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Um Ferrari a pilhas que não faz mal aos passarinhos, cruz credo, vai de recto.
Lá vamos nós outra vez :
É :
Vai de RETRO, como quem diz, vai para trás, recua, afasta-te : "Vai de RETRO Satanás..."[]
Recto é mesmo antes do Cú...[] [
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[]
Vai de RETRO(escavadora)???!!! [] [
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Não há volta a dar, em português ou dizem "Vai de marcha a ré" - se quiserem manter uma fonética aproximada - ou usam a expressão latina "vade retro".
"Vai de retro" é que não dá, seria o mesmo que dizer "vai de frente" ou "vai de flanco". Não faria sentido []
....quanto muito prefiro o primeiro "vai de recto" (o que equivaleria a ordenar: "vai de cu") [] [
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[FONT=Verdana,Geneva,Sans-Serif]
[FONT=Verdana,Geneva,Sans-Serif]vade retro
[/FONT]
[FONT=Verdana,Geneva,Sans-Serif]
[FONT=Verdana,Geneva,Sans-Serif]Mateus Salgado está curioso com o significado real de vade retro. Diz ele: "Por que às vezes se fala "Vade retro, Satanás"?[/FONT]
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[FONT=Verdana,Geneva,Sans-Serif]Meu caro Mateus: isso é Latim, e significa vai para trás, recua ("retro" é um elemento que todos nós conhecemos, presente em retroalimentação, retrocarga, etc.). Traduzindo, pois, seria "Para trás, Satanás". Só não o dizemos em Português porque o Diabo, dizem, fala muito bem o Latim... Abraço. Prof. Moreno[/FONT]
[/FONT][/FONT]
Conceito muito interessante, e mais interessante ainda ser a Ferrari a levá-lo à F1, e não Toyota ou Honda.
Já agora fica aqui mais um Ferrari ECO, com porta bicicletas(*).
(*) espero que desta vez não existam objecções.
![]()
Isso cá na Tugalândia era multa na certa! E levava logo pela tabela máxima: 600 euros, que é para o Sr. Agente da GNR ter a sua vingançazinha consumada.[]
For the 2009 Formula One season, F1 cars will be able to regenerate and re-use 60kW of power. An adaptation of the system will be introduced on Ferrari road cars in 2012. The hybrid powertrain comprises a battery and an electric motor which briefly delivers a surge of torque to the rear wheels during gearshifts under acceleration to cover the conventional engine’s temporary loss in power supply. By 2012 gear shifts could take as little as 30 milliseconds; one fifth of the time required by today’s F430 sequential F1 gearbox (150 ms).
Conceito muito interessante, e mais interessante ainda ser a Ferrari a levá-lo à F1, e não Toyota ou Honda.