Quanto ganham por ano, bruto (sem contar com descontos)?

Quanto ganham por ano, bruto (sem contar com descontos)?

  • Até €1400

    Votos: 9 6,2%
  • Mais de €1400 até €2800

    Votos: 9 6,2%
  • Mais de €2800 até €4200

    Votos: 0 0,0%
  • Mais de €4200 até €5600

    Votos: 4 2,7%
  • Mais de €5600 até €7000

    Votos: 3 2,1%
  • Mais de €7000 até €8400

    Votos: 7 4,8%
  • Mais de €8400 até €9800

    Votos: 5 3,4%
  • Mais de €9800 até €11200

    Votos: 5 3,4%
  • Mais de €11200 até €12600

    Votos: 6 4,1%
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    Votos: 8 5,5%
  • Mais de €14000 até €21000

    Votos: 17 11,6%
  • Mais de €21000 até €28000

    Votos: 24 16,4%
  • Mais de €28000 até €42000

    Votos: 18 12,3%
  • Mais de €42000 até €56000

    Votos: 8 5,5%
  • Mais de €56000 até €70000

    Votos: 4 2,7%
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    Votos: 19 13,0%

  • Total de eleitores
    146
  • Sondagem encerrada .
Caraças!!! Quando leio os posts deste gajo (carlos.l)fico com uma visão mais optimista do nosso país,já não é a primeira vez que lhe dou um elogio publico ,mas , caramba o que é bom é para publicitar,e nós no forum temos bons exemplos ao nivel do carlos.
São tipos como o carlos, andré,j.r e mais alguns que fazem mexer este país,são eles que têm uma visão de presente e de fututo,são eles que criam emprego ,enfim, toca a preservar esta especie em vias de extinção.
 
Caraças!!! Quando leio os posts deste gajo (carlos.l)fico com uma visão mais optimista do nosso país,já não é a primeira vez que lhe dou um elogio publico ,mas , caramba o que é bom é para publicitar,e nós no forum temos bons exemplos ao nivel do carlos.
São tipos como o carlos, andré,j.r e mais alguns que fazem mexer este país,são eles que têm uma visão de presente e de fututo,são eles que criam emprego ,enfim, toca a preservar esta especie em vias de extinção.




ai o que tu foste dizer ....
ja o oiço a rsonar
[:)][:D][:)][:D]
 
ehehehe ,deixa-os rosnar,não deixo de os considerar por terem pontos de vista e ideologias diferentes das minhas,democracia é isso mesmo.
Mas já que hoje estou um mãos largas deixa-me cá elogiar o meu caro pé leve que apesar de me ter bloqueado um topico n menos interessante que este,mas que apesar disso me merece todo o respeito e consideração.
 
Há muita gente com dinheiro.

Mas como isto por vezes parece o fórum da Mitra, o pessoal até que passa ao lado destas questões.

E não há dúvida que há por aqui uma militância exacerbada no tocante à figura do desgraçadinho explorado por todos.

Tirando a malta que anda a estudar ou está no princípio da sua vida profissional.

O resto, tiveram as mesmas condições que os outros para singrar na vida.

Falharam? É pena.


Agora as pessoas que têm sucesso não têm que ser discretas, como acontece na maior parte das vezes.

E deveriam assumir a sua posição com tranquilidade. [;)]

Quem tem sucesso na vida tem , mas nem todas as pessoas tem as mesmas condições como dizes , muitos são quase forcados a abandonar os estudos por dificuldades economicas . Olha que passei muitas dificuldades e fui forçado a desistir , não vou dizer numeros mas uma familia de quatro tinha de viver com basicamente metade do que eu ganho agora , muito sofreu o meu pai , felizmente hoje em dia as coisas vão se compondo [;)]
 
Como saberão, a minha situação profissional muda... esta 2ª feira.

Assim sendo, passarei a estar situado no escalão de Mais de 14000 até 21000.

Claro que a par do "emprego", continuarei a trabalhar, esperando por isso poder ultrapassar este escalão. Continuarei a dar formação, dentro do possível.

Tal como nos últimos tempos, trabalhar 12, 14 ou 16 horas por dia não assusta. Tem de ser.

Ainda que o sucesso não seja só dinheiro.

Sobretudo, temos de lutar pelo que queremos.

Abraços

PS - percebo bem o que diz o Carlos L. Pretendo, um dia, experimentar os meus próprios projectos, tendo perfeita consciência das dificuldades de uma aventura dessas. Contudo, ainda considero estar a aprender algumas coisas para me poder aventurar nesse sentido.
 
Última edição:
apr:)
(1º) Parabéns aqueles que estudaram e ganham bem, que bem o merecem.

Cada vez, que mais leio, mais vontade tenho em começar a estudar(nem o 9º ano tenho [8b] ), sim tenho um enorme sonho, que apodera todos os dias o meu pensamento(tirar aquele curso [kiss] ), mas sou muito comodista(já sei a quem saio "ao meu velho"), tenho que mudar.

Apesar de trabalhar numa empresa de vigilância á quase 6 anos(já estou efectivo e ganho 15.000 euros bruto por ano), e de momento não fazer a ponta de um corno(passo o dia a coçá-los á força toda, no cliente onde estou)não se aprende nada, mas sei que posso contar com este graveto certo ao fim do mês, aliás acho que aquilo que faço, até sou bem pago(não faço nada, até chateia).
 
Caraças!!! Quando leio os posts deste gajo (carlos.l)fico com uma visão mais optimista do nosso país,já não é a primeira vez que lhe dou um elogio publico ,mas , caramba o que é bom é para publicitar,e nós no forum temos bons exemplos ao nivel do carlos.
São tipos como o carlos, andré,j.r e mais alguns que fazem mexer este país,são eles que têm uma visão de presente e de fututo,são eles que criam emprego ,enfim, toca a preservar esta especie em vias de extinção.
Felizmente há muitos mais. [;)]

Mas tu estragas-me com mimos. [:D] [:cool:]
 
Quem tem sucesso na vida tem , mas nem todas as pessoas tem as mesmas condições como dizes , muitos são quase forcados a abandonar os estudos por dificuldades economicas . Olha que passei muitas dificuldades e fui forçado a desistir , não vou dizer numeros mas uma familia de quatro tinha de viver com basicamente metade do que eu ganho agora , muito sofreu o meu pai , felizmente hoje em dia as coisas vão se compondo [;)]
Eu tenho duas grandes referências na minha vida. O meu pai e o meu avô.
Falando do meu pai, a família veio das Beiras, muitos irmãos e sem dinheiro. Apenas uma grande vontade de criar condições para que os filhos pudessem ter sucesso. O pai do meu pai faleceu sem ter visto o fruto do seu trabalho. Coube ao meu pai como mais velho, ajudar a concretizar esse sonho. Trabalhando e estudando. Hoje, estão todos bem de vida.
[;)]
 
Mas está na nossa massa do sangue, podes crer.

Hoje somos um total de 11 pessoas em 2 empresas e posso dizer que tenho uma boa equipa de trabalho. Não são os melhores do mundo (nem sequer é esse o objectivo), mas para ter acesso a este tipo de competência tive de me virar. E não é o dinheiro ou o carro que muda a mentalidade das pessoas.

Trabalhei numa multinacional na área de consultoria e uma das coisas boas que há por lá, é que a gente conhece o mundo. E as pessoas desse mundo. É incrível a diferença de mentalidade das pessoas.
Enquanto que os meus colegas tugas tinham como única preocupação a moda, o futebol e essa porra toda (e Dr. no cartão Visa), os estrangeiros, a única preocupação era servir a empresa. Não apenas cumprir mas superar os objectivos da mesma. Saindo do trabalho, eras os mais estouvados que conheci. Enquanto que os portugueses aos sair do trabalho, iam falar do mesmo.

Conclusão. Foi necessário racionalizar. Fechou Portugal.

Eu também fui para a rua. E a maioria de vocês não imagina o drama de se ser despedido.

E levantei-me do chão, sacudi o pó, ajeitei o nó da gravata e fiz-me à vida.

Nunca fui ao subs. de desemprego. Nem sei o que é isso.

A família ajudou?

O meu pai é rico?

Não. Isto tem tudo a ver comigo. O que aprendi com o meu pai foi que tudo se faz quando se quer chegar lá. Essa é a grande riqueza que herdei dele.

como te percebo Carlos....
 
Realmente gostava de conhecer alguém, que está no topo e não teve sequer ajuda, ou concelhos, ou modelo vindo do pai, não é que esteja a culpar o meu, por aquilo que sou, mas segundo testemunhos, que por aqui assisto, o pai teve sempre um papel importante, ou seja a dar concelhos, ou seja a ter uma empresa e os filhos terão que contiinuar o trabalho, ou apoio nos estudos, etc...
O meu [:)] , bem nem queiram saber do meu, só sei que quando era puto, levava na tromba e nunca mas nunca me ligou, cheguei em tempos, ter muito medo dele, tendo hoje 27 anos, ainda não conheço o meu pai e tudo o que faço nunca, mas nunca liga, nem dá concelhos, mesmo quando comprei casa, comprei carrinha, moto, etc...nunca me disse nadinha, na escola nunca me apoiou em nada, quando decidi sair, para ganhar dinheiro para a compra de uma motita, porque não me davam(eles podiam comprar uma treta de 200contos, só para continuar os estudos, pelo menos), nem sequer me impediu, disse algo, nada,nada,nada.
Por isso aqueles que tiveram como modelo os pais, muita sorte tiveram e não podem jamais afirmar, que subiram com o seu próprio pulso, não, tiveram a ajuda do pai [;)] .
 
Mas está na nossa massa do sangue, podes crer.

Hoje somos um total de 11 pessoas em 2 empresas e posso dizer que tenho uma boa equipa de trabalho. Não são os melhores do mundo (nem sequer é esse o objectivo), mas para ter acesso a este tipo de competência tive de me virar. E não é o dinheiro ou o carro que muda a mentalidade das pessoas.

Trabalhei numa multinacional na área de consultoria e uma das coisas boas que há por lá, é que a gente conhece o mundo. E as pessoas desse mundo. É incrível a diferença de mentalidade das pessoas.
Enquanto que os meus colegas tugas tinham como única preocupação a moda, o futebol e essa porra toda (e Dr. no cartão Visa), os estrangeiros, a única preocupação era servir a empresa. Não apenas cumprir mas superar os objectivos da mesma. Saindo do trabalho, eras os mais estouvados que conheci. Enquanto que os portugueses aos sair do trabalho, iam falar do mesmo.

Conclusão. Foi necessário racionalizar. Fechou Portugal.

Eu também fui para a rua. E a maioria de vocês não imagina o drama de se ser despedido.

E levantei-me do chão, sacudi o pó, ajeitei o nó da gravata e fiz-me à vida.

Nunca fui ao subs. de desemprego. Nem sei o que é isso.

A família ajudou?

O meu pai é rico?

Não. Isto tem tudo a ver comigo. O que aprendi com o meu pai foi que tudo se faz quando se quer chegar lá. Essa é a grande riqueza que herdei dele.
Tens a minha admiração e o meu respeito por tudo isto, mas também tens de ver que não é só o teu percurso na vida que teve, e tem, espinhos! Outros, mesmo trabalhando para outrém, têm idêntico valor! [;)]
 
...
Por isso aqueles que tiveram como modelo os pais, muita sorte tiveram e não podem jamais afirmar, que subiram com o seu próprio pulso, não, tiveram a ajuda do pai [;)] .
O que contas só me faz sentir a sorte que tive por ter uma família muito presente ao longo da minha vida.

É daquelas coisas que só se dá pela falta dela quando não se tem. [;)]
 
Tens a minha admiração e o meu respeito por tudo isto, mas também tens de ver que não é só o teu percurso na vida que teve, e tem, espinhos! Outros, mesmo trabalhando para outrém, têm idêntico valor! [;)]
Tu dás uma no cravo e outra na ferradura, desculpa lá...

E com mais franqueza te digo que é raro ver-te aqui a apelar ao mérito. E quando alguém o faz, lá vens tu a recordar que há outros...

Claro que há outros. Muitos outros.

Acorda para a vida, pois o mundo está cheio de gente vencedora. [:D]
 
.................A verdade é que, por muito que nos possamos queixar, quem ainda quiser trabalhar consegue ganhar algum dinheiro em Portugal ..........(pelo menos assim parece pelos resultados da poll).

Eheheh

afinal há quem acredite ....
olha OneLife, há muito tuga, ( nine to five) que se queixa que ganha pouco e mal, mas quando tem oportunidade de "facturar" domingos, feriados ou trabalho suplementar, (porque há uma equipa de ferias, ou adoeceu alguem, ou porque há um acrescimo pontual de produçao) a maioria das respostas são: "pois...eu ficava, mas eu tenho um compromisso ás 18h, e tal, até vinha no domingo, mas prometi á Maria que iamos á terra.. e tal...pois"..(!!!)
e normalmente são sempre os mesmos, (uma minoria) que acaba por "assegurar" o funcionamento, e esses claro "facturam" ou, sob a forma de remuneraçao suplementar, ou por distribuiçao de dividendos, ou por gratificaçoes de desempenho....etc etc

e depois ainda fazem uns comentarios (o discurso do Calimero) nas mesas dos cafés, lá do bairro, ou entre familia do tipo: "há... e tal... la na minha empresa é so lambe-botas, e graxas.... e o bem bom é so para eles (!!!)
blá blá blá....
aonde é que ja vimos isto'''
 
Tu dás uma no cravo e outra na ferradura, desculpa lá...

E com mais franqueza te digo que é raro ver-te aqui a apelar ao mérito. E quando alguém o faz, lá vens tu a recordar que há outros...

Claro que há outros. Muitos outros.

Acorda para a vida, pois o mundo está cheio de gente vencedora. [:D]
Pá, ó Carlos, eui acho que, umas vezes, talvez eu não me explique bem, mas, outras vezes, és tu que não percebes o que eu digo!

Sempre aqui defendi o mérito, como princípio base para a ascensão na vida, na carreira, nas ambições pessoais! Já aqui disse que na minha família apenas o "ramo" do qual descendo directamente trabalha para os outros, porque, de resto, todos são empresários e subiram a pulso, como tu, sem herdarem coisíssima nenhuma. Fizeram-se a eles próprios! Sempre dei valor a isso, mas isso nunca me "cegou" ao ponto de não valorizar, também, quem trabalha por conta de outrém, muitas vezes percorrendo caminhos de dificuldade acrescida, tantas vezes não disponível à esmagadora maioria e, desse modo, igualmente dignos de mérito, distinção e valor diferenciado!

Nunca me viste aqui defender a mediocridade. Nunca!

O que eu defendo, ao contrário daquilo que, quiçá, interpretaste, é que todos, mas mesmo todos, temos um lugar na vida activa e quase ninguém tem, ou deve ter, lugar no desemprego, na miséria, na mediocridade!

Se o "a" não serve para caixeiro viajante (por exemplo) servirá, após formação, para vendedor, para motorísta, para pedreiro, para empregado de balcão, para revisor, para agricultor, para peixeiro, para...

O que não pode acontecer, e estamos nesse caminho, é flexibilizar o desvalor humano em vez de o aproveitar, de o fazer servir-nos, enquanto colectivo, maximizando o que cada um tem para dar (e todos têm algo para dar) em favor da sociedade em que cada qual está inserido. Essa é a obrigação da sociedade, enquanto estrutura, de olhar, com a máxima atenção, para todos e pôr todos, cada qual naquilo que possa dar de produtividade, a fazer coisas que, no seu conjunto, sirvam o colectivo, realizem produtividade!

Não precisamos de desemprego, para depois pagarmos subsídios a "manhosos" que, tantas vezes, preferem ficar em casa a aceitar o trabalho "x" ou "y", certos de que todos lhes pagam para... não fazer nada, pelo número de filhos que têm, etc...

Mas, e atenção, isto não invalida, em nada, o que sempre tenho dito, sobretudo relativamente aos mais aptos! Mas os mais aptos, como tantas vezes aqui vejo esparramado por alguns (...), não são apenas os empresários que subiram a pulso (com todo o respeito que eles me merecem), nem os que almejam, mais ou menos legitimamente, a uma profissão de prestígio e/ou utilidade que a sua "desenvoltura" familiar lhes permitiu, colocando-os num ponto de partida mais alto do que muitos que tiveram, por razões várias, de partir bem mais de baixo...

Muitos dos que trabalham para os outros, funcionários públicos incluídos, fizeram percursos invejáveis e invejados (sei-o muito bem...) e , claro, não vêem com muito bons olhos outros com experiências de vida diversas, mas ignorando o seu percurso, "mandarem bitaites" sobre coisas que não sabem nem querem, ao que parece, saber, resultando uma posição opinativa relativamente confortável e actualizadamente cada vez mais aceitável pela "corrente da moda"!

Ora eu já vi muito, "corri Seca e Meca e Vales de Santarém" e venci onde milhares não lograram, e continuam a não lograr, chegar e muito me orgulho do meu percurso, de quem sou e do que consegui.

Não gosto, como tu não gostarás, e muitos do mesmo modo, é de uma certa postura de desprezo, de agonia e de rejeição de todos os do tal grupo (...), sem distinção, com juízos de valor miscelanizados e ignorantes da realidade, que, frequentemente colocam no mesmo cesto a fruta podre e a sã. Há que fazer a distinção entre o que não é igual.

Desse modo só levarei a sério, e aceitarei como críticas, as opiniões fundamentadas e valorativas que demonstrem conhecimento de causa, respeito por actividades diversas e não soem, mesmo que assim não seja, a uma certa "dorzinha" que não fica bem!

É hábito, mal quanto a mim, "apedrejar" os empresários como se eles fossem, no geral, os tais, os culpados de todos os males, quando, "se abrirmos a pestana", facilmente veremos que assim, felizmente, não é! Percebes?
 
pe leve to partes do principio que todos as pessoas são boas, e que tyodas estão dispostas a dar pela sociedade, e que todos querem e trabalhar,e que todos estao empenhados , e que todos bla bla bla.


isso faz pare de uma das maiores mentiras do seculo, a mentira humanista.



O ser humano é por regra um predador individualista.

hoje vou dormir, mas um dia p'osso explicarte porque é que po fato de sermos predadores individualistas pode não ser tão mau como parece, e quando bem usado pode ser catalisador de grandes sucessos, individuais e coectivos.
 
pe leve to partes do principio que todos as pessoas são boas, e que tyodas estão dispostas a dar pela sociedade, e que todos querem e trabalhar,e que todos estao empenhados , e que todos bla bla bla.


isso faz pare de uma das maiores mentiras do seculo, a mentira humanista.



O ser humano é por regra um predador individualista.

hoje vou dormir, mas um dia p'osso explicarte porque é que po fato de sermos predadores individualistas pode não ser tão mau como parece, e quando bem usado pode ser catalisador de grandes sucessos, individuais e coectivos.
Não, caro amigo. Os "manhosos", como atrás referi, terão de ser "forçados" a trabalhar, a dar o litro, a ser úteis à sociedade. Não a ficar em casa a "coçar a perna à rã"! Irritam-me, particularmente, os parasitas da sociedade, até porque eu também me farto de trabalhar e, ainda, conheço muito bem a maldade das pessoas...
 
Pá, ó Carlos, eui acho que, umas vezes, talvez eu não me explique bem, mas, outras vezes, és tu que não percebes o que eu digo!

Sempre aqui defendi o mérito, como princípio base para a ascensão na vida, na carreira, nas ambições pessoais! Já aqui disse que na minha família apenas o "ramo" do qual descendo directamente trabalha para os outros, porque, de resto, todos são empresários e subiram a pulso, como tu, sem herdarem coisíssima nenhuma. Fizeram-se a eles próprios! Sempre dei valor a isso, mas isso nunca me "cegou" ao ponto de não valorizar, também, quem trabalha por conta de outrém, muitas vezes percorrendo caminhos de dificuldade acrescida, tantas vezes não disponível à esmagadora maioria e, desse modo, igualmente dignos de mérito, distinção e valor diferenciado!

Nunca me viste aqui defender a mediocridade. Nunca!

O que eu defendo, ao contrário daquilo que, quiçá, interpretaste, é que todos, mas mesmo todos, temos um lugar na vida activa e quase ninguém tem, ou deve ter, lugar no desemprego, na miséria, na mediocridade!

Se o "a" não serve para caixeiro viajante (por exemplo) servirá, após formação, para vendedor, para motorísta, para pedreiro, para empregado de balcão, para revisor, para agricultor, para peixeiro, para...

O que não pode acontecer, e estamos nesse caminho, é flexibilizar o desvalor humano em vez de o aproveitar, de o fazer servir-nos, enquanto colectivo, maximizando o que cada um tem para dar (e todos têm algo para dar) em favor da sociedade em que cada qual está inserido. Essa é a obrigação da sociedade, enquanto estrutura, de olhar, com a máxima atenção, para todos e pôr todos, cada qual naquilo que possa dar de produtividade, a fazer coisas que, no seu conjunto, sirvam o colectivo, realizem produtividade!

Não precisamos de desemprego, para depois pagarmos subsídios a "manhosos" que, tantas vezes, preferem ficar em casa a aceitar o trabalho "x" ou "y", certos de que todos lhes pagam para... não fazer nada, pelo número de filhos que têm, etc...

Mas, e atenção, isto não invalida, em nada, o que sempre tenho dito, sobretudo relativamente aos mais aptos! Mas os mais aptos, como tantas vezes aqui vejo esparramado por alguns (...), não são apenas os empresários que subiram a pulso (com todo o respeito que eles me merecem), nem os que almejam, mais ou menos legitimamente, a uma profissão de prestígio e/ou utilidade que a sua "desenvoltura" familiar lhes permitiu, colocando-os num ponto de partida mais alto do que muitos que tiveram, por razões várias, de partir bem mais de baixo...

Muitos dos que trabalham para os outros, funcionários públicos incluídos, fizeram percursos invejáveis e invejados (sei-o muito bem...) e , claro, não vêem com muito bons olhos outros com experiências de vida diversas, mas ignorando o seu percurso, "mandarem bitaites" sobre coisas que não sabem nem querem, ao que parece, saber, resultando uma posição opinativa relativamente confortável e actualizadamente cada vez mais aceitável pela "corrente da moda"!

Ora eu já vi muito, "corri Seca e Meca e Vales de Santarém" e venci onde milhares não lograram, e continuam a não lograr, chegar e muito me orgulho do meu percurso, de quem sou e do que consegui.

Não gosto, como tu não gostarás, e muitos do mesmo modo, é de uma certa postura de desprezo, de agonia e de rejeição de todos os do tal grupo (...), sem distinção, com juízos de valor miscelanizados e ignorantes da realidade, que, frequentemente colocam no mesmo cesto a fruta podre e a sã. Há que fazer a distinção entre o que não é igual.

Desse modo só levarei a sério, e aceitarei como críticas, as opiniões fundamentadas e valorativas que demonstrem conhecimento de causa, respeito por actividades diversas e não soem, mesmo que assim não seja, a uma certa dorzinha que não fica bem!

É hábito, mal quanto a mim, "apedrejar" os empresários como se eles fossem, no geral, os tais, os culpados de todos os males, quando, "se abrirmos a pestana", facilmente veremos que assim, felizmente, não é! Percebes?
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