Metade dos empresários portugueses concluiu no máximo o ensino secundário.

330i acabaste de ser adicinado a loista de alvos a abater pelo nthor .[:D][:)][:D][:)][:D][:)][:D][:)]

não sei se reparas-te que és um privilegado e que temes a perda dos teus privilegios!

irreal [:D]
 
o rapaz demoasmo 2 anos a juntar os 5000 €
E foi em 2003

E paguei tudo do meu bolso ate os estudos ve la tu.

e gajos com a tua mentalidade não são concorrentes capazes de competir comigo.
Num mercado aberto um gajo como tu não tem a minima hipotese contra mim, não tenhas minima duvida disso[:D]


Haja modéstia...
 
330i acabaste de ser adicinado a loista de alvos a abater pelo nthor .[:D][:)][:D][:)][:D][:)][:D][:)]

não sei se reparas-te que és um privilegado e que temes a perda dos teus privilegios!

irreal [:D]
Eu não tenho alvos a abater, nem listas, lamento que vejas as coisas assim.

Privilegiados somos todos, ainda hoje o meu filho do meio me dizia que os meninos em África são transparentes, pq lá é só guerra e fome e ninguém vê ou faz nada.

Se ele com seis anos consegue perceber já certas coisas, acho que ainda há esperança para ti [;)].
 
É lá, o que por aqui vai... [:D] [:D]

Como já se disse, não é preciso ser licenciado para se ser empresário, político, competente, trabalhador, honesto and so.

Portugal, comparado com outros Países e mantendo a proporcionalidade da escolaridade, terá nos seus empresários um nível de formação equivalente.

Acho que agora, como é mais fácil tirar um curso (ver caso da Independente e do nosso Primeiro...), não ter uma licenciatura antes de se lançar na vida é uma má opção. Mas nas gerações anteriores não havia este acesso que hoje há a uma formação superior.

Portanto, se a intenção é de denegrir a classe empresarial, não considero que se tenha conseguido. E ainda por cima, lá nos Países do Norte, as classes dominantes têm um menor nível de licenciaturas, proporcionalmente claro. São as vicitudes da Social Democracia. [:cool:]
 
Bem, isto ainda dura?...[:D]

Agora a sério, o problema da análise destas questões tem, do que se tem visto, assentado numa visão relativa das mesmas, designadamente porque a análise tende a ser feita de forma extensiva e a tomar-se, de novo, o todo pela parte!

Na verdade (bons) exemplos como o do pmct, entre outros e só para dar um exemplo, não são assim tão comuns e não se encontram por aí com facilidade. Gente que, como ele, se formou mas não parou depois disso na sua procura de saber e atitude não é assim tão comum na sociedade portuguesa, daí, também, vermos amiúde as empresas fecharem mais frequentemente do que se pretendia.

E, sim, a formação é indispensável para a produtividade, evidentemente, mas para a visão mais abrangente e estratégica num mercado que se quer cada vez mais competitivo. Empresários brilhantes, como o Xavier de Lima, humildes em formação, são raros e não são demonstradores de uma realidade. De facto a formação, a preparação necessária para vencermos, todos, o desafio dos tempos que aí vêm tem, obrigatoriamente, de passar pela valorização da mão de obra, mas, também, pela valorização da classe empresarial. Não tenhamos dúvidas.

Louvar a tenacidade de empresários de outros tempos não é incorrecto, mas esses tempos passaram e os presentes precisam também de empresários com valia, com saber e formação de base que lhes permita a assertividade deste novo mercado, exigência que eles próprios, e bem, também fazem aos seus empregados, querendo, como é natural, o melhor nas suas empresas!

É lá, o que por aqui vai... [:D] [:D]

Como já se disse, não é preciso ser licenciado para se ser empresário, político, competente, trabalhador, honesto and so.

Portugal, comparado com outros Países e mantendo a proporcionalidade da escolaridade, terá nos seus empresários um nível de formação equivalente.

Acho que agora, como é mais fácil tirar um curso (ver caso da Independente e do nosso Primeiro...), não ter uma licenciatura antes de se lançar na vida é uma má opção. Mas nas gerações anteriores não havia este acesso que hoje há a uma formação superior.

Portanto, se a intenção é de denegrir a classe empresarial, não considero que se tenha conseguido. E ainda por cima, lá nos Países do Norte, as classes dominantes têm um menor nível de licenciaturas, proporcionalmente claro. São as vicitudes da Social Democracia. [:cool:]
Se fosse, mas não é! Já por cá disse que a maior parte dos meus familiares são empresários! [:cool:]
 
Pé Leve, então fui eu que interpretei mal algumas intervenções aqui neste tópico. Também o li à pressa e peço as minhas mais humildes desculpas por qualquer interpretação abusiva da minha parte.




Que nota é que tiraste a Matemática? Tens tomates para sair da FP e começar uma Empresa do zero? Queres competir comigo? [:)] [:D] [:)] [:p]
 
330i acabaste de ser adicinado a loista de alvos a abater pelo nthor .[:D][:)][:D][:)][:D][:)][:D][:)]

não sei se reparas-te que és um privilegado e que temes a perda dos teus privilegios!

irreal [:D]
Não deves colocar esses desafios ao Nthor. É injusto.

Ele não frequentou as boas escolas como tu, não tem os conhecimentos que tu tens (ena, Ministros, é?...), não teve os apoios que tu tens, enfim. Ele é um desfavorecido nato. Em Inglês seria: Born desfavorecido.

Além disso, eles despreza as pessoas que estão bem de vida. Portantos, por muito que tu faças, por tanto que te mexas, para ele isso não tem valor.

É a única forma de ele se sentir bem com o que é. [:cool:]
 
Pé Leve, então fui eu que interpretei mal algumas intervenções aqui neste tópico. Também o li à pressa e peço as minhas mais humildes desculpas por qualquer interpretação abusiva da minha parte.




Que nota é que tiraste a Matemática? Tens tomates para sair da FP e começar uma Empresa do zero? Queres competir comigo? [:)] [:D] [:)] [:p]
Se um dia se me deparar com essa necessidade não tenho problemas nenhuns em mudar! Para já, como calculo que seja contigo, a minha aposta de carreira foi neste sentido e já dura há mais de duas décadas, de modo que o meu investimento está, para já, "controlado"! Para além do mais a minha carreira é altamente especializada e tanto trabalho cá como em qualquer país da UE na minha área. Serei mesmo um dos privilegiados da FP após estas convulsões... [:p] [;)]

Mudar só por mudar não faz sentido! Até porque, no meu caso, a actualização e aposta na valorização não cessaram e todos os anos faço, pelo menos, uma boa meia dúzia de especializações, especialmente leccionadas pelos melhores especialistas, nacionais e alguns estrangeiros, na minha área... [;)]

Se um dia houver que mudar possuo valências que têm muita procura fora da FP![:cool:]
 
Não entendo pq achas que entenderia ser uma provocação, afinal numa conversa trocam-se ideias e aprende-se ou ensina-se, sei que há pessoas que se ofendem com o que defendo e fincam agarrados a sua ideia sentindo-se atacados. É pena mas é uma amostra da sociedade e do medo que as pessoas tem (natural alias) de perderem privilégios.

Não é muito boa ideia é ficarem bloqueados quando lhes apresentam algo novo e diferente.


Tb "vejo" no vosso receio por se sentirem ameaçados por um mundo mais justo e diferente.

Não percebo essa da "carga negativa", sei que conceitos como liberdade, respeito, igualdade e justiça possam ser uma afronta a certos sectores agarrados de pedra e cal a privilégios e condições das quais se consideram merecedores por "direito divino", sei que a ignorância a que se tem forçado a população perpetua essa condição dos eleitos, mas quanto muito será carga positiva.

.

Pensava que isto já tinha acabado, mas afinal continua em alta.

Nthor, tu acreditas mesmo naquilo que escreves?

É que o unico que eu vejo aqui, a sentir-se ameaçado, és tu.
 
É uma desfavorecida... Coitadinha como eu...[:p]
Não, nada disso.

Qualquer comparação entre de ti e a tua situaçõa com a minha mãe será no mínimo delirante.

Ela pertence a uma classe que não teve opção em ser ou não FP. Na altura o Estado era o grande e único empregador para a prática da Medicina. [:cool:]

Agora, fica até ao fim.
 
Não percebo essa da "carga negativa", sei que conceitos como liberdade, respeito, igualdade e justiça possam ser uma afronta a certos sectores agarrados de pedra e cal a privilégios e condições das quais se consideram merecedores por "direito divino", sei que a ignorância a que se tem forçado a população perpetua essa condição dos eleitos, mas quanto muito será carga positiva..

Olha uma descrição da Função Pública em Portugal...


E eu até não me importava que voces os tivessem, não fosse ser eu, e os restantes elementos do privado, a paga-los. Mas que este país é uma vergonha, já se sabia.
 
Não, nada disso.

Qualquer comparação entre de ti e a tua situaçõa com a minha mãe será no mínimo delirante.

Ela pertence a uma classe que não teve opção em ser ou não FP. Na altura o Estado era o grande e único empregador para a prática da Medicina. [:cool:]

Agora, fica até ao fim.
Ora nem mais!... [;)]
 
[BE Mode]

O que se devia fazer era acabar com todos os empresarios deste pais.
Essa cambada de chulos, ladrões e exploradores.
Fechava-se as empresas, que só servem para comprar carros de alta cilindrada e almoços.

Claro, os empregados ia todos para o desemprego mas isso era o menos.
Assim não se podiam queixar de serem explorados por patrões sem estudos que só sabem explorar os empregados.

Bem que aqueles que iam para o desemprego mas tem estudos poderiam abrir as suas proprias empresas, mas assim lá se iam tornar tambem eles empresarios.
 
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