"Gostava de ver" as empresas nacionais a sofrer a carga fiscal que é aplicada as empresas dos países do norte da Europa.
sera mesmo ?
A carga fiscal sobre as pessoas e as empresas tem vindo a aumentar em Portugal, atingindo 37% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2003, mas ainda abaixo do praticado em média nos 25 países da União Europeia.
Segundo um estudo divulgado ontem pelo Eurostat, a carga fiscal média (peso dos impostos e das contribuições para a Segurança Social no PIB) na UE era de 40,3% em 2003, abaixo dos 40,5% verificados em 1995. Em Portugal registou-se um movimento inverso, com um agravamento de 33,6% para 37%.
(3% de diferença big deal)
Este peso dos impostos sobre a economia já deverá ser superior em Portugal, pois ocorreram vários aumentos de impostos no nosso país, o último dos quais este ano, com a subida da taxa máxima do IVA de 19% para 21%.
De acordo com o estudo "Estruturas dos sistemas de tributação na UE", publicado pela instituição responsável pelas estatísticas europeias, o país do espaço comunitário que registou a maior carga fiscal global foi a Suécia (50,8%), enquanto a Lituânia foi o país que apresentou o valor inferior (28,5%).
(de facto na suecia paga-se mais 13% que em PT)
A carga fiscal total consiste na relação entre a totalidade de impostos e descontos para a segurança social e o PIB. O Eurostat apresenta também as "taxas de imposto implícitas" (TII), que medem a carga fiscal média imposta a diferentes tipos de rendimentos ou actividades económicas, nomeadamente no capital, no consumo e no trabalho assalariado.
Quanto à TII sobre o capital - os impostos retirados das poupanças e dos investimentos feitos pelas famílias e pelas sociedades - Portugal destaca-se com 32,6%, sete valores acima da média europeia (25,4%), obtendo o terceiro maior resultado.
(afinal nos rendimento de capital tao criticados ate somos os maiores a taxar tsst )
Portugal obteve uma taxa de imposição implícita sobre o consumo - a despesa de consumo final das famílias dentro do território económico - de 20%, inferior à media da UE em dois valores.
O valor português da TII do trabalho - que mede os impostos do montante total das remunerações dos assalariados - avaliado em 33,7%, manteve-se também perto da média europeia (35,9%). Segundo o Eurostat, Portugal apresenta uma taxa legal máxima de imposição sobre o rendimento das pessoas - a taxa de impostos sobre a fracção do rendimento mais elevado, sem taxas adicionais - de 40%, um valor inferior ao da média da União Europeia.
Relativamente à taxa legal efectiva máxima sobre o rendimento das sociedades, que reflecte a taxa de imposição real que tem em conta as taxas adicionais e os impostos locais médios,
Portugal apresenta um valor de 27,5%, enquanto a média europeia se fica pelos 26,3%, mas está abaixo dos 30,3% de média da zona euro. afinal as empresas tugas pagam mais que a media dos 25 e um cadinho menos que a media da zona euro
bem me parecia