PauloRaposo
Well-known member
Vi ontem na revista EVO o comparativo dos pequenos "hot hatches".
Classificação final:
1º Mini Cooper S - 4,5 estrelas
2º Opel Corsa OPC e Renault Clio RS - 4 estrelas
4º Seat Ibiza Cupra - 3,5 estrelas
Li o artigo de forma transversal (não em toda a sua extensão) mas deu para constatar os seguintes aspectos:
Um primeiro comentário que esta classificação merece é o facto do Cooper S ter perdido meia estrela (a versão anterior teve 5 estrelas). Depois o facto do Corsa se bater muito bem e conseguir uma classificação idêntica ao Clio RS.
De referir que o Clio é batido devido à sua motorização. O chassis continua em plano de evidência mas, segundo eles, merecia outro motor. O mais surpreendente foi constatar que num último tira teimas entre os 4 modelos (que consistia num traçado de serra sempre a subir) o Clio RS não conseguiu acompanhar nenhum dos outros carros da concorrência (foi ficando aos poucos para trás).
Segundo a EVO, o Clio conseguia aproximar-se nas curvas e nas travagens, mas perdia terreno assim que apareciam zonas de aceleração.
Pessoalmente estranho esta constatação, mas será que isto não vem novamente colocar dúvidas sobre a real potência do Clio RS? É que sendo, teóricamente, o mais potente do lote e aquele que possui um dos melhores chassis da classe não se compreende tal performance.
O facto de ser um troço sempre a subir e sinuoso pode dar alguma vantagem nas retomas de aceleração aos modelos turbinados, mas ainda assim penso que o escalonamento curto da caixa do Clio RS (que ajuda a manter o motor nas altas rotações) deveria ser suficiente para colmatar o déficit de binário.
O Mini sai vitorioso no comparativo mas de alguma forma perdeu o encanto da versão pré-restyling.
Alguém tem/leu este teste?
Será que os motores turbinados apresentam de facto um clara vantagem quando estamos na presença de estradas sinuosas a subir?
De uma coisa não tenho dúvidas: nestas condições (montanha a subir), os motores turbo são mais "fáceis" de explorar, pois exigem menos aplicação por parte do condutor no que ao motor/caixa diz respeito.
Classificação final:
1º Mini Cooper S - 4,5 estrelas
2º Opel Corsa OPC e Renault Clio RS - 4 estrelas
4º Seat Ibiza Cupra - 3,5 estrelas
Li o artigo de forma transversal (não em toda a sua extensão) mas deu para constatar os seguintes aspectos:
Um primeiro comentário que esta classificação merece é o facto do Cooper S ter perdido meia estrela (a versão anterior teve 5 estrelas). Depois o facto do Corsa se bater muito bem e conseguir uma classificação idêntica ao Clio RS.
De referir que o Clio é batido devido à sua motorização. O chassis continua em plano de evidência mas, segundo eles, merecia outro motor. O mais surpreendente foi constatar que num último tira teimas entre os 4 modelos (que consistia num traçado de serra sempre a subir) o Clio RS não conseguiu acompanhar nenhum dos outros carros da concorrência (foi ficando aos poucos para trás).
Segundo a EVO, o Clio conseguia aproximar-se nas curvas e nas travagens, mas perdia terreno assim que apareciam zonas de aceleração.
Pessoalmente estranho esta constatação, mas será que isto não vem novamente colocar dúvidas sobre a real potência do Clio RS? É que sendo, teóricamente, o mais potente do lote e aquele que possui um dos melhores chassis da classe não se compreende tal performance.
O facto de ser um troço sempre a subir e sinuoso pode dar alguma vantagem nas retomas de aceleração aos modelos turbinados, mas ainda assim penso que o escalonamento curto da caixa do Clio RS (que ajuda a manter o motor nas altas rotações) deveria ser suficiente para colmatar o déficit de binário.
O Mini sai vitorioso no comparativo mas de alguma forma perdeu o encanto da versão pré-restyling.
Alguém tem/leu este teste?
Será que os motores turbinados apresentam de facto um clara vantagem quando estamos na presença de estradas sinuosas a subir?
De uma coisa não tenho dúvidas: nestas condições (montanha a subir), os motores turbo são mais "fáceis" de explorar, pois exigem menos aplicação por parte do condutor no que ao motor/caixa diz respeito.