Motora
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Martas? Não gozes com os pobrezinhos que não sabem alemão... []
Como é mesmo Marta em alemão?[
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Martas? Não gozes com os pobrezinhos que não sabem alemão... []
A análise tem por base 1.95 milhões de avarias ->na estrada<- com imobilização só em 2006.
edit:
Sorry Lino, adiantei-me.
Informação do site www.adac.de
Como é mesmo Marta em alemão?[] [
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A VDA é associação da indústria de automóveis alemã, convem dizer isto para ajudar a perceber essa "lista"![]()
Olha uma Marta Motorizada! Um bem-haja para ti e um grande xouxo! []
"Marderverbiss" é o que tu fazes ao desgraçado do teu homem, ou seja:
Marder é a Marta
e "verbiss" é isso. []
só entram carros que registaram avarias, os que não tiveram avarias não entram. [][
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A análise tem por base 1.95 milhões de avarias ->na estrada<- com imobilização só em 2006.
Eu já estava a estranhar faltarem as habituais insinuações de "manipulação". Nem sei por que se dão ao trabalho de abrir este tópico! :sh)
em comparação com quem ou o que?![]()
Como dizem o Lino Marques e o Paulo Oliveira, não há duvida que se trata de um tratamento estatístico correcto e isento. A coisa traduz-se assim: Por cada mil carros a circular de um determinado modelo, quantos apresentaram avarias passíveis de imobilização? O estudo vai um pouco mais longe e cataloga as avarias por ano de fabrico dos carros.
Este tipo de abordagem assegura automaticamente 2 ou 3 coisas:
- É independente do nº de unidades vendidas de cada modelo, ou seja, elimina-se essa questão de uns venderem mais e outros menos. O que interessa é mesmo: por cada mil, quantos avariaram;
- A catalogação por anos permite ver a evolução das avarias e, mais importante que isso, o peso do factor envelhecimento na ocorrência de avarias:
- O facto do universo se limitar à ADAC é pouco relevante, visto que se trata de um organismo com alguns milhões de associados, e portanto é representativo, devendo ser fácil de provar que estamos em presença de uma amostra com significância estatística.
Acho que vale a pena, no entanto, pôr em evidência a questão que mais salta à vista, e que inverte neste estudo as posições dos carros alemães e japoneses, se comparada com outros estudos, como os da JDpower.
Admitindo que os número são correctos, julgo que a diferença principal está na natureza dos dados de base. Enquanto o da ADAC diz respeito a avarias por imobilização e ponto final, os da JDPowers entram em linha de conta com uma série de coisas, dentre as quais (e com muito peso), a qualidade do serviço de assistência.
Julgo que é neste ponto que se joga muito da percepção de fiabilidade de um automóvel. Ou seja, avarias todos os carros têm, mas se uma pessoa tiver 10 avarias num carro e estas forem prontamente resolvidas no concessionário, sem desconfianças nem tentativas de fugir com o rabo à seginga, com veículo de substituição se for preciso, e com um sorriso nos lábios, essa pessoa vai sempre achar que o seu carro é mais fiável do que outra que só teve 1 ou 2, mas que o concessionário tentou não pagar, argumentar que estava fora da Garantia, demorou a resolver, etc. Não sei se me faço entender...
Como dizem o Lino Marques e o Paulo Oliveira, não há duvida que se trata de um tratamento estatístico correcto e isento. A coisa traduz-se assim: Por cada mil carros a circular de um determinado modelo, quantos apresentaram avarias passíveis de imobilização? O estudo vai um pouco mais longe e cataloga as avarias por ano de fabrico dos carros.
Este tipo de abordagem assegura automaticamente 2 ou 3 coisas:
- É independente do nº de unidades vendidas de cada modelo, ou seja, elimina-se essa questão de uns venderem mais e outros menos. O que interessa é mesmo: por cada mil, quantos avariaram;
- A catalogação por anos permite ver a evolução das avarias e, mais importante que isso, o peso do factor envelhecimento na ocorrência de avarias:
- O facto do universo se limitar à ADAC é pouco relevante, visto que se trata de um organismo com alguns milhões de associados, e portanto é representativo, devendo ser fácil de provar que estamos em presença de uma amostra com significância estatística.
Acho que vale a pena, no entanto, pôr em evidência a questão que mais salta à vista, e que inverte neste estudo as posições dos carros alemães e japoneses, se comparada com outros estudos, como os da JDpower.
Admitindo que os número são correctos, julgo que a diferença principal está na natureza dos dados de base. Enquanto o da ADAC diz respeito a avarias por imobilização e ponto final, os da JDPowers entram em linha de conta com uma série de coisas, dentre as quais (e com muito peso), a qualidade do serviço de assistência.
Julgo que é neste ponto que se joga muito da percepção de fiabilidade de um automóvel. Ou seja, avarias todos os carros têm, mas se uma pessoa tiver 10 avarias num carro e estas forem prontamente resolvidas no concessionário, sem desconfianças nem tentativas de fugir com o rabo à seginga, com veículo de substituição se for preciso, e com um sorriso nos lábios, essa pessoa vai sempre achar que o seu carro é mais fiável do que outra que só teve 1 ou 2, mas que o concessionário tentou não pagar, argumentar que estava fora da Garantia, demorou a resolver, etc. Não sei se me faço entender...
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Então é assim:
- Mordeduras de martas ([] pode parecer estranho, mas na Alemanha existem todos os anos milhões de € de prejuízo, porque estes roedores adoram "dar ao dente" debaixo dos carros!) nos cabos de ignição e tubagens do sistema de
Isso deve ser giro tendo em conta que a Marta não é um roedor mas sim um animal carnívoro [] [
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