UmDois
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Há dois tipos de exploração infantil no trabalho:
- a escravatura; as crianças são obrigadas a trabalhar por uma remuneração mísera ou nenhuma.
- a coacção; em que há uma remuneração correspondente pelo trabalho.
A escravatura é o tipo de exploração mais utilizado em países sub-desenvolvidos.
A coacção é utilizada em países como o nosso, e a Noruega nesse caso. Ou acham que se não pagassem nada a essas crianças elas estariam ali de livre vontade? Não me parece.
Outro exemplo de coacção mas mais complexo é a participação em telenovelas, se há quem participe pelo dinheiro ou pela fama,também há quem participe porque gosta daquilo que vai fazer e não se interessa quantas pessas vão ver a telenovela ou se o dinheiro que deveriam receber vai para uma instituição de caridade ou... ou... gostariam de participar apenas porque se sentiriam bem a fazer aquilo.
Neste ultimo caso de trabalhar por gosto ou voluntáriamente não considero trabalho infantil porque há uma iniciativa própria para fazer, da mesma forma que imagine-se, um trolha leva o filho para vê-lo trabalhar, a criança por curiosidade ao ver o pai a carregar tijolos decide pegar tambem e ir atrás. No fundo está a trabalhar mas não é forçado, não é remunerado e gosta do que está a fazer.
Obviamente que também devem começar a ter contacto com a realidade do trabalho mais cedo ou mais tarde, aí considero que deve haver uma consciêncialização progressiva; até uma certa idade, 10 anos +/- visitas a locais de trabalho; 10 a 14/15 anos tomar consciência do valor do trabalho o objectivo e execução em ambiente favorável, como a escola por exemplo os trabalhos manuais; a partir dos 14/15 anos trabalhar nos tempos livres ou férias numa àrea de trabalho que gostem e na qual acham que mais tarde gostariam de continuar.
O argumento de que, "os meus pais começaram a trabalhar cedo, eu também, e não morri e fiz-me homem..." está completamente ultrapassado e não faz sentido nenhum, se fosse assim... os meus avós só fizeram a 4ª classe os meus pais também, logo eu só posso fazer a 4ª classe...
- a escravatura; as crianças são obrigadas a trabalhar por uma remuneração mísera ou nenhuma.
- a coacção; em que há uma remuneração correspondente pelo trabalho.
A escravatura é o tipo de exploração mais utilizado em países sub-desenvolvidos.
A coacção é utilizada em países como o nosso, e a Noruega nesse caso. Ou acham que se não pagassem nada a essas crianças elas estariam ali de livre vontade? Não me parece.
Outro exemplo de coacção mas mais complexo é a participação em telenovelas, se há quem participe pelo dinheiro ou pela fama,também há quem participe porque gosta daquilo que vai fazer e não se interessa quantas pessas vão ver a telenovela ou se o dinheiro que deveriam receber vai para uma instituição de caridade ou... ou... gostariam de participar apenas porque se sentiriam bem a fazer aquilo.
Neste ultimo caso de trabalhar por gosto ou voluntáriamente não considero trabalho infantil porque há uma iniciativa própria para fazer, da mesma forma que imagine-se, um trolha leva o filho para vê-lo trabalhar, a criança por curiosidade ao ver o pai a carregar tijolos decide pegar tambem e ir atrás. No fundo está a trabalhar mas não é forçado, não é remunerado e gosta do que está a fazer.
Obviamente que também devem começar a ter contacto com a realidade do trabalho mais cedo ou mais tarde, aí considero que deve haver uma consciêncialização progressiva; até uma certa idade, 10 anos +/- visitas a locais de trabalho; 10 a 14/15 anos tomar consciência do valor do trabalho o objectivo e execução em ambiente favorável, como a escola por exemplo os trabalhos manuais; a partir dos 14/15 anos trabalhar nos tempos livres ou férias numa àrea de trabalho que gostem e na qual acham que mais tarde gostariam de continuar.
O argumento de que, "os meus pais começaram a trabalhar cedo, eu também, e não morri e fiz-me homem..." está completamente ultrapassado e não faz sentido nenhum, se fosse assim... os meus avós só fizeram a 4ª classe os meus pais também, logo eu só posso fazer a 4ª classe...