I repeat: LULA pode ter muitos defeitos mas DOIDO IRRESPONSÁVEL não é um deles.
I repeat: LULA pode ter muitos defeitos mas DOIDO IRRESPONSÁVEL não é um deles.
5/5/2007 - 9h
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta última sexta (4) que o ministério não estuda novos licenciamentos compulsórios de medicamentos. "Não existem outros medicamentos. Existe o fato de nós estarmos apresentando a assinatura do decreto de licenciamento compulsório do Efavirenz", disse, depois de o presidente assinar o decreto do licenciamento compulsório do remédio.
Temporão informou que o governo negocia a redução de preço de outro remédio, também usado no tratamento da aids.
Na cerimônia, no Palácio do Planalto, onde assinou o decreto que oficializou o licenciamento do Efavirenz, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o Brasil pode adotar a medida com outras empresas farmacêuticas que não operem com "preços justos".
"Hoje é o Efavirenz, mas amanhã pode ser qualquer outro comprimido, ou seja, se não tiver com os preços que são justos, não apenas para nós, mas para todo ser humano no planeta que está infectado, nós temos que tomar essa decisão. Afinal de contas, entre o nosso comércio e a nossa saúde, vamos cuidar da nossa saúde", afirmou Lula.
Com o licenciamento, o Brasil pode comprar genérico do Efavirenz ou produzi-lo.
O Efavirenz é um dos 17 remédios distribuídos gratuitamente pela rede pública de saúde para tratamento da Aids. Cerca de 75 mil pessoas utilizam o medicamento no país.
Fonte: Agência Brasil
http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=7465
O BRASIL DISTRIBUI GRATUITAMENTE O MEDICAMENTO.
O QUE FAZ COM QUE ISTO FIQUE SEM SENTIDO
Quebra de patente é ´jogo perigoso´, diz Wall Street Journal
Anúncio de Lula, realizado na última sexta-feira, 4, gera discussões em editorial
SÃO PAULO - A quebra da patente do medicamento anti-Aids Efavirenz, do laboratório Merck, anunciada na semana passada pelo governo brasileiro, é um “jogo perigoso” que ameaça a capacidade das companhias farmacêuticas de desenvolver novos remédios, afirma o editorial publicado nesta segunda-feira no jornal americano The Wall Street Journal.
“Inovação de medicamentos é um negócio de risco, e as companhias não vão querer enterrar centenas de milhões de dólares em pesquisas e desenvolvimento, especialmente para doenças que afetam os pobres e os enfermos nos países em desenvolvimento, se tiverem o temor de que sua propriedade intelectual será roubada”, argumenta o editorial.
O texto observa ainda que as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) permitem que os países quebrem patentes de drogas em períodos de “emergência nacional” ou para “uso público não-comercial”, e afirma que isso não se aplica ao caso brasileiro.
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a quebra de patente na última sexta-feira, após as negociações de preços terem fracassado”, comenta o jornal. “Será que o problema da Aids no Brasil se transformou em uma epidemia da noite para o dia, ou será apenas que Lula não gostou dos termos da Merck - um desconto de 30% no preço de mercado?”, questiona o editorial.
Benefício comercial
“Talvez Lula estivesse pensando, em vez disso, na enorme indústria de medicamentos genéricos do Brasil, que poderia se beneficiar comercialmente de uma invenção grátis e de um grande mercado doméstico para vendê-la”, sugere o jornal, que pede ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reaja à quebra de patentes após o caso brasileiro e também da Tailândia, que já anunciou a quebra de outro medicamento anti-Aids no mês passado.
“Sem uma resistência vigorosa na reunião da OMS em Genebra, na próxima semana, mais países poderão seguir os exemplos da Tailândia e do Brasil. Isso seria ruim para os direitos de propriedade em todo o mundo, e seria um desastre para os pobres do mundo”, conclui o editorial.
http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2007/mai/07/96.htm
EXTRAÇÃO DO TEXTO ACIMA
O texto observa ainda que as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) permitem que os países quebrem patentes de drogas em períodos de “emergência nacional” ou para “uso público não-comercial”, e afirma que isso não se aplica ao caso brasileiro.
SE CALHAR...... APLICA-SE (eh!eh!!eh!!!)
Esta OMC é uma "malandra".