Metade dos empresários portugueses concluiu no máximo o ensino secundário.

Empresários a aposta é o seguinte:

Em igualdade de circunstâncias com os FPs, mas não vale batotas, artimanhas e burlas, porque vocÊs só se safam com essas maningâncias...

É que sem burlas e a pagarem o que é devido iam logo à falência...

Ah pois é...


LOOOOOOLLL


estas a insinuar que eu não pago o que é devido?


se fossemos todos a falencia morrias a fome, ou pensas que te ficavas a rir ?
 
estas a insinuar que eu não pago o que é devido?


se fossemos todos a falencia morrias a fome, ou pensas que te ficavas a rir ?

A maioria destes posts, revelam uma ignorancia confrangedora, sobre a carga fiscal que é exercida neste país sobre as empresas, e é pena porque se a ignorancia nao fosse tamanha, o respeito e admiraçao por todos os "analfabetos" empresarios que vão gerando riqueza e postos de trabalho, (num país onde o indice de produtividade, está ao nivel da America Latina), talvez fosse diferente...
 
A maioria destes posts, revelam uma ignorancia confrangedora, sobre a carga fiscal que é exercida neste país sobre as empresas, e é pena porque se a ignorancia nao fosse tamanha, o respeito e admiraçao por todos os "analfabetos" empresarios que vão gerando riqueza e postos de trabalho, (num país onde o indice de produtividade, está ao nivel da America Latina), talvez fosse diferente...

não para este pessoal os empresarios são uns vampiros, e as empresas uma seita de adoração do demo.
enfim
 
A maioria destes posts, revelam uma ignorancia confrangedora, sobre a carga fiscal que é exercida neste país sobre as empresas, e é pena porque se a ignorancia nao fosse tamanha, o respeito e admiraçao por todos os "analfabetos" empresarios que vão gerando riqueza e postos de trabalho, (num país onde o indice de produtividade, está ao nivel da America Latina), talvez fosse diferente...

Pela lógica de muitos daqui mais vale um licenciado atado que um não formado empreendedor.

Mas ainda nenhum dos que critica me disse o curso que tem e empresa que criou.
 
A maioria destes posts, revelam uma ignorancia confrangedora, sobre a carga fiscal que é exercida neste país sobre as empresas,
"Gostava de ver" as empresas nacionais a sofrer a carga fiscal que é aplicada as empresas dos países do norte da Europa.

Mas ainda bem que por cá os impostos são mais baixos, mas nem assim os vencimentos pagos correspondem.


e é pena porque se a ignorancia nao fosse tamanha, o respeito e admiraçao por todos os "analfabetos" empresarios que vão gerando riqueza e postos de trabalho,
Pois, pena que a ignorancia tb não deixe ver que sem força de trabalho a riqueza produzida pelas empresas não existiria.

[ironic mode on]mas ainda bem que as empresas sabem reconhecer o esforço dos seus colaboradores e os recompensam de acordo com o esforço[ironic mode off]


(num país onde o indice de produtividade, está ao nivel da America Latina), talvez fosse diferente...
Num país que ficou parado no tempo e onde investimento em tecnologia e conhecimento é visto como despesa é natural estar ao nível da América latina e até é de espantar não estarmos pior, não fora o espírito crédulo do Português que trabalha sem meios, tantas horas e mal pago sem reclamar ou talvez fosse diferente...






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"Gostava de ver" as empresas nacionais a sofrer a carga fiscal que é aplicada as empresas dos países do norte da Europa.


sera mesmo ?


A carga fiscal sobre as pessoas e as empresas tem vindo a aumentar em Portugal, atingindo 37% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2003, mas ainda abaixo do praticado em média nos 25 países da União Europeia.

Segundo um estudo divulgado ontem pelo Eurostat, a carga fiscal média (peso dos impostos e das contribuições para a Segurança Social no PIB) na UE era de 40,3% em 2003, abaixo dos 40,5% verificados em 1995. Em Portugal registou-se um movimento inverso, com um agravamento de 33,6% para 37%. (3% de diferença big deal)

Este peso dos impostos sobre a economia já deverá ser superior em Portugal, pois ocorreram vários aumentos de impostos no nosso país, o último dos quais este ano, com a subida da taxa máxima do IVA de 19% para 21%.

De acordo com o estudo "Estruturas dos sistemas de tributação na UE", publicado pela instituição responsável pelas estatísticas europeias, o país do espaço comunitário que registou a maior carga fiscal global foi a Suécia (50,8%), enquanto a Lituânia foi o país que apresentou o valor inferior (28,5%). (de facto na suecia paga-se mais 13% que em PT)

A carga fiscal total consiste na relação entre a totalidade de impostos e descontos para a segurança social e o PIB. O Eurostat apresenta também as "taxas de imposto implícitas" (TII), que medem a carga fiscal média imposta a diferentes tipos de rendimentos ou actividades económicas, nomeadamente no capital, no consumo e no trabalho assalariado.

Quanto à TII sobre o capital - os impostos retirados das poupanças e dos investimentos feitos pelas famílias e pelas sociedades - Portugal destaca-se com 32,6%, sete valores acima da média europeia (25,4%), obtendo o terceiro maior resultado. (afinal nos rendimento de capital tao criticados ate somos os maiores a taxar tsst )

Portugal obteve uma taxa de imposição implícita sobre o consumo - a despesa de consumo final das famílias dentro do território económico - de 20%, inferior à media da UE em dois valores.

O valor português da TII do trabalho - que mede os impostos do montante total das remunerações dos assalariados - avaliado em 33,7%, manteve-se também perto da média europeia (35,9%). Segundo o Eurostat, Portugal apresenta uma taxa legal máxima de imposição sobre o rendimento das pessoas - a taxa de impostos sobre a fracção do rendimento mais elevado, sem taxas adicionais - de 40%, um valor inferior ao da média da União Europeia.

Relativamente à taxa legal efectiva máxima sobre o rendimento das sociedades, que reflecte a taxa de imposição real que tem em conta as taxas adicionais e os impostos locais médios, Portugal apresenta um valor de 27,5%, enquanto a média europeia se fica pelos 26,3%, mas está abaixo dos 30,3% de média da zona euro. afinal as empresas tugas pagam mais que a media dos 25 e um cadinho menos que a media da zona euro


bem me parecia
 
Pela lógica de muitos daqui mais vale um licenciado atado que um não formado empreendedor.

Mas ainda nenhum dos que critica me disse o curso que tem e empresa que criou.
Respondendo ao repto, eu tou a tirar o curso de gestão de empresas na Católica... ou pelo menos a tentar. Desleixei-me um pouco nos últimos anos.

O meu pai é não tirou nenhum curso porque não pôde, mas tem umas poucas empresas do ramo da restauração e directa e indirectamente (porque nalgumas das empresas tem associados) deve garantir uns 50 empregos a pessoas que têm as mesmas ou mais oportunidades de subir na vida que ele teve.

O mesmo vale para a minha a mãe embora em menor escala, pois tem o seu negócio mais modesto e menos espirito empreendedor, o seu verdadeiro (e imenso) talento é na cozinha, mas ainda assim garante 6 a 7 empregos neste país.

Ambos começaram com uma mão à frente e uma atrás, e hoje em dia para além disto tudo ambos me garantem uma boa vida, bem como aos meus irmãos.

Estranho tópico para lhes fazer uma homenagem, mas aqui fica, afinal de contas é de gente assim que a notícia trata e quando eu tiver o meu canudo daqui a um ano se deus quiser, sei que para valer 1/10 do que eles valem ainda tenho que comer muita sopinha [;)]
 
"Gostava de ver" as empresas nacionais a sofrer a carga fiscal que é aplicada as empresas dos países do norte da Europa.

Mas ainda bem que por cá os impostos são mais baixos, mas nem assim os vencimentos pagos correspondem.


Pois, pena que a ignorancia tb não deixe ver que sem força de trabalho a riqueza produzida pelas empresas não existiria.

[ironic mode on]mas ainda bem que as empresas sabem reconhecer o esforço dos seus colaboradores e os recompensam de acordo com o esforço[ironic mode off]


Num país que ficou parado no tempo e onde investimento em tecnologia e conhecimento é visto como despesa é natural estar ao nível da América latina e até é de espantar não estarmos pior, não fora o espírito crédulo do Português que trabalha sem meios, tantas horas e mal pago sem reclamar ou talvez fosse diferente...



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Permite-me a pergunta Nthor (e nao pretendo provocar..) Mas em que país vives?
o pmct, ja respondeu á maioria destas questoes, por isso, para alem da que ja te coloquei, já alguma vez construiste, ou tentaste construir, ou contribuir com algo que acrescente valor para a sociedade em que vives? e sentir o retorno? e veres resultados e consequencias á tua volta?
porque essa carga negativa?
 
Respondendo ao repto, eu tou a tirar o curso de gestão de empresas na Católica... ou pelo menos a tentar. Desleixei-me um pouco nos últimos anos.

O meu pai é não tirou nenhum curso porque não pôde, mas tem umas poucas empresas do ramo da restauração e directa e indirectamente (porque nalgumas das empresas tem associados) deve garantir uns 50 empregos a pessoas que têm as mesmas ou mais oportunidades de subir na vida que ele teve.

O mesmo vale para a minha a mãe embora em menor escala, pois tem o seu negócio mais modesto e menos espirito empreendedor, o seu verdadeiro (e imenso) talento é na cozinha, mas ainda assim garante 6 a 7 empregos neste país.

Ambos começaram com uma mão à frente e uma atrás, e hoje em dia para além disto tudo ambos me garantem uma boa vida, bem como aos meus irmãos.

Estranho tópico para lhes fazer uma homenagem, mas aqui fica, afinal de contas é de gente assim que a notícia trata e quando eu tiver o meu canudo daqui a um ano se deus quiser, sei que para valer 1/10 do que eles valem ainda tenho que comer muita sopinha [;)]

Pela lógica de muitos que aqui falam o teu pai e a tua mãe deviam era ter ficado no canto deles e deixado a actividade empreendedora para que é licenciado.. [:vm)]

Como disse estou a tirar eng. mecânica, acabo daqui a muito pouco tempo, e o meu pai que se estabeleceu por conta própria até me poderia dar uma força para juntos aumentar o que existe. Porém como dizes não sou 1/10 do meu pai, pelo menos para já não me vejo a assim.

Antes de mais parabéns aos teus pais e espero que sigas as suas pisadas [;)]
 
Respondendo ao repto, eu tou a tirar o curso de gestão de empresas na Católica... ou pelo menos a tentar. Desleixei-me um pouco nos últimos anos.

O meu pai é não tirou nenhum curso porque não pôde, mas tem umas poucas empresas do ramo da restauração e directa e indirectamente (porque nalgumas das empresas tem associados) deve garantir uns 50 empregos a pessoas que têm as mesmas ou mais oportunidades de subir na vida que ele teve.

O mesmo vale para a minha a mãe embora em menor escala, pois tem o seu negócio mais modesto e menos espirito empreendedor, o seu verdadeiro (e imenso) talento é na cozinha, mas ainda assim garante 6 a 7 empregos neste país.

Ambos começaram com uma mão à frente e uma atrás, e hoje em dia para além disto tudo ambos me garantem uma boa vida, bem como aos meus irmãos.

Estranho tópico para lhes fazer uma homenagem, mas aqui fica, afinal de contas é de gente assim que a notícia trata e quando eu tiver o meu canudo daqui a um ano se deus quiser, sei que para valer 1/10 do que eles valem ainda tenho que comer muita sopinha [;)]


espero dizer-te "bem vindo ao clube" quando acabares o curso, retive do teu post o teu ultimo paragrafo, é uma lufada de ar fresco (depois de ler tanta "asneira e ignorancia") ver um jovem e futuro gestor, reconhecer a mais valia dos "analfabetos empresarios" que aqui se crucificam pelos "doutos" geradores de produtividade neste país (!!!)
haja pachorra!!!
 
Eu sei que sim.

Tens de começar a pagar formação.

mas eu pago formação.
normalmente acordo com ele o financiamento da formação dele.
não lha dou adianto~lhe o dinheiro por assim dizer.
o problema é que em 100 ha meia duzia capaz e com bagagem para aproveita a formação !
 
Bem, isto ainda dura?...[:D]

Agora a sério, o problema da análise destas questões tem, do que se tem visto, assentado numa visão relativa das mesmas, designadamente porque a análise tende a ser feita de forma extensiva e a tomar-se, de novo, o todo pela parte!

Na verdade (bons) exemplos como o do pmct, entre outros e só para dar um exemplo, não são assim tão comuns e não se encontram por aí com facilidade. Gente que, como ele, se formou mas não parou depois disso na sua procura de saber e atitude não é assim tão comum na sociedade portuguesa, daí, também, vermos amiúde as empresas fecharem mais frequentemente do que se pretendia.

E, sim, a formação é indispensável para a produtividade, evidentemente, mas para a visão mais abrangente e estratégica num mercado que se quer cada vez mais competitivo. Empresários brilhantes, como o Xavier de Lima, humildes em formação, são raros e não são demonstradores de uma realidade. De facto a formação, a preparação necessária para vencermos, todos, o desafio dos tempos que aí vêm tem, obrigatoriamente, de passar pela valorização da mão de obra, mas, também, pela valorização da classe empresarial. Não tenhamos dúvidas.

Louvar a tenacidade de empresários de outros tempos não é incorrecto, mas esses tempos passaram e os presentes precisam também de empresários com valia, com saber e formação de base que lhes permita a assertividade deste novo mercado, exigência que eles próprios, e bem, também fazem aos seus empregados, querendo, como é natural, o melhor nas suas empresas!
 
Pago TUDO aquilo que devo.. desconto aquilo que ganho e não devo nada a ninguém e ainda damos emprego a 6 pessoas...

Se cada português conseguisse fazer isto, não haveria desemprego... [;)]

E se me sinto orgulhoso ?? Claro... luto por isso...

Se a empresa falir são mais 6 para o desemprego...
 
Permite-me a pergunta Nthor (e nao pretendo provocar..)
Não entendo pq achas que entenderia ser uma provocação, afinal numa conversa trocam-se ideias e aprende-se ou ensina-se, sei que há pessoas que se ofendem com o que defendo e fincam agarrados a sua ideia sentindo-se atacados. É pena mas é uma amostra da sociedade e do medo que as pessoas tem (natural alias) de perderem privilégios.

Não é muito boa ideia é ficarem bloqueados quando lhes apresentam algo novo e diferente.


Mas em que país vives?
Agora vivo neste Portugal mas gostava muito de viver num Portugal melhor [;)].


o pmct, ja respondeu á maioria destas questoes, por isso, para alem da que ja te coloquei, já alguma vez construiste, ou tentaste construir, ou contribuir com algo que acrescente valor para a sociedade em que vives?
Faço-o todos os dias, quer no trabalho quer em casa ou até aqui no fórum [;)]


e sentir o retorno?
A trabalhar neste pais é difícil ver retorno do trabalho efectuado, mas tenho como lema, tentar, tentar e voltar a tentar.


e veres resultados e consequencias á tua volta?
Ah isso vejo, vejo nos meus filhos, no rosto da minha esposa, nos amigos com quem lido.

Tb "vejo" no vosso receio por se sentirem ameaçados por um mundo mais justo e diferente.

porque essa carga negativa?
Carga negativa? Por salientar o que preferem ocultar? Por defender a justiça e a liberdade, o respeito e a igualdade?

Não percebo essa da "carga negativa", sei que conceitos como liberdade, respeito, igualdade e justiça possam ser uma afronta a certos sectores agarrados de pedra e cal a privilégios e condições das quais se consideram merecedores por "direito divino", sei que a ignorância a que se tem forçado a população perpetua essa condição dos eleitos, mas quanto muito será carga positiva.

Sei que posso parecer demasiado aguerrido, mas isso é o resultado de uma vida de trabalho e de, fora do que é habitual, não aderir aos habituais "opio de massas" o que me permite usar o cérebro para outras coisas.






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é preferivel um auto-didacta ou desenrasca empregador, do que um licenciado acomodado


Como disse, desde que o auto-didacta ou desenrasca, estejam preparados e saibam o que vão fazer, até concordo. Há empregadores que sem formação superior mas com conhecimentos e formação adequada, previamente obtidos, conseguem às vezes bons resultados.
Agora o "xico-esperto" que se julga o supra-sumo da barbatana, que tem apenas o argumento do €, não será corajoso nem inteligente por certo...

Mas o estado do nosso tecido empresarial, sendo reflexo de quem lidera cada uma das empresas que compõe esse mesmo tecido, mostra que se calhar faz mesmo falta outro tipo de formção nos nossos empresários -temos um tecido empresarial composto maioritariamente por micro, pequenas e (algumas) médias empresas - tecnologicamente dependentes, c/ mão de obra pouco especializada e com baixos níveis de formação, c/ pouca iniciativa na modernização ou inovação, etc.

É assim que queremos ser competitivos?

Qt aos licenciados, não posso estar mais de acordo contigo.
Agora, onde estão as oportunidades para eles? Onde está o entrosamento entre Universidades, Empresas e Governo de modo a formar adequadamente face ás necessidades das empresas? Estágios dignos e que valorizem o finalista? etc? Nada.
As empresas temem em contratar licenciados com receio do possível salário exigido, com receio das expectativas dum licenciado que possa daqui a uns meses estar à procura de melhor e sair...no fundo com receio da mudança.
Isso é que é triste e parte de alguns auto-didactas e desenrascas, que são e serão maus empregadores e maus empresários.
 
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