Presidenciais Francesas - Nicolas Sarkozy é o novo presidente

Eu até iria mais longe... A Europa deveria um dia, daqui a muitos e muitos anos... Englobar países do norte de áfrica, e possivelmente israel e a palestina, seria uma forma muito "bonita" de garantir a paz entre irmãos.

Mas a Turquia é de facto um passo importante...

Adriano Moreira afirma que será um movimento natural da Europa o assimilar o norte de África até Cabo Verde!

E Adriano Moreira diz também que a Europa terá muito mais facilidade e naturalidade em conseguir isso nas próximas décadas, do que os EUA e
Canadá com os seus vizinhos do sul.
 
O Mussolini limitava-se, no essencial, a com****r notas e reflexões de pensadores políticos de direita, tal como fez Hitler e Salazar.

Aliás, o parágrafo que o Kerosin colocou tem as traves mestras ideológicas que se encontram no sustentar do desenvolvimento das teses da obra de Salazar «Como se Levanta um Estado»...

seria atrevimento meu pensar que por detrás dessas palavras existe uma subliminar comparação entre "direitistas" e fascistas.
 
seria atrevimento meu pensar que por detrás dessas palavras existe uma subliminar comparação entre "direitistas" e fascistas.

Se Lenine surge rotulado historicamente como o primeiro «social-fascista», a associação directa à direita seria labiríntica... Porém, em termos de filosofia política o fascismo atraíu, e foi sobretudo desenvolvido e caucionado como ideologia matriz, por movimentos anexos a linhas de pensamento político (e mesmo supra-político) conotadas com a direita.
 
Sinceramente acho que a Turquia vai entrar mas ainda é cedo.

A Europa ainda tem de se arrumar, e a Turquia, terá ainda de se adaptar um pouco mais ao ser Europeu.
Basta pensar o que se passou à uns meses quando o Papa foi lá.


Poderia ser o princípio do fim do sonho Europeu.
 
Eu até iria mais longe... A Europa deveria um dia, daqui a muitos e muitos anos... Englobar países do norte de áfrica, e possivelmente israel e a palestina, seria uma forma muito "bonita" de garantir a paz entre irmãos.

Mas a Turquia é de facto um passo importante...

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75% da população
Israelitas gostariam de fazer parte da UE

Três em cada quatro israelitas gostariam que o seu país pertencesse à União Europeia (UE) e um em cada dez deixaria Israel se tivesse passaporte europeu, segunda uma sondagem da Fundação alemã Konrad Adenauer, em Jerusalém, divulgada esta quinta-feira.

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Metade dos israelitas viajou em 2006 para um país na UE, sendo os mais visitados, por esta ordem, França, Reino Unido, Espanha e Alemanha, segundo a sondagem. Os países da Europa preferidos pelos israelitas são o Reino Unido e a Alemanha, com uma aceitação de 80% e de 67%, respectivamente.

A França, apesar de ser o país mais visitado, é o menos apreciado pelos israelitas, com 61% dos inquiridos a afirmar que não gostam desse país.

A sondagem, realizada por ocasião da presidência alemã da UE, foi efectuada por uma empresa de estudos de opinião que entrevistou 511 israelitas, tanto judeus como da minoria árabe, tendo uma margem de erro de 4,5 por cento.


Fonte




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Vejam o debate na TV5 e reparem no perfil político da sra.

Até se dá ao luxo de se encolarizar, de modo saudável como referiu à posterióri...

Entre ver a sra. a falar e o Manchester a (não) jogar, venha o diabo e que escolha.

A segolene é uma nulidade.
MAs como é uma nulidade metida a intelectual, esta na moda.
Felizmente que O POVO FALOU e o POVo escolheu, agora os intelectuais de pacotilha deveriam RESPEITAR as escolhas do POVO, o mesmo povo dos quais eles (os intelectuais de pacotilha) julgam ter o esclusivo da defesa
 
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Metade dos israelitas viajou em 2006 para um país na UE, sendo os mais visitados, por esta ordem, França, Reino Unido, Espanha e Alemanha, segundo a sondagem. Os países da Europa preferidos pelos israelitas são o Reino Unido e a Alemanha, com uma aceitação de 80% e de 67%, respectivamente.




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Têm saudades?
 
E isso não te diz nada?

Nem preciso de te dizer nada, mas, tomar a parte pelo todo, é um erro de calculo muito grande.

Ao contrario de muitos dos que por aqui andam a defender liberalismos e ideais bacocos eu não mando bocas para a plateia e fundamento sempre as minhas opiniões, não pretendo fazer a opinião dos outros [;)].

Mas tu lá sabes.

A parte de tudo isso, de facto os franceses não consegue fazer um motor de jeito.
 
A MEDEF (central patronal francesa) deve estar radiante!

O paralelismo e proximidade de Sarkozy com os interesses privados das «boas famílias que contam» em França é muito similar ao de Bush nos EUA.

Então mas não foi a escolha do POVO.
Ou fazes tabua raza da escolha do povo ?
 
Faço um retrato simples do poder e da fantochada da Esquerda e da Direita ocidental...

O partido de Ségolène Royal é o PS (Parti Socialiste) é conhecido pelo seu inusitado número de franco-maçons ao passo que muitos outros políticos da oposição fantoche onde se inclui Jacques Chirac e Villepin e o próprio Sarkozy são aristocratas, serventes das elites governativas e das dinastias.

São curiosas as coincidências fantásticas sobre o novo Presidente da República Francesa. Nicolas Sarkozy tem grandes amizades com muita da aristocracia francesa.

Um dos seus grandes confrades é padrinho do seu segundo casamento e padrinho de baptismo dos seus filhos chama-se Martin Bouygues e é um conhecido membro do grupo Bilderberg. Martin Bouygues é proprietário da TF1um dos líderes de audiências do Big Brother francês, o grupo Prisa tem relações com este e com a maçonaria espanhola e portuguesa e todos os outros “confrades” por esse mundo fora...

Sarkozy foi ministro de Jacques Chirac que é um maçon... Meus caros o que temos? Uma nova ordem mundial onde a Esquerda e a Direita são duas faces da mesma moeda.

Pesquisem, relacionem esta aristocracia com sociedades secretas, lobbies, favorecimentos...

Continuem a acreditar numa Esquerda e numa Direita que no fim de contas servem os mesmos interesses, Segolene e Sarkozy todos diferentes todos iguais, quem mais ganha são as suas carreiras e promoção pessoal!

A democracia está podre.
 
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SARKO!!! vive La France.

SARKO!!! vive La France.

A integração da Turquia na UE será o passo mais sólido e significativo, que a Europa pode dar de sinal de verdadeira mundialização para o resto do mundo. O quebrar de uma fronteira milenar de preconceito cultural, o começo sincero do atenuar até à dissipação (ou pelo menos redução do potencial crítico) do choque civilizacional com a identidade islâmica.
Eu sou a favor da integração da Turquia apenas e só pq o prometeram.
Se lhe prometeram deveriam impor as condições, iguais para todos, e se ela cumprir.... deveria entrar.

Agora a C.E. deveria manter-se apenas e só no continente europeu e países que não o são deveriam ficar de fora. Caso da Tuquia e da Rússia.

Mesmo países que são "europeus" num sentido lato por variadíssimas razões, mas que não estão na Europa não devem pertencer à C.E. Caso de Israel, Georgia ou, por absurdo, Africa do Sul ou N.Zelândia.

O facto de não se pertencer à C.E. não quer dizer que não haja acordos entra esta e outros países, vizinhos ou não.

Para mundializar já existe a ONU e as suas insificiências deveriam alertar-nos para não dar passos maiores que as pernas e/ou capacidade e/ou vontade dos povos Europeus para maiores integrações políticas e/ou territoriais.

NÃO EXISTE NENHUM CHOQUE COM O ISLAMISMO.

Na Europa temos um país com uma maioria de população Islâmica e são EUROPEUS. Não precisamos de dar saltos geográficos. Nem de usar esse povo para pontes do que quer que seja.
Era dar um atestado de minoridade a esse mesmo povo.
E poucos países islâmicos estão numa posição tão conveniente para essa manobra diplomática de grande amplitude, como o pivot Turquia.
A Turquia é um país islâmico como nós podemos ser considerados cristãos católicos.
É um estado Laico.

E como bem sabes o Islão não é uno. Não é uma identidade.
O Islão só vive em função de Estados nação fora da zona árabe.
Caso dos Turcos ou dos Persas ou dos Indonésios, etc.
Fora isso existem mas é mais complicado.
A Turquia tem pouco a ver com o resto do mundo islâmico para ser pivot.

Essa conversa faz lembrar qd Portugal se poêm em bicos dos pés para ser o interlocutor priveligiado do Brasil ou Palops recentes para a Europa.

Nada a ver com a realidade e desejo dos próprios.

Se quiserem, Brasil Angolas e outros falam DIRECTAMENTE com a fonte.

E no Ocidente desenvolvido, só a Europa consegue agregar-se como um interlocutor multifacetado e baseado na estrutura de estado-nação (curiosamente um conceito fundamental comum ao islão, bem como o percurso de poder da religiosidade para a laicidade) para integrar a Turquia em lago mais amplo que uma comunidade transnacional religiosa.

Porque a mundialização deve ir muito além desse meio que é a mundialização económica, que apenas deve servir para suportar, ao modo de esqueleto, a mais vasta e geral das mundializações possíveis.

Um passo pragmático de cada vez, Zen amigo.

Senão nada fazemos.

Adriano Moreira afirma que será um movimento natural da Europa o assimilar o norte de África até Cabo Verde!

E Adriano Moreira diz também que a Europa terá muito mais facilidade e naturalidade em conseguir isso nas próximas décadas, do que os EUA e
Canadá com os seus vizinhos do sul.

Esse velho colonialista..... (eh!eh!!eh!!!) mas com respeito pelo Sr.
Tem opiniões muito válidas mas essa não é uma delas.

Sobre a Europa e os USA-Canadá.

Com uma população hispânica enorme e integrada em vários estados do sul e mesmo Norte dos USA e com a política de imigração que esses dois países têm.... é "fácil" a integração.

Aliás se fores lá notas em TUDO.

Desde o polícia ao bombeiro ao caixa de supermercado aos eleitos (juízes e políticos) às coisas que tu compras.

Aliás a quantidade de casais multietnicos é já enorme a "olho nú".

Finalmente nos produtos.
Quase tudo vem da américa Latina.
Desde a roupa e comida às orgulhosas e gigantescas Pick-ups americanas.

E é por isso que apesar das bandeiras patrióticas nos stands, um nissan ou toyota pode ser mais americano (como fazem questão de o afirmar) que as F-150 da Ford (salvo erro) produzidas na Fábrica Mexicana.

Nada disto se passa com o Norte de África e com a Europa.
Essas visões desse velho e respeitável corporativista não passam disso mesmo....

Abraço Zen.



P.S. Chamar aristocrata ao Sarko é mesmo rebuscado. Serve só para afirmar que as elites se perpetam no poder ignorando que elas vão deixando de ser as mesmas.
São outras.
O que nos leva às teorias da conspiração do Jorge Correia (abraço) que por terem um fundo ou uns pormenores de verdade não são, talvez, o essencial.
 
Não concordo com o alargamento da Europa, como comunidade, para lá das suas fronteiras étnicas, culturais e essa coisada toda. E isso está delimitado geograficamente, graças a Deus.

Já ouve oportunidade de discutirmos por diversas vezes o conceito de Europa como casa comum. E tudo o que serviu de pretexto para a construção da grande casa Europeia, já se está a esgotar. A IIª guerra mundial, a criação e estabilização das democracias, o fim do comunismo foram as grande causas públicas onde a defesa de interessas comuns, como uma economia e um mercado forte também serviram de leitmotiv.

A Turquia não surge neste filme.

A Turquia pode desempenhar um papel importante na construção de um grande mercado onde termina a Europa e começa a Ásia. Quase a chegar à China. É a sua oportunidade histórica de voltar a ter um papel importante sem ter de recorrer à força das armas.

Os seus vizinhos da Ásia Central, bem como alguns da Ásia ocidental (onde a Turquia se inclui) precisam de se constituírem como um grupo forte e que saibam defender interesses comuns.

Que destino mais crucial que este se poderá desejar?
 
Porfírio, o Hitler também foi escolha do povo alemão...
Também o José Sócrates a do Português...

Hitler e a corrente Nacional-Socialista foram escolhidas por um conjunto de factores fortes na época e que qualquer historiador a pode justificar.

Hitler, se afirmasse que iria declarar guerra ao mundo, que iria exterminar as raças ditas 'menores' e acabar com o sistema democrático, talvez não tivesse sido eleito.

As fragilidades da Democracia.

E com o devido distanciamento, se o Sócrates tivesse afirmado na campanha eleitoral que iria continuar a política de sacrifícios e o aumento de impostos, por muito trapalhão que parecesse o Santana, não sei o resultado. [:cool:]
 
P.S. Chamar aristocrata ao Sarko é mesmo rebuscado. Serve só para afirmar que as elites se perpetam no poder ignorando que elas vão deixando de ser as mesmas.
São outras.
O que nos leva às teorias da conspiração do Jorge Correia (abraço) que por terem um fundo ou uns pormenores de verdade não são, talvez, o essencial.

Um abraço para ti também J.R. [;)] , um dia ainda me hás-de dar razão! [:D]
 
75% da população
Israelitas gostariam de fazer parte da UE

Três em cada quatro israelitas gostariam que o seu país pertencesse à União Europeia (UE) e um em cada dez deixaria Israel se tivesse passaporte europeu, segunda uma sondagem da Fundação alemã Konrad Adenauer, em Jerusalém, divulgada esta quinta-feira.



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Não é fácil para um ocidental viver em Israel. Se levarmos em conta que os Israelistas na sua maioria são descendentes de Europeus, onde bastantes destes foram para as Américas, pode-se verificar que as raizes estão um pouco dispersas.

E se contactarmos com as gerações recentes, podemos reparar que o conceito de Israel pelo qual os seus pais, avós e outros antepassados próximos, se apaixonara ao ponto de sacrificar um estilo de vida e um modo de pensar, já não exerce o mesmo fascínio.

Depois, a guerra, a tal estúpida e absurda coisa com a qual ninguém é feliz.

Finalmente, mas não por último, a sensação de a curto trecho começarem a constituir uma minoria no seu próprio País, para não falarmos da forte clivagem dos tradicionais Europeus com os que depois de 86 vieram do frio. Bastante diferente, uma coisa da outra.

É complicado.
 
Não é fácil para um ocidental viver em Israel. Se levarmos em conta que os Israelistas na sua maioria são descendentes de Europeus, onde bastantes destes foram para as Américas, pode-se verificar que as raizes estão um pouco dispersas.

E se contactarmos com as gerações recentes, podemos reparar que o conceito de Israel pelo qual os seus pais, avós e outros antepassados próximos, se apaixonara ao ponto de sacrificar um estilo de vida e um modo de pensar, já não exerce o mesmo fascínio.

Depois, a guerra, a tal estúpida e absurda coisa com a qual ninguém é feliz.

Finalmente, mas não por último, a sensação de a curto trecho começarem a constituir uma minoria no seu próprio País, para não falarmos da forte clivagem dos tradicionais Europeus com os que depois de 86 vieram do frio. Bastante diferente, uma coisa da outra.

É complicado.
Entendo perfeitamente.

Mas afinal eles são um só povo, com diferenças culturais tal como nós entre o norte e o sul ou as ilhas, com um elemento aglutinador essencial que é o seu credo.

Se eles não se entendem entre eles, que esperança pode ter o resto do mundo?
 
Última edição:
Entendo perfeitamente.

Mas afinal eles são um só povo, com diferenças culturais tal como nós entre o norte e o sul ou as ilhas, com um elemento aglutinador essencial que é o seu credo.

Se eles não se entendem entre eles, que esperança pode ter o resto do mundo?
Tal como está o mundo hoje em dia, o conceito de ser um só povo é capaz de não se ajustar aos Israelitas. Já nos tempos Bíblicos, para terem uma maior abrangência dividiram aquela gente em 12 tribos e mesmo assim perderam-se algumas. 2 ao que suponho. [:cool:]

Realmente o mundo está diferente. É extraordinário que a evolução do homem tenha sido feita a um ritmo constante, e de um momento para o outro, seja pela MTV, seja pela Internet, as coisas estão completamente diferentes.

Hoje já não se acredita em causas. Hoje, toda a gente quer o seu bem estar. Ainda se procede de acordo com as aparências, mas até isso vai terninar. [;)]
 
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