Curiosidades sobre marcas de automóveis

citação:Originalmente colocada por blindness2005

Ah, e a razão da existência da grade já foi dita e confirmo que está correcta, ou seja, permite que o vento não faça pressão sobre o tabuleiro suspenso, permitindo assim uma maior segurança para a ponte, evitando esta de abanar em demasia.

Relativamente à segurança em caso de sismos, eu não sou engenheiro civil e muito menos entendo muito sobre construção civil, mas arrisco que a grade traga beneficios a esse nível. Para já penso que a ponte assim fica mais leve do que se fosse tudo fechado com asfalto. Em caso de sismo o asfalto quebra. Quanto muito vai abaixo e fica a estrutura metálica, incluíndo a grade, que deverão ser as mais resistentes e as últimas a caír. Quais são por exemplo os edificios que são mais à prova de sismos? O que os mantém em pé? Acham que é apenas o betão? ou será que o betão não passa apenas de um reforço, um enchimento e um acabamento da construção?! Não serão aqueles que "esqueletos" de ferros e pilares de ferro (bem feitos, claro! Mas em Portugal infelizmente nem sempre as normas são cumpridas!) que erguem e seguram a construção para que ela não caia? Mas atenção! Isto que eu estou a dizer é o que eu acho! Não tenho certezas do que digo!

As grades são devido ao vento cmo ja foi aqui referido, com uma pequena pesquisa na net vao encontrar um video fabuloso sobre a 1ª ponte sobre a baía de s.francisco q começoe a oscilar e desfez-se cmo se fosse feita de tecido, este é um video do inicio do século passado.verdadeiramente do outro mundo.
 
E uma daquelas dúvidas que nenhum de vocês pensava que ainda houvesse alguém que a tivesse (nunca me atrevi a colocá-la mas aproveito o tópico).

Vocês designam o medidor da massa do ar dos motores VW TDi por "MAF". Porquê ? É medidor de ar fresco ? Massa do ar.. ? O que é que quer dizer ? [8)]
 
citação:Originalmente colocada por Nightlord_CTR

Não sou assim tão velho, mas lembro-me perfeitamente (parece o anúncio do Continente) da Ponte ter apenas 4 faixas, com separador central e SEM faixas reversíveis.

Não havia nenhuns semáforos...nada, era 2 faixas para cada lado e tá a andar -> aliás lembro-me por exemplo de ter as casas de portagem no sentido Norte-Sul (no mesmo local onde estão mas no outro sentido -> lembro-me que foram mudadas porque as filas para pagar paravem em cima da ponte o que gerava sobrecarga na mesma!!!)

Depois e por causa do excessivo trânsito, criou-se 1 faixa mais...apenas retirando o separador (não houve obras de grande monta), essa é que era reversível com sinais -> a conhecida noiva, por ser pintada de branco -> grande perigo, com traços continuos apenas e sem separadores com tudo ali a circular pertinho.

Só com as obras de reforço para o comboio é que se alargou um pouco o tabuleiro e voltou-se a ter separador central e 6 faixas para cada lado.

SEM faixas reversíveis.

Negativo, com faixas reversiveis e com semáforos ( vermelho e verde ) colocados sobre as faixas de rodagem ( ainda hoje lá estão para quem queira observar e cumprir e continuam , desde que se queira a ser vias de sentido reversível
As faixas de sentido reversível, eram as da esquerda, sentido norte/sul ou inverso.
Se por exemplo a faixa reversível aberta era no sentido norte/sul, o acesso era feito junto do acesso de Alcântara imediatamente antes de se entrar no viaduto de acesso á ponte, e finalizava na praça da portagem.

Não havia nenhuns semáforos...nada, era 2 faixas para cada lado e tá a andar -> aliás lembro-me por exemplo de ter as casas de portagem no sentido Norte-Sul (no mesmo local onde estão mas no outro sentido

Pois,...a memória é curta e ou a idade, pois existia portagem nos dois sentidos, só muito mais tarde tendo-se optado por colocar portagens num só sentido ( N/S )

gerava sobrecarga na mesma!!!)

Negativo, o motivo prendia-se com a zona envolvente dos acessos á ponte, em que ficava tudo congestionado dentro de Lisboa

(não houve obras de grande monta)

Poderão não ter sido obras de grande monta, mas duraram cerca de 10 meses, porque ao mesmo tempo decorriam obras de conservação não periódica na ponte
 
citação:Originalmente colocada por blindness2005

citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

citação:Originalmente colocada por blindness2005

Quanto à ponte 25 de Abril e, para que não haja mais dúvidas e confusões, configuração inicial das faixas era de 4, sendo 2 para cada lado (sei que já foi referido aqui) e que a faixa da esquerda era de grade, incluíndo o separador central.

A ponte foi projectada com possibilidade de aumentar o nº de faixas como também a adição de uma travessia ferroviária (que todos sabemos que acabou por ser concretizada). Mais tarde (não sei precisar quando exactamente), penso que nos anos 80, foi retirado o separador central (que tinha bastante espaço para criar uma faixa) e criada a faixa como via reversível. A grade nessa altura não foi alterada.

Depois houve novamente alterações, retirando a faixa central, adicionando outra faixa aproveitando as laterais que tinham bastante espaço para o efeito e adicionando um estreito separador central. Estas alterações são as que ficaram até ao momento como nós conhecemos, ou seja, 6 faixas ao todo sendo 3 para cada lado, a da esquerda com grade, a do meio em asfalto, ficando com metade da grade enchida com asfalto e aquela imperfeição que a meu ver é incómoda e desgastante para os pneus. Se repararem a faixa da direita apanha um pouco de grade que também foi enchida/tapada com asfalto, pois as laterais eram feitas em parte com a grade.

Mas ao contrário do que o Lostfan disse esta última configuração não tem nem 5 nem 6 anos!!! [:0] Longe disso! [:p] Não sei há quantos anos foi alterada, mas de certeza que bem mais do que 6. Eu acho que ele fez confusão com as obras do comboio! Essas sim, foram feitas à 6 anos e as faixas para os carros já tinham esta configuração actual! [:p]

Eu sempre morei em Almada e para ir de carro para Lisboa passei montes de vezes na ponte durante os meus 32 anos de vida! Portanto conheço bem a história da ponte desde que me conheço a andar nela e, como tal, sei bem o que estou para aqui a dizer! [:p]

Capiche??? [|)]



Vamos lá por os pontos nos is;)

1 - A ponte de inicio já tinha vias reversiveis ( quando foi inaugurada ( 6 de Agosto de 1966 ), era a única via em Portugal que tinha vias reversiveís e radares fixos )

2 - Quando se retirou o separador central, a largura das vias foram reduzidas para que houvesse a possibilidade de haver 5 faixas, a chamada 5ª faixa, obteve a alcunha de noiva

3 - Ainda que projectada para suportar, em simultâneo, tráfego ferroviário e rodoviário, nesta fase só fica preparada para a passagem de veículos rodoviários.
Para que isso acontecessse foi necessário haver vários reforços estruturais, nomeadamente a criação de um novo castelo nos pilares principais ( 3 e 4 ) assim como o lançamento de mais um cabo de sustentação ( a montante e a juzante do referido ), para além de muitos outros complementos de reforço, substituição de diversas zonas em mau estado de conservação e pintura geral

4 - A actual configuração rodoviária, foi efectuada ao mesmo tempo da elaboração do tabuleiro ferroviário, só que a rodoviária, como era de menor complexidade, entrou mais cedo em funcionamento
Vamos lá por os pontos nos is e nos jotas que também merecem pontos! [:p] :D [}:)]

A ponte de inicio (1966) já tinha vias reversiveis??? Eu não tinha nascido na altura, mas do que sei e do que vi em fotos... não me parece! Ora vê as fotos da época no dia da inauguração:

1966ponte2.jpg
66_pontetejo.jpg


As fotos são pequenas mas dá para ver bem. 4 faixas, sendo 2 para cada lado, com separador central e cadé essa via reversível</u>??? Sou eu que não vejo? :( Eu bem me lembro de circular de carro na ponte desde o final dos anos 70 e estava tal e qual como se vê nas fotos!!! A única coisa que mudou desde a inauguração que eu saiba e se não estou em erro foi o nome da ponte, era Ponte Salazar e passou a ser Ponte 25 de Abril desde a revolução do 25 de Abril de 1974! Não me vais desmentir estes factos que são subeijamente conhecidos por mim e que por muita gente! Desculpa mas estás enganado no ponto 1, CLIO_thoris. A não ser que estejas a explicar outra coisa que eu não entendi. Explica-me o que entendes por vias reversiveis?

Quanto à configuração actual das faixas até posso dar-te razão, pronto! Muitas vezes fazemos confusão pois 6 anos parece pouco tempo. Tenho a noção que já foi há muito tempo. Mas não te tiro a razão, CLIO_thoris.

De resto estamos em sintonia. ;)


Explica-me o que entendes por vias reversiveis?

Via de sentido reversível: via de trânsito afecta alternadamente, através de sinalização, a um ou outro dos sentidos de trânsito;
As faixas que era utilizadas eram as da esquerda, no sentido N/S ou S/N, os pórticos com sinalização luminosa que existem hoje, são idênticos aos que existiam á época
 
O bocal do depósito fica, normalmente, oposto à saída de escape. Depois do desenho da saída de escape define-se o lado do bocal de enchimento de combustível.
 
citação:Originalmente colocada por Karbono

citação:Originalmente colocada por Mota_R

ja agora,porque é que os carros não têm todos o volante do mesmo lado?[8)]


isso já remonta à época medieval e a maneira como os cavaleiros se cruzavam nas estradas. Se circulassem pelo lado esquerdo, tinham os outros cavaleiros à mercê das suas espadas, (se fossem dextros, está claro)... andava por aí a historinha....

Depois acho que mudou com o aparecimento dos coches... os condutores sentavam-se do lado esquerdo, e como os caminhos eram estreitos, era mais pratico circularem pela direita, pois quando se cruzavam era mais fácil ver se os coches não chocavam.... Qualquer coisa assim, mas sinceramente não me lembro bem... [8)]


(dois minutos no google devem curar esse mal)
Sim karbono é mais ou menos isso.. na automotor de Out2005, na ultima página explica isso: Circulamos pela direita por causa de um canhoto: NAPOLEÃO BONAPARTE ele mandou as patrulhas circularem pela direita para surpreender os inimigos.. a história ta lá toda.. não tenho paciencia para a escrever aki toda.. :D.. Cumps Citro4EVER..

Ps: karbono ve la se metes um nick menos poluente [:p]
 
citação:Originalmente colocada por Mogzilla

citação:Originalmente colocada por Mota_R

ja agora,porque é que os carros não têm todos o volante do mesmo lado?[8)]

Penso que está relacionado com as Guerras no tempo do Napoleão! para se diferenciar dos ingleses, começou a andar com os exercitos do lado esquerdo! Já ouvi esta versão!

É como os carros franceses tinham luzes amarelas! Para se diferenciar dos alemães, durante a guerra mundial! penso eu de que!

Tava lá quase.... enganei-me foi no lado!! :)
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

O bocal do depósito fica, normalmente, oposto à saída de escape. Depois do desenho da saída de escape define-se o lado do bocal de enchimento de combustível.

Ora aqui está uma boa explicação.. nunca tinha pensado nisso.
grinning-smiley-003.gif


Outra questão? Pq é que as AE's não são iluminadas à noite?
 
Qual é que é a ideia de agora os carros virem com as luzes de MA e nevoeiro na parte de baixo do para-choques. E pq é que há muitos carros em que só vêem com uma luz de MA?
 
Curiosidades sobre marcas de automóveis

Emblemas de algumas marcas de carros

Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas.
A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficcionados por carros.

Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no final do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos.

Audi: As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.

Alfa Romeo: O símbolo é composto pela bandeira com a cruz vermelha (brasão da cidade de Milão) e pela serpente devorando um homem (símbolo da família real milanesa). O nome do fabricante italiano, fundado em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da marca.
Quadrifoglio: O trevo de quatro folhas dos esportivos da Alfa Romeo é o amuleto usado pelo piloto Ugo Sivocci, considerado herói da marca depois de ter morrido em um acidente, em 1923, no circuito de Monza (Itália). A partir daquele ano, todos os carros de corrida passaram a ter esse logotipo na carroceria.

BMW: Representa uma hélice de avião, nas cores azul e preta. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de "Fábrica de Motores da Bavária" (Bayerische Motoren Werk).

Cadillac: Marca famosa da General Motors, o seu emblema é derivado do brasão da família de Sir Antoine de la Mothe Cadillac, o fundador da empresa. Desperta muita admiração no mundo todo, com sua grinalda de plumas - um verdadeiro clássico!

Chevrolet: Diz a lenda que o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet.

Chrysler: A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50.

Citroën: Os dois "V" invertidos, conhecidos na França como " Deux Chevron", simbolizam a engrenagem bi-helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca francesa.

Dodge: O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano. A marca pertence à Chrysler.

Ferrari: O cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião de Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra Mundial. A pedido da mãe de Barraca, o comendador Enzo Ferrari passou a adotar o emblema em seus carros a partir de 1923.

Fiat: A sigla em letras brancas sobre fundo azul significa Fábrica Italiana de Automóveis de Turim. Por algum tempo as 4 letras foram substituídas por 4 barras inclinadas (brancas ou cromadas) mas, atualmente, o símbolo remonta aos primeiros veículos fabricados pela Fiat.

Ford: O símbolo oval com a assinatura de Henry Ford permanece quase inalterado desde a fundação da empresa, em 1903.
Hoje ele inspira o desenho das grades dos carros da marca.

Jeep: Marca norte-americana cuja origem vem da pronúncia, em inglês, da sigla G.P. (General Purpose), utilizada para identificar os modelos destinados a vários tipo de uso.

Lamborghini: O touro que aparece no símbolo dos esportivos italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, pelas quais era fanático. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos.

Maserati: O logotipo da marca italiana representa o tridente de Netuno, símbolo da cidade de Bolonha. A fábrica foi fundada em 1919 pelos irmãos Carlo, Bindo, Alfieri, Ettore e Ernesto Maserati.

Mercedes-Benz: A estrela de três pontas representa a fabricação de motores para uso na terra, água e mar. Surgiu depois que Gottlieb Daimler enviou cartão postal para sua mulher, dizendo que a estrela impressa no cartão iria brilhar sobre sua obra.

Mitsubishi: Um diamante de três pontas que remete à resistência e preciosidade . O símbolo veio do nome da marca: "Mitsu" significa três em japonês; "Bishi", diamante.

Nissan: A moldura azul (cor do céu e do sucesso na cultura japonesa) e um círculo vermelho ao fundo (que representam a luz do sol e a sinceridade) remetem ao provérbio "sinceridade leva ao sucesso". Nissan significa "indústria japonesa".

Peugeot: O leão estilizado, que representa a "qualidade superior da marca" e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1919. Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.

Porsche: São dois brasões sobrepostos - o da região de Baden-Württemberg e o da cidade de Stutgartt (o cavalo empinado), sede da marca alemã. A marca adotou o símbolo a partir de 1949.

Puma: Iniciou sua produção em 1964 usando a mecânica do DKW e, em 1967, mudou para a mecânica do Fusca. Os primeiros "Pumas", na verdade DKW-Malzoni, foram feitos para correr e, de fato, sempre brilharam em Interlagos. Foram exportados para diversos países, principalmente para os
EUA, entre 1970 e 1980.


Renault: O losango parecido com um diamante foi adotado em 1925, para sugerir sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois "R", em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.

Rolls Royce: Os dois "R" do logotipo eram estampados em vermelho. Com a morte de seus dois fundadores, Charles Rolls (1910) e Frederick Royce (1933), as letras passaram a ser grafadas em preto, em sinal de luto.

Saab: Uma das marcas sob controle da GM, a sueca Saab começou a fabricar aviões em 1938. O nome vem de Svenska Aeroplan Akteebolaget. A produção de automóveis começou em 1959. O logotipo circular tem um animal mitológico com cabeça de águia e garras de leão, símbolo da vigilância. O azul de fundo é a cor da marinha.

Simca: No Brasil, marca de prestígio que gozava da fama de ser frágil. Mas não havia como negar que o Chambord (depois Tufão) era um carro lindíssimo! A marca nasceu na França como uma importadora de carros Fiat, e seu nome era formado pelas iniciais de: Sociedade Industrial de Mecânica e Carrocerias Automóveis.

Subaru: Na língua japonesa, Subaru tem o significado de "plêiade" (conjunto de estrelas). Isso explica a constelação adotada como logotipo da marca.

Volkswagen: Um dos mais familiares símbolos entre as marcas de veículos, este círculo envolve um "V" e um "W", iniciais de volks (em alemão: povo) e wagen (vagão, veículo), ou seja: carro do povo, ou popular, já naquela época!
Foi encomendado pelo próprio governo alemão ao engenheiro Ferdinand Porsche (o próprio). Por isso ambos os veículos
usavam motores refrigerados a ar até pouco tempo atrás.

Volvo: O polêmico logotipo da marca sueca (que hoje é controlada pela Ford) é o símbolo da masculinidade e por esse motivo já foi muito contestado por movimentos feministas na Europa. Na verdade, esse símbolo era usado pelos alquimistas para representar o metal, uma alusão que a Volvo fez à durabilidade dos seus veículos.

in: "emilio" recebido pela minha pessoa [;)]
 
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