EVO - Teste Corsa OPC/ Cooper S / Clio RS / Ibiza Cupra /

tambem ja tinha lido esse teste.

no texto há 3 ou 4 referencias à falta de potencia do clio.

podem vir com o que quiserem, mas nao venham com desculpas de ser atmosferico, que os honda VTEC tambem o sao e andam que se desunham.

o motor é claramente o ponto fraco do carro, que parece ter um excelente e eficaz chassis.

E o anterior 2.0 182 cv era muito bom e atmosférico..
 
Ele devia-se estar a referir ao R26....[;)]

Desculpa meter o bedelho.
Mas o carrega-lhe tem razão e não tem.
Tem razão quando fala no Clio R27; chama-se, de facto, Clio F1 Team R27.
Não tem razão quando lhe atribui 230cv. Na realidade, possui o mesmo motor de, supostamente, 200cv, mas acrescenta suspensão rebaixada em 7mm, bacquets Recaro e autocolantes específicos.
Pronto já meti o bedelho e já tirei. [;)]
 
O motor em si não é brilhante pois é tipo Honda só funciona lá em cima mas por outro lado tem uma faixa de utilização mais curta do que estes.

Sobre o traçado, pressão atmosférica, escalonamento pouco favoravel, ser muito em subida.. este tipo de questões podem ter tido relevancia.

Mas um teste á altura seria numa pista.
Nunca cheguei a perceber se havia tempos na revista do topgear quando foi o teste dos 30hots.


Desculpa lá, mas isso de dizeres que o motor do Clio RS é tipo Honda não posso concordar.

Não sei se alguma vez conduziste um CTR. É impressionante o binário que disponibiliza em 90% da faixa de rotações. Além disso, tem uma muito boa faixa de utilização (quase 2.500 rpm) desde que o i-VTEC altera as cames até ao regime de potência máxima. Nunca conduzi nenhum atmosférico (até 2.000 cc) com tão boa elasticidade. O motor do meu ATR ao pé do CTR fica a milhas no que diz respeito a disponibilidade (e isto apesar de ser um 2.2). Nem o motor do S2000 se compara ao do CTR neste aspecto.

No novo CTR o regime em que o i-Vtec muda foi antecipado em 300 rpm (agora entra às 5.100 rpm) e o regime de potência máxima foi estendido até às 8.000 rpm! São "só" 2.900 rpm para "brincar" o que é uma faixa de utilização de "altas" muitíssimo alargada.

Quanto ao traçado, era a subir mas não me lembro de ver nenhuma referência a altitudes para poder tirar conclusões relativas à pressão atmosférica e à sua influência menos gravosa nos motores turbinados.

Por acaso dou mais importância a testes de estrada do que em pista. Quantas vezes vamos com o nosso carro para uma pista? A mim, o que me dá gozo é conduzir numa boa estrada de montanha! E é neste tipo de estrada que se vê melhor a eficácia da suspensão (numa pista as suspensões não têm que lidar com o comportamento em mau piso (bossas e depressões) ao contrário do que acontece no nosso dia-a-dia.
 
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Desculpa meter o bedelho.
Mas o carrega-lhe tem razão e não tem.
Tem razão quando fala no Clio R27; chama-se, de facto, Clio F1 Team R27.
Não tem razão quando lhe atribui 230cv. Na realidade, possui o mesmo motor de, supostamente, 200cv, mas acrescenta suspensão rebaixada em 7mm, bacquets Recaro e autocolantes específicos.
Pronto já meti o bedelho e já tirei. [;)]

Fizeste bem em meter o bedelho [:D]

[;)]
 
Desculpa meter o bedelho.
Mas o carrega-lhe tem razão e não tem.
Tem razão quando fala no Clio R27; chama-se, de facto, Clio F1 Team R27.
Não tem razão quando lhe atribui 230cv. Na realidade, possui o mesmo motor de, supostamente, 200cv, mas acrescenta suspensão rebaixada em 7mm, bacquets Recaro e autocolantes específicos.
Pronto já meti o bedelho e já tirei. [;)]

Andas meio perdido nos números.... R26 (Megane R26 - 230cv...)
 
Desculpa lá, mas isso de dizeres que o motor do Clio RS é tipo Honda não posso concordar.

Não sei se alguma vez conduziste um CTR. É impressionante o binário que disponibiliza em 90% da faixa de rotações. Além disso, tem uma muito boa faixa de utilização (quase 2.500 rpm) desde que o i-VTEC altera as cames até ao regime de potência máxima. Nunca conduzi nenhum atmosférico (até 2.000 cc) com tão boa elasticidade. O motor do meu ATR ao pé do CTR fica a milhas no que diz respeito a disponibilidade (e isto apesar de ser um 2.2). Nem o motor do S2000 se compara ao do CTR neste aspecto.

No novo CTR o regime em que o i-Vtec muda foi antecipado em 300 rpm (agora entra às 5.100 rpm) e o regime de potência máxima foi estendido até às 8.000 rpm! São "só" 2.900 rpm para "brincar" o que é um faixa de utilização de "altas" muitíssimo alargada.

Quanto ao traçado, era a subir mas não me lembro de ver nenhuma referência a altitudes para poder tirar conclusões relativas à pressão atmosférica e à sua influência menos gravosa nos motores turbinados.

Por acaso dou mais importância a testes de estrada do que em pista. Quantas vezes vamos com o nosso carro para uma pista? A mim, o que me dá gozo é conduzir numa boa estrada de montanha! E é neste tipo de estrada que se vê melhor a eficácia da suspensão (numa pista as suspensões não têm que lidar com o comportamento em mau piso (bossas e depressões) ao contrário do que acontece no nosso dia-a-dia.

CTR não S2000 já.
A minha opinião recide no facto de serem motores que funcionam muito lá em cima isso ficou bem claro no meu texto.
Aliás a questão de o Clio ter uma faixa de utilização muito pequena face aos Hondas tambem lá vem escrito.
Não percebo o dilema.
S2000 é claramente um motor que funciona muito lá em cima sobretudo com a entrada do VTEC que acontece numa rotação já por isso algo elevada (apesar do motor fazer 9000rpm).
 
E o anterior 2.0 182 cv era muito bom e atmosférico..



Pois, o que acredito é que o actual 2.0 não evoluíu muito...
Quanto muito tem uns 190cv "reais" se os tiver...


Para motores atmosféricos de alto rácio cv/L venha a Honda.
S2000 com 240cv [:cool:] a Renault ainda não chega lá...

PS: ahh a BMW também não se sai mal com o M3 E46 a fazer 107cv/L
Pena que no novo tenham baixado para 100cv/L...
 
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Bernie disse:
Nem tem isso como objectivo convem dizer....



Pois não tem, eu sei disso. Mas mesmo que tivesse não chegava lá facilmente uma vez que nem sequer os 200cv consegue pôr apesar das várias "repros" que fizeram...[:D]
 
Pelo que vi no rally de portugal, os clios amarelinhos que lá andavam pareciam ter bem mais que isso.[;)]


Sim, claro mas os de rally não contam.
À custa de que fiabilidade? quantas horas de vida eles têm? os componentes utilizados são viáveis para pôr no modelo comercial?[;)]
 
Desculpa lá, mas isso de dizeres que o motor do Clio RS é tipo Honda não posso concordar.

Não sei se alguma vez conduziste um CTR. É impressionante o binário que disponibiliza em 90% da faixa de rotações. Além disso, tem uma muito boa faixa de utilização (quase 2.500 rpm) desde que o i-VTEC altera as cames até ao regime de potência máxima. Nunca conduzi nenhum atmosférico (até 2.000 cc) com tão boa elasticidade. O motor do meu ATR ao pé do CTR fica a milhas no que diz respeito a disponibilidade (e isto apesar de ser um 2.2). Nem o motor do S2000 se compara ao do CTR neste aspecto.

No novo CTR o regime em que o i-Vtec muda foi antecipado em 300 rpm (agora entra às 5.100 rpm) e o regime de potência máxima foi estendido até às 8.000 rpm! São "só" 2.900 rpm para "brincar" o que é uma faixa de utilização de "altas" muitíssimo alargada.

Quanto ao traçado, era a subir mas não me lembro de ver nenhuma referência a altitudes para poder tirar conclusões relativas à pressão atmosférica e à sua influência menos gravosa nos motores turbinados.

Por acaso dou mais importância a testes de estrada do que em pista. Quantas vezes vamos com o nosso carro para uma pista? A mim, o que me dá gozo é conduzir numa boa estrada de montanha! E é neste tipo de estrada que se vê melhor a eficácia da suspensão (numa pista as suspensões não têm que lidar com o comportamento em mau piso (bossas e depressões) ao contrário do que acontece no nosso dia-a-dia.

no novo ctr aquilo quase que nem é preciso o vtec, ja tem uma excelente aceleração...mas quando liga o vtec parece que ganha nova vida, é tipo foguete eheh
 
Pois, o que acredito é que o actual 2.0 não evoluíu muito...
Quanto muito tem uns 190cv "reais" se os tiver...


Para motores atmosféricos de alto rácio cv/L venha a Honda.
S2000 com 240cv [:cool:] a Renault ainda não chega lá...

PS: ahh a BMW também não se sai mal com o M3 E46 a fazer 107cv/L
Pena que no novo tenham baixado para 100cv/L...


Epá não vamos fazer deste tópico outro Renault versus Honda!

O Bernie estabeleceu ali um paralelo entre o motor do Clio RS e o dos Honda. Eu respondi apenas porque me parece que ele não teria nunca guiado um CTR para ver que é possível um atmosférico ser ao mesmo tempo elástico, linear e fazer 8.000 (ou mais) rotações. Neste aspecto o i-VTEC do CTR não tem paralelo.

Mas vamos centrar-nos na discussão das eventuais vantagens que os motores turbinados terão em estradas sinuosas e a subir face aos atmosféricos. Será que um bom escalonamento da caixa (por forma a manter o atmosférico sempre na sua zona ideal de rotação) não é suficiente para fazer face ao maior binário que os turbo naturalmente têm? Isto para motores com potências similares, claro está...
 
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tambem ja tinha lido esse teste.

no texto há 3 ou 4 referencias à falta de potencia do clio.

podem vir com o que quiserem, mas nao venham com desculpas de ser atmosferico, que os honda VTEC tambem o sao e andam que se desunham.

o motor é claramente o ponto fraco do carro, que parece ter um excelente e eficaz chassis.

que tinha um motor anémico já toda gente hámuito tempo tinha percebido desde os primeiros ensaios ao carro. Aqui no forum é que houve uma brigada a tentar tapar o sol com a peneira....

Na minha opinião, o CLio aplica nesta versão um grande potencial do seu chassis e casa muito bem a imagem exterior com a designaçao do modelo mais desportivo do modelo, mas o motor é o ponto fraco sem qualquer duvida. Lembro que aqui no forum compara-se frequentemente o andamento do Clio RS com o novo CTR....[:D]

De todos, preferia sempre o MCS, embora o anterior...porque este...:sh) e prefiro kompressor em vez do turbo, mesmo atendendo ás claras vantagens do turbo.
 
Epá não vamos fazer deste tópico outro Renault versus Honda!

O Bernie estabeleceu ali um paralelo entre o motor do Clio RS e o dos Honda. Eu respondi apenas porque me parece que ele não teria nunca guiado um CTR para ver que é possível um atmosférico ser ao mesmo tempo elástico, linear e fazer 8.000 (ou mais) rotações. Neste aspecto o i-VTEC do CTR não tem paralelo.

Mas vamos centrar-nos na discussão das eventuais vantagens que os motores turbinados terão em estradas sinuosas e a subir face aos atmosféricos. Será que um bom escalonamento da caixa (por forma a manter o atmosférico sempre na sua zona ideal de rotação) não é suficiente para fazer face ao maior binário que os turbo naturalmente têm? Isto para motores com potências similares, claro está...


Eu nao estou a tentar fazer nenhum "vs". Apenas respondi isoladamente ao JRodrigues e dei 2 exemplos: Honda e BMW que são das melhores marcas a fazerem atmosféricos de alto rácio cv/L. Como um dos carros testados foi um Renault, fiz a comparação.

Se algum pessoal tem "picardias" com a Renault ou Honda ou Fiat ou seja lá o que fôr, não devia ter porque são todas marcas e cada uma tem os seus pontos fortes/fracos.


Posto isto, concordo com a tua intenção sobre o rumo da discussão.
Acho que mesmo um escalonamento óptimo da caixa, não permite ao um atmosférico acompanhar um turbocomprimido nesse tipo de percurso.
Os carros com turbo, permitem que se tenha uma maior faixa de utilização uma vez que vão ter uma melhor curva de binário.

Os atmosféricos e neste caso o Clio, tem um motor muito "pontudo", que só acorda lá em cima o que faz com que a faixa de utilização seja reduzida. A pessoa chega a uma curva no Clio, ou mete uma segunda e fica perto do corte ou mete uma 3ª e fica a morrer mais...


Outro problema é como se tem que recorrer mais à caixa, perde-se tempo e isso conta e muito...

PS: já agora, e apenas como motivo de comparação, tenho um vídeo do novo RS com um Cupra diesel (os 2 de origem) e nos 1ºs 400m o Clio fica lado a lado o que mostra que se passa alguma coisa.
 
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Posto isto, concordo com a tua intenção sobre o rumo da discussão.

Acho que mesmo um escalonamento óptimo da caixa, não permite ao um atmosférico acompanhar um turbocomprimido nesse tipo de percurso.
Os carros com turbo, permitem que se tenha uma maior faixa de utilização uma vez que vão ter uma melhor curva de binário.

Os atmosféricos e neste caso o Clio, tem um motor muito "pontudo", que só acorda lá em cima o que faz com que a faixa de utilização seja reduzida. A pessoa chega a uma curva no Clio, ou mete uma segunda e fica perto do corte ou mete uma 3ª e fica a morrer mais...


Outro problema é como se tem que recorrer mais à caixa, perde-se tempo e isso conta e muito...


Bem, o que descreves não deveria acontecer! Há que escolher bem a mudança em que se negoceia a curva. Mas se p.ex. em 2ª ficas perto do corte e em 3ª o motor morre, então claramente temos uma caixa mal escalonada. Não me parece que seja esse o caso do Clio RS, mas...

Por exemplo, no meu ATR a caixa deveria ser de 6 velocidades porque existe um fosso entre a 2ª e 3ª velocidades, precisamente aquelas que mais se utiliza numa condução desportiva em estrada de montanha. Se a estrada fôr a subir notas bem esta deficiência (em estrada aberta ou AE não é tão relevante). No ATR a faixa de utilização entre a alteração de cames e a potência máxima é de apenas 1.400 rpm (5.800 - 7.200 rpm), e como o ATR não é própriamente um carro leve seria importante que sempre que se muda de caixa o regime não caísse para baixo das 5.800 rpm (o que não acontece de 2ª para 3ª. Conclusão: mau escalonamento!

Quanto ao facto de, recorrendo mais à caixa, se perder tempo aí já concordo. Embora, com uma caixa de engrenamento rápido, as diferenças se esbatam e deixem de ser muito relevantes.
 
De uma coisa não tenho dúvidas: nestas condições (montanha a subir), os motores turbo são mais "fáceis" de explorar, pois exigem menos aplicação por parte do condutor no que ao motor/caixa diz respeito.
quando e para andar "a serio", nem 10 turbos substituem um condutor menos empenhado.

Será que os motores turbinados apresentam de facto um clara vantagem quando estamos na presença de estradas sinuosas a subir?
nao e tecnologia ou ideologia nova. ja a muitas decadas que se sabe que motores turbo nao sofrem com as diferencas de altitude
 
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