Astra passa no teste dos 100.000km!!

Eu se calhar até entendo o titulo do artigo.

Conheço aqui na zona uma Astra 1.7 DTI que por volta dos 70 mil Km deu diversos problemas, e o dono já andava pelos cabelos, entretanto dizia que aparte desses problemas, e apesar de estar a ficar farto da carrinha, gostava dela, porque notava que o resto era mesmo material de guerra.

Bom, a verdade é que depois dessa fase, nunca mais houve problema nenhum, e hoje diz que aquilo é mesmo carro de guerra, que teve a sua má fase, mas a partir daí, é sempre a andar, sem mostras de desgaste, sólido, e robusto como no primeiro dia.

Esse Astra deu os problemas por volta dos 40 mil Km, ora, passaram entretanto 60 mil, o que acaba por justificar a descrição deles. Agora interessa-me é daqui para a frente, que segundo o que eu conheço, acredito perfeitamente que nunca mais dê um único stress.
 
A questão do eixo da transmissão, com certeza algum defeito de fabrico, não devia acontecer já que os equipamentos são testados a vários níveis, mas... problemas destes em diversas marcas, quem nunca os teve? Felizmente foi em garantia.

A caixa, é um problema que, a meu ver, não podia acontecer, mas são máquinas, e problemas há em todos, ainda para mais parece que não foi propriamente a caixa, foi uma peça qualquer que partiu por ser de fraca qualidade (é mau sinal, isto), mas pronto, aqui acho que no concessionário é que foram nabos, e mudaram a caixa inteira.

Quanto ao sensor de temperatura, achei curioso, pois aquilo nem tem nada que avariar, eu conheço bem esses sensores, aquilo é uma mera resistência variável, na minha opinião, devido à localização, levou com alguma pedra e partiu o sensor. Ou então, a ficha mal encaixada fazendo com que entrasse água e estragasse o sensor (já vi um caso desses numa Vectra B, a ficha foi mal encaixada, entrou água, oxidou e estragou o sensor).

O rádio, pela foto é o CDC 40 Opera, que tem o sistema de som da Bose, já li por acaso que este rádio teve alguns problemas nas unidades iniciais devido ao sistema de carregador de CD’s, que, como é descrito, riscava os CD’s. Foi substituído, tal como deve acontecer, e não vejo nada de mal nisto.

Agora, porque carga de água, é que depois destes problemas resolvidos, o carro não há-de ser bom, e estar pronto para mais 100 ou 200 mil Km? Se calhar durante este período, já que estes problemas foram resolvidos, nem dá mais problemas.

axo q neste excerto das tuas palavras se ve a diferença entre mentalidades, e n ha nda de mal nisso. Tu axas q estes problemas porque foram resolvidos na garantia e atempadamente n merecem grande importancia. Eu por outro lado axo isto anadmissivel num carro novo ainda por cima ao preço q os pagamos por ca.
Nao me importa nem tenho nada haver com os problemas q de serem tao frequentes a marca ja axa normal, seja opel ou mercedes. Se sao assim tao frequentes q se tornam normais so quer dizer q o processo de construçao ou controlo de qualidade tem d ser revisto.
O q se passa é q estamos a baixar os nossos proprios padroes de qualidade. Ás uns anos se problemas destes aconteciam eram considerados graves, hoje em dia as marcas foram nos habituando q s forem na garantia ate sao normais. Eu compro um carro novo porque n quero chatisses senao compro um usado q ate ja foi "testado" por uma pessoa real. Ao axarmos coisas destas normais estamos a habituar mal as marcas, quanto mais exigentes formos mais elas se aplicam no q fazem.
 
Eu se calhar até entendo o titulo do artigo.

Conheço aqui na zona uma Astra 1.7 DTI que por volta dos 70 mil Km deu diversos problemas, e o dono já andava pelos cabelos, entretanto dizia que aparte desses problemas, e apesar de estar a ficar farto da carrinha, gostava dela, porque notava que o resto era mesmo material de guerra.

Bom, a verdade é que depois dessa fase, nunca mais houve problema nenhum, e hoje diz que aquilo é mesmo carro de guerra, que teve a sua má fase, mas a partir daí, é sempre a andar, sem mostras de desgaste, sólido, e robusto como no primeiro dia.

Esse Astra deu os problemas por volta dos 40 mil Km, ora, passaram entretanto 60 mil, o que acaba por justificar a descrição deles. Agora interessa-me é daqui para a frente, que segundo o que eu conheço, acredito perfeitamente que nunca mais dê um único stress.

até pode ser assim, o facto é que o artigo refere-se até aos 100 000 km's. e até aí, foi tudo menos "duro de roer", é só isso.
posso-te dar o exemplo do meu hybrid que teve que levar as baterias novas, apenas porque acendeu a luz no tablier, nunca me deixou apeado, mas já o vejo de maneira diferente do meu jazz, que nunca foi preciso nada.
 
será que é assim? é que eu posso mudar uma caixa de velocidades e dizer, ah e tal só era preciso mudar um carreto, mas preferi mudar tudo, o facto é que a caixa cedeu e o condutor ficou apeado, claro que é um problema de defeito de fabrico, mas porquê o "duro de roer"?
agora gostava de ver um teste feito por essa revista a um carro que apenas tenha levado peças de desgaste, para ver como sería o título do artigo.[;)]

Está lá escarrapachado preto no branco, pelo autor do tópico que o problema nada tinha a ver com a caixa de velocidades. Se a mudaram deve-se unicamente à incompetência dos técnicos da Opel. Nada que me surpreenda. Peças de plástico na caixa de velocidades, só estou a ver casquilhos. Se foi um casquilho que cedeu, é esse casquilho que deve ser substituido. Um casquilho tem um custo bastante inferior ao de uma caixa. Incomensuravelmente inferior. Se eles acham que deviam substituir a caixa....
 
Se um carro meu com 100k tivesse levado tudo isso, não estaria nada animado...:sh):sh) enfim cada vez mais os artigos são pouco objectivos...
 
Sobre a caixa do Astra:

A Quatro Rodas, revista especializada desses lados, faz um teste semelhante, mas de apenas 60.000 km.

Eles compraram uma Idea 1.4, cujo semi-eixo de transmissão quebrou com 800 km!

Mas, depois cuidadosa análise, descobriu-se que a falha estava na composição do aço que faz a peça.

Talvez o mesmo se passou com o Astra.

;-)

Atendendo à incompetência da Opel, o que deveria resultar das intervenções de garantia seria:

- uma peça de plástico da caixa de velocidades (casquilho?!)
- um sensor de temperatura exterior.
- um auto-rádio.

Esqueçam a caixa de velocidades, ela estava perfeitamente ok e não havia necessidade da sua substituição. [;)]
 
o primeiro titulo é "duro de roer", na segunda página tem em letras garrafais "traido pelos materiais", onde está a coerencia?
 
Atendendo à incompetência da Opel, o que deveria resultar das intervenções de garantia seria:

- uma peça de plástico da caixa de velocidades (casquilho?!)
- um sensor de temperatura exterior.
- um auto-rádio.

Esqueçam a caixa de velocidades, ela estava perfeitamente ok e não havia necessidade da sua substituição. [;)]

deves colocar aí nessa lista tambem uma assistência em que o condutor ficou privado\apeado do seu automovel.[;)]
 
a diferença de aaber ler e ineterpretar !!!

a diferença de aaber ler e ineterpretar !!!

eu gostava de ser estudante de psicologia para estudar decentemente este tipo de coisas.

entao um carro com 100mil kms ja levou uma transmissao, um sensor de temperatura exterior e uma caixa (que forcou a imobilizacao do veiculo)...e mesmo assim e "duro de roer"?

se assim e, eu prefiro o meu ranhoso barulhento. veja-se...com 360mil kms ainda nao levou nenhuma transmissao! isto apesar de ter feito de taxi algures na sua vida e ja ter feito TT. carro que se preze precisa de uma a cada 100mil...eu tenho e que o mandar fora...

eu sou daqueles gajos que funciona um pouco a moda antiga (err...a 2 anos atras!). um carro NOVO com 100mil kms que de TANTOS problemas como esse, nao esta certamente a cumprir a sua funcao.

tb gostei da analise da caixa de velocidades. entao o diagnostico dizia que era preciso caixa nova, e no fim era so uma peca de plastico??
se nao fosse carro de revista, sera que a Opel nao apresentava a continha ao cliente? bem, darei o beneficio da duvida...


então se lá diz, "... se verificou desnecessaria..." isso dever quer dizer que não precisava, certo.?

comparar um viatura actual, repleta de electronica, construida para usar e deitar fora... é assim a produçaõ actual de qualquer marca, onde nada se repara e tudo se substitui... com uma viatura com mais de 10 ou 15 anos despido de tecnologia, construido para se reparar tudo e mais alguma coisa... é mesmo de alguem capaz de saber ler e interpretar... """fantastico este nosso mundo automovel"""
 
Se um carro meu com 100k tivesse levado tudo isso, não estaria nada animado...:sh):sh) enfim cada vez mais os artigos são pouco objectivos...

E se esse teu carro tivesse levado apenas:

- uma peça de plástico da caixa de velocidades (casquilho?!)
- um sensor de temperatura exterior.
- um auto-rádio.

E não te tivesse obrigado à imobilização do veiculo?
Tudo isto resolvido de uma forma profissional e competênte?

Qual seria a tua opinião?
 
deves colocar aí nessa lista tambem uma assistência em que o condutor ficou privado\apeado do seu automovel.[;)]


Pelos elementos que temos, e pelo que me é dado a concluir e até prova em contrário, isso só resultou de uma falta de competência técnica da Opel. Se na primeira intervenção tivessem feito um serviço profissional e competênte, tenho a certeza que esse carro não ficaria imobilizado 700 Km depois. [;)]

Uma peça não dura 47094 Km até à rotura, sem que 700 Km antes, não apresentasse sinais de desgaste / deficiência. [;)]
 
E se esse teu carro tivesse levado apenas:

- uma peça de plástico da caixa de velocidades (casquilho?!)
- um sensor de temperatura exterior.
- um auto-rádio.

E não te tivesse obrigado à imobilização do veiculo?
Tudo isto resolvido de uma forma profissional e competênte?

Qual seria a tua opinião?

a minha sería de certeza diferente da do jornalista que escreveu esse artigo, pois começa por dizer que é um carro "duro de roer" e mais para a frente diz que foi "traido pelos materiais", então qual é a parte que interessa a primeira ou a segunda? não estou a discutir a qualidade\fiabilidade do carro, mas sim desse artigo.
 
Pelos elementos que temos, e pelo que me é dado a concluir e até prova em contrário, isso só resultou de uma falta de competência técnica da Opel. Se na primeira intervenção tivessem feito um serviço profissional e competênte, tenho a certeza que esse carro não ficaria imobilizado 700 Km depois. [;)]

Uma peça não dura 47094 Km até à rotura, sem que 700 Km antes, não apresentasse sinais de desgaste / deficiência. [;)]

o que não deixa de ser um problema opel, de qualquer das maneiras não temos elementos para afirmar isso ou não, o jornalista limitou-se a passar por cima disso e fazer grandes elogios ao carro, dizendo até que a culpa não é do carro mas sim dos materiais, será que estes não são da responsabilidade da opel?
 
O veio de transmissão foi BEM mudado, os vedantes estavam danificados e escapou o óleo.

Levantando a tampa de plástico do motor... olha as tubagens corroídas.

Tudo coisas normais de facto... [8b]

eu gostava de ser estudante de psicologia para estudar decentemente este tipo de coisas.
 
Se esses problemas tivessem acontecido a um cliente "comum" e nao a uma revista, o mais provavel era o dono arrotar com 1000 euros pra caixa , e mais qq coisita extra que se lembrassem de inventar.
A maneira como foi escrito o artigo parece um artigo encomendado pra falar bem da opel.
Tenho ca a impressao que se fosse uma outra marca que conheco caía o carmo e trindade em cima
 
a minha sería de certeza diferente da do jornalista que escreveu esse artigo, pois começa por dizer que é um carro "duro de roer" e mais para a frente diz que foi "traido pelos materiais", então qual é a parte que interessa a primeira ou a segunda? não estou a discutir a qualidade\fiabilidade do carro, mas sim desse artigo.

Também não vou discutir a qualidade da reportagem pelo simples facto de não a ter lido na totalidade. "traido pelos materiais" é preciso saber o que se inclui. Se foi pelo casquilho, entende-se.
 
O carro leva um veio de transmissão, uma caixa, deixa o dono apeado, e há users que vêm para cá dizer que afinal levou só um casquilho e tal. Já agora, caso não saiba, na caixa e transmissão destes Opel há muitas coisas em plástico, e não só os casquilhos. Curiosamente noutra revista, estrangeira, que fez o mesmo teste a um 1.9, houve uma mesma peça de plástico que partiu na transmissão/caixa, e na anaálise queixaram exactamente disso. Não sei no entanto se este teste da Autofoco é apenas uma tradução desse teste que falo, porque infelizmente o fórum onde estava o teste está em baixo.
Querem ver que o carro secalhar até nem levou nada, nem teve problemas. Foi só "falta de competência da Opel", mais nada.
Com defensores deste tipo, é natural que seja "duro de roer".
Mas compreendo: este carro, comparado com os de algumas pessoas que opiniaram, apenas ficou apeado uma vez, e com 40 mil km. Diferente de ir de reboque duas vezes com duas semanas, e nem 5 mil km (isto só para falar em imobilizações). Tendo por base estas experiências, não é de estranhar que alguns axem o do teste fiável.
 
Última edição:
Bom, eu tenho aqui estado a ler este tópico e cada vez mais abano a cabeça, desiludido. E cada vez mais chego a uma conclusão: é praticamente impossível discutir sobre carros e futebol com isenção, lealdade e seriedade.
Há pessoas que só esperam que um determinado carro de uma marca com a qual não simpatizam (e estão no seu direito) dê um "peidinho" para que a apedrejem até à morte. Sendo uma marca com a qual simpatizam, tudo é relativizado e comentado em voz baixa, com comentários do tipo: "oh, mas como é possível isso acontecer?".
Vou aqui colocar 2 cenários e colocar as reacções daqueles que tão escandalosamente aqui estão a apedrejar o Astra e o artigo que fala dele!

Cenário A: Opel Astra, ao longo destes 100.000 km, não teve um único problema ou defeito:
Reacções típicas:

- Ah, olha, olha, duro de roer, dizem eles!!! Mas o que é 100.000 km hoje em dia? Nada! Então o carro não dá um único problema ao longo de 100.000 km e dizem logo que é fiável?? LOL, deixa-me rir! Só podem estar a brincar! Quero ver daqui a outros 100.000 km, aí é que vão ser elas, lol! E depois aqui estaremos para fazer contas! MUAHAHAHAHAHA! [Riso maquiavélico.]

[Voz off, comentário do autor desta pequena prosa: Só não dizem o que farão se após 200.000 km o carro continuar a não ter problemas. O que farão? Assobiarão para o lado? Desaparecerão do fórum? Não se sabe, mas a esperança de que após 200.000 km o carro esteja pronto para abate deixa-os continuar a dormir descansados! Não percam os próximos episódios...)]



Cenário B: Um carro da marca "X" que gostam teve exactamente os mesmos problemas que o Astra teve neste teste:
Reacções típicas:

- LOL! É por isso que a credibilidade das revistas de automóveis, para mim, é zero! Como se isto fosse exemplo ou representativo dos milhares de "X" que andam por aí a circular! Mas eu já sei como é que é! Os gajos fizeram 100.000 km em menos de 2 anos, certo? Pois, aquilo foi sempre a abrasar! Má utilização, pois então! Estes jornalistas... detesto esta gente! Eu até me admiro como é que aquilo só precisou de ser substituído aos 40.000 km! Muito resistente foi o "X", sim senhor! Ah, ganda "X"!!! Mas continuo a dizer: a credibilidade destes estudos, artigos e revistas para mim não é nada! Aquilo vale menos que zero, ok? [8b]

[Voz off, comentário do autor desta pequena prosa: acho que, neste caso, dispensa-se todo e qualquer comentário, não?]
 
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