Ao invés, proporcionam-se mais as seguintes desvantagens:
- a distância ao condutor é maior, logo implica que os mostradores sejam de maiores dimensões. Por exemplo: o C4 tem uns algarismos bastante generosos precisamente para contornar essa questão. Por outro lado, o Lancia Y era precisamente um dos defeitos que lhe era apontado, era a imprecisão de leitura, uma vez que os mostradores eram pequenos. Potenciado pela maior distância ao condutor.
- Ainda o caso do Y, a forma de leitura também não era a mais adquada. Imagina estar a tentar visulizar uma leitura analógica (de ponteiro) de lado. Ou seja, com um certo angulo de visão. Ora de um dos lados consegue-se ler um valor, do outro ler-se-ia outro. É certo que é uma margem pequena, mas é um erro que ocorre nestas situações. Já nos digitais, tal situação não se observa, como é óbvio.
Isto tudo para justificar a ergonomia. Os mostradores (luminosos, de leitura, de acesso, de regulação e todos os botões)
têm que estar colocados de uma forma fácil, de rápido acesso leitura e imtuitivos. Alguns dos carros com mostradores ao centro, perdem esta ergonomia, privilegiando questões estéticas. Casos há, de colocação do velocimetro ao centro e do conta rotações em frente ao condutor. O que, implica ao condutor que para se aperceber das respectivas velocidades (motor e carro) tenha que deslocar a vista primeiramente num sentido (central) e depois noutro sentido (frontal). Todo este processo potencia a distracção.[

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