Mas o que quer a Igreja em matéria fiscal? (Concordata)

Eles querem promoção,mas num estado de direito e igualdades dá-se promoção a "todos" e não só a 1.Querem ser diferentes por serem maiores,mas mesmo a sua dimensão está a mudar,sentem isso nas "esmolas" e querem a toda a força segurar os crentes.Agora que o estado não os "apoia",veêm cada vez mais o circulo a apertar-se,as suas reações assim o demonstram.Isto de facto está a mudar a passos largos e nestas novas gerações vamos assistir a uma total negação à "relegião e moral".Em termos religiosos vamos voltar à "tábua rasa".
Quanto ao passado,acho mnelhor nem o referir,não abona muito a seu favor...

Então mas não devemos premiar o mérito e quem faz mais e melhor que os outros?[;)]

Não é esse o espírito vigente hoje em dia? Ou para isto já são todos iguais?[;)]
 
...
Quanto ao mundo de luxo e opolência, acho que seria boa ideia conhecer um pouco a vida de padre, e do que se faz em prol de quem precisa, antes de "espingardar"...

Concordo completamente... é necessário conhecer... e não tirando o mérito ao trabalho que algumas pessoas, nomeadamente associações de leigos em prol dos mais necessitados, fazem em nome da igreja... a maior parte do trabalho... é na minha opinião e na realidade que eu conheço... reprovável...

Nota importante... como sempre, os temas religiosos são sempre polémicos... e nunca consensuais... e por norma eu, não espingardo por espingardar... principalmente atrás de um teclado...

Cmpt

Flávio
 
Então mas não devemos premiar o mérito e quem faz mais e melhor que os outros?[;)]

Não é esse o espírito vigente hoje em dia? Ou para isto já são todos iguais?[;)]
A maior parte delas faz o bem,excepto aquelas em que tens de dar o dizimo e vês actuações no minimo duvidosas por parte de pessoas contratadas para encenar actos "milagreiros" in loco.

As outras também praticam o bem sem ajudas...
Não quero que o dinheiro dos meus impostos seja mal gasto,quem realmente é fiel segue-os e contribui como pode.

Já agora como nota adicional,a religião católica num meio urbano pratica o bem dentro do seu seio,ou seja praticam esclusão social,já presenciei isto várias vezes,por isso que se amanhem,não devem ter mais que os outros,falta-lhes humildade...
 
Acho que é uma tremenda falta de respeito e grosseirismo bacoco a utilização de tal substantivo para apelidar pessoas de BEM (...)

Pessoas de bem nao chamam dao a entender que o presidente da junta é dominiaco no avisos semanais....

Controvérsia agita a Guia

Desentendimentos entre o pároco da Guia, António Nogueira, e algumas instituições da freguesia têm marcado, nos últimos tempos, os dias da Freguesia. A gota d’ água terá ocorrido há cerca de uma semana e meia quando, ao final da missa do passado dia 24 de Junho, o pároco aproveitou a ocasião para endereçar críticas à Junta de Freguesia e Escuteiros.
De acordo com o Jornal de Leiria, António Nogueira acusou o presidente da junta e a freguesia de votar contra uma candidatura do Centro Social Paroquial Maris Stella ao Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), numa reunião do Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Pombal. Segundo O ECO conseguiu apurar, durante a reunião, realizada no passado dia 19 de Junho, foram analisadas 16 candidaturas e, de acordo com o vereador da Acção Social, Pedro Martins, nenhuma foi chumbada. “É mentira que a Junta da Guia votou contra alguma candidatura. A junta absteve-se em todas”, afiançou, acrescentando que “pontuamos as candidaturas e todas tiveram um parecer positivo, de acordo com as prioridades definidas no Plano de Desenvolvimento Social”.
Contudo, na reunião, a apresentação de uma opinião, por parte da Junta de Freguesia, que aconselhava a associação ACUREDE para o apoio à infância e o Maris Stella à terceira idade, terá desagradado o pároco da Guia. Em declarações ao JL, o autarca da Guia referiu que, “foi com surpresa que li nas folhas de avisos semanais da paróquia uma referência ao presidente da junta diabólico” e que “o padre serve-se do altar para difamar, injuriar e mentir”. Contactado pel’O ECO, Manuel António afirma que “não tenho mais nada a declarar. O que tínhamos a falar foi dito na Assembleia de Freguesia na sexta-feira passada, onde apresentámos os factos”. O autarca adiantou ainda que vai fazer chegar à população “um comunicado a dar conta da nossa posição (junta), face a esses tristes acontecimentos”.

Escuteiros sem promessas

Mas, o desentendimento não fica restrito à Junta. Também o agrupamento de escuteiros locais tem sido atingido. É que, há cerca de dois anos, mais de três dezenas de jovens aguardam pela promessa escutista. “Ele já disse que está, e cito, ‘farto das vossas macacadas’, que somos mal-educados e, inclusivamente, uma das raparigas teria tentado bater-lhe e que ele teria 22 testemunhas disso”, afirmou uma escuteira que preferiu não identificar-se. Segundo a mesma fonte, o pároco teria dito que estava “farto que lhe passassem por cima” e que já teria tido também problemas na Ilha e Mata Mourisca. “Há pessoas que criam o seu castelo e, quando as coisas não são como querem, vai tudo abaixo”.
O chefe do Agrupamento de Escuteiros 471, Pedro Neves, explica que “tínhamos falado com o bispo a 25 de Maio e ficou acertado que as promessas seriam a 24 de Junho. Cerca de três dias antes recebi um telefonema do Bispo que pedia para que as promessas não fossem feitas e que dali a um mês estaria tudo resolvido”. De acordo com este responsável, “nunca passámos por cima do pároco” e que este teria já feito promessas anteriormente, “mas sempre contrariado”.

Acurede “não tem nada contra”

O presidente da ACUREDE, António Conceição, afirmou a O ECO que “não temos nada contra a Maris Stella, nem contra o senhor padre. Só achamos que não devia ser prejudicada uma associação que, há 20 anos, tem uma creche, porque a Segurança Social não vai atribuir duas candidaturas dessas a uma freguesia”.
António Conceição refere ainda que “apenas ouvi falar que ele teve palavras más em relação ao presidente da Junta de Freguesia. Acho que o padre, ao invés de unir, começou a tentar separar os escuteiros, a filarmónica e agora está a tentar fazer o mesmo com a Acurede, mas não vai conseguir”.
Contactada pelo nosso jornal, a Diocese de Coimbra prefere não fazer comentários.

fonte OECO
 
Concordo completamente... é necessário conhecer... e não tirando o mérito ao trabalho que algumas pessoas, nomeadamente associações de leigos em prol dos mais necessitados, fazem em nome da igreja... a maior parte do trabalho... é na minha opinião e na realidade que eu conheço... reprovável...

Nota importante... como sempre, os temas religiosos são sempre polémicos... e nunca consensuais... e por norma eu, não espingardo por espingardar... principalmente atrás de um teclado...

Cmpt

Flávio

Já trabalhei com 4 padres, e em todos os casos, todos eles demonstraram um altruísmo e ajuda acima de qualquer outra pessoa que conheci.

Tenho pena que tenhas tido experiências contrárias às minhas.

P.S: Nenhum dos padres vivia mal. Nem era suposto. Os padres são pessoas e têm os mesmos direitos que qualquer outro cidadão, seja um carro bom, uma casa boa, ou o que seja.[;)]
 
A maior parte delas faz o bem,excepto aquelas em que tens de dar o dizimo e vês actuações no minimo duvidosas por parte de pessoas contratadas para encenar actos "milagreiros" in loco.

As outras também praticam o bem sem ajudas...
Não quero que o dinheiro dos meus impostos seja mal gasto,quem realmente é fiel segue-os e contribui como pode.

Já agora como nota adicional,a religião católica num meio urbano pratica o bem dentro do seu seio,ou seja praticam esclusão social,já presenciei isto várias vezes,por isso que se amanhem,não devem ter mais que os outros,falta-lhes humildade...

Oi Strange,

Nunca dei o dizimo a ninguém. Ajudei quem precisava quando podia, das mais variadas formas.

Não faço ideia se a igreja vê um cêntimo que seja dos nossos impostos. Também não me importava que fosse como na alemanha... Descontas directamente na tua folha de ordenado para a tua religião. Se não tiveres, assinas uma declaração a dizer isso mesmo e ficas isento.

A minha experiência com a igreja católica e meio urbano é bem diferente da tua. Podes explicar um pouco melhor essa situação para ficarmos a perceber?
 
Não reconhecer o papel espiritual e social da Igreja católica em Portugal é sinal de profunda ignorância.

É de facto uma força viva da nossa sociedade e como tal tem direito a pronunciar-se e a ser ouvida com respeito.
 
Não consigo compreender, entre outras coisas, os pedidos de sacrificios que são feitos ao "rebanho" enquanto os "pastores" vivem num mundo de luxo e opulência... vide os casos das cupulas da igreja...

Mas esta situção é transversal a quase todas as religiões... mas mais uma vez... para já... nenhuma me incomoda...

Esse "sacrifício", é pedido, não é obrigado (claro que não estou a falar daquelas igrejas que funcionam quase como empresas, tipo a universal do reino de Deus")...além disso, nunca é pedido que se passe necessidades para dar dinheiro, e o importante desse sacrifício, na verdade, nem é o dinheiro, é o esforço humano na ajuda dos outros, e a vontade sincera de o fazer.

Mas nisto tudo, é claro que nem toda a Igreja cumpre, também os padres (atenção que ser padre não é ser santo) podem agir de má fé, principalmente em regiões com pessoas mais susceptíveis. Mas pessoas com más intenções há em todas as instituições, empresas, grupos, etc...infelizmente...
 
Andam a perder crentes, têm que ir atrás do prejuízo. Duvido que consigam alguma coisa, a tendência é para as sociedades ficarem menos religiosas.
 
Não reconhecer o papel espiritual e social da Igreja católica em Portugal é sinal de profunda ignorância.

É de facto uma força viva da nossa sociedade e como tal tem direito a pronunciar-se e a ser ouvida com respeito.

Já era altura era de se deixar de dar tanto valor á religião e dar mais valor á razão[;)]
 
Ou seja, está isenta de criticas? Os tópicos só servem para bajular?
Erraste nas 2.

A Igreja Católica (aqui no caso) é uma instituição que merece ser tratada com respeito.

Porque tem um papel espiritual muito significativo para a maioria dos Portugueses.

Porque tem um papel social muito importante em Portugal.

E para com respeito para quem se sente ligado à Igreja, certas afirmações (bojardas) não deveriam ser permitidas.

Isto são apenas regras sociais que muita gente aqui por vezes se esquece.

E já agora, não sou Católico, não professo nenhuma religião e há muita coisa que não me agrada na relação Igreja/Comunidade.
 
Oi Strange,

Nunca dei o dizimo a ninguém. Ajudei quem precisava quando podia, das mais variadas formas.

Não faço ideia se a igreja vê um cêntimo que seja dos nossos impostos. Também não me importava que fosse como na alemanha... Descontas directamente na tua folha de ordenado para a tua religião. Se não tiveres, assinas uma declaração a dizer isso mesmo e ficas isento.

A minha experiência com a igreja católica e meio urbano é bem diferente da tua. Podes explicar um pouco melhor essa situação para ficarmos a perceber?
Nunca ninguem disse que deste o dizimo,conheço quem dê.
A Alemanha é que está certa,não tenhas dúvidas.
Casos pessoais tenho o meu,que quando era pequeno fui "excluido" do infantário (fazia parte da igreja) pela minha mãe ser mãe solteira.Casos de algumas pessoas que precisavam de apoio moral (pessoas menos favorecidas e alguns de outras raças) e foi-lhes negada a entrada.Tiveram que ir bater em outra porta.Isto são casos que eu presenciei,não foi o amigo do tio do primo do Joaquim que me disse.
Alguns já foram há vários anos,outros mais recentes.Creio que eles se têm vindo a redimir mas ainda têm muito que batalhar,eles são os grandes preconceituosos.
Quanto ao facto de eles viverem bem também concordo,agora a riquesa que se vive em paises como o Vaticano e têm a lata de vir falar da fome em África.No entanto o que os salva é que exite uma grande percentagem que de facto pratica o bem e acredita em algo mais ao contrário dos que ocupam lugares de topo na hierarquia.
 
Não está isenta de críticas não senhor :)
Mas também não está isenta de criticar, ou está? E a questão deste tópico é o facto da Igreja estar a criticar o Governo, ou melhor, a tentar mostrar-lhe o seu ponto de vista.

Então vivam e deixem viver quem não precisa ou quer religião, essa é a diferença entre a liberdade de estar ou não ligado a uma Igreja e aos seus princípios e doutrinas, é que no primeiro caso segue-se a fé numa religião sem discussão e no segundo segue-se o livre arbítrio quer se tenha fé ou não em Deus e é-se livre de "espingardar"!

Quando o Dalai Lama esteve em Lisboa torceram-se todos mas quando o Bispo de Roma visita o nosso [SIZE=-1]país, [/SIZE]pára tudo! Ora bolas! Que equidade!

E já agora poeta Pessoa protestou contra a lei Cabral porque era um iniciado numa certa sociedade secreta ocultista e elitista, não foi um protesto liberal iluminista.
 
Enquanto continuar a ver as contas que são publicadas da Igreja, como aquando da ultima visita do Papa a Portugal em que o Santuario de Fátima dá lucro de 2 MILHÕES DE CONTOS e têm a lata de dizer que deram 10 MIL CONTOS aos pobres, isso para mim só me dá vontade de lhes chamar todos e mais alguns nomes que posso inventar. Isto está publicado para quem quizer ver.

Quem conhece a zona de Fátima onde práticamente tudo o que se vê e não vê é da Igreja...

Quando um Papa vai à Etiopia e vem de lá com 2 Jumbos alugados para trazer as prendas... pergunto, será que lá deixou o equivalente???
 
Enquanto continuar a ver as contas que são publicadas da Igreja, como aquando da ultima visita do Papa a Portugal em que o Santuario de Fátima dá lucro de 2 MILHÕES DE CONTOS e têm a lata de dizer que deram 10 MIL CONTOS aos pobres, isso para mim só me dá vontade de lhes chamar todos e mais alguns nomes que posso inventar. Isto está publicado para quem quizer ver.

Quem conhece a zona de Fátima onde práticamente tudo o que se vê e não vê é da Igreja...

Quando um Papa vai à Etiopia e vem de lá com 2 Jumbos alugados para trazer as prendas... pergunto, será que lá deixou o equivalente???

Curiosamente o profeta Jesus combateu os hipócritas religiosos do seu tempo e o sistema politico/religioso e económico corrupto dos judeus e dos romanos.
 
Os titulares de algumas paróquias, pertencentes a quatro dioceses do Norte e Centro do País, já comunicaram aos respectivos bispos a intenção de não apresentarem este ano a declaração de imposto sobre os rendimentos (IRS) de 2007.

Em causa está o facto de as áreas da fiscalidade da nova Concordata, assinada pelo Estado português e pela Santa Sé em 2004, não terem sido ainda regulamentadas, o que faz com que permaneçam em vigor as regras do antigo acordo.

Tal como o CM noticiou há um mês, os cerca de 1800 sacerdotes que exercem as funções de pároco pagaram ao Estado, indevidamente, IRS relativo aos anos de 2005 e 2006, sendo que muitos deles se preparam também para pagar o de 2007.

Os ordenados apresentados nas declarações variam entre os 600 e os 800 euros, pelo que cada pároco pagou mais de 300 euros por ano. No total, o Estado encaixou um milhão e 80 mil euros, a que, segundo as regras da ‘velha’ Concordata, não tinha direito.

Em declarações ao CM, D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), confirmou a não regulamentação da Concordata, assegurando que se trata mesmo de “uma reivindicação da Igreja”.

“Nós temos feito chegar ao Governo o nosso descontentamento pelo facto de muitos pontos da Concordata não terem sido ainda regulamentados, o que tem causado problemas vários e confusões desnecessárias”, afirmou o prelado.

Quanto à questão dos impostos, D. Jorge diz que “o mais sensato será continuar a apresentar a declaração, esperando que o assunto venha a merecer um estudo profundo, que defina se o IRS devia ter sido pago ou se, pelo contrário, deve ser devolvido a quem de direito”.

Ao que o CM apurou, a maioria dos párocos vai seguir essa indicação e, em Fevereiro, apresentar a declaração de IRS. Mas alguns consideram que só o devem fazer quando a legislação estiver clarificada. D. Jorge Ortiga diz que “eles estão no seu direito e têm toda a liberdade para agir dessa maneira”.

PORMENORES

ESMOLAS E MISSAS

O dinheiro das esmolas e dos estipêndios (pagamento) das missas continua, mesmo com a nova Concordata em vigor, isento de impostos.

EDIFÍCIOS DE CULTO

Também os edifícios de culto, como igrejas, capelas e residências paroquiais, estão isentos do pagamento de Imposto Municipal de Imóveis (IMI).

DONATIVOS NO IRS

Outra questão que se mantém é o benefício fiscal dos donativos à Igreja para efeitos de IRS. Não é muito, mas dá para deduzir cinco por cento do valor.

CAPELANIAS

É um dos assuntos mais polémicos no que toca à falta de regulamentação da Concordata.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=277032&idselect=10&idCanal=10&p=200
 
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