a noticia é esta:
Mourinho foi detido por causa do seu cão!
Nas vésperas da final da Taça de Inglaterra, José Mourinho envolveu-se numa discussão com a polícia inglesa por causa do seu cão e foi mesmo detido. O treinador português não gostou que as autoridades quisessem levar o seu Yorkshire Terrier para o colocar em quarentena, por não ter alegadamente as vacinas em dia, e acabou detido por obstrução à justiça. Mourinho foi obrigado a pagar uma caução para não passar a noite na cadeia e o pobre cão dormiu ao relento...
O episódio faz capa no jornal The Sun desta quarta-feira, onde se conta que o treinador português estava numa cerimónia do Chelsea quando a mulher lhe telefonou a comunicar-lhe que a polícia estava em sua casa para levar o cão para o colocar em quarentena. Mourinho terá corrido de imediato para a sua residência, onde terá encontrado um oficial de Saúde acompanhado de dois polícias com o intuito de levarem o animal doméstico.
O cão terá viajado entre Portugal e Inglaterra sem ter recebido as necessárias vacinas, pelo que as autoridades pretendiam colocá-lo em quarentena para precaver a saúde pública. Mas a situação não agradou a Mourinho com o The Sun a realçar que o "Special One" ficou «vermelho» de raiva e que, na fúria, enxotou mesmo o cão para fora de casa. Aparentemente o animal terá passado a noite na rua e não se sabe se já terá sido encontrado.
Certo é que o intuito de colocar o cão em quarentena saiu gorado e quem foi detido foi Mourinho por obstrução à actuação de agentes da autoridade. O técnico luso acabou por pagar uma caução cujo montante não foi divulgado para não passar a noite atrás das grades.
Um insólito episódio que ocorre nas vésperas de o Chelsea defrontar o Manchester United em Wembley na final da Taça de Inglaterra. É o último troféu que resta a Mourinho ganhar e o treinador português está sob pressão, tanto mais que a onda de lesões afecta enormemente e de novo a sua equipa. Na terça-feira o destaque noticioso ia mesmo para o facto de o treinador luso poder ter que utilizar o guarda-redes Hilário como opção de banco para o ataque.