Impostos, afinal devem baixar ou não?

Na minha opinião os pequenos e grandes comerciantes iriam aumentar o seu preço sendo o reflexo no comprador mto pequeno.

Claro q nos produtos q referes aceito q se note alguma coisa.

Mas por ex nos automóveis: Vai passar pco tp até q o abaixamento á cabeça do preço deles (via IA) venha a ser consumido pelo aumento do preço base e efeitos reflexos no preço final.


Se não notaste, eu notei a subida de preços quando se aumentou o IVA
 
O mais importante é pôr todos a pagar.

Enquanto alguns puderem fugir, outros vão pagar mais por isso. E o problema é exactamente este. Está enraizado no nosso país q quem pode não declarar tudo, não declara.

Depois acontecem coisas engraçadas em alguns sectores... Em setembro passado precisei de alugar uma casa para um ano. Vi variadissimas hipóteses, e em nenhuma que eu pudesse pagar me passavam recibo. Era 350€ mensais com recibo (e só vi uma assim!) ou 200/250€ sem recibo.

Conclusão: Sujeitei-me à verbalidade e ao "toma lá, dá cá" pela porta do cavalo.

Resultado: Simulação de IRS com 350€ para eu pagar.

Mesmo assim, contas feitas, sai-me mais barato dar 350€ ao Estado do que pagar uma renda 100€ superior. Mas alguém fica de papo cheio, porque não declara uma fonte de rendimento, e seguramente ganha mais que eu.

Há que parar com isto.
As pessoas não podem dormir na rua, mas também não podem pagar 350€ por um T1 por causa de um recibo.

E as rendas comparticipadas pelo Estado sao muito bonitas, mas para se aceder a elas é preciso que exista um mercado imobiliário que funcione na legalidade.

Quando a oferta de casas "na legalidade" é de 1/15, ou menos...
 
O mais importante é pôr todos a pagar.

Enquanto alguns puderem fugir, outros vão pagar mais por isso. E o problema é exactamente este. Está enraizado no nosso país q quem pode não declarar tudo, não declara.

Depois acontecem coisas engraçadas em alguns sectores... Em setembro passado precisei de alugar uma casa para um ano. Vi variadissimas hipóteses, e em nenhuma que eu pudesse pagar me passavam recibo. Era 350€ mensais com recibo (e só vi uma assim!) ou 200/250€ sem recibo.

Conclusão: Sujeitei-me à verbalidade e ao "toma lá, dá cá" pela porta do cavalo.

Resultado: Simulação de IRS com 350€ para eu pagar.

Mesmo assim, contas feitas, sai-me mais barato dar 350€ ao Estado do que pagar uma renda 100€ superior. Mas alguém fica de papo cheio, porque não declara uma fonte de rendimento, e seguramente ganha mais que eu.

Há que parar com isto.
As pessoas não podem dormir na rua, mas também não podem pagar 350€ por um T1 por causa de um recibo.

E as rendas comparticipadas pelo Estado sao muito bonitas, mas para se aceder a elas é preciso que exista um mercado imobiliário que funcione na legalidade.

Quando a oferta de casas "na legalidade" é de 1/15, ou menos...

Estás a entrar em contradição, mesmo explicando à frente o porquê.
 
Estás a entrar em contradição, mesmo explicando à frente o porquê.


Não tive alternativa.

Eu preferia que me passassem recibos, pagava eu menos impostos e pagava a senhoria o justo valor.

Basicamente não fugi aos impostos, vou ter de inchar com 350€ porque o mercado não é transparente.
 
Impostos subiram 6,1% em dois anos - Belmiro defende baixa de impostos

Impostos subiram 6,1% em dois anos - Belmiro defende baixa de impostos

Declaradamente não sou adepto deste governo nem da sua actuação no global. No entanto, como excepção considero bastante positivo o aumento de eficácia na máquina de cobrança de impostos das finanças, a cobrança de dividas antigas ( também na SS), parecendo-me no entanto que isto se deve mais á fome de dinheiro que a outra coisa qualquer.
Penso até que se devia (podia) ir mais longe, na aplicação de coimas e penalizações aos faltosos e incumpridores para ver se esta gente percebe de uma vez por todas que fugir aos impostos é errado e não compensa.

Dito isto, só acho que a carga fiscal é demasiado grande, o que também potência fugas e penaliza fortemente a maioria da população, que vive ali na classe dos remediados e a quem cada vez sobra mais mês ao fim do dinheiro...

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=238929&idselect=11&idCanal=11&p=200


" A receita fiscal do Estado português atingiu o nível recorde de 37 por cento da riqueza produzida no País, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o Boletim Económico da Primavera divulgado ontem pelo Banco de Portugal, a receita com impostos aumentou 6,1 por cento entre 2005 e 2006. Mas se esta é uma boa notícia para as contas do Estado, o mesmo não se pode dizer em relação às famílias. A par dos impostos, os portugueses viram-se confrontados com a subida dos juros e com a estagnação dos salários.

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O Banco de Portugal, liderado por Vítor Constâncio, destaca que os impostos sobre o rendimento e o património aumentaram 7,5 por cento “em consequência do efeito desfasado das medidas relativas ao IRS incluídas no Orçamento do Estado de 2005 e dos bons resultados de alguns grandes contribuintes em 2005, reforçado pelo aumento da eficácia da administração fiscal”.

Os impostos sobre a produção e a importação, “cuja colecta foi muito influenciada pelas subidas da taxa normal do IVA” e do ISP, contribuíram para o aumento da receita fiscal com uma evolução de 7,3 por cento.

Já a receita de contribuições sociais manteve-se estável, embora a instituição presidida por Vítor Constâncio note que “as contribuições do regime geral registaram um crescimento superior ao da massa salarial do sector privado”.

“O agravamento da carga fiscal e o aumento das taxas de juro bancárias, num contexto em que os níveis de endividamento são elevados e em que no crédito a taxa variável é claramente dominante, conduziram a uma moderação das despesas de consumo das famílias”, lê-se no relatório, que adianta que “as actuais estimativas apontam para um crescimento do consumo privado próximo de um por cento, após uma variação na ordem de dois por cento em 2005”.

Como se isto não bastasse, os trabalhadores do sector privado viram as remunerações registarem “uma variação aproximadamente nula em 2006”.

“Os salários reais revelaram uma reduzida sensibilidade à evolução do ciclo económico”, refere o documento, que atribui este facto ao “continuado aumento da taxa de desemprego e da proporção de desempregados de longa duração”. A taxa de desemprego fixou-se nos 7,7 por cento e a do desemprego de longa duração nos 51,7 por cento do total de pessoas sem trabalho.

A organização de Vítor Constâncio defende que a receita para isto é uma maior flexibilização do mercado de trabalho, como forma de melhorar a competitividade da economia.

A instituição monetária nacional conclui que o aumento da receita e o controlo de despesa tiveram um contributo semelhante para a redução do défice orçamental estrutural em 2006, contrariando o que tem sido repetido pelo ministro das Finanças. Teixeira dos Santos tem reafirmado, por várias vezes, que a redução da despesa tem sido a grande responsável pela diminuição do défice.

O relatório elogia, porém, o facto de o défice orçamental ter apresentado uma redução significativamente superior à prevista, passando de seis por cento para 3,9 por cento do PIB.

O ritmo de crescimento do PIB, que evoluiu apenas 1,3 por cento no ano passado, foi o mais baixo dos Estados-membros da UE.

... ”.
 
Declaradamente não sou adepto deste governo nem da sua actuação no global. No entanto, como excepção considero bastante positivo o aumento de eficácia na máquina de cobrança de impostos das finanças, a cobrança de dividas antigas ( também na SS), parecendo-me no entanto que isto se deve mais á fome de dinheiro que a outra coisa qualquer.
Penso até que se devia (podia) ir mais longe, na aplicação de coimas e penalizações aos faltosos e incumpridores para ver se esta gente percebe de uma vez por todas que fugir aos impostos é errado e não compensa.

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Pois, tens razão.

Mas o que eu gostava era também que acontecesse o inverso, ou seja, o Estado pagasse o que deve e fosse penalizado pelo seu incumprimento.
 
Pois, tens razão.

Mas o que eu gostava era também que acontecesse o inverso, ou seja, o Estado pagasse o que deve e fosse penalizado pelo seu incumprimento.

Pois é....isso é que era...
Independentemente do que a indústria farmacêutica é ou deixa de ser, o Estado perante a indústria farmacêutica é um CALOTEIRO!!!!!!
MILHÕES DE EUROS que lhes devem!!!!!!
 
Lembro-me de há uns anos uma empresa de construção no Alentejo, que foi á falência pois tinha feito varias obras grandes para a Camara Municipal, esta não pagou e a empresa teve de fechar por falta de dinheiro para ordenados e dividas ao fisco, originadas pela facturação das obras.
 
Sei o caso de uma empresa que trabalha para a CM e não recebe, mas os impostos claro que tem de pagar. Se não pagar a horas é logo juros em cima etc... Mudada-se de padeiro mas não se muda de ladrão!
 
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