não é bem assim, pois a fundo no hybrid ele atira-te para a potência maxima, mas com o aumento de velocidade este vai gerindo e quando vê que já não precisa desta potência vai cortando, pois as condições de arranque vão-se alterando conforme o carro ganha velocidade é aí que ele gere a cena.
mas mesmo nestas condições posso-te dizer que o hybrid é capaz de ir uns minutos no regime de potência maxima, onde qualquer carro normal não irá mais que 10 segundos nesse regime, pois apenas vai passando por ele.[

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Desculpa lá, há bocado expiquei-me um bocado a correr.
O que quero (e quis) dizer era o seguinte: a caixa CVT traz vantagens para as prestações do HCH. Isso indiscutivelmente e isso é um elemento extra à nossa conversa. Pelo menos até ao momento.
Eu disse que o HCH andando durante largos quilómetros a fundo, não conseguia manter os 115 CV em pernanência.
Tu disseste que nem o HCH, nem qualquer outro.
Tudo bem, estou-te a entender.
Mas o que eu queria referir era a carga máxima. Considerei a potência máxima do HCH, porque devido à CVT, carga máxima coincide com potência máxima. Pelo menos durante uns momentos conforme referiste. Depois ele diminui. Mesmo considerando que tal acontece, não devido à carga das baterias. É natural que assim seja.
Num carro sem CVT e não hibrido, a fundo, vamos ter sempre a carga máxima, isto é, vamos ter a potência máxima disponível para aquela rotação. Mesmo que ela seja inferior à do HCH, pois este está no regime de potência máxima do térmico.
A minha questão é que ao passo que no motor normal vamos sempre ter a carga máxima, no HCH quando as baterias entrarem em fim de carga, vamos deixar de ter essa carga máxima. Contando apenas com o máximo de carga do térmico.
A CVT ainda é mais complexa do que a questão do motor eléctrico / térmico.
Já agora só outra questão, e não, não é que esteja a colocar em causa as potências de cada sistema, térmico e eléctrico, mas tens conhecimento de alguns gráficos de testes de potência realizados ao HCH?