Ó J.R. E isso não será um problema que terá de ser resolvido por os próprios sem recurso a estrangeiros?
Será a libertação de um povo das tiranias teocráticas o verdadeiro leit motif para essas intervenções?
Até que ponto a intrusão de ocidentais não legitima e dá força a esses regimes? Eles (mulahs e ayhatolas) manipulam a bel prazer as massas contra os “cruzados” e contra a invasão e cultura dos infiéis.
Isso que tu dizes é a politica que o mundo, e o ocidente, costuma usar.
Não se meter, ignorar, assobiar para o lado.
Não é a que eu defendo.
Com alguns ditadores até resulta. Não se metem com ninguém externo, massacram e ou oprimem o seu povo calmamente e a coisa vai indo. Caso paradigmático é o de Myanmar (Birmânia) ou do Zimbabwe e seu ditador Mugabe.
Mas outros resolvem começar a encontrar inimigos externos qd o descalabro começa ou ameaça começar.
Caso de IdiAmin (agora no cinema).
Mas outros têm uma concepção de domínio do mundo e de instauração da sua ideologia-religiosa a todos.
É o caso dos mulahs e ayhatolas radicais, não dos moderados.
É a esses que devemos combater, qt mais cedo melhor, politicamente, policialmente mas tb militarmente.
Não deixar de fora nenhuma possibilidade.
No caso não acho que esteja a dar força nenhuma a esses regimes.
Se se analisar bem fundo o que está a acontecer, sem a espuma do mediatismo, as sociedades mulçumanas e os moderados estão a responder bastante bem à luta global que os Islamitas radicais estão a tentar mundializar mas estão claramente a falhar.
E sinceramente não gosto que o mundo abandone os que lutam por valores semelhantes pq será mais cómodo para nós agora.
Na minha opinião, a longo prazo não o será.
E de qq forma tb não nos dão hipótese de escolha.