Não era melhor deixarmos de descontar sobre os rendimentos do trabalho?

Pá normalmente começa-se a divagar quando já não há mais nada a acrescentar ;) :P

O tópico já deve, talvez, ter cumprido a sua função horoscópica e socio-comunitária :D
 
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Pá normalmente começa-se a divagar quando já não há mais nada a acrescentar ;) :P

O tópico já deve, talvez, ter cumprido a sua função horoscópica e socio-comunitária :D
Errado, meu caro e jovem amigo! Errado. Há sempre mais alguma coisa a acrescentar, já que as "ciências humanas" são dialécticas... [;)]
 
Essa da dialética lembra-me a Odete Santos no Jornal das 9.

O PCP devia saber reguardar o seu património e não deixar aquela mulher à solta. [:)] [:D]
 
por isso mesmo é que cada um deve falar na sua lingua e depois há tradução :P
Deixa-me contar um segredo.

O facto de dar uns toques na língua inglesa (estilo Ronaldo... [:D] ), fez muito para eu participar em muitos eventos e tirar partido deles.

E olha que o meu ex-jefe é galego, super competente, mas a precisar de mim nas sedes das multinacionais. Onde infelizmente não se falava espanhol. [:cool:]

E façam um favor a vocês mesmos. Ponham os vossos putos a aprender inglês sempre na medida do possível. É um bom visa para o futuro.

Ah, mais uma coisa. O meu inglês é não é em termos de estilo, grande coisa. Tal como o português.

Mas sei falar com um chinês, alemão e até com pessoal de NY. [:)] [:D]
 
E façam um favor a vocês mesmos. Ponham os vossos putos a aprender inglês sempre na medida do possível. É um bom visa para o futuro.

Ah, mais uma coisa. O meu inglês é não é em termos de estilo, grande coisa. Tal como o português.

Verdade. Eu também não sou grande "pistola" a línguas mas já me entendi com pessoal de todo o mundo só por falar inglês.

Giro, giro, é constatar num grupo de pessoas de várias nacionalidades que entendemos toda a gente excepto os falantes nativos! [:D] Demasiago calão e expressões idiomáticas.

Mas, Carlos, não achas melhor pôr os putos a falar Mandarim cedo? [;)]
 
Eu acho que a medida mais preventiva, ainda antes de mandar os putos aprenderem inglês é tipo...

"Não viver à mama do Estado"

Algo do género :D

Ou..."Não estar à espera que alguém faça o que só nós podemos fazer" :D
 
Ainda te lembras? [:cool:]

Julgo que estás a associar a frase a outra coisa qq (outro tópico) mas da qual não tenho a mais ténue memória. :confused:


O meu comentário veio mesmo no sentido da preponderância que a China está a ter na economia à escala global.

A língua dominante não é imutável. Há 100 anos era o francês...
 
Eu acho que a medida mais preventiva, ainda antes de mandar os putos aprenderem inglês é tipo...

"Não viver à mama do Estado"

Algo do género :D

Ou..."Não estar à espera que alguém faça o que só nós podemos fazer" :D
Mas aí esqueces-te de algo muito importante.

O lado humano. Estamos a falar de pessoas e não de números.

E como tal, é lícito mamar à conta do Estado. [;)] [:cool:]
 
Julgo que estás a associar a frase a outra coisa qq (outro tópico) mas da qual não tenho a mais ténue memória. :confused:


O meu comentário veio mesmo no sentido da preponderância que a China está a ter na economia à escala global.

A língua dominante não é imutável. Há 100 anos era o francês...
Ok, mas realmente a China e os seus 2 dialectos serão uma oportunidade no futuro.

No presente, quem não souber falar inglês, está out.

Gostava de ver aqueles que defendem só falar português quando aparece uma camona toda boazuda. Ah, pois é. Zézé Camarinha também se rendeu à evidência da língua... [;)]
 
O IVA é um imposto cego, atinge ricos e pobres da mesma maneira.

Jbranco, ao ler este artigo no Blog de Luís Aguiar Conraria (economista) lembrei-me deste tópico e das questões que colocaste.... Penso que vale a pena uma leitura:

O meu artigo de hoje no suplemento económico do Público:
A máquina fiscal é diabólica. Pagamos IRC, IRS, IVA, IA, IMI, Imposto de Selo, Imposto sobre o Combustível, sobre Circulação de Veículos, sobre o tabaco, sobre sucessões e doações, sobre as transmissões onerosas de imóveis, Ecológico, Segurança Social, Taxa Social Única, taxas de rádio, taxas de conservação de esgotos… Uma imensa burocracia associada a cada imposto: impressos, regulamentos, isenções, normas clarificadoras.
O labirinto fiscal obriga a que as empresas e pessoas dediquem muitos recursos e energias para encontrar formas de pagar menos impostos. Há empresas com departamentos especializados em fiscalidade. Fiscalistas, contabilistas e advogados são pagos para encontrar atalhos fiscais. Recursos do Estado são consumidos neste inferno fiscal. Contem-se os funcionários dedicados a cobrar impostos e a combater fraudes fiscais, em processos judiciais que se empilham nas secretárias dos juízes. Estivessem todos estes recursos dedicados a actividades produtivas e o Rendimento Nacional seria notavelmente maior.
No Diário Económico de 2 de Maio, Tiago Mendes defendeu uma taxa plana para o IRS. Argumenta que, desde que houvesse uma isenção fiscal para os rendimentos mais baixos, a progressividade dos impostos não estaria em causa e evitar-se-iam os escalões mais altos do IRS, que desincentivam o trabalho. Aplaude ainda a simplificação fiscal que se conseguiria com a "flat tax".
Não concordo. Em primeiro lugar, não é óbvio qual o efeito líquido sobre os incentivos ao trabalho: quem ganha pouco pode ficar a pagar uma taxa marginal de IRS maior, quem ganha muito paga uma taxa marginal menor. Duvido ainda que, face à complexidade do nosso sistema, a diminuição do número de escalões de IRS tenha um impacto assinalável. Escalões do IRS não são mais do que uma estreita azinhaga na nossa encruzilhada fiscal.
Devemos ser mais radicais. Por exemplo, acabar com a maioria dos impostos, conservando apenas o IVA. Os recursos libertados seriam enormes com inegáveis impactos sobre o Rendimento Nacional.
Muitos políticos e economistas não gostam desta solução. Argumentam que, com um imposto único, pobres e ricos pagariam pela mesma bitola, não haveria justiça redistributiva.
Este argumento esquece o outro lado do sistema fiscal: os subsídios que o Estado dá. Imaginemos um esquema simples. A única receita do estado é o IVA, aplicado a todos os bens, e todos os anos o Estado transfere um subsídio para todas as famílias. Como se mostra em seguida, este sistema garante que há menos incentivos às fraudes, sendo mantidas, simultaneamente, a progressividade e redistribuição fiscais.
Imagine, a título puramente exemplificativo, que o único imposto é o IVA com uma taxa de 35% e que todas as famílias recebem uma transferência de 250 euros mensais. Para simplificar, admita que cada família gasta cerca de 90% do seu rendimento. Uma família com um ordenado de 650 euros mensais pagaria uma taxa líquida de imposto de menos 6% (taxa negativa: recebe mais do que paga), uma família com um rendimento de 1300 euros pagaria uma taxa líquida de 8,5%, e, finalmente, uma família com um rendimento mensal de 2600 euros pagaria 16%.
Como se vê, mesmo num sistema fiscal tão simples, a progressividade e a redistribuição podem ser fortes. Com uma taxa única de imposto sobre o consumo e um subsídio único ao rendimento, não há incentivos para não trabalhar: nem o salário paga impostos, nem a preguiça é remunerada. A única forma de fraude será fugir ao pagamento de IVA pelo que a máquina fiscal teria apenas de se concentrar na eficaz cobrança deste imposto. Adicionalmente, a opacidade fiscal diminuiria e mais facilmente dar-se-iam os portugueses conta dos valores absurdos que pagam em impostos.
Isabel Correia, investigadora do Banco de Portugal, dissecou estas contas. Concluiu que os mais pobres seriam os principais beneficiados, e que se verificaria uma diminuição das desigualdades sociais. Ou seja, um imposto único tem vantagens não só ao nível da eficiência, mas também ao nível da equidade.

A Destreza das Dúvidashttp://aguiarconraria.blogsome.com/
 
...Isabel Correia, investigadora do Banco de Portugal, dissecou estas contas. Concluiu que os mais pobres seriam os principais beneficiados, e que se verificaria uma diminuição das desigualdades sociais. Ou seja, um imposto único tem vantagens não só ao nível da eficiência, mas também ao nível da equidade...

O principal problema reside aqui. O Robin dos Bosques só mesmo nos filmes, no mundo actual faz-se precisamente o contrario.
 
Não percebo como se pode apelar à justiça fiscal ignorando que o Estado come uma grossa talhada das suas receitas fiscais através dos kms que nós fazemos na estrada.

E deveria ser debatida a topologia de Imposto sobre o consumo e Imposto sobre rendimento.
 
Isso não pode ser assim tão "redutor".

Por exemplo uma familia que tenha uma pessoa com certos tipos de deficiência não teria hipótese rigorosamente nenhuma.

Se bem percebi o que se propunha aqui era que se preciso dos serviços hospitalares, então pago...

Para mim, que tenho uma pessoa com deficiência no meu agregado familiar, uma proposta dessas é pior que um insulto.

Resta-me a esperança que devido as horas que são, tenha percebido de forma errada a ideia inicial deste tópico.
 
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