jcpr
New member
a pwercebntagem dos PPRs aplicadas em titulos não pode ser superior a 55% por lei, e actualmente penso que nehuma instituição vai alem dos 25%.
se queres a minha opinião pessoal esquece os PPRs por isto.
NOTA: Artigo de 2004/2005 mas valido para hoje em dia
Bagão Félix, o ministro das Finanças, garantiu que, a partir de 2005, acaba a poupança fiscal de 25 por cento obtida na aquisição de planos poupança reforma educação. Está triste? Não esteja. A Carteira fez as contas e concluiu que os PPR/E nunca foram o produto certo para a reforma da maioria das pessoas.
Se tem menos de 55 anos e não é avesso ao risco, os fundos de acções são o melhor investimento que pode fazer para a reforma. "E o benefício fiscal?", pergunta o leitor. Até ao final de 2004, a poupança fiscal dos PPR/E é bastante elevada: entre 25 e 27,5 por cento das entregas anuais são lhe devolvidos no ano seguinte pelas Finanças.
Porém, é só no ano seguinte. Num investimento a 10 anos, esses 25 por cento representam um ganho anual de 2,3 por cento; a 30 anos, é um ganho anual inferior a 0,8 por cento. Basta que o fundo de investimento em acções renda mais que esse ganho anual para ser um investimento melhor.
As acções tendem a ganhar mais de 7 por cento por ano quando o investimento é realizado no longo prazo. O Euro Stoxx 50, o índice para as acções europeias que os fundos portugueses seguem, rendeu cerca de 8 por cento em média nos últimos 10 anos. No entanto, os PPR/E investem maioritariamente em dívida pública e estão legalmente limitados a um investimento máximo em acções de 55 por cento da carteira (embora a maioria não ultrapasse os 25 por cento).
Logo, é natural que tenham rendibilidades bastante mais reduzidas que os fundos de acções europeias. Se for ao balcão do Banco BPI, por exemplo, poderá saber que o BPI Europa Valor, um fundo de acções europeias, ganhou anualmente 7,7 por cento desde Agosto de 1994, enquanto o BPI Reforma Investimento, o PPR/E com mais acções comercializado pelo banco rendeu 6 por cento. Esta diferença é suficiente para ser preferível poupar para a reforma através do fundo de acções. Um aforrador de 30 anos que subscreva 100 euros num PPR/E que renda em média 6 por cento chega à reforma com 934 euros, incluindo o reinvestimento da poupança fiscal.
Contudo, se preferir um fundo de acções que ganhe 7,7 por cento alcança uma poupança de 1.341 euros, ou seja, fica 44 por cento mais rico que usando a primeira alternativa. Vá ao seu banco e investigue as rendibilidades históricas do seu PPR/E e de um fundo de acções europeias.
Além disso, os PPR/E cobram mais comissões de subscrição e resgate que a maioria dos fundos. Normalmente, os planos de reforma cobram dois por cento na entrada e na saída da aplicação, enquanto é possível encontrar muitos fundos de acções que não têm comissões de subscrição nem de resgate.
É verdade que os fundos de acções representam um risco maior para o investidor. Porém, quando o prazo é alargado, o risco é minimizado. Lembra-se da queda das acções após a euforia das acções tecnológicas? Foi a pior dos últimos 50 anos e, mesmo assim, o BPI Europa Valor regista um ganho médio de 7,7 por cento por cada um dos últimos 10 anos.
E o outro benefício fiscal?
Os PPR/E vão continuar a ter uma taxa de IRS inferior no momento do resgate, explicou o ministro das Finanças. Porém, essa taxa reduzida pode ser completamente negligenciada se o seu investimento for para ser mantido durante uma ou duas décadas. Agora, só tem de fazer uma coisa: suspender as subscrições do PPR/E. Em vez disso, comece a constituir a sua carteira de acções. Quando se reformar vai ter bastante mais dinheiro do que conseguiria com o PPR/E.
trust me[]
desculpem la o off topic
PMCT,
Os meus PPRs estão com uma componente de acções de 55% e como rentabilidade anual próxima dos 15%, se bem que em apenas 2 anos.
Talvez não encontres isso nos bancos, mas encontras noutros sitios.[
Se quiseres saber mais, manda-me uma PM