Não foi distribuída em todos os JN de 18/07/07!!! passo a explicar de facto vi a revista num
único JN mas como esta era o último dos JN estava um pouco dobrado incluindo o suplemento optei por comprar outro que estivesse em melhor estado e como ainda era cedo...
Pois é ao fim do dia e após viasualizar muitos JN sem a dita revista

só posso concluir duas coisas ou a tiragem das revista não foi igual á dos jornais ou as pessoas retiram o suplemento e não compram o jornal[8b]
No fundo a maioria tem curiosidade embora alguns não a assumam.
É possível.
Cheguei à bocado de viagem, fiz um itinerário: Ponte de Sôr, Portalegre e Serra de S. Mamede e depois novamente Ponte de Sôr, Ericeira e Lisboa.
Foram os pontos onde fiquei.
Na Serra de S. Mamede encontrei um pirilampo raríssimo, de que ainda não há quase descrições sobre ele.
Nem se sabia se brilhava ( asseguro agora que o faz), como é a larva e a fêmea e se o macho voa ou não....Enfim dúvidas que parecem algo do século XVIII...
Do Alentejo tenho material para identificar, pois encontrei alguns pirilampos dentro dos meus olivais , sobretudo onde corre um ribeiro...
Da Ericeira tenho também alguns exemplares interessantes, incluindo uma fêmea muito brilhante e de grandes dimensões. No meio disto tb tive, claro, a fazer um registo das condições naturais e saúde dos habitats e aproveitei tb para deambular um pouco pelas cidades e aldeias...
A nível de poluição provocada por luz artificial, as zonas circundantes de Ponte de Sôr foram as que apresentaram menores níveis de contaminação o que significa que aqui foi literalmente possível de observar um céu coberto de enxames de estrelas, com autênticas nuvens de luz provocada pelas estrelas, fenómeno ainda mais visível do que a escura zona da Serra de S. Mamede. Um dos factores pode ter sido a emissão exagerada de luz vinda da cidade de Portalegre, facto que pode deixar de existir em zonas mais distantes, mais no interior da montanha.
Para quem ignora isto: da luz que as cidades emanam para o céu é feito um desperdício energético e económico de milhões de euros todos os dias pelo mundo inteiro além de que prejudicam de forma importante o ambiente, descontrolando o desenvolvimento das árvores e a orientação dos animais nocturnos ( incluindo os que usam complexos sinais luminosos, como os vaga lumes). Além de que nos impedem de ver aqueles cada vez mais raros céus estrelados.
Acredito que infelizmente pouca gente tenha visto céus tão estrelados como os que vi há pouco tempo...
Uma estrela cadente foi tão intensa que iluminou tudo com um enorme clarão!