Isto ainda se passa nas empresas em Portugal???

Desculpa lá, mas quem cria os hábitos dos predadores são as suas presas.

É necessário falar com clareza sobre estes problemas.

E o que me arrepia é que as pessoas aceitam com naturalidade, apesar da revolta, situações como esta.

O que não falta aí é trabalho. Está-se mal, o patrão é uma besta e vai-se queixar de quê ao Ministério do Trabalho? Para haver retaliação?
Que ricos conselhos.

Quem não está bem que se mude.

É por situações como estas que o País não anda para a frente.

Vocês, os previlegiados que não têm de lutar pelo trabalho digno e remunerado, vivem num mundo de fantasia. Só pode.

Acabem lá com isso. A melhor ajuda que podem prestar é dizer à pessoa que mande o patrão à bardam.erda e que leve a sua competência para outro sítio.

Que raio.
Passo-me com estes comentários.

Carlos.L, tu até aparentas alguma cultura geral, pareces bem formado mas quanto a mim borras a pintura toda com a tua cruzada anti-funcionários públicos. Que, aqui para o caso até nem eram chamados, mas já que tocaste no assunto...

Esse teu conselho de mandar o patrão àquele sítio, não achas que está na cabeça da amiga do Bruno todos os dias?? Não achas que a pessoa deve estar a tentar? Eu francamente acho. Aliás o Bruno até escreveu em letras grandes TENTA DESESPERADAMENTE.

Só que aquilo que para ti parece fácil, não é assim tão fácil na vida real. Depois, existem as condicionantes que cada pessoa tem. E que só essa pessoa sabe quanto pesam nas decisões que têm de tomar. Por exemplo, nem todos gozam da ajuda dos pais e até existem muitos casos em que estes ainda ajudam a complicar mais as coisas.

A conhecida do Bruno tem dois filhos e um crédito para pagar. Ainda por cima, paga por algo que seguramente não usufrui. E tem de viver em algum lado...

Sobre os privilegiados (e não previlegiados como escreveste) que referes, não metas toda a gente no mesmo saco. Tu atiras sempre indiscriminadamente. Se todos os FP's fossem como tu os pintas acredita que este País estava muito pior.

Sem querer entrar no campo pessoal, se neste fórum - diria mais, nesta vida mesmo - existem privilegiados, tu és um deles. Devias reconhecê-lo. Digo isto com base em tudo aquilo que já vi escreveres por aqui (não só neste tópico). Posso mesmo afirmar com 99% de certeza que tu nunca passaste por dificuldades na vida, para afirmares o que afirmaste neste post. Se passaste, é porque esqueceste depressa.

Um pouco de moderação não te ficava nada mal.

Eu compreendo perfeitamente a frustração do Bruno. Até porque a minha namorada passou por situações semelhantes e a sorte (mesmo assim relativa...) só lhe bateu à porta há bem pouco tempo.
 
De facto, e de forma incompreensível, parece existir, não só aqui, uma cruzada anti funcionários públicos, já que tudo serve para os citar, mesmo que o assunto se lhes não refira, e os denegrir com todas as forças, o que se lamenta, pois, de facto, retira a maior parte credibilidade aos restantes argumentos, alguns até com a sua lógica, pois transparece que existe algum "ódio de estimação" que não se percebe muito bem mas que certamente deturpa a percepção avaliativa de um contexto que tem muitas realidades, confundidas e baralhadas,... porque sim!...[s)]
 
Passo-me com estes comentários.

Carlos.L, tu até aparentas alguma cultura geral, pareces bem formado mas quanto a mim borras a pintura toda com a tua cruzada anti-funcionários públicos. Que, aqui para o caso até nem eram chamados, mas já que tocaste no assunto...

Esse teu conselho de mandar o patrão àquele sítio, não achas que está na cabeça da amiga do Bruno todos os dias?? Não achas que a pessoa deve estar a tentar? Eu francamente acho. Aliás o Bruno até escreveu em letras grandes TENTA DESESPERADAMENTE.

Só que aquilo que para ti parece fácil, não é assim tão fácil na vida real. Depois, existem as condicionantes que cada pessoa tem. E que só essa pessoa sabe quanto pesam nas decisões que têm de tomar. Por exemplo, nem todos gozam da ajuda dos pais e até existem muitos casos em que estes ainda ajudam a complicar mais as coisas.

A conhecida do Bruno tem dois filhos e um crédito para pagar. Ainda por cima, paga por algo que seguramente não usufrui. E tem de viver em algum lado...

Sobre os privilegiados (e não previlegiados como escreveste) que referes, não metas toda a gente no mesmo saco. Tu atiras sempre indiscriminadamente. Se todos os FP's fossem como tu os pintas acredita que este País estava muito pior.

Sem querer entrar no campo pessoal, se neste fórum - diria mais, nesta vida mesmo - existem privilegiados, tu és um deles. Devias reconhecê-lo. Digo isto com base em tudo aquilo que já vi escreveres por aqui (não só neste tópico). Posso mesmo afirmar com 99% de certeza que tu nunca passaste por dificuldades na vida, para afirmares o que afirmaste neste post. Se passaste, é porque esqueceste depressa.

Um pouco de moderação não te ficava nada mal.

Eu compreendo perfeitamente a frustração do Bruno. Até porque a minha namorada passou por situações semelhantes e a sorte (mesmo assim relativa...) só lhe bateu à porta há bem pouco tempo.

Apoiado!!!
 
A vitimização...... que andam constantemente a promover

A vitimização...... que andam constantemente a promover

De facto, e de forma incompreensível, parece existir, não só aqui, uma cruzada anti empresários, já que tudo serve para os citar, mesmo que o assunto se lhes não refira, e os denegrir com todas as forças, o que se lamenta, pois, de facto, retira a maior parte credibilidade aos restantes argumentos, alguns até com a sua lógica, pois transparece que existe algum "ódio de estimação" que não se percebe muito bem mas que certamente deturpa a percepção avaliativa de um contexto que tem muitas realidades, confundidas e baralhadas,... porque sim!...[s)]
 
De facto, e de forma incompreensível, parece existir, não só aqui, uma cruzada anti empresários, já que tudo serve para os citar, mesmo que o assunto se lhes não refira, e os denegrir com todas as forças, o que se lamenta, pois, de facto, retira a maior parte credibilidade aos restantes argumentos, alguns até com a sua lógica, pois transparece que existe algum "ódio de estimação" que não se percebe muito bem mas que certamente deturpa a percepção avaliativa de um contexto que tem muitas realidades, confundidas e baralhadas,... porque sim!...[s)]

Mas aqui refere-se-lhes...................não se refere à FP.....
 
Eu compreendo perfeitamente a frustração do Bruno. Até porque a minha namorada passou por situações semelhantes e a sorte (mesmo assim relativa...) só lhe bateu à porta há bem pouco tempo.


A SORTE CAIU DO CÉU???
Caso não tenha caído podias dar o teu testemunho para ajudar a amiga do Bruno.
 
Mas aqui refere-se-lhes...................não se refere à FP.....
Aqui por caso sim.
Mas este tópico vem na sequência de outros.
O importante é resolver o problema da tua amiga e não mudar o mundo.
Mudar o mundo ou lamentar a falta de humanidade não resolve o problema da tua amiga.
Vê os posts do Nephilin, pessoa que dificilmente se enquadra na "direita", no tópico da GREVE.
É muito revelador do que deve ser a ATITUDE a ter.
 
De facto, e de forma incompreensível, parece existir, não só aqui, uma cruzada anti empresários, já que tudo serve para os citar, mesmo que o assunto se lhes não refira, e os denegrir com todas as forças, o que se lamenta, pois, de facto, retira a maior parte credibilidade aos restantes argumentos, alguns até com a sua lógica, pois transparece que existe algum "ódio de estimação" que não se percebe muito bem mas que certamente deturpa a percepção avaliativa de um contexto que tem muitas realidades, confundidas e baralhadas,... porque sim!...[s)]
Ao menos podias ter sido original na sátira... [:p]

Na verdade o que se tem assistido é a um ataque cerrado aos funcionários públicos, a todos eles, sem excepção (o que me parece um bocado, digamos, insustentado...), e só exporadicamente aos empresários, ainda assim apenas aos parasitas que sorvem recursos, não produzem, fecham empresas, fogem ao fisco e despedem indiscriminadamente, pois os que geram riqueza são, também aqui, muito justamente elevados!
 
Ao menos podia ter sido original na sátira... [:p]
Perdia o objectivo...
Na verdade o que se tem assistido é a um ataque cerrado aos funcionários públicos, a todos eles, sem excepção (o que me parece um bocado, digamos, insustentado...), e só exporadicamente aos empresários, ainda assim apenas aos parasitas que sorvem recursos, não produzem, fecham empresas, fogem ao fisco e despedem indiscriminadamente, pois os que geram riqueza são, também aqui, muito justamente elevados!

Já te disse várias vezes ao longo destes ultimos anos.
Mas pq carga de água os FP de serviço no AHO se colocam sempre contra toda e qq MUDANÇA???
Colocam-se sempre a jeito.
Essa vitimização não levará a lugar nenhum.
Leva que cada vez estão pior e mais isolados.
Voçês são sustentados pelo sector PRIVADO, bom ou mau, perfeito ou péssimo.
São sustentados pq são essenciais à vida em sociedade e deveriam ser um factor de progresso e de facilidade do sector privado.

A esmagadora das vezes, experiência minha, são forças de "complicação e bloquieo" em qq assunto.

As excepções são isso mesmo.

Continuem a lamentar-se dos maus empresários que temos, esquecendo-se sempre que não existem fronteiras e o que temos é igual ao que existe em Espanha, por exemplo,, que conseguirão muitos apoiantes para as vossas.... vitimizações.
 
Infelizmente conheço muitas situações dessas Bruno, até de uma situação em que um patrão queria pagar a um funcionário em roupa apesar de ter feito um lucro de mais de 7000 euros.

É triste e ainda se critica quem faz greve...
...mas as pessoas parecem só entender a gravidade destas situações quando lhes toca.
 
A SORTE CAIU DO CÉU???
Caso não tenha caído podias dar o teu testemunho para ajudar a amiga do Bruno.
J.R. faço-o com todo o gosto, se bem que não existam grandes segredos para estes casos...

Farta de ser explorada no emprego (mas tinha de ser porque era o único que tinha naquele momento), com um patrão do género do aqui descrito, a minha namorada foi respondendo a alguns anúncios de jornal e inscreveu-se em agências de trabalho temporário. Mas só abandonou esse patrão depois de conseguir outro trabalho.

Pelo caminho tentava (e conseguiu) concluir a sua licenciatura, iniciada há cerca de 10 anos atrás mas que, por circunstâncias da vida que ainda hoje se reflectem - e vão continuar a reflectir - na sua vida pessoal (e, porque não dizê-lo, na nossa vida em comum), não conseguiu concluir em tempo útil.

Foi arranjando um trabalhinho aqui e ali... tipo 2 ou 3 meses e depois desemprego... e assim foi durante cerca de um ano, até que alguém decidiu apostar nela e deu-lhe um cargo que estaria destinado a alguém já possuidor de licenciatura (sorte...), quando a ela faltavam ainda duas ou três cadeiras.

Esse cargo era a trabalhar numa loja de uma conhecida cadeia de supermercados, com turnos e fins-de-semana... perto de Estarreja (quase 100 kms todos os dias) mas entretanto e por concurso interno ela já conseguiu dar um pulo dentro da empresa, aproveitando a conclusão do curso (sorte mais uma vez...). Trabalha agora mais perto de casa e pela 1ª vez em 7 anos de trabalho, tem um contrato sem termo, depois de - mais - 6 meses à experiência.

Não ganha nenhuma fortuna mas vai dando perfeitamente para os gastos.

Claro que em algumas ocasiões ela pôde contar com a minha ajuda e de alguns amigos. Só assim foi possível chegar onde chegou hoje, pois ela tem a cargo a mãe e o irmão (e ainda teve a avó) desde um divórcio muito conflituoso ocorrido há precisamente 7 anos atrás (eu ainda não namorava com ela). Teve, então de começar a fazer pela vida. E acreditem que o caminho não foi nada, nada fácil.

Por isso vejo aqui algumas semelhanças... neste caso não há filhos, mas há familiares a cargo; existe habitação e contas para pagar...

Isto passou-se no Porto, onde ainda vão havendo algumas - mas cada vez mais raras - oportunidades...

Por isso o conselho para a amiga do Bruno é que tenha muita paciência, continue a tentar (procurar) sempre e vá aguentando (como faz actualmente e certamente que por uma situação de necessidade) o emprego até virem melhores dias... desistir ou resignar-se é que nunca!
 
Em Portugal recebia 440 Euros liquidos a trabalhar de Segunda a Sábado, das 9:00 às 19:30/20:00, por vezes até as 22:00! [8b]

Era um stand de automóveis semi-velhos, digo semi-novos... [:cool:]

Lavava-os aspirava-os, polia, vendia, mudava calços e filtros, lampadas... contactava clientes e atendia os fornecedores estrangeiros e... ainda aturava os problemas conjugais do patrão... além disto ainda servi de bode expiatório... de desencaminhador do honesto patrão que tinha "más companhias"!

Tive que emigrar para a Polónia para receber mais e não aturar debiloídes...

Mas uma andorinha não faz a Primavera... [;)]
 
J.R. faço-o com todo o gosto, se bem que não existam grandes segredos para estes casos...

Farta de ser explorada no emprego (mas tinha de ser porque era o único que tinha naquele momento), com um patrão do género do aqui descrito, a minha namorada foi respondendo a alguns anúncios de jornal e inscreveu-se em agências de trabalho temporário. Mas só abandonou esse patrão depois de conseguir outro trabalho.

Pelo caminho tentava (e conseguiu) concluir a sua licenciatura, iniciada há cerca de 10 anos atrás mas que, por circunstâncias da vida que ainda hoje se reflectem - e vão continuar a reflectir - na sua vida pessoal (e, porque não dizê-lo, na nossa vida em comum), não conseguiu concluir em tempo útil.

Foi arranjando um trabalhinho aqui e ali... tipo 2 ou 3 meses e depois desemprego... e assim foi durante cerca de um ano, até que alguém decidiu apostar nela e deu-lhe um cargo que estaria destinado a alguém já possuidor de licenciatura (sorte...), quando a ela faltavam ainda duas ou três cadeiras.

Esse cargo era a trabalhar numa loja de uma conhecida cadeia de supermercados, com turnos e fins-de-semana... perto de Estarreja (quase 100 kms todos os dias) mas entretanto e por concurso interno ela já conseguiu dar um pulo dentro da empresa, aproveitando a conclusão do curso (sorte mais uma vez...). Trabalha agora mais perto de casa e pela 1ª vez em 7 anos de trabalho, tem um contrato sem termo, depois de - mais - 6 meses à experiência.

Não ganha nenhuma fortuna mas vai dando perfeitamente para os gastos.

Claro que em algumas ocasiões ela pôde contar com a minha ajuda e de alguns amigos. Só assim foi possível chegar onde chegou hoje, pois ela tem a cargo a mãe e o irmão (e ainda teve a avó) desde um divórcio muito conflituoso ocorrido há precisamente 7 anos atrás (eu ainda não namorava com ela). Teve, então de começar a fazer pela vida. E acreditem que o caminho não foi nada, nada fácil.

Por isso vejo aqui algumas semelhanças... neste caso não há filhos, mas há familiares a cargo; existe habitação e contas para pagar...

Isto passou-se no Porto, onde ainda vão havendo algumas - mas cada vez mais raras - oportunidades...

Por isso o conselho para a amiga do Bruno é que tenha muita paciência, continue a tentar (procurar) sempre e vá aguentando (como faz actualmente e certamente que por uma situação de necessidade) o emprego até virem melhores dias... desistir ou resignar-se é que nunca!

Existe pelo menos um segredo, que é o de não ter andado a lamentar-se pelos cantos, contra td e contra todos.
Ao invés esforçou-se para atingir a situação que tem agora.
Um bom exemplo
 
Claro que acontece em Portugal e em muito lado neste paraíso das bananas.

E também havemos de ter a nossa economia em todo igual às economias do norte da europa com empresas com as mesmas políticas salariais íncluidas...esperem sentados[:)]

Querem exemplos? Então eu conto.

Um compadre meu teve um acidente de moto ficando incapacitado para o trabalho durante 9 longos meses, nos primeiros 6 meses a empresa onde trabalha pagou-lhe o vencimento base por inteiro depois como está em Portugal mandou-o ir para a SS portuguesa, que paga 65% da renumeração de referência.

A empresa é Sueca, qualquer semelhança com as políticas laborais "tuga" é mesmo só em sonhos. I rest my case!
 
J.R. faço-o com todo o gosto, se bem que não existam grandes segredos para estes casos...
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mas entretanto e por concurso interno ela já conseguiu dar um pulo dentro da empresa, aproveitando a conclusão do curso (sorte mais uma vez...).
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Por isso o conselho para a amiga do Bruno é que tenha muita paciência, continue a tentar (procurar) sempre e vá aguentando (como faz actualmente e certamente que por uma situação de necessidade) o emprego até virem melhores dias... desistir ou resignar-se é que nunca!

EXCELENTE.
Mas a sorte procura-se.
Excelente testemunho.
 
Confesso que apenas li alguns dos posts, por isso não sei se alguém já falou neste caso.
Depois temos o lado do empresário, tenho conhecimento profundo do seguinte caso.
Um caso em que uma empregada, na casa à 3 anos, e o empresário com muita vontade de a despedir, uma vez que só este ano já é a 3ª vez que mete baixa. Mas devido às leis laborais deste país se a despedirem, mesmo com justa causa, têm que lhe pagar indemnização, e como já tem 3 anos de casa, não é tão baixa quanto isso.
Por isso há de tudo.
Bem sei que a situação da tua amiga é dificil, e que esse Empresário a está a explorar, mas por vezes também temos que nos por do outro lado.

Tás a brincar, certo?!
 
eu pago isso por meio dia de trabalho .
e tive que arranjar uma emigrante , e foi uma carga de trabalhos

Ah pois, mas ai é diferente, é para trabalhar, esforço físico e tal, isso é chato, ninguém quer, agora 10horas num shoping sentados entre outros, isso sim, é o que se quer...
 
Ah pois, mas ai é diferente, é para trabalhar, esforço físico e tal, isso é chato, ninguém quer, agora 10horas num shoping sentados entre outros, isso sim, é o que se quer...

Fazes alguma ideia do que é trabalhar numa loja de roupa?
Fazes ideia do que se faz lá ou achas mesmo que se está sempre sentado á espera dos clientes?
FIFO, LIFO, custo médio ponderado, gestão e organização de stocks, fecho de caixa, arrumar o que as pessoas desarrumam (e acredita que é muito...vidé Zara's, Bershka's e afins...)....dizem-te alguma coisa? :)
 
Última edição:
Infelizmente, maus empresários há às carradas.
Os empregados muitas vezes conformam-se e não fazem o que devia: denúnciar o caso à IGT.
 
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