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Será? Eu até já li por aqui que afinal o poder de compra aumentou ....
Vejam http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=30633 ou a arte de manipular a informação
Será? Eu até já li por aqui que afinal o poder de compra aumentou ....
Vejam http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=30633 ou a arte de manipular a informação
Pá, está mal, o que um tópico quer dizer é que uns portugueses viram o seu poder de compra aumentar e outros viram o seu poder de compra descer...[Será? Eu até já li por aqui que afinal o poder de compra aumentou ....
Vejam http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=30633 ou a arte de manipular a informação
É isso que tenho dito por aqui, mas parece-me que para quem frequenta este fórum 200contos ou 1000€ são trocos e por isso mesmo não tem bem a noção do mundo real.Exemplo algo simplista, mas há 10 anos quem ganhasse 200 contos por mês conseguia ser independente e fazer uma vida razoável. Era um salário agradável.
Actualmente é o mínimo para se levar uma vida independente dos pais, e em contenção. E muita gente vive com muito menos que isto.
Desde 84 que não havia tão grande quebra no poder de compra, apesar do jornal de negócios garantir que: "O poder de compra dos portugueses aumentou 7%, desde a entrada do euro nos mercados financeiros, em 1999, e até final de Fevereiro último, permitindo às pessoas comprar produtos a um preço mais baixo nos países com quem Portugal mantém maiores trocas comerciais.".Já vi a diferença...:
Uns: O poder de compra dos portugueses aumentou 7%
Outros: O poder de compra dos trabalhadores por conta de outrem registou em Portugal durante o ano passado a maior descida dos últimos 22 anos
...
:sh)
ambas as noticias não se contraduzem, mas ha aqui uns malabaristas das palavrass que gostam de jogos grataticais.
O publico diz que em 2006 houve uma quebra no poder de compra so comaravel a 1984.
a outa noticia diz que desde 98 ano da entrada do euro existiu um aumento de 7% no global.
onde esta a contradição?
Como é que se explica a este ex-ministro (Poupança está no nível mais baixo desde o 25 de Abril
As pessoas deviam poupar para três coisas: casa, reforma e saúde. Hoje poupam apenas para casa". As palavras são de Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças, em reacção ao números que dão conta da cada vez mais baixa taxa de poupança em Portugal.
Rui Peres Jorge
"As pessoas deviam poupar para três coisas: casa, reforma e saúde. Hoje poupam apenas para casa". As palavras são de Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças, em reacção ao números que dão conta da cada vez mais baixa taxa de poupança em Portugal.
Segundo os dados divulgados na segunda feira pela Comissão Europeia, a poupança total nacional representa cerca de 13% do PIB. Este é o valor mais baixo desde os anos 60, com excepção para do período revolucionário. É também o valor mais baixo da União Europeia a 27.
Os portugueses poupam cada vez menos. A tendência não é surpresa e reflecte o comportamento das famílias, empresas e Estado. "Um dos maiores problemas da economia portuguesa é uma insuficiente na acumulação de capital", diagnostica Catroga.
http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=295450
E na mesma linha, de incoerência:
Como é que se explica a este ex-ministro () que se os vencimentos são baixos as pessoas não tem dinheiro para poupar.
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Já vi a diferença...:
Uns: O poder de compra dos portugueses aumentou 7%
Outros: O poder de compra dos trabalhadores por conta de outrem registou em Portugal durante o ano passado a maior descida dos últimos 22 anos
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:sh)
pe leve ainda não tinha percebido que tambem tinhas aderido ao movimento de desinformação tão em voga aqui no forum[s)]
Claro que sim e concordo com quase tudo o que dizes se não fosse por um pequeno pormenor; os vencimentos médios andam pelos 550/650 (optimista hein [Não querendo contestar essa frase (concordo com a primeira parte, discordo parcialmente da segunda, estou contra o ponto final...), um gajo não fica rico por ganhar muito mas por gastar pouco.
Explicando: Há quem ganhe 5000 euros por mês e gaste tudo qto ganhe e ainda se endivida consideravelmente. Se houver "uma crise", não é por essa pessoa ganhar 5000 euros que ficará bem na vida. Se pautou a sua vida pelo consumo desenfreado é bem possível que tudo o que tem (casa, carro, etc) não lhe pertença (mas sim aos bancos, p.ex.).
Um gajo que ganhe a quantia miserável de 500 euros tem de saber que NAO PODE comprar a casa de 100.000 euros, NÃO PODE ter carro, NÃO PODE ir comer fora, etc etc etc. Vida de *****? É! Mas não se pode viver acima das possibilidades.
Disclaimer: Ganho mal (olha a novidade, toda a gente acha que ganha mal...). Queria ter uma quinta com cavalos, um jipe, ir passear a NY, ter um telemóvel melhor, etc. Realidade: com o que ganho não tenho nada disto. Ponho de lado metade do ordenado para talvez um dia aspirar à quinta com cavalos em vez de embarcar em ideias malucas do género "tenha já, começe a pagar pró ano, viva acossado por credores, morra de fome e deixe dívidas até aos seus bisnetos".
Explica lá....
O Porfírio tem andado distraído... [Explica lá....
Desculpa lá, mas continuas com pressupostos errados. Falas em ordenados médios perfeitamente miseráveis, como se isso fosse o objectivo de toda a gente, e gloriosamente identificas os 1,000€ como objectivo concreto do ordenado mínimo....
Agora se o vencimento mínimo fosse de pelo menos 1000€ já podíamos, começar a pensar em ter uma vida de Europeu e poupar para quando chegados aos 55, já reformado, dar umas voltas por Portugal de norte a sul e fazer como eles, apreciar o resto da vida no país mais lindo do continente Europeu.