Presidenciais Francesas - Nicolas Sarkozy é o novo presidente

a sondagem de hoje dava 52% para sarkozy e 48% para segolene royal.

e segundo ouvi na quadratura do circulo,debates televisivos em França não costumam influenciar nada...ao contrário de outros países.
 
(...)
Os agarrados ao Estado, os românticos e os subsídio dependentes da república viram bem quem é o seu candidato.
(...)

Um estudo nos EUA revelou o impensável: as empresas de facto mais coladas ao estado e levando dele gordos subsídios e isenções de impostos são as privadíssimas empresas petrolíferas, sobretudo as 5 majors do sector!

Denuncia-se que essas empresas tem acordos com fundos estatais de investimento para a promoção das exportações, onde conseguiram a estranha benesse que sejam os contribuintes a pagar os custos da prospecção quando a esta não sucede uma explotação rentável.

Para já não falar do uso e abuso do braço diplomático formal (secreto ou não) do estado para os seus negócios...

E depois ainda se cospe para o ar a falar de estado-dependência...

Com capitalistas assim é fácil...

A ELF e a TOTAL não são muito difrentes das majors americanas como já se observou nas crises centro-africanas...
 
A França é um país muito diferente do nosso. Lá, a direita está regra geral em maioria, cá é mais a esquerda.
Nem sempre tem sido assim.

[Zen mode /on]O que se passa com o aburguesamento das sociedades é que as preocupações mais comuns estão desfocadas das questões partidárias e convergido para o que vulgarmente se tem apelidado de centro.[Zen mode /off]

E aí é a grande diferença de Sarkory. Pragamático e com um forte sentido de oportunidade.

Gostei muito de o ouvir falar, sente-se que o homem tem pose de estadista e que soube transmitir aos franceses que está ali para os governar naquilo que é essencial.

E não há dúvida que a Ségolène é a candidata perfeita para realçar o Sarkozy.
 
a sondagem de hoje dava 52% para sarkozy e 48% para segolene royal.

e segundo ouvi na quadratura do circulo,debates televisivos em França não costumam influenciar nada...ao contrário de outros países.

FDX, onde raio é que eles viram isso? EM França este tipo de debate pode ser mortífero. Até houve um que ficou para a história, e que o chirac o diga!
 
Nem sempre tem sido assim.

[Zen mode /on]O que se passa com o aburguesamento das sociedades é que as preocupações mais comuns estão desfocadas das questões partidárias e convergido para o que vulgarmente se tem apelidado de centro.[Zen mode /off]

E aí é a grande diferença de Sarkory. Pragamático e com um forte sentido de oportunidade.

Gostei muito de o ouvir falar, sente-se que o homem tem pose de estadista e que soube transmitir aos franceses que está ali para os governar naquilo que é essencial.

E não há dúvida que a Ségolène é a candidata perfeita para realçar o Sarkozy.

Com certeza que ora vira para um lado ora vira para o outro, mas regra geral, estou plenamente convencido que é um país muito mais virado à direita. (Centro + direita)

Nós cá em portugal, apesar de se falar em esquerda e direita, os dois partidos de poder são centristas...
 
Com certeza que ora vira para um lado ora vira para o outro, mas regra geral, estou plenamente convencido que é um país muito mais virado à direita. (Centro + direita)

Nós cá em portugal, apesar de se falar em esquerda e direita, os dois partidos de poder são centristas...
França é um país muito estranho (no sentido de complexo) e o seu povo é um dos mais difíceis de identificar.

Uma sociedade considerada matriarcal, mas que na realidade mantém o seu instinto básico. Curioso não é?
 
Um estudo nos EUA revelou o impensável: as empresas de facto mais coladas ao estado e levando dele gordos subsídios e isenções de impostos são as privadíssimas empresas petrolíferas, sobretudo as 5 majors do sector!

Denuncia-se que essas empresas tem acordos com fundos estatais de investimento para a promoção das exportações, onde conseguiram a estranha benesse que sejam os contribuintes a pagar os custos da prospecção quando a esta não sucede uma explotação rentável.

Para já não falar do uso e abuso do braço diplomático formal (secreto ou não) do estado para os seus negócios...

E depois ainda se cospe para o ar a falar de estado-dependência...

Com capitalistas assim é fácil...

A ELF e a TOTAL não são muito difrentes das majors americanas como já se observou nas crises centro-africanas...

Não percebi muito bem qual a relevância disso, neste contexto.

Mas anyway, o PS francês deve estar imune, né?

Que o diga a família miterrand [:)] [:p] e os negócios obscuros à conta de África.

Olha que realmente isso é algo que distingue mesmo a esquerda da direita francesa [:)]
 
[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]O desafio da França é comparável à reunificação alemã[/FONT]

[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]04.05.2007, Ana Dias Cordeiro, em Paris </SPAN>

[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Para o historiador Nicolas Baverez, a França não acompanhou a tendência natural da modernização. Fechou-se sobre si mesma nos últimos 25 anos[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif] [/FONT]


[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Nicolas Baverez é advogado, economista, historiador e autor de vários livros, entre os quais La France qui Tombe (Editions Perrin, 2003) sobre o declínio económico e o mal-estar social. O malaise (mal-estar) de que tantos franceses falam entrou nos discursos dos candidatos ao longo da campanha eleitoral - que culmina com a segunda volta este domingo - e voltou a ser aflorado no frente-a-frente televisivo de quarta-feira. "Quero resolver a crise moral francesa", disse Nicolas Sarkozy, enquanto Ségolène Royal prometeu fazer regressar a "França à mesa da Europa". A data de 29 de Maio, quando a França rejeitou por referendo o tratado da Constituição europeia, foi um dos sintomas de um declínio que começou há 25 de anos, diz Nicolas Baverez.
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[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]PÚBLICO - Como define o declínio de que fala no livro La France qui Tombe e quando começou?
NICOLAS BAVEREZ - A ideia do livro era explicar que existe não uma decadência da França ou um declínio absoluto, mas um declínio relativo perante desempenhos bem melhores que o país tinha tido no passado. A ruptura dá-se em 1981, não porque a esquerda chegou ao poder, mas porque foi quando as democracias desenvolvidas começaram a liberalizar-se, a combater a inflação, e quando a França, ao contrário, nacionalizou metade das suas grandes empresas e optou por uma política keynesiana de relançamento. A partir de 1983, liberalizou a economia, estatizou o social e constituiu um sector público gigantesco que acolhe hoje nove milhões de pessoas com regras que nada têm a ver com o mundo moderno.
E esse é hoje um dos problemas da França?
Sim, porque a mundialização coloca em concorrência as empresas, mas coloca também em concorrência os Estados. Depois de 1981, houve um segundo momento do divórcio, em 1989, no bicentenário da Revolução Francesa. A França apoiou a URSS de Gorbatchov contra a Rússia de Ieltsin e tentou travar a reunificação alemã, tentou atrasar a entrada das novas democracias na União Europeia, e chegou mesmo a apoiar Milosevic em nome da tangibilidade das fronteiras resultantes da Guerra Fria. E isto foi extremamente problemático porque distendeu a ligação da França com a liberdade política que era um elemento essencial da sua tradição e da sua História.
O divórcio é económico e ao mesmo tempo político?
Sim, com um terceiro momento desse corte da França com o mundo moderno, a partir dos anos 1990 quando se deram os primeiros efeitos da mundialização. A França enveredou por uma intervenção muito forte do Estado, com o famoso patriotismo econonómico e proteccionismo, defendidos por Chirac. Assim, quando o mundo tinha iniciado uma formidável aceleração no sentido do desenvolvimento, graças à mundialização, à liberalização, à revolução tecnológica, a França fechava-se sobre si própria.
Esse mal-estar social, o malaise da França, está apenas relacionado com a crise económica?
O declínio económico conduziu a uma crise política e moral que distanciou a França da liberdade e da Europa - único objecto comum e de continuidade política entre esquerda e direita em França.
Esse mal-estar tem também a ver com uma perda de influência da França no mundo?
Sim. E a conferência de Madrid no fim de 2006 entre os países europeus que disseram sim ao tratado, e sem a França, foi reveladora disso mesmo. A França tinha estado presente em todos os momentos, em todas as conferências sobre a Europa. Era verdadeiramente o seu coração, o seu núcleo. Foi a primeira ausência em 50 anos e teve consequências diplomáticas muito fortes.
Quer dizer que a França já não tem a aura que tinha no mundo?
É evidente que a influência francesa na Europa diminuiu muito. E também foi negativo quando essa influência se exerceu de forma perversa como aconteceu através do patriotismo económico. Ou sobre o Iraque: a França teve razão sobre o teor, mas foi catastrófica na forma como quis fazer ouvir a sua voz. Organizar um referendo mundial contra os EUA lembra-nos a União Soviética de Estaline. Resultado: dividimos as democracias, dividimos profundamente a Europa e pusemos o Iraque fora da influência da ONU. Foi um erro.
Mas essa perda de influência começou muito antes do Iraque...
Evidentemente que é difícil para um país em declínio económico exercer um grande papel na política europeia ou internacional.
Como se manifesta esse declínio na própria sociedade?
Com um desemprego em massa e uma depauperação dos franceses. Vê-se nas ruas com os pedintes sem abrigo. Viu-se com os motins urbanos de 2005. A França é o único país onde dezenas de milhares de carros são incendiados todos os anos.
Um dos desafios é a integração dos imigrantes e a resolução dos problemas dos subúrbios?
São grandes os desafios que se colocam à França. A economia pode ser relançada em três anos, como na Alemanha. Mas os problemas sociais são muito mais pesados. As reformas sociais não serão feitas em cinco anos, nem dez. E, por fim, o problema mais complicado é a integração das pessoas desses 750 guetos urbanos que existem em volta das grandes cidades e como trazer os três milhões de pessoas que aí vivem para a comunidade nacional. Essas pessoas vivem noutra sociedade, noutro mundo. Não se trata apenas de pessoas que são pobres. Há sítios onde a taxa de desemprego é de 80 por cento, e onde este atinge a quarta geração de desempregados. Não vamos poder resolver isso em dois anos. Neste ponto, o desafio que se coloca à França é tão importante como aquele que se colocou à Alemanha com a reunificação. É uma tarefa para, pelo menos, uma geração.
Compara a dimensão da tarefa da integração à reunificação alemã?
Absolutamente. Para refazer uma nação unida, a França precisa, pelo menos, de uma geração.
E como pode ser feita a integração desse mundo à parte?
Através da educação e da igualdade de oportunidades. Do trabalho. É preciso criar um clima para uma concórdia e chegar à conclusão de que as clivagens étnicas e raciais que apareceram podem gradualmente esbater-se. É preciso fazer de novo da França uma nação de cidadãos e não apenas um conjunto de indivíduos, de comunidades, de corporações, que não têm vontade de viver juntos. [/FONT]

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[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]Sarkozy apontado como vencedor do debate[/FONT]

[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]04.05.2007</SPAN>

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[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Vinte milhões de telespectadores foi a audiência atingida pelo tão esperado debate entre os dois finalistas na corrida às presidenciais francesas de domingo. Durante duas horas e 40 minutos, Nicolas Sarkozy, candidato da União para um Movimento Popular (UMP) e Ségolène Royal, do Partido Socialista (PS), jogaram quarta-feira à noite os últimos trunfos para convencer o eleitorado.
As reacções não se fizeram esperar. François Bayrou foi dos primeiros a manifestar-se, declarando ao jornal Le Monde que não votará no representante da direita. Já sobre Royal, o centrista limitou-se a um comentário insípido: "Ela saiu-se bem". Depois de ter conseguido 18,57 por cento na primeira volta, o líder do partido de centro-direita, União para a Democracia Francesa (UDF), não fez qualquer recomendação de voto, mas aproximou-se de Ségolène na última semana de campanha. No entanto, a maior parte dos deputados da UDF manifestou o seu apoio ao candidato da UMP, o que poderá explicar os resultados de uma sondagem feita no fim do debate: no eleitorado centrista, 51 por cento considerou Sarkozy "mais convincente" do que Ségolène (35 por cento).
Segundo os valores do Instituto Opinionway, encomendados pelo jornal Le Figaro e o canal LCI, mais de metade dos telespectadores dão a vitória a Sarkozy (53 por cento) contra 31 por cento favoráveis à candidata do PS. Resultados que provocaram polémica junto do aparelho socialista, com os directores de campanha a questionarem a "fiabilidade" da sondagem. A Opinionway anunciou Sarkozy como o "vencedor do debate no que toca aos assuntos económicos e sociais", deixando os "temas de compaixão" a Ségolène. De acordo com o instituto, a representante do PS terá sido "mais convincente" sobre o ambiente, o lugar dos deficientes na escola, a redução das desigualdades sociais e a educação. Sarkozy terá convencido na área da imigração, da luta contra a insegurança, do crescimento económico e do futuro das reformas. O empate surge no campo da saúde.
O fervor do debate ocupou as primeiras páginas dos jornais franceses. Para o Le Monde, "Royal conseguiu perturbar Sarkozy", "não hesitando em alterar a ordem dos temas propostos" e "acusando o adversário de "imoralidade política"". No entanto, para o director do diário, Jean-Marie Colombani, "o face-a-face tão esperado não teve a força para alterar o decurso da campanha". Já para o Le Figaro, "a socialista colocou-se em posição de ataque, às vezes muito virulenta, enquanto o adversário tentou mostrar calma e ponderação".
O espanhol El Mundo classificou o debate como a oposição da "França da razão contra a França do coração", enquanto o The Guardian elogiou Ségolène, "surpreendente pela sua combatividade". Carina Branco, Paris[/FONT]

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Com os problemas dos Franceses posso eu muito bem. [:cool:]
É esse tipo de mentalidade no nosso país que leva que uma mão cheia de pessoas estejam cada vez mais ricos e a maioria cada vez mais pobre.

Temos de ser mais informados politicamente falando, defendendo uma melhor qualidade de vida para todos e não permitindo um enriquecimento de quem explora o trabalho dos outros.




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É esse tipo de mentalidade no nosso país que leva que uma mão cheia de pessoas estejam cada vez mais ricos e a maioria cada vez mais pobre.

Temos de ser mais informados politicamente falando, defendendo uma melhor qualidade de vida para todos e não permitindo um enriquecimento de quem explora o trabalho dos outros.




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Mas quando é que desligas a K7?

Até hoje, a camarada Odete Santos foi mais positiva que tu ao afirmar no Jornal das 9 da SICN que é presidente de Assembleia Municipal numa Câmara com trabalhadores a mais, que foram lá colocados pela oposição.

Deixa-te dessa dictomia do bom e do mau. Não existe.

E quanto ao assunto do tópico, França tem uma realidade complexa que baralha toda a gente, especialmente os Franceses.

Eu não gosto particularmente dos Franceses, por nenhum motivo. Talvez um, a minha avó que sempre afirmou que a França é um excelente lugar para viver, só é pena estarem lá os Franceses. Mas isso é por ela ser Britânica. [:cool:]

Agora, tenta avaliar aquele povo por aquilo que ele realmente é. Vais ficar surpreendido. Como todos.

E que raio de povo é aquele que não sabe fazer um motor de jeito, mas que produz carros extremamente confortáveis? Apesar da qualidade mediana?

Passa por França, vai às vilas e pequenos lugares e tenta perceber aquele povo.
 
Mas quando é que desligas a K7?

Até hoje, a camarada Odete Santos foi mais positiva que tu ao afirmar no Jornal das 9 da SICN que é presidente de Assembleia Municipal numa Câmara com trabalhadores a mais, que foram lá colocados pela oposição.

Deixa-te dessa dictomia do bom e do mau. Não existe.

E quanto ao assunto do tópico, França tem uma realidade complexa que baralha toda a gente, especialmente os Franceses.

Eu não gosto particularmente dos Franceses, por nenhum motivo. Talvez um, a minha avó que sempre afirmou que a França é um excelente lugar para viver, só é pena estarem lá os Franceses. Mas isso é por ela ser Britânica. [:cool:]

Agora, tenta avaliar aquele povo por aquilo que ele realmente é. Vais ficar surpreendido. Como todos.

E que raio de povo é aquele que não sabe fazer um motor de jeito, mas que produz carros extremamente confortáveis? Apesar da qualidade mediana?

Passa por França, vai às vilas e pequenos lugares e tenta perceber aquele povo.

Tu acreditas mesmo nas coisas que dizes?
 
Nada de especial, gosto particularmente de fazer citações para a plateia, especialmente citações que não têm por onde se lhe pegue.

Mas se és feliz a dizer barbaridades dessas, continua o teu caminho.
 
Mas quando é que desligas a K7?

Até hoje, a camarada Odete Santos foi mais positiva que tu ao afirmar no Jornal das 9 da SICN que é presidente de Assembleia Municipal numa Câmara com trabalhadores a mais, que foram lá colocados pela oposição.

Deixa-te dessa dictomia do bom e do mau. Não existe.

E quanto ao assunto do tópico, França tem uma realidade complexa que baralha toda a gente, especialmente os Franceses.

Eu não gosto particularmente dos Franceses, por nenhum motivo. Talvez um, a minha avó que sempre afirmou que a França é um excelente lugar para viver, só é pena estarem lá os Franceses. Mas isso é por ela ser Britânica. [:cool:]

Agora, tenta avaliar aquele povo por aquilo que ele realmente é. Vais ficar surpreendido. Como todos.

E que raio de povo é aquele que não sabe fazer um motor de jeito, mas que produz carros extremamente confortáveis? Apesar da qualidade mediana?

Passa por França, vai às vilas e pequenos lugares e tenta perceber aquele povo.
Ainda não percebi se não entendes o que escrevo porque não queres ou se porque não chegas lá.

Ou por outra, já entendi e sei que ninguém pode ser assim de livre vontade a menos que lhe convenha.

Quanto a k7, acho que devias sair mais de casa, e lidar com a vida real, passava-te logo essa ideia preconcebida de que tudo o que não te interessa vem de uma k7.

Ou talvez seja o teu melhor argumento...
 
Nada de especial, gosto particularmente de fazer citações para a plateia, especialmente citações que não têm por onde se lhe pegue.

Mas se és feliz a dizer barbaridades dessas, continua o teu caminho.
Excelente argumento. apr:)

Devo esperar por mais 2 a 3 posts teus do género, ou já poderei dizer que não estás a dizer coisa com coisa?
 
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