Projecto SkyLander em vôo Picado

Excalibur

Banido
Depois de classificado de interesse nacional

Empresa que vai construir Skylander negoceia linha de montagem na China
Serge Bitboul, responsável pelo grupo aeronáutico francês que, em conjunto com investidores portugueses, criou a Sky Aircraft Industries, promotora do projecto Skylander, justifica a existência...
RTP - Economia (21/11/2006 18:45)
Autarca de Évora congratula-se com estatuto PIN de Skylander
"É com grande satisfação que encaro a classificação do projecto como PIN e considero que é o corolário de todo um esforço que tem vindo a ser desenvolvido pelo município", afirmou o autarca, em...
RTP - Economia (05/07/2006 13:55)
Autarca de Évora congratula-se com classificação do projecto Skylander como...
"É com grande satisfação que encaro a classificação do projecto como PIN e considero que é o corolário de todo um esforço que tem vindo a ser desenvolvido pelo município", afirmou o autarca, em...
RTP - Economia (05/07/2006 13:55)
Governo: "Skylander" cria postos de trabalho
O novo projecto do Governo na área da aeronáutica irá criar 1 100 postos de trabalho de forma directa com a instalação, em Évora.
Rádio Renascença (05/07/2006 13:22)
Indústria Aeronáutica: Skylander passa a Projecto de Interesse Nacional da API
A GECI-Internacional afirma hoje, em comunicado, que, com a atribuição do estatuto PIN, o investimento de 125 milhões de euros "passa agora a ser acompanhado pela API junto de todas as entidade...
RTP - Economia (05/07/2006 09:15)

Skylander passa a Projecto de Interesse Nacional da API
A GECI-Internacional afirma hoje, em comunicado, que, com a atribuição do estatuto PIN, o investimento de 125 milhões de euros "passa agora a ser acompanhado pela API junto de todas as entidade...
RTP - Economia (05/07/2006 09:15)
INCÊNDIOS Governo interessado em apoiar «Skylander»
TSF (19/09/2005 07:33)




Hoje vieram a lume noticias na RTP que se o projecto não avançar dentro de um mês deixará de ter interesse para os seus mentores.

Estes queixam-se da Burocracia e Inércia dos organismos competentes.


Por seu turno o IPE (penso que não erro) confirma que o projecto não avançou nem avançará enquanto não existirem financiamentos privados.

Fantástico ! :sh)
 
Este empresário ainda viu a tempo a burocracia que nem os fura-filas da API vencem.

Este empresário ainda viu a tempo a burocracia que nem os fura-filas da API vencem.

EXPRESSO - Fábrica do Skylander ficará em FrançaO NOVO bimotor francês Skylander será construído em Tarbes, França, confirmou ao EXPRESSO Serge Bitboul, presidente e director-geral (PDG) do Grupo Geci
 
O presidente da C.M.Évora já sabia o que a casa gasta.

O presidente da C.M.Évora já sabia o que a casa gasta.

le jeudi 5 avril 2007 à 07h41

Para a Câmara Municipal de Évora e no âmbito das suas competências, tem toda a justificação que, em sede de impostos municipais sobre construção de imóveis, em termos de taxas municipais sobre o IRC a pagar pelas empresas - valores ainda significativos -, o município desse uma ajudar à instalação ou arranque de um projecto desta natureza e dimensão.
O que está em causa é passarmos do grupo dos meros consumidores para o dos produtores. Ou seja, esta era uma forma de Portugal inscrever o seu nome na curta lista de países com indústria aeronáutica.
A LENTIDÃO DA BUROCRACIA
Mas, o projecto não tem andado tão depressa como aparentemente o senhor e outros desejam?

É um facto que a burocracia portuguesa e, como já disse e volto a frisar, no caso concreto, algumas hesitações no que respeita à solução clara de envolvimento do estado português na engenharia financeira de suporte a um projecto desta natureza atrasaram um pouco este projecto. O que está em causa não é o volume de verbas envolvido, mas hesitações duma burocracia sempre lenta.

http://stratege.blog.boursier.com/g...revoir-tous-les-details-du-projet-46498-1.htm
 
Será que uma "operação mãos limpas" ainda demora muito em Portugal?

Estes interesses particulares que se sobrepõem ao interesse nacional são uma vergonha, mas há quem se governe muito bem a manter uma burocracia inútil que continua a servir uma mão cheia de poderosos.

É o país que temos, a caminho do feudalismo...

...avançadissimo.
 
Da bela WIKI

Da bela WIKI

Nuns sitios é uma burocracia inutil.....
Noutros são serviços do estado essencial a uma sociedade avançada...


Contorcionismo - O contorcionismo (ou contorção) é uma forma de representação dramática baseada em flexões invulgares do corpo, impossível para a maioria das pessoas.
 
Daqui a uns anos vamos ver quantos aparelhos fizeram e se os venderam...aquilo é design e tecnologia dos anos 70, é um CASA Aviocar pintado de branco! E desses a FAP está a desactivá-los por obsoletos!
 
Julgar pelas aparências.....

Julgar pelas aparências.....

Daqui a uns anos vamos ver quantos aparelhos fizeram e se os venderam...aquilo é design e tecnologia dos anos 70, é um CASA Aviocar pintado de branco! E desses a FAP está a desactivá-los por obsoletos!

"terá uma carga útil de 3,3 toneladas de água mais retardante e custará cinco milhões de euros, sendo que fora da época dos incêndios pode ser reconfigurado para missões de patrulha e transporte de passageiros e carga. Os Canadair custam 25 milhões de dólares e transportam seis toneladas de água. Os históricos Grumman Tracker (****ir Firecat), que já não se fabricam, custam nove milhões de dólares em segunda mão."
 
Julgar tendenciosamente ...

Julgar tendenciosamente ...

Parece que alguns só viram ou leram as linhas escritas sobre a Burocracia.

Mas será que alguém quis ler a parte sobre os financiamentos Privados ?

OU será que os Sr. Franceses estavam à espera que fosse tudo financiado com fundos Comunitários ?

Parece que uma das situações que ocorreu foi as empresas de Capital de risco não terem tido vontade investir no Projecto, se calhar eram todas empresas nacionais, o que se percebe, investir não é o mesmo que especular ... e nisso somos águias.
 
O projecto devia ter arrancado em Setembro 2005, actualmente estariam a ser entregues a primeiras Unidades.

Projecto Skylander Noticia 2005



E na sua Pagina Oficial a GECI Internacional , escreve citando o Diário Económico:

Governo desbloqueia projecto Skylander

13 septembre 2005 | Diario Economico

A solução será encontrada entre o Ministério da Economia e empresas de capital de risco.


O secretário de Estado Adjunto do ministro da Economia, Castro Guerra, vai reunir esta semana com representantes de capitais de risco e outros investidores privados para "fazer avançar o projecto" de construção do avião Skylander em Portugal, disse ao Diário Económico fonte oficial do Ministério da Economia. O aparelho é um projecto dos franceses da GECI Internacional e implica um investimento na ordem dos 130 milhões de euros. A produção do Skylander será feita em Évora, e de acordo com a mesma fonte, a criação de condições para que este investimento estrangeiro arranque, "estão bem encaminhadas".

A presença do Estado deverá ser assegurada através de uma pequena participação da capital de risco da API (Agência Portuguesa para o Investimento), embora o grosso do investimento seja assegurado por entidades privadas. Em termos de estrutura accionista, está estabelecido que a GECI Internacional invista 40 milhões de euros, 60 milhões deverão ser obtidos através de capitais de risco, e os restantes 30 milhões de euros serão provenientes de diversos investidores. 0 primeiro avião estará pronto em finais de 2008.
Posto isto, não se me afigura, que o ESTADO seja mais RESPONSÁVEL que os PRIVADOS.
 
EXPRESSO - Fábrica do Skylander ficará em FrançaO NOVO bimotor francês Skylander será construído em Tarbes, França, confirmou ao EXPRESSO Serge Bitboul, presidente e director-geral (PDG) do Grupo Geci


Só para completar a noticia

[;)]


Fábrica do Skylander ficará em França

O NOVO bimotor francês Skylander será construído em Tarbes, França, confirmou ao EXPRESSO Serge Bitboul, presidente e director-geral (PDG) do Grupo Geci International, embora a filosofia que preside ao projecto privilegie a subcontratação de diversos componentes a fornecedores exteriores à empresa. «Apenas faremos a ‘assemblage’ final dos aparelhos», frisou Bitboul. «Alguns subconjuntos, como a fuselagem, as asas ou a cauda, poderão ser produzidos por outras empresas do sector».


A linha de montagem do Skylander (14 mil metros quadrados) ficará implantada, a partir de Setembro, no pólo aeronáutico de Tarbes, onde já se encontram instaladas empresas do Grupo EADS/Airbus, como a Socata, «com quem vamos estabelecer sinergias, nomeadamente no domínio da logística e do recurso às suas pistas de ensaio. A Socata encorajou-nos imenso», acrescentou o PDG da Geci International.


A existência de «um tecido industrial muito importante, permitindo um máximo de encomendas no exterior», e a «forte motivação dos eleitos locais, quer no plano financeiro como das infra-estruturas», foram, de acordo com Serge Bitboul, factores decisivos na disputa final entre as regiões francesas de Tarbes e de Saint-Nazaire para captar este investimento de 91 milhões de euros.


Dos 600 novos postos de trabalho directos a criar, apenas 150 dizem respeito à fábrica do construtor francês, correspondendo os restantes 450 aos fornecedores.


Em declarações ao EXPRESSO, Elias de Freitas, director executivo do Madan Park (Parque de Ciência e Tecnologia Almada-Setúbal), admitiu que o seu objectivo inicial era o de captar este investimento estrangeiro para Portugal, mas confessou que «é difícil apresentar uma proposta irrecusável em pouco tempo. São as regras do jogo a nível internacional».



Apesar da decisão francesa, Elias de Freitas ainda alimenta a expectativa de que algumas empresas portuguesas possam vir a produzir componentes para o Skylander (ver carta na página 13). «Mantém-se a possibilidade de fabricar uma parte estrutural importante do avião, e estamos a formar um consórcio, a partir do grupo de trabalho que reúne empresas interessadas no projecto, para submeter propostas», afirmou o mesmo responsável.



Numa segunda fase, será criado um grupo de trabalho para fornecer componentes não estruturais (cablagens, instrumentação, software e plásticos interiores). «Ainda não assinámos qualquer acordo com empresas portuguesas, mas há cartas de intenção em preparação», sublinhou, por seu lado, Serge Bitboul, da Geci International, ao revelar que o assunto será debatido no decorrer de uma reunião com os promotores do Madan Park, no início de Setembro. Na ocasião, o responsável francês poderá estabelecer contactos com o Governo português e com a Agência Portuguesa para o Investimento (API).

«O Grupo Geci está interessado em investir em Portugal no campo da engenharia de concepção. Temos mantido conversações com o Instituto Superior Técnico nesse sentido. Existe uma grande motivação por parte dos jovens engenheiros portugueses», acrescentou o responsável francês. Portugal, pelos seus contactos privilegiados, está igualmente bem posicionado para comercializar o avião nos países africanos de língua portuguesa e no Brasil, dois dos mercados preferenciais para o Skylander.


F1-E114.jpg


O novo aparelho (ainda em projecto, na foto) é um bimotor ligeiro multiusos, com capacidade para transportar 19 passageiros ou 3,3 toneladas de carga (dispondo de 28 metros cúbicos de espaço de carga útil) e com um raio de acção de 1600 quilómetros. Estimado em 3,6 milhões de dólares (3,1 milhões de euros), o Skylander foi especialmente concebido para ser um avião fiável, económico e fácil de operar, capaz de aterrar em pistas curtas e dotadas de poucas infra-estruturas, como as de muitos países de África, Ásia e América do Sul.



Este aparelho será dotado de dois motores a hélice Pratt & Whitney, devendo o primeiro protótipo estar pronto para voar em 2006.


A Skydesign (empresa do Grupo Geci International encarregue de desenvolver o projecto) já dispõe de encomendas e manifestações de interesse de 80 clientes potenciais, «entre os quais uma empresa da Amazónia», revelou Serge Bitboul, que espera conquistar 20% do mercado mundial deste tipo de aparelhos até 2020, ou seja, construir cerca de 600 aviões, que vão concorrer com o Twin Otter canadiano e o Antonov A38 russo.
Alexandre Coutinho​
 
Excalibur
As empresas de capital de risco em França ou em Portugal ou em qq parte da U.E. são as MESMAS.

O que nos deixa sempre para tras é a complexidade burocrática e a ineficiência do Estado em tomar decisões nem qd os projectos são prioritários.

Já dei aqui imensos exemplos de parques eólicos e etc e qq empresa que agora registas na hora mas para a por a funcionar tens que percorrer todas as capelinhas da administração Pública.

E qt mais de ponta for mais sofres.

Edit: thnks pela notícia, não tinha acesso a ela.
 
Última edição:
Excalibur
As empresas de capital de risco em França ou em Portugal ou em qq parte da U.E. são as MESMAS.

O que nos deixa sempre para tras é a complexidade burocrática e a ineficiência do Estado em tomar decisões nem qd os projectos são prioritários.

Isto é o essencial.
[;)]

O pesoal fala m uito dos empresarios portugueses e tal, coo se la fora fosse bom e ca mau.
A verdade é que as empresas masi que muktinacionais são extra-nacionais.
as empresas vão escolher SEMPRE o local com melhor ROI e mais rapido.
 
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