Estatística de avarias 2006 (Alemanha)

Olha uma Marta Motorizada! Um bem-haja para ti e um grande xouxo! [;)]


"Marderverbiss" é o que tu fazes ao desgraçado do teu homem, ou seja:

Marder é a Marta

e "verbiss" é isso. [:D]

Esclarecida, DL, tks![;)] Haja boa disposição![:D]

Este pessoal stressa com pouco!:sh)
 
Alguns posts por aqui estão-me a deixar confuso relativamente à forma como se tem que interpretar aquela tabela...
ENtão digam-me lá, aquelas posições do 1º até abaixo são por ordem crescente e avarias ou decrescente?
 
verteilungbaugruppen200nt8.gif



(Os valores entre parêntesis referem-se à distribuição de avarias do ano anterior, ou seja, 2005)

ALLGEMEINE FAHRZEUGELEKTRIK = Sistema eléctrico em geral - 38,6 % das avarias
(Inclui: Baterias defeituosas ou descarregadas, avaria no alternador, ruptura da correia do alternador, motor de arranque bloqueado, cabos soltos, fusíveis queimados)

ZÜNDANLAGE = Sistema de ignição - 13,6 % das avarias
(Inclui: imobilizador avariado, cabos de ignição danificados, avaria na centralina, interruptores queimados, velas húmidas)

MOTOR = Motor - 7,9 % das avarias
(Inclui: ruptura da correia de distribuição (ou corrente, consoante o modelo), bomba do óleo avariada, nível do óleo demasiado baixo, aquecimento excessivo ou avaria do motor)

KÜHLUNG/HEIZUNG = Sistema de arrefecimento/aquecimento - 6,0 % das avarias
(Inclui: Radiador com fuga ou entupido, ruptura de cabos de circulação de água, avaria na ventoinha de arrefecimento, avaria ou desregulação do termostato, compressor do ar condicionado avariado

RÄDER/REIFEN = Rodas e Pneus - 6,6 % das avarias
(Inclui: Rodas ou jantes danificadas, jantes desapertadas)

KRAFTSTOFSYSTEM = Sistema de combustível - 5,9 % das avarias
(Inclui: Bomba do combustível avariada, filtro do combustível entupido, ruptura nas tubagens, avaria no indicador de nível de combustível, bloqueio da abertura do depósito

EINSPRITZANLAGE = Sistema de injecção - 6,6 % das avarias
(Inclui: Bomba injectora avariada, medidor de massa de ar avariado, filtro do ar entupido, ruptura ou bloqueio do cabo do acelerador, avaria na centralina

KUPPLUNG/GETRIEBE = Embraiagem/transmissão - 4,1 % das avarias
(Inclui: Bloqueio da caixa de velocidades, folga excessiva na embraiagem, ruídos na transmissão, avaria da embraiagem, avaria ou fuga na caixa de velocidades automática

AUSPUFFANLAGE = Sistema de escape - 2,2 % das avarias
(Inclui: Ruptura do escape, catalisador avariado, quebra do suporte do escape, corrosão no tubo/panela de escape)

SONSTIGES = Diversos - 8,1 % das avarias
(Inclui: problemas na direcção, pneus, suspensão)
 
A análise tem por base 1.95 milhões de avarias ->na estrada<- com imobilização só em 2006.

Erro meu são mesmo 2.5 Milhões:
Also 2006 were record year for the General German Automobile Association road patrol. Scarcely 2.5 million employments mean 3.6 per cent more than in the past year. The put back kilometers of the yellow angels correspond more to than 1,400 earth orbiting.
 
Eu já estava a estranhar faltarem as habituais insinuações de "manipulação". Nem sei por que se dão ao trabalho de abrir este tópico! :sh)


realmente desta vez disse asneira , foi da pressa ,PARDON, mas acho mal ir buscar uma lista ke mostra a realidade alemã , quando se podia ir buscar a lista do ACP ke mostra a realidade portuguesa, de certeza muito mais interessante para quem usa este forum ;)
 
Como dizem o Lino Marques e o Paulo Oliveira, não há duvida que se trata de um tratamento estatístico correcto e isento. A coisa traduz-se assim: Por cada mil carros a circular de um determinado modelo, quantos apresentaram avarias passíveis de imobilização? O estudo vai um pouco mais longe e cataloga as avarias por ano de fabrico dos carros.
Este tipo de abordagem assegura automaticamente 2 ou 3 coisas:

- É independente do nº de unidades vendidas de cada modelo, ou seja, elimina-se essa questão de uns venderem mais e outros menos. O que interessa é mesmo: por cada mil, quantos avariaram;
- A catalogação por anos permite ver a evolução das avarias e, mais importante que isso, o peso do factor envelhecimento na ocorrência de avarias:
- O facto do universo se limitar à ADAC é pouco relevante, visto que se trata de um organismo com alguns milhões de associados, e portanto é representativo, devendo ser fácil de provar que estamos em presença de uma amostra com significância estatística.

Acho que vale a pena, no entanto, pôr em evidência a questão que mais salta à vista, e que inverte neste estudo as posições dos carros alemães e japoneses, se comparada com outros estudos, como os da JDpower.
Admitindo que os número são correctos, julgo que a diferença principal está na natureza dos dados de base. Enquanto o da ADAC diz respeito a avarias por imobilização e ponto final, os da JDPowers entram em linha de conta com uma série de coisas, dentre as quais (e com muito peso), a qualidade do serviço de assistência.
Julgo que é neste ponto que se joga muito da percepção de fiabilidade de um automóvel. Ou seja, avarias todos os carros têm, mas se uma pessoa tiver 10 avarias num carro e estas forem prontamente resolvidas no concessionário, sem desconfianças nem tentativas de fugir com o rabo à seginga, com veículo de substituição se for preciso, e com um sorriso nos lábios, essa pessoa vai sempre achar que o seu carro é mais fiável do que outra que só teve 1 ou 2, mas que o concessionário tentou não pagar, argumentar que estava fora da Garantia, demorou a resolver, etc. Não sei se me faço entender...
 
Como dizem o Lino Marques e o Paulo Oliveira, não há duvida que se trata de um tratamento estatístico correcto e isento. A coisa traduz-se assim: Por cada mil carros a circular de um determinado modelo, quantos apresentaram avarias passíveis de imobilização? O estudo vai um pouco mais longe e cataloga as avarias por ano de fabrico dos carros.
Este tipo de abordagem assegura automaticamente 2 ou 3 coisas:

- É independente do nº de unidades vendidas de cada modelo, ou seja, elimina-se essa questão de uns venderem mais e outros menos. O que interessa é mesmo: por cada mil, quantos avariaram;
- A catalogação por anos permite ver a evolução das avarias e, mais importante que isso, o peso do factor envelhecimento na ocorrência de avarias:
- O facto do universo se limitar à ADAC é pouco relevante, visto que se trata de um organismo com alguns milhões de associados, e portanto é representativo, devendo ser fácil de provar que estamos em presença de uma amostra com significância estatística.

Acho que vale a pena, no entanto, pôr em evidência a questão que mais salta à vista, e que inverte neste estudo as posições dos carros alemães e japoneses, se comparada com outros estudos, como os da JDpower.
Admitindo que os número são correctos, julgo que a diferença principal está na natureza dos dados de base. Enquanto o da ADAC diz respeito a avarias por imobilização e ponto final, os da JDPowers entram em linha de conta com uma série de coisas, dentre as quais (e com muito peso), a qualidade do serviço de assistência.
Julgo que é neste ponto que se joga muito da percepção de fiabilidade de um automóvel. Ou seja, avarias todos os carros têm, mas se uma pessoa tiver 10 avarias num carro e estas forem prontamente resolvidas no concessionário, sem desconfianças nem tentativas de fugir com o rabo à seginga, com veículo de substituição se for preciso, e com um sorriso nos lábios, essa pessoa vai sempre achar que o seu carro é mais fiável do que outra que só teve 1 ou 2, mas que o concessionário tentou não pagar, argumentar que estava fora da Garantia, demorou a resolver, etc. Não sei se me faço entender...

Concordo contigo. Acho q este é um estudo de fiabilidade do carro. E não de satisfação do cliente.
 
Como dizem o Lino Marques e o Paulo Oliveira, não há duvida que se trata de um tratamento estatístico correcto e isento. A coisa traduz-se assim: Por cada mil carros a circular de um determinado modelo, quantos apresentaram avarias passíveis de imobilização? O estudo vai um pouco mais longe e cataloga as avarias por ano de fabrico dos carros.
Este tipo de abordagem assegura automaticamente 2 ou 3 coisas:

- É independente do nº de unidades vendidas de cada modelo, ou seja, elimina-se essa questão de uns venderem mais e outros menos. O que interessa é mesmo: por cada mil, quantos avariaram;
- A catalogação por anos permite ver a evolução das avarias e, mais importante que isso, o peso do factor envelhecimento na ocorrência de avarias:
- O facto do universo se limitar à ADAC é pouco relevante, visto que se trata de um organismo com alguns milhões de associados, e portanto é representativo, devendo ser fácil de provar que estamos em presença de uma amostra com significância estatística.

Acho que vale a pena, no entanto, pôr em evidência a questão que mais salta à vista, e que inverte neste estudo as posições dos carros alemães e japoneses, se comparada com outros estudos, como os da JDpower.
Admitindo que os número são correctos, julgo que a diferença principal está na natureza dos dados de base. Enquanto o da ADAC diz respeito a avarias por imobilização e ponto final, os da JDPowers entram em linha de conta com uma série de coisas, dentre as quais (e com muito peso), a qualidade do serviço de assistência.
Julgo que é neste ponto que se joga muito da percepção de fiabilidade de um automóvel. Ou seja, avarias todos os carros têm, mas se uma pessoa tiver 10 avarias num carro e estas forem prontamente resolvidas no concessionário, sem desconfianças nem tentativas de fugir com o rabo à seginga, com veículo de substituição se for preciso, e com um sorriso nos lábios, essa pessoa vai sempre achar que o seu carro é mais fiável do que outra que só teve 1 ou 2, mas que o concessionário tentou não pagar, argumentar que estava fora da Garantia, demorou a resolver, etc. Não sei se me faço entender...

Excelente explicação da tua interpretação. A mim, parece-me a mais correcta.
É muito importante a questão do numero de km's e de unidades vendidas. por exemplo: conheço muitas pessoas que já tiveram problemas em tdi's, mas a verdade é que metade das pessoas que conheço têm VAG's tdi's, logo, temos de relativizar os números tendo em conta o tamanho da amostra. I número de km's também é muito importante. Por exemplo: é normal que certas marcas/modelos/motorizações sejam os predilectos de uma determinada camada social/etária que faz em regra o cero número de km's. O que quero dizer, é que é normal que haja mais avarias nos Seat Ibiza comerciais que num nissan Primera a gasolina. Agora se isolarmos o factor quilometragem, se calhar, os resultados são bem diferentes.

Já agora, estou bastante satisfeito de ver o BMW Série 1 no primeiro lugar, o que não me espanta, pois não lhe é conhecido nenhum problema crónico.
 
Não, este não é um estudo completo de fiabilidade, embora seja muito próximo
e seja um forte indicador da fiabilidade de um automóvel.
E um estudo de satisfação também não é um estudo de fiabilidade, embora
a fiabilidade de um automóvel seja um forte motivo para estar ou não
satisfeito com o seu automóvel.

Já têm aparecido por aqui estudos de fiabilidade a sério,
não os confundam nem com este nem com os estudos de satisfação.

Bolas, estão sempre a confundir tudo...
 
Ai a Renault ali no inicio desta decada nao teve muito bem. Mas tambem temos que ver que a Renault foi a marca que mais apostou em electronica. Foi a primeira a experimentar certos equipamentos que nem sequer foram fabricados por ela mas sim pela Siemens.
 
[:D] [:D] [:D]

Então é assim:

- Mordeduras de martas ([:D] pode parecer estranho, mas na Alemanha existem todos os anos milhões de € de prejuízo, porque estes roedores adoram "dar ao dente" debaixo dos carros!) nos cabos de ignição e tubagens do sistema de

Isso deve ser giro tendo em conta que a Marta não é um roedor mas sim um animal carnívoro [:D] [;)]
 
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