[Mercado] Tópico-chevrolet ( Spark, Aveo, Cruze, Trax, Orlando, Captiva, Volt, Camaro )

E votas mesmo bem

E votas mesmo bem

pois:sh)

BTW: eu voto neste Beat:

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[br:)][br:)][br:)][br:)][br:)]

[:D]


para quem se recorda este Beat, tem muitos traços do WTCC Ultra
 

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Agila? diferente de Matiz

Agila? diferente de Matiz

Este sera o novo Agila nao é?

Agila? queres dizer Matiz ? Agila é da Opel, nada terá ver com a chevrolet

muitos traços do WTCC Ultra, serão a nova imagem da Chevrolet, e o Beat tem esses traços, por isso tudo aponta para uma imagem muito proxima do Substituto do Matiz
 
Agila? queres dizer Matiz ? Agila é da Opel, nada terá ver com a chevrolet

muitos traços do WTCC Ultra, serão a nova imagem da Chevrolet, e o Beat tem esses traços, por isso tudo aponta para uma imagem muito proxima do Substituto do Matiz

A Chevrolet é Opel ou a Opel é Chevrolet. É uma confusao. Mas é que ia sair um novo carro substituir o Opel Agila deve ser este!
 
3 concepts: Beat, Groove, Trax

3 concepts: Beat, Groove, Trax

os novos da Chevrolet

Chevrolet Beat, desportivo para a cidade


O Chevrolet Beat, que se estreou hoje no Salão Automóvel de Nova Iorque, é uma interpretação conceptual da Chevrolet de um minicarro com forte espírito desportivo.

O Beat um hatchback de três portas com tracção dianteira, com um acabamento exterior em “verde-vertigem”, solução que pretende transmitir energia e que se estende até ao interior. Globalmente, a sensação oferecida pelo design exterior e interior é a de um minicarro de altas performance e tecnologia, com painéis exteriores, embaladeiras, luzes e rodas altamente personalizados, respondendo a uma crescente tendência do mercado a que se destina.

As linhas exteriores do Beat transmitem rapidez, com uma inclinação vincada e abrupta desde o topo do estabilizador dinâmico traseiro até ao capô e faróis dianteiros de tipo LED alongados, que parecem estender-se desde a base da grelha de duas entradas até ao ****r A. Os puxadores das portas integrados estão nivelados com a superfície do ****r B. As grandes rodas com jantes de 17 polegadas estão colocadas nas extremidades do veículo e os calços dos travões no mesmo verde da carroçaria e conferem-lhes um toque dramático. O painel traseiro ostenta os dois conjuntos de luzes traseiras típicos da Chevrolet. As luzes de tipo LED encontram-se dispostas na vertical, prolongando-se até ao final do vidro traseiro.

A energia tem continuidade no interior em preto/titânio, que apresenta ainda uma faixa envolvente no mesmo verde do exterior e um painel de bordo com tecido de cor a condizer. O verde é realçado pela costura contrastante dos bancos de tecido e rede. O forro preto do tecto integra luzes de fibra óptica que criam o efeito de um céu cheio de estrelas.

Outra inovação introduzida é a consola central destacável. Deslizando para cima, revela um sistema de navegação; deslizando para baixo, revela um útil compartimento de arrumação central. O sistema de som Alpine inclui seis altifalantes e um subwoofer instalado na bagageira.

O Beat integra um motor turbo a gasolina 1.2 associado a uma caixa de velocidades automática.


Groove, nova interpretação da herança de design da Chevrolet


O concept-car Chevrolet Groove tem um design muito actual e gera uma sensação de diversão, recuperando ao mesmo tempo as linhas clássicas da herança de design da Chevrolet, tais como o pára-brisas vertical e os guarda-lamas salientes, que lhe conferem um visual robusto.

Jawook Koo, responsável pelo design exterior do Groove, teve como desafio desenhar um minicarro com forte presença. “Queria evitar o estereótipo dos minicarros, caracterizado por um visual fraco, inseguro e ‘giro’. Ao observar este veículo, quis que fosse oferecida uma sensação de segurança logo ao primeiro olhar,” explicou.

Inspirado num capacete militar, o design do Groove exprime tudo menos fraqueza. O atraente acabamento exterior mate em tom “quartzo-lunar” contrasta com a utilização estratégica de elementos cromados de tom prateado acetinado. As grandes e bem recuadas rodas com jantes de 17 polegadas com cinco raios transmitem a sensação de um veículo muito mais comprido que aquilo que realmente é, graças também ao curto mas saliente capô e ao habitáculo longo e plano, elementos de um design que resulta num interior espaçoso.

A secção dianteira inclui entradas de ar integradas nas luzes de nevoeiro de tipo LED, enquanto o alongamento dos faróis contribui para sugerir um superior comprimento do veículo.

Este concept-car de tracção às rodas dianteiras integra um motor Diesel 1.0.

Chevrolet Trax, um mini veículo polivalente

O Chevrolet Trax é um concept-car que combina uma utilização urbana com uma especial aptidão para actividades de lazer. Em condições normais com tracção dianteira, este micro-SUV possui um diferencial antipatinagem eléctrico com uma bateria independente e um motor eléctrico para transmitir força motriz às rodas traseiras, dispositivo que constitui um acessível sistema de tracção integral.

O Trax de quatro portas exibe um acabamento de pintura mate “laranja-brilhante”, com salientes inserções num tom mais escuro nos cantos dianteiros e traseiros. As entradas e saídas do veículo fazem-se de forma especialmente fácil e os bancos traseiros de rebatimento plano acrescentam-lhe funcionalidade.

Outros elementos que reforçam o seu temperamento dinâmico e aptidões para todo-o-terreno são o volumoso conjunto pára-choques/guarda-lamas de uma só peça, adoptado à frente e na retaguarda, a pronunciada forma arqueada sobre as rodas dianteiras, as dinâmicas e características linhas laterais, um pneu sobresselente colocado na traseira e o porta-bagagens no tejadilho. As pinças de travão em amarelo e as rodas com jantes de 16 polegadas contribuem para o visual desportivo.

O Trax integra um motor a gasolina 1.0.
 

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GM Europa regista recorde absoluto de vendas no primeiro trimestre de 2007

GM Europa regista recorde absoluto de vendas no primeiro trimestre de 2007

Quota de mercado de 9,8% no primeiro trimestre é a maior desde 1997;
O melhor resultado da Opel/Vauxhall no primeiro trimestre desde 2001 (428.787 unidades);
Chevrolet atinge o maior volume de vendas e a mais elevada quota de mercado de sempre;
Em Portugal: Opel lidera vendas em Março e Chevrolet volta a crescer;
Vendas da GM na Rússia sobem 128%.


Chevrolet obtém maiores volume de vendas e quota de mercado de sempre

A Chevrolet manteve a sua forte dinâmica de vendas na Europa, alcançando um novo recorde do primeiro trimestre que superou em 25.076 unidades o obtido no período homólogo de 2006. O total de vendas do trimestre ascendeu assim às 100.526 unidades. A quota de mercado cresceu 0,4 p.p. para 1,8 por cento, outro recorde para a marca.

“O sucesso do novo Captiva e as versões Diesel nos modelos Epica, Lacetti e Nubira estão a atrair ainda mais clientes para a Chevrolet”, declarou Browning.

No que respeita às marcas premium, a Saab vendeu 22.169 unidades na Europa, o correspondente a uma quota de mercado de 0,4 por cento, enquanto as marcas Cadillac, Hummer e Corvette venderam 1699 unidades, mais 7 por cento que no primeiro trimestre de 2006.
 
Chevrolet revela três novos mini-concept cars no Salão de Nova Iorque

Chevrolet revela três novos mini-concept cars no Salão de Nova Iorque

Chevrolet Beat, desportivo para a cidade


O Chevrolet Beat, que se estreou hoje no Salão Automóvel de Nova Iorque, é uma interpretação conceptual da Chevrolet de um minicarro com forte espírito desportivo.

O Beat um hatchback de três portas com tracção dianteira, com um acabamento exterior em “verde-vertigem”, solução que pretende transmitir energia e que se estende até ao interior. Globalmente, a sensação oferecida pelo design exterior e interior é a de um minicarro de altas performance e tecnologia, com painéis exteriores, embaladeiras, luzes e rodas altamente personalizados, respondendo a uma crescente tendência do mercado a que se destina.

As linhas exteriores do Beat transmitem rapidez, com uma inclinação vincada e abrupta desde o topo do estabilizador dinâmico traseiro até ao capô e faróis dianteiros de tipo LED alongados, que parecem estender-se desde a base da grelha de duas entradas até ao ****r A. Os puxadores das portas integrados estão nivelados com a superfície do ****r B. As grandes rodas com jantes de 17 polegadas estão colocadas nas extremidades do veículo e os calços dos travões no mesmo verde da carroçaria e conferem-lhes um toque dramático. O painel traseiro ostenta os dois conjuntos de luzes traseiras típicos da Chevrolet. As luzes de tipo LED encontram-se dispostas na vertical, prolongando-se até ao final do vidro traseiro.

A energia tem continuidade no interior em preto/titânio, que apresenta ainda uma faixa envolvente no mesmo verde do exterior e um painel de bordo com tecido de cor a condizer. O verde é realçado pela costura contrastante dos bancos de tecido e rede. O forro preto do tecto integra luzes de fibra óptica que criam o efeito de um céu cheio de estrelas.

Outra inovação introduzida é a consola central destacável. Deslizando para cima, revela um sistema de navegação; deslizando para baixo, revela um útil compartimento de arrumação central. O sistema de som Alpine inclui seis altifalantes e um subwoofer instalado na bagageira.

O Beat integra um motor turbo a gasolina 1.2 associado a uma caixa de velocidades automática.


Groove, nova interpretação da herança de design da Chevrolet


O concept-car Chevrolet Groove tem um design muito actual e gera uma sensação de diversão, recuperando ao mesmo tempo as linhas clássicas da herança de design da Chevrolet, tais como o pára-brisas vertical e os guarda-lamas salientes, que lhe conferem um visual robusto.

Jawook Koo, responsável pelo design exterior do Groove, teve como desafio desenhar um minicarro com forte presença. “Queria evitar o estereótipo dos minicarros, caracterizado por um visual fraco, inseguro e ‘giro’. Ao observar este veículo, quis que fosse oferecida uma sensação de segurança logo ao primeiro olhar,” explicou.

Inspirado num capacete militar, o design do Groove exprime tudo menos fraqueza. O atraente acabamento exterior mate em tom “quartzo-lunar” contrasta com a utilização estratégica de elementos cromados de tom prateado acetinado. As grandes e bem recuadas rodas com jantes de 17 polegadas com cinco raios transmitem a sensação de um veículo muito mais comprido que aquilo que realmente é, graças também ao curto mas saliente capô e ao habitáculo longo e plano, elementos de um design que resulta num interior espaçoso.

A secção dianteira inclui entradas de ar integradas nas luzes de nevoeiro de tipo LED, enquanto o alongamento dos faróis contribui para sugerir um superior comprimento do veículo.

Este concept-car de tracção às rodas dianteiras integra um motor Diesel 1.0.

Chevrolet Trax, um mini veículo polivalente

O Chevrolet Trax é um concept-car que combina uma utilização urbana com uma especial aptidão para actividades de lazer. Em condições normais com tracção dianteira, este micro-SUV possui um diferencial antipatinagem eléctrico com uma bateria independente e um motor eléctrico para transmitir força motriz às rodas traseiras, dispositivo que constitui um acessível sistema de tracção integral.

O Trax de quatro portas exibe um acabamento de pintura mate “laranja-brilhante”, com salientes inserções num tom mais escuro nos cantos dianteiros e traseiros. As entradas e saídas do veículo fazem-se de forma especialmente fácil e os bancos traseiros de rebatimento plano acrescentam-lhe funcionalidade.

Outros elementos que reforçam o seu temperamento dinâmico e aptidões para todo-o-terreno são o volumoso conjunto pára-choques/guarda-lamas de uma só peça, adoptado à frente e na retaguarda, a pronunciada forma arqueada sobre as rodas dianteiras, as dinâmicas e características linhas laterais, um pneu sobresselente colocado na traseira e o porta-bagagens no tejadilho. As pinças de travão em amarelo e as rodas com jantes de 16 polegadas contribuem para o visual desportivo.

O Trax integra um motor a gasolina 1.0.
 
Lacetti e Nubira da Chevrolet têm novo motor turbodiesel

Lacetti e Nubira da Chevrolet têm novo motor turbodiesel

As versões turbodiesel destes automóveis familiares recorrem ao motor 2.0 VCDi na versão de 121 cavalos. Face à versão com 150 cv já conhecida do Epica e do Captiva, este motor apresenta como única diferença o facto de integrar um turbocompressor de geometria fixa em vez de uma turbina de geometria variável. Este moderno propulsor de 16 válvulas e injecção directa common-rail assegura um binário máximo de 280 Nm às 2000 rpm e está equipado de série com um filtro de partículas livre de manutenção. O novo 2.0 VCDi da Chevrolet sobressai pela suavidade de funcionamento e pela economia de combustível, com a média de consumo a situar-se em apenas 5,7 litros de gasóleo a cada 100 quilómetros. No que se refere a performances, todos estes modelos cumprem a aceleração dos 0 aos 100 km/h em menos de 10 segundos (9,8 s) e atingem uma velocidade máxima de 186 km/h.

O único nível de equipamento disponível é o CDX, o mais completo nestas famílias de modelos, integrando inúmeros elementos de conforto e de funcionalidade que contribuem para o bem-estar a bordo. Aliado a generosas cotas de habitabilidade que continuam a ser referenciais no segmento, o Lacetti e o Nubira são modelos especialmente competitivos no que diz respeito ao valor.


Chevrolet Lacetti / Chevrolet Nubira

Principal equipamento de série:


Ar condicionado automático com controlo electrónico
Bancos forrados a couro
Airbags frontais e laterais
Volante forrado a couro
Direcção com assistência variável
Rádio com carregador para cinco CDs
Retrovisores exteriores rebatíveis electricamente
Sensor de chuva
Fecho centralizado com comando à distância
Vidros eléctricos nas quatro portas
 
Race 1 - 1-2 Finish For Chevrolet

Race 1 - 1-2 Finish For Chevrolet

The two began from the front of the grid and survived a restart following a lap under safety car conditions. It was in fact the third Chevrolet driver, Rob Huff, who caused the safety car to be deployed after he spun at the Audi Esses on lap 8.

Privateer Luca Rangoni finished third after a good start promoted him from 4th to the podium position.

Fourth to cross the finish line was Tiago Monteiro who, in his first race for SEAT Sport, got the best result for the team.

His team-mate, Yvan Muller was involved in an accident on the first lap along with Félix Porteiro and Stefano D'Aste. Muller pitted for repairs and rejoined after 8 laps.

On lap 2 Andy Priaulx overtook James Thompson in his N.technology Alfa Romeo for 10th. On the same lap Miguel Freitas spun at the Slotemaker bend and his Alfa Romeo 156 had to be towed away.

Andy Priaulx forged forward and passed Gabriele Tarquini at the Tarzan corner of lap 5 to claim 9th position. Following Huff's crash the reigning champion will begin race 2 from pole position.

Lap 6 saw local man Tom Coronel clash with Thompson. The GR Asia SEAT León made a move on the inside of the Alfa Romeo 156 but Thompson braked late and the Dutchman collided into the side of his car and shot across the track. Thompson was able to continue and eventually finished 13th.

Augusto Farfus and Monteiro had their own battle during the race. Monteiro got a fantastic start going from 5th to 4th almost immediately.

He had Farfus chasing him until lap 7 when the Brazilian overtook. However, the SEAT man didn't give up and re-claimed the position on the next lap. Farfus eventually had to settle for 5th ahead of SEAT drivers Roberto Colciago and Gabriele Tarquini in 6th and 7th.

More stories
 
Chevrolet Sequel entra para a História

Chevrolet Sequel entra para a História

Chevrolet Sequel entra para a História
• Primeiro veículo de pilhas de combustível a hidrogénio a percorrer cerca de 500 quilómetros sem reabastecer

A General Motors fez hoje História ao levar o protótipo Chevrolet Sequel – o automóvel tecnologicamente mais avançado do mundo – a cumprir uma distância superior 480 quilómetros com um único depósito de hidrogénio. O Sequel tornou-se, assim, no recordista de autonomia entre os veículos de propulsão eléctrica com pilha de combustível (fuel cell), conseguindo alcançar o patamar de autonomia que é exigido hoje em dia pelos condutores de automóveis convencionais. Durante o teste, o protótipo da GM circulou dentro e fora do trânsito das vias públicas e, graças ao evoluído sistema de propulsão, não produziu emissões.

«Com este feito, a General Motors atingiu um novo marco importante rumo à comercialização de veículos de pilha de combustível», sublinhou Larry Burns, Vice-presidente da GM para a área de Investigação & Desenvolvimento e Planeamento Estratégico. «E conseguimo-lo sem gerar emissões, pois um veículo de pilha de combustível a hidrogénio só emite vapor de água. Além disso, o hidrogénio produzido em Niagara Falls, utilizado para propulsionar o Sequel neste teste, deriva de energia hidroeléctrica – uma fonte de energia limpa e renovável. Isto significa que todo o processo, desde a produção à utilização do hidrogénio pelo veículo, esteve isento da produção de dióxido de carbono.»

O Chevrolet Sequel foi apresentado em 2005 no Salão Internacional do Automóvel de Detroit, tendo o primeiro protótipo utilizável em estrada surgido no Outono do ano passado. O Sequel é o primeiro automóvel do mundo a integrar com sucesso um sistema de propulsão com pilha de combustível a hidrogénio e uma vasta série de tecnologias avançadas, tais como comandos electrónicos by-wire (sem ligações mecânicas) da direcção e dos travões, motores eléctricos colocados nos cubos das rodas, baterias de iões de lítio e uma estrutura leve construída em alumínio. O protótipo da GM utiliza hidrogénio não poluente e renovável como combustível e emite apenas vapor de água. Com o resultado do teste, torna-se no primeiro veículo de pilhas de combustível a ter uma autonomia que está de acordo com condições reais de condução.

«A General Motors tem vindo a demonstrar que a tecnologia avançada pode retirar o automóvel do debate sobre o ambiente e contribui decisivamente para reduzir a dependência do petróleo», afirmou Larry Burns. «O Chevy Sequel prova claramente que a nossa visão do futuro do automóvel é realista e sustentável.»

O trajecto de mais de 480 quilómetros através do Estado de Nova Iorque começou no Centro de Actividades de Pilha de Combustível da General Motors, em Honeoye Falls, de onde os engenheiros responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia fuel cell enviaram oficialmente o Sequel para um registo nos livros de história. «Serão o reconhecido sucesso e a dedicação absoluta das nossas equipas que permitirão que o mundo possa encarar de forma realista a diversificação das fontes de energias e prescinda de grandes quantidades de petróleo», acrescentou Larry Burns.

O Sequel alcançou cerca de 500 quilómetros de autonomia e concluiu o teste em Tarrytown. Na ocasião, a General Motors reiterou o seu compromisso de inserir parte da sua próxima frota de mais de 100 veículos de pilhas de combustível Chevrolet Equinox no programa de demonstração “Project Driveway”, que se vai desenrolar na área metropolitana de Nova Iorque no próximo Outono.
 
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BTW: eu voto neste Beat:

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[:D]

El «concept» Beat, presentado este año en el Salón de Nueva York, avanza las líneas maestras del utilitario que sustituirá al Chevrolet Kalos en un futuro no tan lejano. Motor 16 ha tenido oportunidad de compartir una jornada con diseñadores e ingenieros de General Motors para conocer algunos de sus secretos.
Del Lanos, diseñado por Giugiaro, se pasó al Kalos en 2002, y de éste, ya completamente inmersos en la «era Chevrolet» –la «etapa Daewoo» pertenece al pasado– se quiere pasar en menos de dos años a un nuevo modelo capaz de competir de tú a tú con lo mejor de la industria europea y japonesa en el segmento de los utilitarios, donde reinan productos como el Peugeot 207 y el Seat Ibiza, en el caso español, o el Fiat Grande Punto si hablamos del mercado global de nuestro continente.

Y ese modelo, para el que todavía no hay fecha exacta de lanzamiento, tendrá mucho que ver con el Beat mostrado en estas páginas, un «concept car» que Chevrolet presentó en la última edición del Salón de Nueva York y cuyos rasgos han salido del centro de diseño de General Motors especializado en coches pequeños: Inchon, en Corea del Sur. Allí, Injo Kim y su equipo han tratado de romper con las líneas limpias y sobrias, pero algo impersonales, del modelo actual, disponible con carrocerías de tres y cinco puertas, al margen del Aveo, que podemos considerar como la variante sedán del Kalos.

El objetivo era conseguir un aspecto más fresco, juvenil y deportivo, para lo que se ha buscado una fuente de inspiración que suele conectar bien con los gustos del cliente en este segmento: el mundo del tuning. El Beat, por ejemplo, llama la atención por el tono «Green Vértigo» empleado, pero también por unas llantas de 17 pulgadas de diámetro que dejan ver entre sus cinco brazos dobles las pinzas de freno, personalizadas, asimismo, en el luminoso color verde de la carrocería. Además, el portón trasero se corona con un generoso alerón y los paragolpes delantero y trasero presentan enormes aberturas que parecen insinuar la presencia de una mecánica poderosa bajo este envoltorio.

No obstante, se trata de «fuegos de artificio» que desaparecerán en el coche de serie cuando éste sea realidad –podría llamarse Beat, como el «concept »–, aunque conviene quedarse con la forma esencial del modelo, que sí se respetará en gran medida. Y ahí vemos ingredientes de interés, como el perfil monovolumen, las ruedas ubicadas casi en los extremos o una línea de cintura claramente ascendente que culmina en el pilar C. Además, las ópticas delanteras y traseras ganarán tamaño respecto a las empleadas en el Kalos para que el coche, por así decirlo, tenga «mirada». En lo que respecta a la parte mecánica, el «concept» Beat con el que convivimos durante un día en carreteras de la soleada California, equipa un motor inédito en la gama Chevrolet, un 1.2 de gasolina sobrealimentado por turbo, que puede ser el «aperitivo» de un futuro propulsor de este tipo fabricado en serie.

Lo que no parece discutible es que el sucesor del Kalos que derive del Beat será el primer utilitario de la casa americana que monte un motor diésel, aunque en ese capítulo el hermetismo es total. Podría tratarse de un pequeño cuatro cilindros de nuevo diseño, de un tres cilindros derivado del 2.0 de Captiva, Epica o Lacetti –tendría 1,5 litros de capacidad– o, incluso, de una variante del cuatro cilindros 1.7 de origen Isuzu usado en el actual Corsa. En cualquier caso, el coche definitivo, que ya se desarrolla en Corea en el máximo secreto, no llegará al mercado antes que otros productos de Chevrolet en preparación, como los herederos de Matiz y Nubira.
 
Novidades Chevrolet 2009 é o ano!!!

Novidades Chevrolet 2009 é o ano!!!

El «concept» Beat, presentado este año en el Salón de Nueva York, avanza las líneas maestras del utilitario que sustituirá al Chevrolet Kalos en un futuro no tan lejano. Motor 16 ha tenido oportunidad de compartir una jornada con diseñadores e ingenieros de General Motors para conocer algunos de sus secretos.
Del Lanos, diseñado por Giugiaro, se pasó al Kalos en 2002, y de éste, ya completamente inmersos en la «era Chevrolet» –la «etapa Daewoo» pertenece al pasado– se quiere pasar en menos de dos años a un nuevo modelo capaz de competir de tú a tú con lo mejor de la industria europea y japonesa en el segmento de los utilitarios, donde reinan productos como el Peugeot 207 y el Seat Ibiza, en el caso español, o el Fiat Grande Punto si hablamos del mercado global de nuestro continente.

Y ese modelo, para el que todavía no hay fecha exacta de lanzamiento, tendrá mucho que ver con el Beat mostrado en estas páginas, un «concept car» que Chevrolet presentó en la última edición del Salón de Nueva York y cuyos rasgos han salido del centro de diseño de General Motors especializado en coches pequeños: Inchon, en Corea del Sur. Allí, Injo Kim y su equipo han tratado de romper con las líneas limpias y sobrias, pero algo impersonales, del modelo actual, disponible con carrocerías de tres y cinco puertas, al margen del Aveo, que podemos considerar como la variante sedán del Kalos.

El objetivo era conseguir un aspecto más fresco, juvenil y deportivo, para lo que se ha buscado una fuente de inspiración que suele conectar bien con los gustos del cliente en este segmento: el mundo del tuning. El Beat, por ejemplo, llama la atención por el tono «Green Vértigo» empleado, pero también por unas llantas de 17 pulgadas de diámetro que dejan ver entre sus cinco brazos dobles las pinzas de freno, personalizadas, asimismo, en el luminoso color verde de la carrocería. Además, el portón trasero se corona con un generoso alerón y los paragolpes delantero y trasero presentan enormes aberturas que parecen insinuar la presencia de una mecánica poderosa bajo este envoltorio.

No obstante, se trata de «fuegos de artificio» que desaparecerán en el coche de serie cuando éste sea realidad –podría llamarse Beat, como el «concept »–, aunque conviene quedarse con la forma esencial del modelo, que sí se respetará en gran medida. Y ahí vemos ingredientes de interés, como el perfil monovolumen, las ruedas ubicadas casi en los extremos o una línea de cintura claramente ascendente que culmina en el pilar C. Además, las ópticas delanteras y traseras ganarán tamaño respecto a las empleadas en el Kalos para que el coche, por así decirlo, tenga «mirada». En lo que respecta a la parte mecánica, el «concept» Beat con el que convivimos durante un día en carreteras de la soleada California, equipa un motor inédito en la gama Chevrolet, un 1.2 de gasolina sobrealimentado por turbo, que puede ser el «aperitivo» de un futuro propulsor de este tipo fabricado en serie.

Lo que no parece discutible es que el sucesor del Kalos que derive del Beat será el primer utilitario de la casa americana que monte un motor diésel, aunque en ese capítulo el hermetismo es total. Podría tratarse de un pequeño cuatro cilindros de nuevo diseño, de un tres cilindros derivado del 2.0 de Captiva, Epica o Lacetti –tendría 1,5 litros de capacidad– o, incluso, de una variante del cuatro cilindros 1.7 de origen Isuzu usado en el actual Corsa. En cualquier caso, el coche definitivo, que ya se desarrolla en Corea en el máximo secreto, no llegará al mercado antes que otros productos de Chevrolet en preparación, como los herederos de Matiz y Nubira.
 
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