como a perna, onde o jovem transportava o iPod e que ficou gravemente queimada.
“Vai acertar onde tiver de acertar”
Mas não se pense que só quem gosta de ouvir música ao ar livre é um potencial alvo da fúria dos relâmpagos. Existem relatos de pessoas que foram atingidas por raios enquanto usavam pagers, computadores portáteis ou os velhinhos walkman. Em comum todos possuíam partes metálicas e estavam a ser utilizados na rua, o que já levou Mary Ann Cooper da Universidade de Medicina de Chicago a deixar um conselho: “Quando trovejar vá para casa”.
Cooper afasta também o velho mito que os aparelhos electrónicos atraem os relâmpagos como as árvores ou os pára-raios. “Vai acertar onde tiver de acertar, mas uma vez que entre em contacto com o metal, o metal conduz a electricidade”, simplificou a médica.
O americano Michael Utley, um antigo corretor da bolsa, que sobreviveu a um relâmpago enquanto falava ao telemóvel durante uma partida de golfe, criou um site onde aborda estes temas e desmistifica algumas questões relacionadas com a utilização deste tipo de aparelhos.
Em Portugal nada de novo
No Portugal do "choque tecnológico" nada há a registar. Apenas o inocente rebentamento de uma bateria de um telefone portátil, enquanto o dono o transportava na algibeira, “mas ninguém ficou ferido”, como confirmou ao Expresso Graça Cabral da DECO.
O Gabinete de Comunicação do Centro Hospitalar de Lisboa Central que inclui os hospitais de São José, Santo António dos Capuchos, Santa Marta, Dona Estefânia e o extinto hospital dos Capuchos, também não confirma qualquer caso de queimaduras graves “que alguma vez tenham dado entrada nas urgências de qualquer uma destas unidades”, como referiu fonte hospitalar.
 
É certo que tendo algo metálico podemos atrair relâmpagos mais facilmente, mas a notícia
é sensacionalista, pois um cinto ou os botões podem ter o mesmo efeito. Vi uma reportagem
sobre um caso desses e chegaram à conclusão que apesar de o fio dos fones ter causado
queimaduras nos ouvidos e tronco, pode ter sido responsável pela sobrevivência do
indivíduo pois conduziu a corrente pelo exterior do corpo.
 
É certo que tendo algo metálico podemos atrair relâmpagos mais facilmente, mas a notícia
é sensacionalista, pois um cinto ou os botões podem ter o mesmo efeito. Vi uma reportagem
sobre um caso desses e chegaram à conclusão que apesar de o fio dos fones ter causado
queimaduras nos ouvidos e tronco, pode ter sido responsável pela sobrevivência do
indivíduo pois conduziu a corrente pelo exterior do corpo.

O Expresso não é propriamente o 24h ou o Correio da Manhã...
 
E eu que nas noites de trovoada ouço Mp3, para não estar constantemente a ouvir o barulho, ouço dentro de casa [;)] Com o estor fechado [;)]
 
O Expresso não é propriamente o 24h ou o Correio da Manhã...

Nestes aspectos não ponho as mãos no fogo, estou me a lembrar na altura em que a revista do expresso
ainda não se chamava única, tinha uma secção de tecnologia (chamada quiosque ou bazar) e em
que reparei que os textos e imagens eram cópias mal traduzidas de revistas T3 inglesas anteriores.
Na altura ainda pensei em escrever-lhes uma cartinha mas passou...
 
O americano Michael Utley, um antigo corretor da bolsa, que sobreviveu a um relâmpago enquanto falava ao telemóvel durante uma partida de golfe, criou um site onde aborda estes temas e desmistifica algumas questões relacionadas com a utilização deste tipo de aparelhos.

Quem é que joga golfe á chuva? Não conheço o meio... mas...




Nas noites de trovoada peguem no vosso Smart Roadster e ouçam as gotas de chuva a bater na capota de lona mesmo por cima de vocês, quanto á trovoada... não faz mal, aquilo é tudo feito de plásticos [:)]
 
Quem é que joga golfe á chuva? Não conheço o meio... mas...




Nas noites de trovoada peguem no vosso Smart Roadster e ouçam as gotas de chuva a bater na capota de lona mesmo por cima de vocês, quanto á trovoada... não faz mal, aquilo é tudo feito de plásticos [:)]

Há quem jogue à chuva mas não é necessário chover para trovejar[;)]
 
Há quem jogue à chuva mas não é necessário chover para trovejar[;)]

Sim, mas é muito raro...




Não sabia que havia pessoas a jogar golfe á chuva, LOL, não era para mim, não... a não ser num clima tropical que a chuva até soubesse bem... e mesmo assim, não deve dar muito jeito a roupa molhada...
 
É certo que tendo algo metálico podemos atrair relâmpagos mais facilmente, mas a notícia
é sensacionalista, pois um cinto ou os botões podem ter o mesmo efeito. Vi uma reportagem
sobre um caso desses e chegaram à conclusão que apesar de o fio dos fones ter causado
queimaduras nos ouvidos e tronco, pode ter sido responsável pela sobrevivência do
indivíduo pois conduziu a corrente pelo exterior do corpo.

Isso é um mito.
Qualquer objecto que esteja mais alto, independentemente do material que é feito, atrai os relampagos...

O caso do ipod pode ter mais a ver com o facto de ser um aparelho electrico. Mas não sei que fundamentos cientificos isso poderá ter...
 
“Quando trovejar vá para casa”.
Cooper afasta também o velho mito que os aparelhos electrónicos atraem os relâmpagos como as árvores ou os pára-raios. “Vai acertar onde tiver de acertar, mas uma vez que entre em contacto com o metal, o metal conduz a electricidade”, simplificou a médica.


O essencial da notícia o resto é areia para os olhos de quem não quiser ver...
 
Última edição:
Nos dias de trovoada é preciso ter muito cuidado, nunca se sabe onde um relampago vai cair.
Desde que um relampago atingiu a antena da tv da minha casa, passei a ter muito mais cuidado.
 
Depois de ler isto não sei... mas aqui atrasado houve uma grande tempestade com trovoada e passado algum tempo ouvi uma ambulância.

Dias mais tarde vi junto a uma avenida perto de minha casa uma cruz e flores no passeio, vim a saber que a tal ambulância tinha ido socorrer um homem que ia de bicicleta e foi atingido por um relâmpago, infelizmente só foram a tempo de recolher o cadáver... [s)]

O mesmo aconteceu com um fulano que literalmente rebentou quando um relâmpago o atingiu... e estava a falar ao telemóvel.
 
Aqui há uns dias deu um programa no discovery sobre isso, falaram de um americano que foi atingido por um raio e que o facto de ter o ipod pode lhe ter salvo a vida.
 
também vi isso.

deixou com umas queimaduras mas salvou-lhe a vida!

Fui isso que eu vi e referi no 2º post, ainda hoje ao falar com a minha mãe (comprei um mp3)
ela me falou que um amigo dela disse para a minha irmã ter cuidado com as trovoadas...enfim[8b]

Cá para mim é uma cabala das editoras contra os mp3 [:D]
 
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