[Tourada] Arte ou Bestialidade? AVISO: PG 102

  • Iniciador de tópicos Iniciador de tópicos imported_Rasec
  • Data de início Data de início

[Tourada] Arte ou Bestialidade? AVISO: PG 102

  • SIM

    Votos: 184 26,6%
  • NÃO

    Votos: 460 66,6%
  • SEM OPINIÃO

    Votos: 47 6,8%

  • Total de eleitores
    691
Não.
É assobiado e vaiado por todos os sádicos.... e se for preciso é corrido da arena debaixo de uma chuva de almofadas..... vá se lá entender.

E isso faz o touro feliz! Tipo: Não sabes acertar nas minhas costas, oh vesgo?? Agora vais levar com tomates nas trombas! Ah pois! E confesso que não me doeu nada, fiz teatro para te lixares!"
 
E isso faz o touro feliz! Tipo: Não sabes acertar nas minhas costas, oh vesgo?? Agora vais levar com tomates nas trombas! Ah pois! E confesso que não me doeu nada, fiz teatro para te lixares!"

Daí eu ter já dito isto noutro post:
"Mas tal nem sequer é um argumento a favor da tourada".

O Touro é mais "feliz" do que todos os outros que acabam nos matadouros.
E em Portugal, se for fantástico, volta para os campos para continuar a sua prole.
 
O Touro é mais "feliz" do que todos os outros que acabam nos matadouros.
E em Portugal, se for fantástico, volta para os campos para continuar a sua prole.

Touros felizes? Queres que eu te mostre uns bois (touros sem a capa do Super-homem) ainda mais felizes do que uns touros que andam a servir de tiro ao alvo??

Olha aqui uns:

IMG_0900_Medium.JPG


O dono abre-lhes a porta do curral de manhã e eles voltam sozinhos (maior parte das vezes) a noite.
 
Deixem ver se eu percebo: tenta-se argumentar que o toiro, se bem “espetado”, não sofre? Que está “programado” para aquilo e por isso não sente dor? Que devido ao ambiente em que está “ultrapassa” a dor?

Não há duvida nenhuma que o ser humano, quando em grupos numerosos e específicos, perde a capacidade de raciocínio próprio…
 
Mas isso é exactamente o que os estudos desmentem.
Lamento.
Mas tal nem sequer é um argumento a favor da tourada.
É simplesmente um argumento que o touro não sofre na tourada e sofre sim no matadouro.

Isso é o que vês???
Só tens visto touros "pouco bravos".

Um touro ou boi ou outro animal do género ataca investindo.
É assim que se defende na natureza e que estabelece a escala social.

Mas não há nada para lamentar.
Quando as bandarilhas são espetadas mais atrás e ao lado como às vezes vemos, que efeito dá? Sedativo?
Independemente de não dar assim tanta dor ( porque dá dor), rasga músculos e faz perder muito sangue. É uma forma de enfraquecer e desorientar o animal.
Quanto aos matadouros, tudo depende na forma como os animais são tratados e abatidos. Como sabemos as leis estão cada vez mais rígidas, exigindo estábulos mais espaçosos e agora recentemente até foram impostas exigências de boas condições no transporte dos animais. Eu até sou a favor da criação ao ar livre e na natureza, tal como se faz com os porcos pretos e tal como tizedascoives nos mostrou... Na Arrábida presenciei tal facto e fiquei espantado com a orientação e resignação dos bovinos, em que estando ao ar livre nas pastangens, voltavam sós para o curral para dormir.
Touros pouco bravos, talvez. E não são poucas as vezes em que entram touros que precisam de ser espicaçados, porque não ligam nada ao que se passa na arena e passam a vida a olhar para o público e para a cerca de madeira para ver onde podem meter, porque querem fugir... OU pensam que quando os touros saltam para fora ( e não acontece assim tão pouco, eu até já tive que fugir de um por causa disso) é para atacar o público?
O bovino selvagem ataca investindo muito raramente e normalmente ou é pelas fêmeas ( e aí luta contra outros machos) ou para se defender e não porque lhe dá na gana... A escala social muitas vezes é estabelecida com o olhar a postura... A força é para o último caso...
Convém não misturar...
 
Mas não há nada para lamentar.
Quando as bandarilhas são espetadas mais atrás e ao lado como às vezes vemos, que efeito dá? Sedativo?
Na página 8 já tinha referido a diferença entre dorso e o costado, por exemplo. Se não acertarem no dorso é pq são péssimos toureiros.
Ninguém vai ver corridas de carros para ver os acidentes.
Os "Havoc n" não são para amantes do desporto automóvel, né??

Independemente de não dar assim tanta dor ( porque dá dor), rasga músculos e faz perder muito sangue. É uma forma de enfraquecer e desorientar o animal.
Sente mas não dá dor.
De acordo com os mais recentes estudos que por serem científicos podem e devm ser contestados.... cientificamente.

Quanto aos matadouros, tudo depende na forma como os animais são tratados e abatidos. Como sabemos as leis estão cada vez mais rígidas, exigindo estábulos mais espaçosos e agora recentemente até foram impostas exigências de boas condições no transporte dos animais. Eu até sou a favor da criação ao ar livre e na natureza, tal como se faz com os porcos pretos e tal como tizedascoives nos mostrou...
Aquilo não são toiros.
E nem sei se serão bois.
Parecem-me mais.... vacas.
Na Arrábida presenciei tal facto e fiquei espantado com a orientação e resignação dos bovinos, em que estando ao ar livre nas pastangens, voltavam sós para o curral para dormir.
Touros pouco bravos, talvez. E não são poucas as vezes em que entram touros que precisam de ser espicaçados, porque não ligam nada ao que se passa na arena e passam a vida a olhar para o público e para a cerca de madeira para ver onde podem meter, porque querem fugir...
Um touro bravo é um animal "selvagem".
Não é domesticado.

E isso acontece enquanto o touro não percebe quem é o inimigo.

OU pensam que quando os touros saltam para fora ( e não acontece assim tão pouco, eu até já tive que fugir de um por causa disso) é para atacar o público?
O bovino selvagem ataca investindo muito raramente e normalmente ou é pelas fêmeas ( e aí luta contra outros machos) ou para se defender e não porque lhe dá na gana... A escala social muitas vezes é estabelecida com o olhar a postura... A força é para o último caso...
Convém não misturar...
Não digo que não.
Concordo.
 
Deixem ver se eu percebo: tenta-se argumentar que o toiro, se bem “espetado”, não sofre? Que está “programado” para aquilo e por isso não sente dor? Que devido ao ambiente em que está “ultrapassa” a dor?

Não há duvida nenhuma que o ser humano, quando em grupos numerosos e específicos, perde a capacidade de raciocínio próprio…
Eu estava a tentar evitar participar neste tópico...


Já cá ouve um semelhante e cheguei á mesma conclusão que tu... [s)]




Mas se começarmos a olhar á nossa volta, vê-mos que respeito hoje em dia nem as pessoas têm pelo seu semelhante, quanto mais pelos animais... [s)]
 
Eu gostava era de espetar um pelo par de bandarilhas era nos toureiros e em todos os aficionados desta tortura[8b] [8b]

já agora a todos os iluminados que dizem que os ferros não doem no touro etc...eu a voces espetava bandarilhas de 3 a 5 cm... tb devem não devem doer a um humano pela vossa linha de raciocinio[;)]
 
Só me lembro disto ...

Só me lembro disto ...

Sempre que falam em touradas, lembro-me deste texto

Fez um esforço.

Embora ardesse numa chama de fúria, tentou refrear os nervos e medir com a calma possível a situação.

Estava, pois, encurralado, impedido de dar um passo, à espera de que lhe chegasse a vez! Um ser livre e natural, um toiro nado e criado na lezíria ribatejana, de gaiola como um passarinho, condenado a divertir a multidão!

Irreprimível, uma onda de calor tapou-lhe o entendimento por um segundo.

O corpo, inchado de raiva, empurrou as paredes do cubículo, num desespero de Sansão.

Nada.

Os muros eram resistentes, à prova de quanta força e quanta justa indignação pudesse haver.

Os homens, só assim: ou montados em cavalos velozes e defendidos por arame farpado, ou com sebes de cimento armado entre eles e a razão dos mais… Palmas e música lá fora.

O Malhado dava gozo às senhorias… Um frémito de revolta arrepiou-lhe o pêlo. Dali a nada, ele. Ele, Miura, o rei da campina!

A multidão calou-se. Começou a ouvir-se, sedante, nostálgico, o som grosso e pacífico das chocas.

A planície!… O descampado infinito, loiro de sol e trigo… O ilimitado redil das noites luarentas, com bocas mudas, limpas, a ruminar o tempo… A fornalha escaldante, sedenta, desesperante, que o estrídulo nas cegarregas levava ao rubro.
Novamente o silêncio. Depois, ao lado, passos incertos de quem entra vencido e humilhado no primeiro buraco… Refrescou as ventas com a língua húmida e tentou regressar ao paraíso perdido.

A planície… Um som fino de corneta. Estremeceu. Seria agora? Teria chegado, enfim, a sua vez? Não chegara.

Foi a porta da esquerda que se abriu, e o rugido soturno que veio a seguir era do Bronco.

Sem querer, cresceu outra vez quanto pôde para as paredes estreitas do cárcere. Mas a indignação e os músculos deram em pedra fria.

A planície… O bebedoiro da Terra-Velha, fresco, com água limpa a espelhar os olhos… Assobios.

O Bronco não fazia bem o papel… Um toque estranho, triste, calou a praça e rarefez o curro. Rápida e vaga, a sombra do companheiro passou-lhe pela vista turva.

Apertou-se-lhe o coração. Que seria? Palmas, música, gritos. Um largo espaço assim, com o mundo inteiro a vibrar para além da prisão. Algum tempo depois, novamente o silêncio e novamente as notas lúgubres do clarim.

Todo inteiro a escutar o dobre a finados, abrasado de não sabia que lume, Miura tentava em vão encontrar no instinto confuso o destino do amigo.

Súbitamente, abriu-se-lhe sobre o dorso um alçapão, e uma ferroada fina, funda, entrou-lhe na carne viva. Cerrou os dentes, e arqueou-se, num ímpeto.

Desgraçadamente, não podia nada.

O senhor homem sabia bem quando e como as fazia.

Mas por que razão o espetava daquela maneira?

Três pancadas secas na porta, um rumor de tranca que cede, uma fresta que se alargou, deram-lhe num relance a explicação do enigma da agressão: chegara a sua vez.

Nova picada no lombo. - Miura! Cornudo! Dum salto todo muscular, quase de voo, estava na arena.

Pronto! A tremer como varas verdes, de cólera e de angústia, olhou à volta.

Um tapume redondo e, do lado de lá, gente, gente, sem acabar.
Com a pata nervosa escarvou a areia do chão.
Um calor de bosta macia correu-lhe pelo rego do servidoiro. Urinou sem querer.

Gritos da multidão.
Que papel ia representar?
Que se pedia do seu ódio?
Hesitante, um tipo magro, doirado, entrou no redondel.
Olhou-o a frio. Que força traria no rosto mirrado, nas mãos amarelas, para que se atreve assim a transpor a barreira?

A figura franzina avançou.
Admirado, Miura olhava aquela fragilidade de dois pés. Olhava-a sem pestanejar, olímpica e ansiosamente. Com ar de quem joga a vida, o manequim de lantejoulas caminhava sempre.
E, quando Miura o tinha já à distância de um arranco, e ainda sem compreender olhava um tal heroismo, enfatuadamente, o outro bateu o pé direito no chão e gritou:

- Eh! boi! Eh! toiro! A multidão dava palmas. - Eh! boi! Eh! toiro!

Tinha de ser. Já que desejavam tão ardentemente o fruto da sua fúria, ei-lo.
Mas o homem que visou, que atacou de frente, cheio de lealdade, inesperadamente transfigurou-se na confusão de uma nuvem vermelha, onde o ímpeto das hastes aguçadas se quebrou desiludido.
Cego daquele ludíbrio, tornou a avançar. E foi uma torrente de energia ofendida que se pôs em movimento. Infelizmente, o fantasma, que aparecia e desaparecia no mesmo instante, escondera-se covardemente de novo por detrás da mancha atordoadora.

Os cornos ávidos, angustiados, deram em cor. Mais palmas ao dançarino. Parou. Assim nada o poderia salvar.

À suprema humilhação de estar ali, juntava-se o escárnio de andar a marrar em sombras. Não. Era preciso ver calmamente. Que a sua raiva atingisse ao menos o alvo. O espectro doirado lá estava sempre.
Pequenino, com ar de troça, olhava-o como se olhasse um brinquedo inofensivo.
Silêncio.
Esperou.
O homem ia desafiá-lo certamente outra vez.
Tal e qual.
Inteiramente confiado, senhor de si, veio vindo, veio vindo, até lhe não poder sair do domínio dos chifres.
Agora! De novo, porém, a nuvem vermelha apareceu. E de novo Miura gastou nela a explosão da sua dor.

Palmas, gritos. Desesperado, tornou a escarvar o chão, agora com as patas e com os galhos. O homem! Mas o inimigo não desistia. Talvez para exaltar a própria vaidade, aparentava dar-lhe mais oportunidades.

Lá vinha todo empertigado, a apontar dois pequenos paus coloridos, e a gritar como há pouco: -
Eh! toiro! Eh! boi!

Sem lhe dar tempo, com quanta alma pôde, lançou-se-lhe à figura, disposto a tudo. Não trouxesse ele o pano mágico, e veríamos!

Não trazia. E, por isso, quando se encontraram e o outro lhe pregou no cachaço, fundas, dolorosas, as duas farpas que erguia nas mãos, tinha-lhe o corno direito enterrado na fundura da barriga mole.

Gritos e relâmpagos escarlates de todos os lados. Passada a bruma que se lhe fez nos olhos, relanceou a vista pela plateia.

Então?! Como não recebeu qualquer resposta, desceu solitário à consciência do seu martírio. Lá levavam o moribundo em braços, e lá saltava na arena outro farsante doirado.

Esperou(?). Se vinha sem a capa enfeitiçada, sem o diabólico farrapo que o cegava e lhe perturbava o entendimento, morria. Mas o outro estava escudado. Apesar disso, avançou. Avançou e bateu, como sempre, em algodão. Voltou à carga. O corpo fino do toureiro, porém, fugia-lhe por artes infernais.

Protestos da assistência.
Avançou de novo. Os olhos já lhe doíam e a cabeça já lhe andava à roda. Humilhado, com o sangue a ferver nas veias, escarvou a areia mais uma vez, urinou e roncou, num sofrimento sem limites.
Miura, joguete nas mãos dum Zé-Ninguém!

Num ímpeto, sem dar tempo ao inimigo, caíu sobre ele.

Mas quê! Como um gamo, o miserável saltava a vedação.

Desesperado, espetou os chifres na tábua dura, em direcção à barriga do fugitivo, que arquejava ainda do outro lado. Sangue e suor corriam-lhe pelo lombo abaixo.

Ouviu uma voz que o chamava. Quem seria?

Voltou-se. Mas era um novo palhaço, que trazia também a nuvem, agora pequena e triangular.
Mesmo assim, quase sem tino e a saber que era em vão que avançava, avançou.
Deu, como sempre na miragem enganadora. Renovou a investida. Iludido, outra vez. Parou.
Mas não acabaria aquele martírio? Não haveria remédio para semelhante mortificação?
Num último esforço, avançou quatro vezes. Nada. Apenas palmas ao actor.

Quando?
Quando chegaria o fim de semelhante tormento?
Súbitamente, o adversário estendeu-lhe diante dos olhos congestionados o brilho frio dum estoque.
Quê?! Pois poderia morrer ali, no próprio sítio da sua humilhação?!

Os homens tinham dessas generosidades?!
Calada, a lâmina oferecia-se inteira.
Calmamente, num domínio perfeito de si, Miura fitou-a bem.
Depois, numa arremetida que parecia ainda de luta e era de submissão, entregou o pescoço vencido ao alívio daquele gume.
Miura ***** Conto de Miguel Torga (do livro BICHOS)
 
E já agora ...

E já agora ...

... não sendo eu uma pessoa católica ou religiosa, deixo aqui a farpa (será bandarilha??) que convém.


Quanto à presença dos representantes da Igreja Católica na praça de touros deixo aqui uma afirmação de José Ratzinger/ Papa Bento 16:

"Os animais são, também, criaturas de Deus e embora não tenham a mesma relação directa com Deus como o homem tem, são criaturas da Sua vontade que nós devemos respeitar como companheiros na Criação"


Bem hajam
[:cool:]
 
Aquilo não são toiros.
E nem sei se serão bois.
Parecem-me mais.... vacas.

Grande parte são vacas, mas os bois também andam por lá. Com uns pares de cornos suficientes para amarrares lá umas cordas e fazeres um baloiço!

Mas não desprezes as vacas só por serem vacas! Elas também metem um gajo KO, enfeitado com umas tábuas a nossa volta com uma rapidez impressionante! Que o digam as pessoas que aterraram apenas com um golpe de cauda de uma vaca! Já foram dar com minha tia desmaiada por causa de um desses golpes de karaté chamado "AtéLogo".

Os bois e as vacas são basicamente animais pacatos, só que quando mexem-se, fazem estragos, mesmo não tendo intenção para tal.

Meu tio é negociante de gado, e já desde de novo que ando por lá pela casa dele. São bichos que tem o meu respeito! São poderosos, e foram até pouco tempo usados (nalguns sítios ainda o são) como sendo o tractor de trazer por casa!
 
Que bonito.... comovente.........

Que bonito.... comovente.........

Era uma vez uma árvore que falava, mas nenhuma das outras árvores falava.
E por isso ela sentia-se muito só.
Mas um dia, cresceu uma árvore que falava e aí sim, elas falaram por muito tempo.
Um dia, vieram ao bosque uns lenhadores que estavam prontos para o destruir.
Mas um rapazinho que gostava muito do bosque viu-os e disse:
-Se vocês quiserem destruir o bosque, vão ter que passar por cima de mim primeiro.
Os trabalhadores riram-se e disseram:
-Sai da frente miúdo, ou nós passamos mesmo por cima de ti, ouviste bem?
-Sim ouvi, mas eu não saio daqui, por nada.
-Homens destruam o bosque e a ele também.
-Mas nós não podemos passar por cima dele!
-Não ouviram o que eu disse, passem por cima dele!
Os lenhadores começaram a por as suas máquinas a trabalhar.
De repente as rodas das máquinas transformaram-se em abóboras.
Então o rapazinho saiu da frente das árvores.
Desde esse dia, os lenhadores nunca mais tentaram a destruir o bosque.

Ângelo (2ºano)
 
Na página 8 já tinha referido a diferença entre dorso e o costado, por exemplo. Se não acertarem no dorso é pq são péssimos toureiros.
Ninguém vai ver corridas de carros para ver os acidentes.
Os "Havoc n" não são para amantes do desporto automóvel, né??


Sente mas não dá dor.
De acordo com os mais recentes estudos que por serem científicos podem e devm ser contestados.... cientificamente.


Aquilo não são toiros.
E nem sei se serão bois.
Parecem-me mais.... vacas.

Um touro bravo é um animal "selvagem".
Não é domesticado.

E isso acontece enquanto o touro não percebe quem é o inimigo.


Não digo que não.
Concordo.

Então há mts péssimos toureiros. NAs corridas de automóvel, garanto que se vêem muito menos acidentes.
Cientificamente o touro é um animal enervado... Espero que isso ajude.
Além de que a zona atingida tem nervos...Logo deverá sentir dor...
Aquilo até pode não ser um boi ou um touro, mas são todos bovinos.O cérebro se habituado vai lá dar ao mesmo.
O auroque sabe o que é?
O touro bravo é um animal selvagem... Então se o é, deixem-no pastar livre e bravo no campo. Para quê touradas com a fauna silvestre?
Para que se faz cobrimentos das fêmeas? Para que se tem os bichos presos? Porquê mantê-los fechados?Isto serão verdadeiros animais selvagens?Isto serve para o objectivo retrógado da tourada, que nem sequer respeita a tradição.
O touro quando não percebe quem é o inimigo, investe? Se o fosse, acho que já não existiam touros... Andavam a partir colunas e crâneos em tudo o que era sítio.
Já que pelos vistos quer provar cientificamente a favor, medite em coisas tão simples como estas.
 
Última edição:
Voltar
Superior