Analfabetismo Cientifico

..E porque carga de agua se não souber de "cultura" sou inculto, e se eles não souberem de ciência "é normal"?

A mediocridade ataca sempre a excelência, por isso quem se interessa por tudo, é conotado como "cromo", como se saber mais fosse uma deficiência.

Ser anormalmente ignorante é aceitável e só alguém com só essa "capacidade" pode considerar as artes como o expoente máximo da cultura.

Muitas vezes conhecemos alguém que sabe o resultado do Benfica/Sporting de mil novecentos e troca o passo mas não entende como funciona uma célula da pele ou um comando de televisão, ou até a simples equação de Einstein, mas esta característica não é prova de ignorância mas antes de má orientação educativa e nesse campo as famílias, a escola e quem elabora os programas curriculares tem ou devia ter um papel primordial.

Um exemplo; o meu filho mais velho está na segunda classe e nesta altura, já próximo do fim do ano lectivo já deu a matéria toda, como o programa não permite que eles avancem, ele vem frequentemente com trabalho de casa repetitivo e monótono igual ao que fazem na escola.

O ultimo tpc era escrever os números de 600 até 900, em numerário e por extenso, claro que era trabalho e tinha de o fazer, mas sempre que fazia uma pausa deste trabalho estupidificante para uma mente em desenvolvimento, eu ensinava-lhe a numeração romana ou falava com ele sobre outros assuntos mais estimulantes em conjunto com livros cheios de imagens que descrevem o funcionamento do corpo humano ou outros sobre a terra e o sistema solar ou sobre dinossauros.

Um pouco depois lá voltava ele para o tpc cheio de energia e pronto para mais uma hora a fazer o mesmo, resultado, foi dos poucos que acabou o trabalho, sendo que a maioria nem a metade chegou e o que era suposto ser um trabalho para um dia acabou prolongado até hoje, nisto o meu filho ficou sem trabalho de casa, durante quatro dias, claro que não ficou assim pq por cá sempre se arranja uma coisa para ler ou escrever.








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A mediocridade ataca sempre a excelência, por isso quem se interessa por tudo, é conotado como "cromo", como se saber mais fosse uma deficiência.

Ser anormalmente ignorante é aceitável e só alguém com só essa "capacidade" pode considerar as artes como o expoente máximo da cultura.

Muitas vezes conhecemos alguém que sabe o resultado do Benfica/Sporting de mil novecentos e troca o passo mas não entende como funciona uma célula da pele ou um comando de televisão, ou até a simples equação de Einstein, mas esta característica não é prova de ignorância mas antes de má orientação educativa e nesse campo as famílias, a escola e quem elabora os programas curriculares tem ou devia ter um papel primordial.

Um exemplo; o meu filho mais velho está na segunda classe e nesta altura, já próximo do fim do ano lectivo já deu a matéria toda, como o programa não permite que eles avancem, ele vem frequentemente com trabalho de casa repetitivo e monótono igual ao que fazem na escola.

O ultimo tpc era escrever os números de 600 até 900, em numerário e por extenso, claro que era trabalho e tinha de o fazer, mas sempre que fazia uma pausa deste trabalho estupidificante para uma mente em desenvolvimento, eu ensinava-lhe a numeração romana ou falava com ele sobre outros assuntos mais estimulantes em conjunto com livros cheios de imagens que descrevem o funcionamento do corpo humano ou outros sobre a terra e o sistema solar ou sobre dinossauros.

Um pouco depois lá voltava ele para o tpc cheio de energia e pronto para mais uma hora a fazer o mesmo, resultado, foi dos poucos que acabou o trabalho, sendo que a maioria nem a metade chegou e o que era suposto ser um trabalho para um dia acabou prolongado até hoje, nisto o meu filho ficou sem trabalho de casa, durante quatro dias, claro que não ficou assim pq por cá sempre se arranja uma coisa para ler ou escrever.








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post BRUTAL!!!
Excelente ponto de vista, do qual eu partilho, concordando na totalidade...

A normalidade estatística aplicada a uma população, é no fundo a média dessa população, qualquer que seja o parâmetro em estudo (escolaridade, ideais políticos, áreas de interesse, etc)...

..depois existem os extremos, os desvios á normalidade, que ou tem influencia suficiente e levam a que mais elementos adiram, ao ponto de de tornar "normal" tal comportamento, ou não tem influencia e mantém a curva como de antes..

o problema com a ciência, é que por muito que forneça a uma sociedade, não tem influencia suficiente para levar parte da população a desviar-se da normalidade, e a ela aderir...

ou seja a população quer os produtos da ciência mas não a ciência??
 
post BRUTAL!!!
Excelente ponto de vista, do qual eu partilho, concordando na totalidade...

A normalidade estatística aplicada a uma população, é no fundo a média dessa população, qualquer que seja o parâmetro em estudo (escolaridade, ideais políticos, áreas de interesse, etc)...

..depois existem os extremos, os desvios á normalidade, que ou tem influencia suficiente e levam a que mais elementos adiram, ao ponto de de tornar "normal" tal comportamento, ou não tem influencia e mantém a curva como de antes..

o problema com a ciência, é que por muito que forneça a uma sociedade, não tem influencia suficiente para levar parte da população a desviar-se da normalidade, e a ela aderir...

ou seja a população quer os produtos da ciência mas não a ciência??

não tem????

claro que tem.........

se não tivesse continuariamos todos a poluir sem preocupações ambientais e a gastar água a torto e a direito .............etc etc, não existiriam leis ambientais nem nada que se pareça!


[;)]
 
não tem????

claro que tem.........

se não tivesse continuariamos todos a poluir sem preocupações ambientais e a gastar água a torto e a direito .............etc etc, não existiriam leis ambientais nem nada que se pareça!


[;)]
O facto de haver agora uma maior consciência ambiental não quer dizer que todos a tenham, há até quem, sabendo das preocupações relativas ao ambiente, opte por ignorar com o pensamento de que o trabalho dos outros nesse sentido é suficiente.

Quanto as leis e ao cumprimento das mesmas, basta dizer que se a maioria dos estados e empresas não cumprem as leis que tem, que papel resta aos cidadãos, com com tão ilustre exemplo [:vm)]?

Observa atentamente as respostas a este tópico Pegada ecológica! para veres que, afinal ainda nos falta muito para deixar de estragar a nossa casa.
 
Para grandes males, grandes remédios.

Ando a ler isto:

Breve História de Quase Tudo
Uma Viagem pela Ciência, Divertida, Prática e muito Bem Documentada
de Bill Bryson

Ver anexo 6610

Excelente livro de divulgação científica.



Algumas opiniões aqui:
http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=96537
(passe a publicidade...)

"(...) uma das melhores obras de divulgação científica que conheço. Espantosa pela sua vastidão, admirável pelo rigor, fascinante pela escrita. É a obra de um grande profissional, que soube documentar-se e explicar de forma directa e acessível alguns dos mais complicados conceitos e algumas das mais fascinantes controvérsias da ciência."

Nuno Crato, Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005
"Este é um livro que se recomenda com alegria e entusiasmo. A Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson, jornalista e viajante norte-americano, que compilou numa escrita simples, directa e empolgante os saberes mais diversos da ciência, desde a formação do universo à explicação das catástrofes ecológicas da actualidade (...) O livro de Bryson lê-se com voracidade e destina-se a tornar comuns temas científicos que, pela forma como são expostos, se tornam extraordinariamente apelativos.
In Os Meus Livros, Novembro de 2004
 
Última edição:
O facto de haver agora uma maior consciência ambiental não quer dizer que todos a tenham, há até quem, sabendo das preocupações relativas ao ambiente, opte por ignorar com o pensamento de que o trabalho dos outros nesse sentido é suficiente.

Quanto as leis e ao cumprimento das mesmas, basta dizer que se a maioria dos estados e empresas não cumprem as leis que tem, que papel resta aos cidadãos, com com tão ilustre exemplo [:vm)]?

Observa atentamente as respostas a este tópico Pegada ecológica! para veres que, afinal ainda nos falta muito para deixar de estragar a nossa casa.


calma ai..........

mas isso não quer dizer que os passos não estejam a ser dados, mas a sociedade como um organismo multicelular não consegue dar passos totalmente unificada........

é preciso ver a Big picture e não procurar as minorias apenas, a verdade é que a sociedade global está a dar passos para um intervencionismo e uma não neutralidade em relação ao ambiente........e esta atitude vêm da ciência, que nos demontrou que a acção do Homem estava e está a prejudicar o meio ambiente

[;)]
 
calma ai..........

mas isso não quer dizer que os passos não estejam a ser dados, mas a sociedade como um organismo multicelular não consegue dar passos totalmente unificada........

é preciso ver a Big picture e não procurar as minorias apenas, a verdade é que a sociedade global está a dar passos para um intervencionismo e uma não neutralidade em relação ao ambiente........e esta atitude vêm da ciência, que nos demontrou que a acção do Homem estava e está a prejudicar o meio ambiente

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Sim claro, mas há ainda muito a fazer [;)].
 
Para grandes males, grandes remédios.

Ando a ler isto:

Breve História de Quase Tudo
Uma Viagem pela Ciência, Divertida, Prática e muito Bem Documentada
de Bill Bryson

Ver anexo 6610

Excelente livro de divulgação científica.



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http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=96537
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"(...) uma das melhores obras de divulgação científica que conheço. Espantosa pela sua vastidão, admirável pelo rigor, fascinante pela escrita. É a obra de um grande profissional, que soube documentar-se e explicar de forma directa e acessível alguns dos mais complicados conceitos e algumas das mais fascinantes controvérsias da ciência."

Nuno Crato, Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005
"Este é um livro que se recomenda com alegria e entusiasmo. A Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson, jornalista e viajante norte-americano, que compilou numa escrita simples, directa e empolgante os saberes mais diversos da ciência, desde a formação do universo à explicação das catástrofes ecológicas da actualidade (...) O livro de Bryson lê-se com voracidade e destina-se a tornar comuns temas científicos que, pela forma como são expostos, se tornam extraordinariamente apelativos.
In Os Meus Livros, Novembro de 2004
Tenho de ver se encontro isso.

Tnks
 
o problema de muita gente não é a falta de cultura, mas sim a falta de dois dedos de testa para evitar pelo menos dizer asneiras.

Por exemplo: alguns estudantes de medicina dos quais ouço falar.
São pessoas extremamente inteligentes, podem-se considerar pessoas cultas no que toca a artes, cultura geral e letras, e até mesmo no domínio científico. No entanto, chegam à beira de um computador e dizem "ESTA M***A DE COMPUTADOR NÃO LIGA!" e alguém lhes chama a atenção que o que estavam a fazer era simplesmente a carregar no botão de power do monitor. "Mas isto é que é o computador, certo?"
 
Última edição:
o problema de muita gente não é a falta de cultura, mas sim a falta de dois dedos de testa para evitar pelo menos dizer asneiras.

Por exemplo: alguns estudantes de medicina dos quais ouço falar.
São pessoas extremamente inteligentes, podem-se considerar pessoas cultas no que toca a artes, cultura geral e letras, e até mesmo no domínio científico. No entanto, chegam à beira de um computador e dizem "ESTA M***A DE COMPUTADOR NÃO LIGA!" e alguém lhes chama a atenção que o que estavam a fazer era simplesmente a carregar no botão de power do monitor. "Mas isto é que é o computador, certo?"
Bem, depende, se começaram em Mac faz sentido.


[;)][:)]
 
Última edição:
Para grandes males, grandes remédios.

Ando a ler isto:

Breve História de Quase Tudo
Uma Viagem pela Ciência, Divertida, Prática e muito Bem Documentada
de Bill Bryson

Ver anexo 6610

Excelente livro de divulgação científica.



Algumas opiniões aqui:
http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=96537
(passe a publicidade...)

"(...) uma das melhores obras de divulgação científica que conheço. Espantosa pela sua vastidão, admirável pelo rigor, fascinante pela escrita. É a obra de um grande profissional, que soube documentar-se e explicar de forma directa e acessível alguns dos mais complicados conceitos e algumas das mais fascinantes controvérsias da ciência."

Nuno Crato, Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005
"Este é um livro que se recomenda com alegria e entusiasmo. A Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson, jornalista e viajante norte-americano, que compilou numa escrita simples, directa e empolgante os saberes mais diversos da ciência, desde a formação do universo à explicação das catástrofes ecológicas da actualidade (...) O livro de Bryson lê-se com voracidade e destina-se a tornar comuns temas científicos que, pela forma como são expostos, se tornam extraordinariamente apelativos.
In Os Meus Livros, Novembro de 2004
Ainda não encontrei isto (tb não tenho procurado muito :o :sh)) mas sabes mais ou menos onde posso encontrar em Lisboa?
 
Antigamente ficávamos fascinados pelo saber enciclopédico e derivas às quais chamávamos cultura.

Hoje em dia, o conhecimento está ao alcance de qualquer wiki (e bem hajam...) e as derivas, pouco existem.

As pessoas, na sua maioria postam num estilo grotesco de copy e paste e depois admiram-se que sejam apelidados de incultos.

Porque um racocínio é mais complexo do que isso.
 
Antigamente ficávamos fascinados pelo saber enciclopédico e derivas às quais chamávamos cultura.

Hoje em dia, o conhecimento está ao alcance de qualquer wiki (e bem hajam...) e as derivas, pouco existem.

As pessoas, na sua maioria postam num estilo grotesco de copy e paste e depois admiram-se que sejam apelidados de incultos.

Porque um racocínio é mais complexo do que isso.

Um livro de Andrew Keen tem suscitado uma grande discussão na comunicação social internacional e na rede.

(...)

A tese de Keen é que múltiplos aspectos do nosso saber e da nossa cultura milenar (refere-se essencialmente à cultura do Ocidente) estão a ser postos em causa pela potenciação que as novas tecnologias associadas à rede estão a dar à ignorância presumida de saber, ao "amador" que pensa que pode competir com o profissional (seja jornalista, seja crítico literário, seja cientista, seja especialista de qualquer área do saber), apenas porque pode livremente e sem edição colocar num blogue o que lhe vem à cabeça; pela erosão do direito de autor pela pirataria generalizada na rede, com o consequente desinvestimento em produtos culturais caros (por exemplo a produção de CD com um grande investimento em estúdio e qualidade da gravação); pela vulgarização do plágio; pela impossibilidade de no mundo digital se "autenticar" a verdade, com o crescimento da virtualidade da Second Life em detrimento da primeira, etc, etc.

(...)

Keen mostra com exemplos como é possível moldar a realidade em rede usando os comentários anónimos, desenvolvendo formas anónimas de campanhas ad hominem, usando mil nomes de caixa de comentário em caixa de comentário, marcando temas e pessoas tidas como "inimigas", ou autopromovendo-se com elogios que se fazem passar como sendo de terceiros.

A este assalto, que podíamos chamar "moral", de dissolução de regras e comportamentos éticos valorizados no mundo real, mas ignorados e hostilizados em rede, acresce que o "culto do amador" legitima uma degradação acentuada dos critérios de qualidade de muitas actividades (...)

É o caso da utopia do "jornalismo dos cidadãos", dentro da crise mais geral da comunicação social de referência, cuja leitura é substituída por uma "cultura de blogues", dispersa, opinativa, pouco rigorosa, extremista e de "causas", mais intolerante do que a imprensa tradicional, mas que cada vez mais funciona como fonte noticiosa e como pedagogia do debate público. É também o caso da Wikipédia, talvez o melhor exemplo da perda de critérios de rigor e qualidade, a favor de uma ideologia utópica do homem comum, das massas, escrevendo por tentativa e erro, uma enciclopédia colectiva.

(...)

A pulsão igualitária e demagógica das massas, aquilo que antigamente se chamava a "psicologia das multidões", de facto varre muito dos quadros da cultura e saber tradicional, que julgam e com razão ser elitista. O "culto do amador" é apenas um dos sinais dessa tábua rasa demagógica que está de facto a "matar a nossa cultura" tal como a conhecemos. Se tudo ficar por aqui, caminha-se para uma nova barbárie.

(...)

O efeito dessa voz cria uma enorme perturbação, degrada tudo, simplifica, confunde,

(...)

JPP

(No Publico de 8 de Setembro de 2007)
 
Cada vez mais no nosso dia a dia recorremos a ferramentas tecnológicas extremamente complexas para os mais variados fins: Profissionais, recriacionais, Saúde, educação, entre outros....

As tecnologias tem saído do domínio cientifico académico e de aplicações especificas, e passado para outras áreas não cientificas, bem como para a população geral..

Seria de prever então, um aumento do interesse por estes dispositivos/tecnologias, de como funcionam e porque funcionam, seria de prever o estimular do espírito critico, criativo e empreendedor sobre algo cada vez mais tão fundamental para a sociedade a todos os níveis...

Pasme-se, quando cada vez mais se percebe que a população reage de forma passiva e apática, á existência destas tecnologias e á ciência em geral, as quais usam TODOS os dias sob as mais variadas formas!!!

Em alguns círculos de uma suposta e eventual elite social, mais do que socialmente aceitável, é POLITICAMENTE CORRECTO alegar o desconhecimento das ciências e tecnologias, tratando estes temas como sendo do âmbito de uns poucos "geeks", simultaneamente tratando quem se mostra menos lesto em áreas como artes, literatura e musica, como analfabeto e inculto...

A cultura é um termo muito amplo que engloba todas as áreas do conhecimento incluindo a própria ciência!

Evidentemente então, que para uma pessoa de denominar minimamente culta não pode descurar este componente fundamental, no entanto alguns "iluminados" definem como cultura somente as artes, musica e literatura!

ora estes campos isolados quanto muito restringem-se ao campo do ENTRETENIMENTO, que face ao progresso de uma sociedade MODERNA, é um factor secundário ao progresso da sociedade...

Uma sociedade MODERNA só e moderna graças ao avanços sobretudo científicos e tecnológicos, que mais tarde fazem avançar o pensamento e o modo de vida de toda a população...

Posto isto..

porque é que as pessoas deixam que seja SOCIALMENTE ACEITÁVEL e POLITICAMENTE CORRECTO alegar o desconhecimento na área das ciências???
Apenas pq é lucrativo, muito lucrativo, por isso se insiste em dar relevância ao futebol e as novelas, até neste fórum os posts inúteis se sucedem apenas para aumentar o ranking do user.

Depois temos o factor politico, um povo ignorante e desprovido de sentido e espírito critico, exactamente pela falta dos mais "básicos" conhecimentos na área das ciências, manipulam-se melhor, é mais influenciável e aceita de bom grado mais sacrifícios para depois se viver melhor, algo que a história nos ensina, que nunca irá acontecer.
 
post BRUTAL!!!
Excelente ponto de vista, do qual eu partilho, concordando na totalidade...

A normalidade estatística aplicada a uma população, é no fundo a média dessa população, qualquer que seja o parâmetro em estudo (escolaridade, ideais políticos, áreas de interesse, etc)...

..depois existem os extremos, os desvios á normalidade, que ou tem influencia suficiente e levam a que mais elementos adiram, ao ponto de de tornar "normal" tal comportamento, ou não tem influencia e mantém a curva como de antes..

o problema com a ciência, é que por muito que forneça a uma sociedade, não tem influencia suficiente para levar parte da população a desviar-se da normalidade, e a ela aderir...

ou seja a população quer os produtos da ciência mas não a ciência??
Exactamente pq existe o movimento contrario movido por interesses económicos e políticos em manter tudo como está.

É o "novo" travão ao desenvolvimento da humanidade, a continuação das acusações de bruxaria ou da loucura causada pela adoração do demónio, dos tempos da inquisição.

Não é difícil entender as semelhanças entre o antigo comportamento e os que defendem praticas velhas de milénios, como uma grande inovação.

A figura do cientista louco é ainda parte da nossa mentalidade é usada como algo a temer e consequência directa da ciência.
 
Última edição:
Exactamente pq existe o movimento contrario movido por interesses económicos e políticos em manter tudo como está.

É o "novo" travão ao desenvolvimento da humanidade, a continuação das acusações de bruxaria ou da loucura causada pela adoração do demónio, dos tempos da inquisição.

Não é difícil entender as semelhanças entre o antigo comportamento e os que defendem praticas velhas de milénios, como uma grande inovação.

A figura do cientista louco é ainda parte da nossa mentalidade é usada como algo a temer e consequência directa da ciência.
Falta dizer que este tipo de comportamento é muito comum no ensino entre colegas e até com alguns profs que se sentem diminuídos ou atacados quando o aluno põe em causa de uma maneira educada certos aspectos da matéria ou os corrige.

O aluno que mesmo sem estudar sabe é sempre um "marrão" ou receado por isso e há sempre a tentativa de o ridicularizar e de o mudar incentivando-o a ser mais "normal".
 
Geralmente por não se estimular a curiosidade.

E é pena.

Pois, é realmente uma pena...


A estimulação da curiosidade leva á procura de respostas cabais, e este aspecto é mais um argumento a favor das ciências que as dá sistematicamente, ao contrario da ambiguidade de respostas das humanidades....

Podemos então concluir que as crianças e a população não estão a ser estimuladas para essa procura de resposta?

Ou estão a ser estimuladas, mas a obtenção da resposta dá trabalho, pelo que preferem a solução mais fácil?!

Tudo se resume ao trabalho que dá alcançar um objectivo, independentemente de estar ao alcance??
 
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