Se calhar eu encaro isto de forma diferente por, nos tempos livres, trabalhar na área.
O meu pai da assistência técnica numa litográfica aqui em Estarreja. Existe lá uma guilhotina, altamente sofisticada, com um enorme ecrã digital, que é essencial para a utilização da máquina.
O ecrã tem tantas linhas a falhar que a máquina está parada (já que têm mais duas guilhotinas mais antigas).
É uma máquina que custa 20 ou 30 mil contos, já nem me recordo ao certo, e a marca não assume.
Como esta, há outros equipamentos na empresa onde o meu pai trabalha, painéis digitais de equipamentos, e aparelhos que ficam num estado em que tem que levar novo. Um deles à dias foi um tombo de 6000 Euros!!!
Sabes o que dizem os representantes? É material de desgaste, nada podem fazer.
Estamos a falar de valores elevadíssimos, e eles nada fazem. Portanto, compreendo bem a posição da Opel/Siemens neste caso.
Rui Gonçalves, sim, eu leio, para saber daquilo que falo, e para ter noção do que está "na frente". Alem disso o evoluído sistema de suspensão suscitou-me bastante interesse, e mesmo na FIL tive o cuidado de analisar detalhadamente o C6.
Gostei, o ambiente é muito bom, sentado atrás, parece que estamos melhor que na sala cá em casa.
Mas as falhas que referem nas revistas estavam lá... uma delas na porta esquerda do C6 preto, ou castanho, que tinha um parafuso com a cabeça moída. Parecia que tinha sido apertado à mão.
Não é isso que faz o carro ser fraco, pior ou inferior. Mas é isso que demonstra que ainda existem pequenas falhas que num carro de 70 mil Euros, custa a engolir...
E é por todos estes pormenores que no geral acho a marca inferior a qualquer Alemão.