PeugeotSales
Well-known member
Nada..viste os nossos de borla...Quanto é que pagas??
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Nada..viste os nossos de borla...Quanto é que pagas??
Só assim é que fico a saber como são os famosos almoços do AHO. E eu a pensar que andava tudo à batatada.[]
[]
E tambem revelou que afinal os moderadores não são tão certinhos como se julga[]
Então voçes nos almoços vão para lá para serem jarvadolas e falarem das pernas das gajas que passam pela vossa mesa. []
Tens a cara que parece o rabinho de um bébé?
PS: Que é feita da tua "Alfasucata"? Nunca mais ouvi falar dela. E faz parte da "mobilia" deste Forum! []
Pago as cervejas que me ias oferecer []
E ainda não cuscou o meu...
A sucata foi-se embora, pá. Precisava de bastante guito para o meter como queria e simplesmente não dava... pagar as cenas todas de 2 carros mais a casa e o caraças, tudo sozinho... é dose [s)]
Deixou excelentes recordações...
[]
Sempre gostei da forma como tu defendias a tua "dama".
Um alfista que sabia e conhecia os defeitos e manias da dita, e gostava dela assim mesmo.
Um alfista com horizontes "largos" que aceitava e apreciava as outras marcas, mas a sua dama era a sua dama.
Se alguem dissesse que não curvava nada, tu dizias, sim de facto não curva nada, mas se se souber como, curva como uma louca! []
Se alguem dissesse que não travava, tu dizias, sim de facto tem abrandadores, mas interessa é acelerar e contornar o obstáculo.
[]
Mesmo com os barulhos todos dos plásticos a ranger parecia ser capaz de enfrentar qualquer estrada e qualquer obstáculo com dignidade.
Mesmo com os barulhos todos dos plásticos a ranger parecia ser capaz de enfrentar qualquer estrada e qualquer obstáculo com dignidade.
Bem, tu vê lá não me faças chorar
P.S. - E, já agora, obrigado por te lembraresFaz sentir que valeu a pena vir aqui gabar "a minha dama" [
]
Quando a melancolia bate, nada melhor que uma voltinha no
nosso mui amado amigo de quatro rodas.
Volta não volta, quando aí pelas 3 da manhã ainda estou de
pé e sem sono, calço os ténis mais leves que tenho, pego
nas chaves do carro e vou ter com ele para termos uma
conversa de homem para carro, daquelas que nos metem
logo um sorriso nos lábios.
Entro no Alfa para ser imediatamente invadido pelo frio que
teima em persistir devido aos estofos em cabedal e pela
humidade que se agarra aos vidros como se quisesse espreitar
para dentro do carro.
Depois de esfregar as mãos um par de vezes, rodo a chave
para poder limpar e desembaciar os vidros. Só depois é que
me lembro que num Alfa o que dá gozo é andar de vidros
abertos![]()
Depois do modesto "system check" feito e das luzinhas
estarem apagadas, rodo a chave para despertar um motor
que odeia estar parado, acariciando levemente o pedal do
acelerador para me certificar de que a gasolina está a fluir
na quantidade certa.
Há que deixar o óleo chegar a todos os recônditos do motor.
Ao deixar de ouvir um som algo parecido com o bater de
válvulas ( que não passa de um sinal de que o óleo ainda
não chegou onde devia ), acelero umas poucas vezes até
às 2.500rpm para que o ralenti se acerte, e está pronto.
A pele igualmente fria do volante funde-se com a das mãos.
O cantar do boxer começa, baixinho e tímido, à medida que
me afasto da rua onde o pobre 33 pensava que ia ficar
sozinho.
À medida que vai andando quase que se sente a alegria do
carro: o motor e a transmissão começam a aquecer, bem
como os fluidos que os lubrificam. O óleo deixa de ser tão
espesso e conseguimos sentir o motor a trabalhar mais solto,
a caixa começa a ficar mais mole e precisa.
Quase sem nos apercebermos, estamos em sintonia com o
carro. Sentimos que ele pede mais rotação e que aquele
cantar começa a ecoar a pulmões cheios.
Já nem está frio dentro do carro. O calor do motor invade
o habitáculo e damos por nós a encostar o carro para tirar
o casaco. É nestas alturas que dou por mim a pensar:
"bom... então é agora que vamos ter aquela conversa, hã?".
Voltamos a ligar o motor e ele já fala connosco num tom
mais sério, mais determinado.
O que ia começar por ser um debate passa a uma discussão
acesa: a 1ª é engrenada com avidez. Cada um quer falar
mais alto e ter mais razão que o outro como numa discussão
conjugal em que só a meio nos apercebemos de que ambos
queremos o mesmo. Prazer.
E é com esta ideia na cabeça que esmagamos o acelerador
e soltamos a embraiagem com desprezo.
Somos catapultados para o meio dum concerto de rock que
a partir das 4.000rpm se transforma num concerto de
heavy metal.
Às 7.000rpm deixamos os dois de ter razão. A estrada
desenrola-se à nossa frente e à ameaça de cada curva os
músculos contraem-se e o próprio carro assume uma
postura rígida de ataque.
O interior do carro já emana calor, como se toda aquela pele
tivesse um organismo vivo por detrás, uma extensão do nosso
corpo. O próprio "tom de voz" do carro está mais afinado,
apesar de continuar a gritar euforicamente.
O trabalho de pés é incansável. Ao chegar a uma curva,
pressionar o travão, deixar as rpm's cair, pé esquerdo na
embraiagem, o calcanhar direito galga o acelerador... e as
mãos acompanham, de 4ª para 3ª, larga-se a embraiagem.
Repete-se para 2ª, o carro entra equilibrado na curva com o
acelerador a meio gás. A curva parece não o incomodar.
Pelo contrário, antes de chegar a meio já pede para andar
mais. Temos de optar pela condução tântrica, adiando esse
momento de prazer para o elevar a um expoente máximo.
E então pisamos o acelerador, de volante firme.
O motor boxer manda-nos arrepios pela espinha acima com o
seu grito de loucura, o carro firmemente agarrado à estrada
acompanhando o arco da curva em aceleração.
Um minuto nestas condições parece uma hora inteira do
mais puro prazer.
Ao regressar a casa, estaciono o carro. Não consigo desligar
o motor imediatamente. Fico a ouvi-lo mais um pouco.
O ralenti inicialmente abaixo das 1.000rpm e inconstante -
assim o ditam as árvores de cames - está agora certinho
e nas 1.200rpm, como que a dizer que ainda está pronto
para mais.
Com muita pena minha, desligo o motor. Dirijo-me para casa
sem qualquer vestígio de melancolia ou de tristeza... sereno.
É bom discutir de vez em quando.
Ora bem...update.
Hoje saí com o meu pai e fizemos um percurso de estrada sinuosa. Agora com 35 000 km posso fazer mais um ponto da situação, até com palavras do meu pai, eheh
Ora bem...houve uma parte mais fluida, com condução normal, e outra de forma rápida e agressiva
Na parte fluida...o carro estava com 5,8 l/100 km de média, com um reset imediatamente antes de saírmos de casa.
Barulhos parasitas? Dois, um na chapeleira e na porta do passageiro.
Tendo em conta que é das 1ªs unidades, que é um carro do segmento B, que já andou em maus caminhos e que não é particularmente bem estimado (carro para toda a obra...) parece-me bem.
Tem-se a bordo dele uma boa percepção de qualidade, ajudada particularmente pela parte superior do tablier.
Conforto...chega dos mitos franceses! O carro é confortável, tudo bem, mas os bancos são até rijinhos para um francês. Contudo em viagens grandes ajudam a que não haja cansaço e qualquer um sai fresquinho do carro.
Já em mau piso...não absorve particularmente bem as irregularidades da estrada, torna-se saltitão...e bamboleante.
Já em bom piso, é perfeito. Muito confortável mesmo, aí sim é um digno francês.
O rádio...não sendo nada de especial, está longe de ser mau e o bass é muito porreiro. Não distorce muito com o volume alto, e este alto dá cabo dos ouvidos de qq um...lool
O espaço é suficiente, apenas me faz alguma confusão ir com a perna quase encostada na consola central. Manias, xDD
Em termos de altura e comprimento, perfeito para mim xD
o AC é ruidoso, mas eficaz...ainda assim parece precisar de ser carregado.
Os comandos de todo o carro são muito intuitivos, mesmo um nabo mexe nele facilmente xD
Os pormenores de qualidade estão todos lá, espelhos de cortesia, pegas das portas em borracha, o material aborrachado a cobrir toda a zona superior do tablier. Mesmo os outros materiais menos nobres estão em bom nível. Tanto que do tablier não há barulhos alguns nem rangeres quando se encosta a perna.
Nos pormenores nota-se que apesar de bastante bom carro, é um simples segmento B...faltam apoios de braço de série, iluminação atrás, os vidros eléctricos...
Ainda assim a conjugação do bom gosto nas tonalidades e estética do interior, do conforto, da boa insonorização e quase total ausência de vibrações, da qualidade que se sente proporciona muito bom ambiente a bordo []
Agora da parte mais apressada...a média disparou para os 8,2 l/100 km.
Para um carro com motor de entrada de gama, do segmento B, sem a mínima conotação desportiva a si associada, digo eu e o meu pai que este carro é muito bom a curvar.
É previsível, ágil, é uma lapa! Obriga os pneus a trabalharem (chianço...[]) em vez de alargar a trajectória, o que para mim significa as boas qualidades do chassis. Adorna um pouco, devido à suspensão macia e os pneus algo altos, mas isso não o prejudica muito.
Em AE devido a esta mesma suspensão e a sofrer de jipose é sensível a ventos laterais...ainda assim mostra-se seguro. É fácil andar a 150/160 nele []
Isto para quem estiver habituado à direcção....digamos que o meu pai habituou-se logo, já nem estranha.
Em termos de motor...aqui está o motivo pelo qual o meu pai não adora o carro...mas apenas pode-se considerar sarisfeito.
Bom, o carro em baixas rpm (- de 2500 rpm) não existe. Não vale a pena...à saída de curvas lentas, em subidas...nota-se particularmente. É desgastar o motor, dar cabo da paciência...[]
Aqui entra a estratégia da Renault...caixa muito curta, para tentar disfarçar. E a verdade é que quase conseguiram! []
Nas situaçoes de embaraço em baixas, é botar uma abaixo...levar o motor para qq coisa acima das 3000...e aí sim, este motor vale alguma coisa!
Em baixas até um Polo 1.2 manco o papa. É mesmo fraco.
Em altas...puxa muito bem, diria até que dá baile em certos 1.4. Carros como GPunto 1.2, Polo 1.2, ficam a ver navios xDD
Eu pessoalmente tb gosto muito do ruído dele...ainda mantém uma pequena parte da essência dos energy, dos quais tb gostava muito. É um ruído grave, forte...nada de nobreza, lol,...mas pede mesmo para ser puxado até ás 6000...[]
Em termos de velocidade de ponta, comporta-se confome um normal motor com 75 cv. Dá em plano 170 km/h, com muuuuiiito jeitinho 180. Mais, só a descer penhascos e não conta.
Esta é a parte pelo qual o meu pai até pondera trocar por um dCi 86/106...se surgir oportunidade.
Em termos de consumo, apenas em cidade anda pelos 8-9 l/100 km. Parece-me razoável, tendo em conta o peso e fracas baixas rpm do carro.
Ele gosta é de estrada aberta...o que é até algo incoerente, uma vez que é um utilitário.
Em estrada são possíveis consumos na casa dos 4,5-5 l/100 km, mas apenas com paciência astronómica e sem inclinações do terreno.
Em condução normal as médias andam pelos 6-7 l/100 km.
Em condução rápida vão para os 8-9 l/100 km, sendo que apenas numa subida e a puxar muito por ele já esteve em 12.
Em AE sempre a 90 é possível fazer consumos tb de 4,5-5 l/100 km, mas com as mesmas condicionantes que em estrada
A 100/110 km/h faz normalmente entre 5,5-6,5 l/100 km.
Elevando o ritmo para os 130/140 km/h o motor começa a ir algo esforçado (4000 rpm) e os consumos sobem para os 7,5-8 l/100 km.
Prego a fundo, sempre a 160-170 km/h, é de esperar consumos entre 9 e 10 xDD
Nestes 35 100 km podemos dizer que estamos contentes com o carro. Teve um problema, já resolvido há quase 5000 km, e tirando isso está bastante bom...de realçar que não é particularmente bem estimado.
Ponto negativo apesar de ser esforçado...o motor...nitidamente.
Pontos fortes? Qualidade, comportamento []
E assim vai um Renault Clio III 1.2 Dynamique, recebido no dia 30 de Novembro de 2005 e neste momento com 1 ano, 6 meses e 15 dias []
Se trocarmos será somente pelo motor. De resto estamos contentes com o carro, que é o 2º renault consecutivo, e é de prever que se fique fiel à marca.
Desculpem o grandesíssimo testamento.