mariosilva
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Não sei se isso já foi falado aqui no fórum, mas ontem saiu uma notícia onde, segundo o Banco de Portugal, a diminuição do déficit se deveu sibretudo ao aumento de impostos e não à diminuição das despesas.. [8b]
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Sei o caso de uma empresa que trabalha para a CM e não recebe, mas os impostos claro que tem de pagar. Se não pagar a horas é logo juros em cima etc... Mudada-se de padeiro mas não se muda de ladrão!
Creio que não foi falado, mas já tinha sido previsto por um user daqui.Não sei se isso já foi falado aqui no fórum, mas ontem saiu uma notícia onde, segundo o Banco de Portugal, a diminuição do déficit se deveu sibretudo ao aumento de impostos e não à diminuição das despesas.. [8b]
E haveriam "contra indicações" económicas nessa lógica (pergunto)?...Belmiro, o tal que há 3 anos afirmava que por vontade dele aumentava-se os trabalhadores 20 ou 30%, desde que eles garantissem que esses 20% a 30% de aumento eram para consumir em bens de ciclo rápido...
E haveriam "contra indicações" económicas nessa lógica (pergunto)?...
Mas, então, a progressão do consumo não estimula a produtividade e a vitalidade das empresas?A «contra-indicação» era o da ampliação do consumo em bens perecíveis, de ciclo rápido como eufemisticamente os definiu, que ele aguardava com especial entusiamo e interesse...
A «contra-indicação» mais lata e subtil é a da tentativa de naturalização social da economia infinita que exige a progressão do consumo, seja ela razoável ou não...
Mas, então, a progressão do consumo não estimula a produtividade e a vitalidade das empresas?
Pois, esse é o principal receio...Mas progressão até onde e à custa de quê?!...
É que existe um estrangulamento entre os níveis de consumidores: não são muitos os consumidores de jactos privados... e no entanto, apesar de uma produção de riqueza como nunca existiu antes as fissuras e fossos acentuam-se. e já nem falámos do 3º mundo, onde regressam em força estados de produção alicerçados na escravidão e na semi-escravidão.
Mas progressão até onde e à custa de quê?!...
É que existe um estrangulamento entre os níveis de consumidores: não são muitos os consumidores de jactos privados... e no entanto, apesar de uma produção de riqueza como nunca existiu antes as fissuras e fossos acentuam-se. e já nem falámos do 3º mundo, onde regressam em força estados de produção alicerçados na escravidão e na semi-escravidão.
Realmente, basta mudar a língua para ficares assim, volta a ler mais devagar para ver se entendes.Para os meninos apocalípticos []
Denmark scores highly in business freedom, financial freedom, monetary freedom, property rights, and freedom from corruption. Starting a business takes only five days, compared to the global average of 48 days, and the overall freedom of business operation (licensing, flexibility, etc.) is very high. The financial markets are transparent, highly developed, and open to foreign capital and competition.
in http://www.heritage.org/research/fea.../countries.cfm
Ai Jesus. Feudal. O fosso vivo a crescer! Esses mercados!, essa liberdade económica que tanto mal faz ao povinho!
Ai...
Fisco descobre 843 milhões de impostos em falta
A Inspecção Tributária foi a área de intervenção prioritária da Administração Fiscal no ano passado e os resultados estão à vista. Nesta área, que é determinante no combate à fraude e evasão fiscal, o número de acções de fiscalização ficou 183% acima do previsto, as correcções à matéria colectável 142% e as correcções de impostos em falta tiveram uma taxa de realização de 130%. Os dados constam do relatório de actividades de 2006 da Direcção-geral de Impostos (DGCI), o último da responsabilidade de Paulo Macedo, que em Agosto deixará a liderança do Fisco para regressar ao BCP, e são inegavelmente positivos, adianta o «Diário Económico».
Ainda assim, o desempenho não pode ser medido apenas pelo número de acções feitas (132.486), pelo montante das correcções à matéria colectável (3.004 milhões de euros) ou pelo valor do imposto em falta (843 milhões de euros). Isto porque o resultado destas acções pode não trazer automaticamente mais impostos para os cofres do Estado, caso os contribuintes levem a questão para tribunal.
in agencia financeira