Excalibur
Banido
" Somos da Telecom ! "
Para quem não souber é esta a frase e a expressão mais usada pelos "vendedores" de comunicações da Tele 2.
Apresentam-se como sendo da Telecom induzindo assim as pessoas ao erro que vêm da parte da Portugal Telecom.
Este estratagema já colheu frutos com um familiares da minha Maria no Alentejo (tias e mãe) que viram ser celebrados contratos para os planos de preços da Tele 2.
Mesmo na Amadora foi esta a bordagem que na Zona onde a firma onde trabalho tem o escritório existiu e alguns dos moradores da Zona , pessoas essêncialmente reformadas, cairam no logro.
Hoje contudo surgem noticias nada abonatórias sobre as acções de angariação desta empresa.
Para quem não souber é esta a frase e a expressão mais usada pelos "vendedores" de comunicações da Tele 2.
Apresentam-se como sendo da Telecom induzindo assim as pessoas ao erro que vêm da parte da Portugal Telecom.
Este estratagema já colheu frutos com um familiares da minha Maria no Alentejo (tias e mãe) que viram ser celebrados contratos para os planos de preços da Tele 2.
Mesmo na Amadora foi esta a bordagem que na Zona onde a firma onde trabalho tem o escritório existiu e alguns dos moradores da Zona , pessoas essêncialmente reformadas, cairam no logro.
Hoje contudo surgem noticias nada abonatórias sobre as acções de angariação desta empresa.
Telecomunicações: Irregularidades
Burla telefónica
A operadora de telecomunicações Tele 2 é acusada de falsificar assinaturas e omitir informações para angariar clientes. As queixas chegaram ao Correio da Manhã através de ex-vendedores e ex-clientes que pediram o anonimato.
Os queixosos denunciam que a operadora, através de empresas subcontratadas, realiza vendas porta-a--porta, nas quais os vendedores entram em contacto com possíveis clientes afirmando serem empregados da Portugal Telecom. O método de abordagem é simples: os vendedores pedem a última factura do telefone e comparam os preços com os praticados pela Tele 2. Com essa factura recolhem os números do Bilhete de Identidade e de Contribuinte do titular e, de seguida, pedem uma assinatura, alegando que se destina à confirmação da sua presença no local.,. quando, na verdade, se trata de um contrato.
Este método foi relatado várias vezes, tanto por ex-vendedores como por vítimas desta abordagem. Algumas das pessoas abordadas acusam mesmo os vendedores de agressões físicas ou aproveitamento de pessoas com deficiência.
Segundo contou ao CM um ex-vendedor, este ‘esquema’ é usado inúmeras vezes, porque o ordenado que recebem é apenas o somatório dos contratos realizados (13 euros cada). Além disso, só recebem as comissões dos contratos activos durante quatro meses.
Os locais escolhidos são sobretudo as regiões no interior do País e pessoas idosas, porque “são mais fáceis de enganar”.
Depois do contrato assinado, se o cliente quiser desistir, a empresa “arrasta” o caso mantendo o cliente, no mínimo, durante quatro meses.
“Enquanto estive a trabalhar para a Tele 2 percebi que a empresa recebia muitas queixas. Mas estas eram resolvidas pelo chefe de secção”.
Contactada pelo CM, a Tele 2 afirmou que a venda porta-a-porta é um dos “canais de angariação de clientes”, exigindo das empresas subcontratadas “um serviço de qualidade através de uma aposta forte na formação dos vendedores e controlo rigoroso de qualidade”. “Como em qualquer negócio, existirá uma margem de erro, que no caso da Tele 2 se traduz em casos pontuais em que a pessoa muda de ideias após ter assinado o contrato, e cuja desistência a Tele 2 aceita prontamente sem qualquer encargo adicional para o cliente”, explicou a operadora.
Ana Rita Estrompa
Diário de referência