Telecinesia: mito ou realidade? paranormal ou ciência?

Baiones

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Telecinesia :

A telecinésia é a capacidade de mover fisicamente um objeto com a mente fazendo-o levitar, mover-se ou apenas ser abalado pela força psíquica.


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O que acham?



Uns dizem que pode ser provado ciêntificamente.

Ha relatos de ocorrências. ( estou a pesquisar )



Acham que é sobrenatural ou uma das inumeras capacidades escondidas da nossa mente?
 
Um dos Fulanos mais famosos é o Uri Geller.

Ele faz demonstrações ao vivo, dobra colheres, move objectos etc, etc,

Veio a Lisboa e fez demonstrações dando uma palestra.
 
Última edição:
ainda hoje e devido ao uri geller estou na dúvida se sonhei com um relógio sem pilhas cujo os ponteiros dos segundos andaram quando, por sugestão do Uri na TV, gritei "funciona".

Estou cada vez mais convencido que se tratou de um sonho.... e não estou a ser irónico. [8b] [:D]



já agora vejam este video:
http://www.youtube.com/watch?v=M9w7jHYriFo
 
Um dos Fulanos mais famosos é o Uri Geller.

Ele fazia demonstrações ao vivo, dobrava colheres, movoa ibjectos etc, etc,

Veio a Lisboa e fez demonstrações dando uma palestra.

São prestidigitadores, ou seja, ilusionistas! Esse Geller não deixa ninguém estar a menos de x metros dele quando faz essas coisas, e lembro-me de ver um documentário na televisão em que apanharam em flagrante um russo a levitar um objecto qualquer. Ora, os gajos modificaram em estúdio o contraste e saturaçãod e cor da imagem, e verificaram que o gajo tinha um fio de nylon entre os joelhos!
 
Ja valeu a pena abrir este tópico:

Bleep_lg.jpg



What the Bleep Do We Know!?




What the Bleep Do We Know!? (also written What tнe⃗ #$*! D⃗ө ωΣ (k)πow!? and What the #$*! Do We Know!?) is a controversial 2004 film that combines documentary interviews and a fictional narrative to posit a connection between science and spirituality.
The topics discussed in the film include neurology, quantum physics, psychology, epistemology, ontology, metaphysics, magical thinking and spirituality. The film features interviews with individuals presented as experts in science and spirituality, interspersed with the story of a deaf photographer as she struggles with her situation. Computer-animated graphics are featured heavily in the film.
The film has received criticism from the scientific community.



in : http://en.wikipedia.org/wiki/What_the_Bleep_Do_We_Know!?






Ja está a vir!!!


Estou curiosissimo!! [kiss]
 
Pergunta ingénua sobre esta foto: Para que precisa ele de ter uma mão de cada lado da carta para a fazer levitar? E porque é que a dita carta está ligeiramente abaixo do nível das mãos, numa posição típica de um objecto preso por fios? [:p]
Reposta simples:

Escolhi essa foto por mero acaso.


Não faço a minima ideia se é fake or real, nem sequer tinha pensado nisso...


Nem sequer era a minha intenção coloca-la como real...


Nem sequer era a minha intenção afirmar que a telecinesia existe e se pode provar...


[;)]
 
eu tenho em mim o poder de levantar uma coisa sem tocar nela [:D]
Eu também, ainda há bocado passou por mim uma ucraniana de mini-saia que me fez logo pensar no poder da minha mente em fazer levitação [:)] [:)] [:)] [:)]

Para não dizerem que estou a ajavardar o tópico, acredito que seja possível, mas não sei muito sobre o assunto.
 
Os únicos que eu conheço que levantam coisas sem tocar nelas, são os tipos das gruas do Porto de Leixões...

Agora a sério... hesito!!! Gostava de ver um ao vivo, e poder estar lá pertinho, e passar as minhas mãos entre as dele, ou seja, tentar estragar o truque...
 
Desmistificando um paranormal

"Uri Geller continuaria a ser visto e admirado por todo o mundo como um homem com poderes extranormais, não fosse a descrença de alguns estudiosos céticos, que decidiram investigar mais de perto os poderes de telepatia e telecinesia. Eles afirmaram, então, após uma série de testes, que Geller era um grande charlatão. Um desses céticos, o ilusionista norte-americano, mundialmente reconhecido, James Randi, demonstrou a facilidade com que se pode ludibriar pesquisadores honestos e pouco desconfiados.
Em um maquiavélico modelo experimental, Randi enviou dois de seus alunos (conhecedores de bons truques ilusionistas) a um laboratório que estava recrutando indivíduos paranormais para investigar a torção dos metais. Estes voluntários tinham a missão de exibir poderes paranormais (os quais na verdade, não passariam de truques): eles adivinhariam o conteúdo de envelopes lacrados, entortariam hastes metálicas, deformariam objetos trancados em caixas lacradas. Quatro anos após, aqueles dois voluntários seriam vistos como “estrelas psíquicas”: foram feitos inúmeros convites para demonstrações de seus “poderes paranormais” em universidades e congressos, muitas delas ao lado do próprio Uri Geller. Finalmente, em uma entrevista coletiva, Randi e seus alunos revelaram a farsa e fizeram críticas violentas aos poderes de Uri Geller.
Baseando-se nestas acusações, Geller moveu uma ação contra Randi, alegando difamação, mas ele se saiu muito mal frente ao tribunal, por não responder bem às questões do julgamento. Assim, a corte do distrito americano, em Washington, decidiu, por três votos a zero, condenar Geller, que deverá pagar uma sanção de US $150.000.00. Os fenômenos parapsicológicos são ainda obscuros e inexplicáveis para a ciência. Acredito que todos nós temos capacidades mentais escondidas, mas que podem ser desenvolvidas com o exercício e a prática. Para aqueles que se auto-intitulam paranormais, entretanto, seria mais prudente comprovarem seus poderes com explicações racionais, sob o risco de serem desacreditados por alguns estudiosos céticos e caírem na “rede” de modelos experimentais científicos onde, uma vez detectadas controvérsias, elas serão pronunciadas com rigor e criticismo"
 
Não trabalhei de tarde só para escrever este texto...e não é plágio!!

A ciência enfrenta atualmente grandes dificuldades para estudar os diversos sistemas e tecidos humanos, e talvez a maior dificuldade de todas é compreender o comportamento da mente humana.

A grande complexidade de formas e de funções orgânicas obriga aos cientistas a se especializarem em um determinado conjunto de células e orgãos. Isso dificulta enormemente uma visão global do homem como sistema, uma vez que a ciência ocidental particiona o homem em pedaços e estuda esses pedaços individualmente. Muito diferente da atuação de uma medicina chinesa ou indiana por exemplo que estuda o homem como um Todo além de sua relação com o Universo e com a Energia Criadora (ou melhor: Energia Emanadora).

A genética, incapaz de representar as relações emocionais e sentimentais e a essência do ser, mostra claramente que o homem é um sistema programado para executar determinadas funções com determinadas características e que tal sistema jamais poderia ter surgido por acaso. Muitos catedráticos poderiam dizer que uma sucessão infinita de “Acasos” poderia ter gerado a vida no Planeta, mas se isso fosse representado através de equações matemáticas estatísticas, percebe-se claramente que o “Acaso” não poderia existir.

As relações cinéticas, químicas e físicas nos seres e no homem são tão complexas e tão harmoniosamente controladas que jamais se poderia imaginar que tamanha harmonia, controle e recursos disponíveis poderiam surgir por uma sucessão aleatória de “Acasos” ou coincidências.

E se pensarmos então quanto à complexidade dos processos de controle da Mente Humana. Uma rede infinita de ramificações, níveis hierárquicos de controle e processos físico-químicos dos mais complexos capazes de gerar imagens, desejos, sons, sentir dor, sentir saudade, sentir fome, medo, carinho, calor, frio e uma infinidade de outras sensações até não perceptíveis conscientemente, mas que são profundas e intensas no inconsciente. A Mente Humana, apesar de ainda estar muito aquém de suas totais possibilidades funcionais, realiza alterações de comportamento elétrico que podem gerar reações químicas capazes de elaborar clarividência, clariaudiência, e muitos outros fenômenos.

Acredita-se que o homem utiliza um percentual pequeno de sua mente. Pois esse potencial torna-se ainda menor se passarmos a operar numa esfera onde o Conhecimento é Coletivo e a Mente é Coletiva e os acessos a idéias e a conhecimentos ocorrem de forma explosiva em todas as direções do Planeta Terra. A mente humana!!! Que grandes e maravilhosos segredos estariam ocultos por trás dela....? Como fazer para acessar os mais remotos conhecimentos do Consciente e do Inconsciente...

Não se pode falar da mente sem se falar precisamente sobre o comportamento ou os critérios da teoria de controle. Em todo e qualquer processo de controle (e a mente humana é uma ferramenta poderosíssima neste aspecto), o sistema responsável pelo controle do processo necessita de informações e necessita de recursos para manipular tais informações. As informações, normalmente oriundas de sensores são codificadas e esta codificação permite que o sistema de controle tome decisões sobre como deve operar os recursos de manipulação. Estes recursos manipulados geram então alteração sobre o sistema controlado que deve ser então reavaliado baseado nas novas informações dos sensores, agora em novas condições, após a manipulação.

A mente humana de uma forma ou de outra realiza um processo bastante complexo de aprendizado durante a realimentação dos órgãos dos sentidos e de manipulação e controle dos recursos motores – óssos, músculos, nervos e sistema cárdio-respiratório. Este processo de prendizado se inicia na infância (ou até mesmo durante a gestação), quando a criança começa a aprender a observar e a manipular objetos de diferentes formas. Esse processo de aprendizado evolui ao aprender a andar e durante as brincadeiras realizadas, onde a criança aprende a correr e a pegar, etc... (Vamos detalhar mais profundamente o processo de aprendizado nos capítulos sobre a MRPP).

Estes processos são, normalmente, bastante complexos quando se procura modelar um sistema de controle com ferramentas matemáticas disponíveis. Imaginem qual o tamanho da dificuldade de se modelar a operação cerebral para controlar, por exemplo, um processo de escrita, onde a ponta dos dedos da mão do escritor descreve equações espaciais complicadíssimas apoiada pelos músculos dos dedos, das mãos e dos braços, todos controlados simultaneamente pela mente humana. Ou, por exemplo, a equação de controle dos órgãos responsáveis pelo controle da visão, ou responsáveis pelo comportamento de um atleta. Trata-se de equações complicadíssimas geridas pelos órgãos dos cinco sentidos.

Mas e se fosse possível estimular outros sentidos... então estas complexas equações sensoriais e de controle se tornariam ainda mais sensíveis e poderiam eventualmente gerar reações não acostumadas pela mente humana... como por exemplo clarividência, telecinese, clariaudiência, etc... e até mesmo outras potencialidades nem se quer imaginadas pelo homem. O que desejamos apresentar neste momento é que a Mente Humana não pode ser modelada baseada nos modelos tradicionais, pois a complexidade seria tamanha que inviabilizaria o modelo... deve-se sim, pensar em um modelo novo, um modelo que seja ao mesmo tempo eficaz e ao mesmo tempo
simples de se construir...

Deixe-me tentar ser mais claro: o ser humano, quando se desloca andando, utiliza os órgãos sensoriais da visão para controlar os objetos que estão mais próximos ou mais longe, que estão se aproximando ou se afastando e para focar o objetivo local para onde se deseja deslocar. Todas essas funcionalidades dependem principalmente dos estímulos ópticos emitidos para a mente e dos estímulos motores emitidos pela mente para os músculos.

Quando um sinal óptico interpretado pela mente define um objeto, por exemplo, se aproximando rapidamente a reação é imediata e a mente estimula os músculos do corpo para serem redirecionados para outro local ou com outra velocidade.

Vamos tentar esclarecer com outro exemplo: imagine você aproximando sua mão de um copo quente (fervendo). A reação é imediata e você recolhe sua mão imediatamente, numa reação instantânea. Esta reação é a resposta ao sentido térmico recebido pelos sensores de temperatura presentes nas mãos e interpretados pela mente.

Vocês já devem ter percebido que eu evito usar a palavra “cérebro”, isto porque eu considero a mente humana, muito mais complexa e abrangente do que o cérebro. O cérebro, na minha óptica, é apenas uma parte da mente que transduz pensamentos.

A mente é todo um sistema capaz de se comunicar fortemente com outros sistemas. Possui característica de inteligência e é ou deveria ser, em essência, o que está por trás da existência do ser humano.

“Eu não sou o meu corpo... Eu sou o que penso...!!! “
 
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