Renault Mégane II - avaria inadmissível com consequências graves! - NOVIDADES 14/6/07

A MARCA DEVE SER RESPONSABILIZADA!

Não há choque térmico que justifique tamanha monstruosidade!!

Diria que é impossivel um disco partir.
Até hoje, depois de ter visto muitissimos testes Live e em dinamometro, o único caso que conheço de disco partido teve origem na placa anti-ruído da pastilha de travão. A placa soltou-se da pastilha e ficou em contacto durante muitos quilometros, levando o disco ao desgaste extremo.(até que o serrou) :eek:
 
Mais status que o 1.6??????????????????

Queres ver que tenho de te rogar uma praga aos charutos ingleses que praí tens ou quê pá????[:D]

Só o MRS é que tem mais status que o 1.6!! E mesmo assim não é muito mais!![:D]

Calma calma [:D] para mim, de longe o 1.6, ou até mesmo o 1.4!

Mas infelizmente não é assim que a maioria das pessoas pensa. :(
 
Nao existe razao pois basta qualquer um de nos quando anda na gaspia a efectuar travagens brucas passar numa poça de agua e com o choque termico os discos partirem, alias um dos factores para os discos empenarem é mesmo esse.

Por outro lado cada pessoa é responsavel pelo seu carro e pela sua manutençao, por outro lado defeitos de fabrico acontecem e certamente a marca do disco nao é Renault.

Acho que é mais um caso para ensinar muitos e para as pessoas prestarem mais atençao ao desgaste dos componentes neste caso os travoes. Ha tanta gente que diz que nao se preocupa c o carro e ate diz em tom de gozo que nem sabe ver a agua do radiador e que é so meter gasolina, nestas alturas é muito giro culpar os outros e nao ser tolerante com falar nao prepositadas e que nao dao para ser perceptiveis.

Felizmente nao aconteceu nada de grave nao passando de um susto e mais uma experiencia, por outro lado isso nao é habitual acontecer sao sempre casos pontuais e nao da para premeditar.

Para mim so haveria razao quando nas manutençoes eles se apercebem disso e esquecerem que podem meter a vida de alguem causa mas pelos vistos isso nao aconteceu.

Desculpa lá, mas não concordo em grande parte com o que dizes: em 1º lugar, nunca ninguém "andou na gáspia" com aquilo, pois acabei de dizer no 1º post que a rapariga tem uma condução calma, faz percursos em estrada Nacional, pouco acidentada e com pouco trânsito. Além disso (e corrijam-se me eu estiver errado) os discos de trás nunca aquecem tanto como os da frente, e para os levar a um aquecimento que os levasse a fissurar, havia que ser completamente LOUCO, coisa que a minha amiga, definitivamente, não é!


Acho que é mais um caso para ensinar muitos e para as pessoas prestarem mais atençao ao desgaste dos componentes neste caso os travoes. Ha tanta gente que diz que nao se preocupa c o carro e ate diz em tom de gozo que nem sabe ver a agua do radiador e que é so meter gasolina, nestas alturas é muito giro culpar os outros e nao ser tolerante com falar nao prepositadas e que nao dao para ser perceptiveis.

Com esta parte também tenho que discordar em absoluto. O carro foi sempre assistido na marca durante a garantia e mesmo depois disso, a periodicidade das revisões foi mantida, embora numa oficina não oficial. Não me venham cá dizer agora que se pode esperar que um disco de travão traseiro que ainda por cima nunca foi sujeito a nenhuma utilização intensiva, mas apenas "normal" parta assim de repente sem mais nem menos, aos 60.000 km!!! [8b] E que a culpa é de quem não presta "atençao ao desgaste dos componentes"! Eh pá, isso é inadmissível, desculpem lá. Para além de que eu gostava de saber como é que um simples leigo pode saber que o disco de travão está para partir! Mas nem é essa a questão aqui! A questão é que isto NUNCA poderia ter acontecido, e é revoltante que tenha acontecido, pois não é, de todo, nem sequer expectável que tal aconteça!
 
Se realmente a história é assim, a Renault deve no minimo uma tentativa de explicação.

Mas como já foi dito, não me parece que seja assim tão linear.

Faz-me lembrar, embora muito diferente, um colega que se lembrou de lavar o carro depois de uma viagem "caliente", discos com as couves....

EDIT: eu já parti um disco no ax por estupidez minha ao montar
 
Última edição:
Apesar da gravidade, é complicado processar a marca.

Os discos são material de desgaste e 63000 km são suficientes para a marca se apoiar nisso. Depois, como já disseram, os discos sofrem muitos com choques térmicos e outras coisas.

Um dos carros cá de casa levou dois jogos de discos em 6 meses, por terem empenado.

Empenar é uma coisa, mas partir... não me parece muito normal.

Eu nunca ouvi relato de um caso destes! Já ouvi muitos de discos empenados, mas uma situação destas parece grave!

Têm desgaste? Nesse ponto de vista se um ESP travar uma roda qualquer quando vamos a 150 numa AE; também é aceitável, já que o casquilho que possui o sensor de velocidade está sujeito a desgaste e pode dar uma informação errada.

Responsabilizar quem fabrica os discos?

Então à dias por causa do Frontera cá de casa a dar problemas, não diziam (e bem) que a Opel é que era responsável pelo produto que vendia?

Ai essas incoerências...
 
Bom, há aqui certas coisas que se têm que reter.
Primeiro um disco pode, como já disse, quebrar. Basta ter passado numa poça de água e depois fazer uma travagem mais forçada ou até vir da mesma e passar pela água.
Segundo, se os discos são de origem, a marca será responsabilizada caso se venha a provar que é defeito de fabrico, ainda que a amrca dos discos seja XPTO que não a Renault.
A Renault tem que se responsabilizar pelos seus produtos num todo. Depois ajustará contas com o fabricante das peças.
Por último existe a questão fulcral:
Terá havido ou não negligencia?
Isso é o que falta provar e acredito que seja muito dificil provar alguma coisa.
É a palavra do cliente que dizia que ia devagar contra a do fabricante que vai dizer o contrário, apontando para isso alguma causa inerente à quebra do disco.
 
Empenar é uma coisa, mas partir... não me parece muito normal.

Eu nunca ouvi relato de um caso destes! Já ouvi muitos de discos empenados, mas uma situação destas parece grave!

Têm desgaste? Nesse ponto de vista se um ESP travar uma roda qualquer quando vamos a 150 numa AE; também é aceitável, já que o casquilho que possui o sensor de velocidade está sujeito a desgaste e pode dar uma informação errada.

Responsabilizar quem fabrica os discos?

Então à dias por causa do Frontera cá de casa a dar problemas, não diziam (e bem) que a Opel é que era responsável pelo produto que vendia?

Ai essas incoerências...

Eu também nunca ouvi nada semelhante e claro que não se pode admitir isto!

O que eu disse é que as marcas já estão prevenidas contra estes casos.

E é óbvio que a marca é que é responsável pelo que monta nos seus carros.
 
Apesar da gravidade, é complicado processar a marca.

Os discos são material de desgaste e 63000 km são suficientes para a marca se apoiar nisso. Depois, como já disseram, os discos sofrem muitos com choques térmicos e outras coisas.

Um dos carros cá de casa levou dois jogos de discos em 6 meses, por terem empenado.
Se o carro foi À revisão sempre a horas e não foi sugerido que o cliente mude o disco então a marca assume que este está em condições de circular até à quilometragem da próxima revisão. Se parte a culpa é da marca!

Sempre que fui mudar pastilhas, foi medida a espessura do disco e se tiver abaixo do limite eles obrigam a trocar o disco ou não fazem o trabalho. Numa oficina tive que assinar um termo de responsabilidade porque o carro era para retoma e só quis mudar as pastilhas.
 
Nos pesados é frequente os discos partirem e nunca tive conhecimento de algum eixo bloquear!

Numa Sharon nova,um amigo teve um acidente porque ao travar um parafuso que segura o suporte dos calços partiu:(
No meu G40 uma vez esqueceram-se de apertar esses parafusos o que fez com que apanhasse um susto do caraças!

Um colega de trabalho emprestou o Volvo S40 á filha e rebentou um tubo dos travões,a sorte foi ir devagar e institivamente puxar o travão de mão!

O Polo da minha irmã o tubo da gasolina rebentou,o carro não ardeu por sorte!


Tal como o caso do Megane,são casos gravíssimos!
 
É a palavra do cliente que dizia que ia devagar contra a do fabricante que vai dizer o contrário, apontando para isso alguma causa inerente à quebra do disco.

Até podia fazer uma viagem toda a 200 kmh, o fabricante não pode alegar isso, o carro tem que ter componentes que aguentem a velocidade máxima do carro por tempo indefinido. Mal seria se para não nos acontecer o mesmo tivéssemos que andar todos a pastar na estrada.
 
1º é preciso saber qual a Kilometragem aconselhada a percorrer até á substituiçao dos discos ( e 63000km parece-me demais), .

Os do meu A3 contam com 220000, tanto à frente como atrás (atrás em princípio gastam-se menos) e não tenciono trocá-los tão cedo.
Que achas então desta quilometragem?:rolleyes:
Claro que com 63000 kms os discos estão novos, a não ser que seja carro de autódromo[;)]


Á medida que o disco vai gastando, vai crianco ao mesmo tempo um arco que não desgasta, onde a pastilha não toca. Creio que se houver algo que parta o disco, este aro tem a "obrigação de o manter o lugar...
 
Se o carro foi À revisão sempre a horas e não foi sugerido que o cliente mude o disco então a marca assume que este está em condições de circular até à quilometragem da próxima revisão. Se parte a culpa é da marca!

Sempre que fui mudar pastilhas, foi medida a espessura do disco e se tiver abaixo do limite eles obrigam a trocar o disco ou não fazem o trabalho. Numa oficina tive que assinar um termo de responsabilidade porque o carro era para retoma e só quis mudar as pastilhas.

Mas o problema é provar isso. E é disso que eu estou a falar. Uma coisa é achar, outra é provar!

Os do meu A3 contam com 220000, tanto à frente como atrás (atrás em princípio gastam-se menos) e não tenciono trocá-los tão cedo.
Que achas então desta quilometragem?:rolleyes:
Claro que com 63000 kms os discos estão novos, a não ser que seja carro de autódromo[;)]


Á medida que o disco vai gastando, vai crianco ao mesmo tempo um arco que não desgasta, onde a pastilha não toca. Creio que se houver algo que parta o disco, este aro tem a "obrigação de o manter o lugar...

Luís, desculpa lá, mas o teu carro não conta para o Totobola. Também te arranjo muitos exemplos desses. E isso é bom? Não, não é, na minha opinião.
 
Umas questões:

- Quais foram as zonas do carro afectadas pelo acidente ou, mais directamente, a roda/eixo onde isso supostamente ocorreu ficaram danificados?

- Quem fez as revisões fora da marca e o que mudou? Mudou as pastilhas traseiras?

Acho muito complicado imputar responsabilidades á marca após quatro anos e já tendo feito manutenção fora da marca, mas é sempre de tentar!
 
Última edição:
O Luis Maia tirou-me as palavras da boca.

Nos carros que passaram cá por casa nunca mudámos discos a não ser no meu Astra porque vidraram.

De resto, nunca foram substituídos, e em carros que rodaram até 150 / 200 mil quilómetros - depois foram vendidos.

Portanto 60 mil, não me parece que justifique a sua quebra, muito menos por desgaste.
 
Pois, com 63000km os discos estão novos. Os meus, com 88000km estão novos. No outro charuto, com 86000km, também estão novos. Mesmo sabendo que os carros franceses costumam gastar ligeiramente mais os discos, 63000km é pouco. Isto, partindo do pressuposto que a amiga do Lino não anda a fazer serviço porta-a-porta em cidade, extremamente desgastante.
 
Depois de passar a garantia, há-de ser decerto muito difícil que a marca assuma responsabilidades num caso como este. Se ao menos não tivesse havido um acidente decorrente da avaria... até podia assumir parcialmente. Agora assim... :(
No entanto, porque não perguntar na companhia de seguros se têm alguma equipa de peritos na investigação deste tipo de situações? Pode ser uma ideia meio parva, mas é uma ideia.
Até mesmo apresentar o caso a algum advogado ou tentar saber a marca do fabricante dos discos, para falar com algum engenheiro de lá e saber quais as possíveis causas para isto suceder.
Ou então apresentar queixa na Renault, obrigando eles mesmos a investigar o que se passou.
Esta situação deve ser muito rara, o que dificultará o processo, mas em todo o caso não custa tentar.
Boa sorte. [;)]
 
Pronto, já chegaram os gajos que nunca mudaram discos e amortecedores. Tá tudo fedido![:)]

Agora, faltam os gajos com Toyotas que, em mais de cem mil quilómetros nunca mudaram o óleo. [:)]
 
Voltar
Superior