Zen
Banido
02-Jul-2007
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[FONT=arial,helvetica,sans-serif]«Depois da ofensiva do Governo dos EUA contra o filme de Moore, acusando-o de ter violado o embargo a Cuba, é agora a vez do Google iniciar uma campanha para "reduzir os impactos negativos contra a indústria de Saúde" que o filme "Sycho" está a gerar. Num post colocado no blogue de anúncios sobre saúde do Google, uma funcionária desta empresa critica o filme de Moore por ser "sensacionalista" e não retratar os "inúmeros programas de caridade e esforços filantrópicos" da indústria de saúde dos EUA, apelando simultaneamente a essas indústrias para publicitarem as suas iniciativas em "páginas de busca pagas". Esta conduta do Google está a gerar inúmeros protestos na blogosfera, até porque a empresa já recusou várias vezes publicitar sites que criticam as grandes empresas farmacêuticas.[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]O novo filme de Michael Moore ("Sycho") descreve o falhanço do sistema de saúde dos EUA ("a última nação industrializada sem um sistema universal de saúde", e onde a Saúde é essencialmente um negócio entregue às grandes indústrias) e termina com Moore a levar para Cuba 911 trabalhadores de equipas de salvamento do 11 de Setembro, cujos cuidados médicos lhes foram negados nos EUA.[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]A empresa "Google" ofereceu os seus serviços às indústrias da área da Saúde para minimizar o impacto do novo filme de Michael Moore.[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Uma funcionária responsável pelos anúncios do Google sobre Saúde, colocou um post no blogue correspondente, em que exorta toda a indústria farmacêutica e de Saúde a colocar a sua publicidade no Google "em páginas de busca pagas". Alguns blogues consideram que o Google se prepara para colocar esta publicidade no momento em que os utilizadores pesquisem a palavra "Sycho".[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Perante a polémica gerada, a dita funcionária, Lauren Turner, colocou um segundo post em que considera que a "publicidade é uma forma muito democrática e efectiva de participar num diálogo público".[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Esta opinião contraria a política que o Google tem defendido em relação a estas matérias. Um bloguer, indignado, revela que em 2004 criou um site que criticava a maior empresa de testes médicos, a "Covance", tendo-se oferecido para pagar ao Google uma quantia a troco da publicidade a este site, aquando da pesquisa por "Covance". O Google negou esta pretensão, afirmando que "a sua política não permite anúncios a websites que contenham linguagem contra indivíduos, grupos ou organizações".»[/FONT]
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[FONT=arial,helvetica,sans-serif]«Depois da ofensiva do Governo dos EUA contra o filme de Moore, acusando-o de ter violado o embargo a Cuba, é agora a vez do Google iniciar uma campanha para "reduzir os impactos negativos contra a indústria de Saúde" que o filme "Sycho" está a gerar. Num post colocado no blogue de anúncios sobre saúde do Google, uma funcionária desta empresa critica o filme de Moore por ser "sensacionalista" e não retratar os "inúmeros programas de caridade e esforços filantrópicos" da indústria de saúde dos EUA, apelando simultaneamente a essas indústrias para publicitarem as suas iniciativas em "páginas de busca pagas". Esta conduta do Google está a gerar inúmeros protestos na blogosfera, até porque a empresa já recusou várias vezes publicitar sites que criticam as grandes empresas farmacêuticas.[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]O novo filme de Michael Moore ("Sycho") descreve o falhanço do sistema de saúde dos EUA ("a última nação industrializada sem um sistema universal de saúde", e onde a Saúde é essencialmente um negócio entregue às grandes indústrias) e termina com Moore a levar para Cuba 911 trabalhadores de equipas de salvamento do 11 de Setembro, cujos cuidados médicos lhes foram negados nos EUA.[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]A empresa "Google" ofereceu os seus serviços às indústrias da área da Saúde para minimizar o impacto do novo filme de Michael Moore.[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Uma funcionária responsável pelos anúncios do Google sobre Saúde, colocou um post no blogue correspondente, em que exorta toda a indústria farmacêutica e de Saúde a colocar a sua publicidade no Google "em páginas de busca pagas". Alguns blogues consideram que o Google se prepara para colocar esta publicidade no momento em que os utilizadores pesquisem a palavra "Sycho".[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Perante a polémica gerada, a dita funcionária, Lauren Turner, colocou um segundo post em que considera que a "publicidade é uma forma muito democrática e efectiva de participar num diálogo público".[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Esta opinião contraria a política que o Google tem defendido em relação a estas matérias. Um bloguer, indignado, revela que em 2004 criou um site que criticava a maior empresa de testes médicos, a "Covance", tendo-se oferecido para pagar ao Google uma quantia a troco da publicidade a este site, aquando da pesquisa por "Covance". O Google negou esta pretensão, afirmando que "a sua política não permite anúncios a websites que contenham linguagem contra indivíduos, grupos ou organizações".»[/FONT]
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