Paulo Macedo abandona o cargo...

OPINIÃOPublicado 4 Abril 2007 13:59
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Luísa Bessa

Uma lei para Paulo Macedo

lbessa@mediafin.pt

Nós, portugueses, como nação, padecemos de uma espécie de síndrome bipolar, alternando episódios de euforia com ciclos de depressão. Quando o tema são os salários do pessoal dirigente dos cargos públicos ou da política, a conversa torna-se paranóica. Um bom tema para os psiquiatras e os sociólogos.

Acossado pelo mal-estar da opinião pública com os salários dos gestores públicos e as "reformas milionárias" e a propor medidas impopulares noutros domínios, o Governo entrou com ímpeto moralizador. Uma das suas primeiras medidas de largo alcance foi precisamente a aprovação de um estatuto do pessoal dirigente da administração pública, que balizava a remuneração dos directores-gerais pelo salário do primeiro-ministro. Foi do mesmo élan que surgiram as regras para limitar o usufruto de reformas por titulares de cargos públicos. Leis que, por mais que fossem apresentadas como gerais, mais pareciam "ad hominem" para casos como o de Paulo Macedo, ou do então ministro das Finanças Campos e Cunha.
O ímpeto moralizador prosseguiu mais recentemente com a publicação do estatuto do gestor público que estabelece os princípios do bom governo para as sociedades públicas, nomeadamente impedindo acumulações que não passam, a mais das vezes, de formas de acumular rendimentos.
Mas uma coisa são boas normas, outra um espartilho de regras que acaba a contribuir para o contrário do que alegadamente se pretende: o bom governo da coisa pública.
O caso Paulo Macedo é emblemático. Quando foi nomeado, ainda por Manuela Ferreira Leite, e foi conhecido que tinha optado pela remuneração do lugar de origem, do BCP, houve um clamor nacional. O desagrado foi tal que Bagão Félix, o ministro das Finanças que se seguiu, ainda ensaiou a sua substituição, mas não teve tempo para o fazer.
Os anos foram passando e, com o reconhecimento do aumento da eficácia da máquina fiscal, o clamor mudou de sentido, mas não de destinatário. Antes criticava-se o Governo por ter permitido semelhante abuso, agora, critica-se por não segurar Paulo Macedo à frente dos impostos, custe o que custar.
Ontem, o ministro das Finanças, deu armas aos críticos.
No Parlamento, reconheceu que o estatuto limita a capacidade de recrutar os melhores e desafiou o PSD a avançar com uma proposta de lei, passando a batata quente para o campo adversário. Ora, Teixeira dos Santos sabe que o assunto queima os dedos e ninguém no seu perfeito juízo em política avança agora com propostas para aumentar os salários seja de quem for. Mas ao fazê-lo também contribuiu para demonstrar como o tema tem sido tratado de forma demagógica pelos políticos. Quando devia ser tratado com rigor. As entidades públicas têm de dispor de condições concorrenciais para conseguirem atrair bons quadros, assim como de enquadramento para premiar o mérito e os bons resultados, dentro de um quadro de regras claro que impeça os abusos mas não seja um colete de forças burocrático, onde qualquer decisão por mais elementar que seja tem de ir ao ministro.
O Governo não precisa de uma nova lei para ajudar a resolver o caso Paulo Macedo, que, aliás, uma lei que ele próprio aprovou ajudou a criar. Precisa é de contribuir para restaurar o conceito de serviço público.

http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&SqlPage=Content_Opiniao&CpContentId=293661​
 
Administração Pública 2007-04-05 10:35
Paulo Macedo recusa prémio de 252 mil euros

Paulo Macedo recusou receber um prémio anual de 252 mil euros para colmatar a diferença salarial decorrente do tecto legal de 5.360 euros, imposto para os dirigentes públicos, e o seu vencimento actual que ascende a 23 mil euros.

DE


Segundo noticia hoje o 'Semanário Económico', a proposta foi apresentada em Março pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que pretendia solucionar a perda de 75% do salário do director-geral dos Impostos com a introdução de um sistema de avaliação, que a coberto da sua aplicação geral permitiria ao Governo assegurar discricionaridade na atribuição de um prémio muito superior ao director-geral dos Impostos.
A proposta foi liminarmente recusada por Paulo Macedo, que rejeita qualquer solução de excepção, tendo também mostrado indisponibilidade para trocar uma remuneração fixa por um bónus. A diligência e respectiva resposta de Teixeira dos Santos foi já comunicada pessoalmente ao primeiro-ministro, José Sócrates, não tendo sido, entretanto, apresentada qualquer outra solução para o problema, soube o 'SE' junto de fonte próxima do processo.
De acordo com a mesma fonte, Paulo Macedo terá alegado que não queria reeditar uma discussão em torno de um prémio, depois da polémica gerada pelo seu vencimento desde que entrou na DGCI, em 2003, pela mão da ex-ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite. Críticas que ao longo do tempo foram perdendo o tom devido aos resultados apresentados pelo director-geral dos Impostos ao nível da receita fiscal. "O próprio Sindicato dos Trabalhadores de Impostos tem vindo a valorizar a conta de exploração individual de Paulo Macedo, considerada também por outros sectores da sociedade como muito favorável ao Estado", recorda a nossa fonte, realçando que o Governo por "fidelidade a um princípio anacrónico vai abdicar de uma boa prestação de serviços ao nível do dirigente máximo da máquina fiscal".
Mantém-se no limbo o assunto da permanência, ou não, de Paulo Macedo à frente da DGCI, cujo mandato termina no próximo mês de Maio. Não foi apresentada outra proposta, nem aquele dirigente comunicou que vai embora. Mas há quem garanta que a vontade de Paulo Macedo até é a de permanecer no cargo, principalmente numa altura em que Portugal vai assumir a presidência da União Europeia, a partir de 1 de Julho, onde as questões fiscais vão estar também na agenda. Um dado é certo. Qualquer que seja a decisão final de todo este processo, nunca será o ex-quadro do BCP a comunicá-la publicamente antes do ministro das Finanças.
Esta semana, novos dados foram tornados públicos e poderão antever a derradeira solução para a manutenção de Paulo Macedo à frente da DGCI. Em causa estão as declarações do ministro das Finanças, ao reconhecer que a limitação dos salários dos dirigentes é uma fonte de dificuldade na atracção de técnicos qualificados. "Concordo que é uma fonte de dificuldades", afirmou, ontem, Teixeira dos Santos durante uma audição na comissão parlamentar do Trabalho, perante a estupefacção entre os deputados na medida em que foi o Governo actual de Sócrates que introduziu na lei o actual limite máximo dos salários dos dirigentes, tendo como tecto o vencimento do primeiro-ministro. Um tecto que "poderá ser objecto de reflexão", defendeu o ministro das Finanças, lançando o desafio ao PSD de "sugerir uma alteração ao diploma". O repto surgiu em resposta à deputada social-democrata Rosário Águas, que criticava a contradição entre a limitação dos salários dos altos cargos da Administração Pública, em contraste com a ausência de qualquer limite para a remuneração dos gestores das empresas públicas.

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/economia/pt/desarrollo/930482.html
 
o limite de mil contos é um disparate e so vai levar para a maquina administrativa aqueels que o privado rejeitar.
mas adiante
 
Direcção Geral de ImpostosPaulo Macedo deixará a função de director-geral a «pedido do próprio»2007-05-03 17:36:40



Lisboa - Paulo Macedo pode permanecer em funções, em regime de gestão corrente, até à nomeação de um novo titular no prazo máximo de 90 dias.
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Paulo Macedo, de 43 anos, licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa com a classificação final de 15 valores, foi requisitado por Manuela Ferreira Leite à seguradora Médis, veio para a DGCI como director ganhar cerca de 24 mil euros.

Paulo Macedo dificilmente poderia permanecer no cargo de director da DGCI depois de ter sido aprovado o Estatuto de Pessoal Dirigente da Função Pública, que impossibilita a existência de salários base superiores ao do primeiro-ministro (7,5 mil euros por mês).

O governo perde assim o homem que mais revolucionou a máquina fiscal e mais impostos recuperou não se sabendo ainda quem irá ocupar o seu lugar.

http://jornaldigital.com/noticias.php?noticia=14158
 
A comissão de serviço do director-geral dos impostos acaba, esta quinta-feira. Mas Paulo Macedo deverá ficar em gestão corrente nos próximos três meses. A notícia é avançada pelo «Diário de Notícias», que noticia também que os directores adjuntos já foram todos reconduzidos nos cargos. Embora o tempo estimado para a sua permanência na Direcção Geral de Impostos (DGI) seja de três meses, não existem certezas e o assunto é ainda tabu.

O Governo está impedido de reconduzir Paulo Macedo pelo Estatuto de Pessoal Dirigente da Função Pública. A lei, aprovada em 2005, impede que qualquer funcionário público receba um ordenado superior ao do Primeiro-ministro, o que acontece com Macedo. Deste modo, mesmo a permanência deste na DGI, em gestão corrente, pode ser contestada.
Entretanto, alguns nomes estão já na calha para suceder a Paulo Macedo. João Ribeiro Durão, actual director-adjunto da DGI e António Magalhães Machado, director das Relações Internacionais do Fisco, são as duas hipóteses mais faladas no momento.
http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=804342
 
Impostos

03-05-2007 16:16
Elogios a Paulo Macedo
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Os antigos ministros das Finanças Campos e Cunha e Miguel Beleza elogiam o desempenho de Paulo Macedo à frente da Direcção-Geral de Impostos, cargo que abandona em breve.
O antecessor de Teixeira dos Santos no actual Governo diz que, se ainda fosse ministro, tudo faria para manter Paulo Moita Macedo no cargo, pelo seu carácter, profissionalismo e eficiência.
Também contactado pela Renascença, Miguel Beleza diz que o próximo director-geral dos Impostos não tem necessariamente de cooptado da máquina fiscal.

“O Dr. Paulo Macedo não era e fez um excelente trabalho. Depende mais da pessoa em causa, do que do lugar donde vem”, considera.
Recorde-se que a comissão de serviço de Paulo Moita Macedo não será renovada a pedido do próprio. Até que seja nomeado um sucessor, o director-geral manter-se-á em funções.

http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=23&SubAreaId=62&ContentId=205887
 
Requisição não é renovada mas fica em gestão corrente

Paulo Macedo deixa Direcção-geral de Impostos por iniciativa própria

[ 2007/05/03 | 13:52 ] EditorialPGM
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Artigos relacionados Mandato de Paulo Macedo termina hoje mas director-geral continua

Paulo Macedo vai abandonar o cargo de director-geral dos Impostos. A sua comissão termina esta quinta-feira «e não será renovada, a pedido do próprio», revelou o Ministério das Finanças.
No entanto, o estatuto do pessoal dirigente prevê a possibilidade de o director-geral cessante se manter à frente da Direcção-geral dos Impostos (DGCI), por mais noventa dias, em situação de gestão corrente, o que vai acontecer até que seja nomeado o seu substituto. «Nos termos da lei (nºs 3 e 4, do artigo 24.,º da Lei n.º2/2004, de 15 de Janeiro, republicada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto) o Director-Geral dos Impostos mantém-se em funções, no uso das competências próprias, até à nomeação de novo titular», explica o Ministério tutelado por Fernando Teixeira dos Santos.
A passagem de Paulo Macedo pela Direcção-geral dos Impostos (DGCI) fica marcada não só pelo polémico salário mas também pelos bons resultados no que toca à recuperação das dívidas fiscais, em que as metas têm sido sempre cumpridas.
Paulo Macedo aufere um rendimento próximo dos 24 mil euros, quando a Lei impõe como tecto para o vencimento dos gestores públicos o salário do Primeiro-ministro que ronda os 5.870 euros. Ou seja, Paulo Macedo aufere mais 18 mil euros do que a Lei permite. Para poder continuar na DGCI, com um novo mandato, Paulo Macedo teria de abdicar de cerca de 80% do seu salário actual.
O mesmo disse repetidamente que não queria que fosse criado um regime de excepção para que pudesse continuar no cargo. Por isso mesmo, Paulo Macedo deverá voltar em breve ao BCP, de onde saiu quando foi requisitado pela então ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, para o cargo que hoje ocupa.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=804332&div_id=1730
 
getimage.asp


Segundo apurou o CM o estatuto do pessoal dirigente permite que, em caso de não renovação da comissão, o nomeado permaneça no seu lugar por um prazo máximo de três meses. Este prazo é imperativo e não pode ser revogado por despacho do Ministro das Finanças, o que inviabiliza a tese de que Paulo de Macedo ficaria na DGCI até ao fim do ano em virtude de Portugal assumir a presidência da União Europeia.

Mesmo ficando em gestão corrente (o que o inibe de tomar decisões de fundo e de longo prazo), existem responsáveis do Fisco que defendem que o espírito que subjaz ao Estatuto do Pessoal Dirigente não é a continuação do nomeado, mas sim a sua substituição pelo número dois em termos hierárquicos. Tendo acolhimento aquela tese, seria o subdirector geral João Durão que assumiria, em gestão corrente, os destinos da DGCI nos próximos três meses até ser nomeado um novo director.

Entretanto, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, mantém o silêncio sobre quem será o próximo director geral dos impostos. Presente, ontem, na cerimónia de tomada de posse dos órgãos sociais da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) Teixeira dos Santos escusou-se a qualquer comentário sobre o assunto, nem para adiantar se Macedo fica ou sai, remetendo a questão para “momento oportuno.”

PERFIL

Paulo José Ribeiro Moita de Macedo, nascido em Lisboa a 14 de Julho de 1963, licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa com a classificação final de 15 valores. Requisitado por Manuela Ferreira Leite à seguradora Médis, veio ganhar cerca de 24 mil euros como director da DGCI.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=240883&idselect=11&idCanal=11&p=200
 
Eu, se fosse FP, mandava aquilo para a RPQAP !!

Uma pessoa não pode ser competente que tem uma porrada de invejosos a rezerem-lhe pela pele.

Querem pessoas competentes para melhor a máquina do Estado? Paguem-nas, olha que porra !!
 
Tenho pena q ele sáia.

É incrivel como uma pessoa revolucionou a máquina fiscal...

Com o trabalho dos outros é facil colher os louros...os TOC's como eu que vêem de dia para dia as responsabilidades a aumentar, para o Sr. Ministro vir ***** postas de pescada que a maquina é cada vez mais eficaz...pqp!
 
o limite de mil contos é um disparate e so vai levar para a maquina administrativa aqueels que o privado rejeitar.
mas adiante

Que se lixe, a esquerda ficou feliz com a lei ... siga pra bingo :sh) Eu quando digo aos meus amigos que os ordenados de administradores publicos e afins deviam ser no mínimo umas 5x mais altos eles comem-me vivo.
 
Com o trabalho dos outros é facil colher os louros...os TOC's como eu que vêem de dia para dia as responsabilidades a aumentar, para o Sr. Ministro vir ***** postas de pescada que a maquina é cada vez mais eficaz...pqp!

Mas tu enquanto TOC preferias recuar 5 anos ?!?
Não tens maior poder de argumentação hoje em dia com os teus clientes do que tinhas à 5 anos por exemplo ?!?

A máquina fiscal não é de facto mais eficaz hoje do que à 5 anos ?
 
As pessoas têm bastante dificuldade em situar-te. E tens que ter isso em atenção.
Eu próprio sinto que por vezes não te avalio da melhor forma, mas repara que estamos num fórum em que aquilo que parece, é.
Não tenho não, isto é como em tudo na vida ou se aprende com os outros e se tolera as diferenças ou não, e quem não consegue aprender com os outros, (por mais diferentes que sejam a opiniões) ou não tem capacidade para as tolerar não serve para nada.

E eu não tenho estômago para mudar de opinião conforme o lado que sopra o vento, mudo de opinião se me provarem por A+B que de outra maneira é uma melhor solução ou é a solução correcta e não tenho vergonha de mudar dessa maneira de opinião.

Sei que pode parecer estranho, mas o respeito por mim próprio vem primeiro.


Recordo-me de em tempos ter ficado surpreendido com uma intervenção tua como pai. E de ter ficado admirado pelo modo carinhoso e sensato como te expremias. Claro que mudei bastante o modo como te via, mas estas coisas não podem ser deixadas ao acaso. [:cool:]
Ainda bem que consegues ver a floresta e não uma árvore, se bem que do meu ponto de vista, acho que é algo que te exige um esforço quase titânico, apesar de haver pessoas com menos capacidade de avaliação do que tu [:cool:].

E termino com uma citação que a minha mãe costumava fazer de Martin Luther King Jr. e que era mais ou menos assim:

Só alguns podem ser importantes (famosos), mas todos podemos ser grandiosos.
"William James costumava pregar a ''vontade de acreditar''. Pela minha parte, gostaria de pregar "o desejo de duvidar" (...)Aquilo que é preciso não é a vontade de acreditar, mas o desejo de descobrir, o que é exactamente o contrario"
Bertrand Russell, Ensaios cépticos (1928)




.

 
Não é nada disso, eu vejo como as pessoas interpretam o que ele diz e tens um exemplo disso dois ou três posts antes do meu.

Claro que há de tudo na fp e em todo o lado, eu tenho colegas que com o mesmo tempo de casa do que eu e por terem já sofrido muitas injustiças, muitas vezes fazem só os mínimos, um deles comentou comigo depois de trabalhar 16 horas seguídas que "era burro e nunca mais aprendia a ter juízo", mas que lhe custava ver serviço por fazer e que sabia perfeitamente que "a paga disto é para o ano que vem, muito provavelmente, vão obrigar-me a mudar as férias mais uma vez".

Quanto as provas de acesso o que digo é que é uma injustiça haver pessoas no privado que, não as tendo feito, tem capacidade para passar se as fizessem e que como tal é vergonhoso os vencimentos que recebem. Não estou a defender que quem chumba não tem capacidade para mais nada e o exemplo disso mesmo são os milhares que chumbam nas provas da fp e mesmo assim conseguem arranjar trabalho.

Concordo com um sistema transparente de avaliação, em que todos saibam a avaliação do vizinho, já que isso irá contribuir para uma avaliação mais justa.

Há situações complicadas em todo o lado. Ou temos capacidade para viver com o bom e o menos bom ou as coisas tornam-se um peso demasiado grande....

A questão dos vencimentos depende muitas vezes das opções que vamos fazendo ao longo da vida .....

Quanto à avaliação saber ou não a nota do vizinho é para mim indiferente desde que considere a minha justa.
Até porque a minha opinião sobre o vizinho pode não ser a mesma que tem o meu spuerior......
 
Nem te dês ao trabalho...........

Porque aqui para os compadres, ser FP é o apogeu de uma carreira profissional muito activa. Tal e qual como os marinheiros de água doce. [:D]
....................
..........E realmente, depois de se lhe apanhar o jeito, até que é divertido. [;)]


[:D] [:D] [:D]
Começo a achar-lhe alguma piada ....
[:p] [:p] [:p]
 
Já aqui há uns tempos te escrevi algo semelhante, mas eu sou paciente e relembro-to:
ou nao vives cá, ou não és de cá, porque há muitos anos que a Funçao Publica deixou de ser interessante como mercado de trabalho para quem quer viver acima da mediocridade media, quando acabei o meu curso, eu, e 99% dos meus colegas "fugiram" da funçao publica como o diabo foge da cruz, e hoje estao todos bem, e vivem do ponto de vista socio-economico, muito acima da media, e sabes porque? porque entre a mediocridade do "dolce far niente", e da "dolce vita" e o investimento de uma carreira no Privado, bem remunerada ( e nao têm sequer os 21.340euros do Paulo Macedo) mas arduamente conquistada, optaram pela ultima, e alguns, de vez em quandoainda vao fazer uma "perninha" ao sector publico, "levando" as tradiçoes de rigor e profissionalismo que aprenderam........


A Função pública é certamente muito interessante pois a cada concurso que abre para 200/300 vagas há 5.000/6.000 a concorrer e uma grande parte delas são de áreas como a gestão e o direito que antigamente até nem se interessavam muito .....
Mas é perfeitamente natural que se façam outras opções.....cada um faz as suas.

Quanto ao "dolce far niente" não tens a minima noção do que é trabalhar nalguns sectores da função pública......
Quanto ao investimento na profissão pode-se sempre fazê-lo quer na privada quer na função pública ..... isso são opções de cada um em termos globais ..... e o dinheiro nem sempre é o mais importante .....

Quanto à perninha ..... não me parece que tenha sido isso que Paulo Macedo veio cá fazer ......mas como ele mesmo disse .... nem imaginas a quantidade de bons profissionais que há por cá.....

Se formos para áreas de software informático, pelo menos daquilo que conheço a qualidade do que vem de fora é má, muito má ......
 
Já não basta ter de acordar cedo... [:cool:]

Eu sou um previligiado. Sou funcionário publico e como moro perto do trabalho basta-me acordar às 8 horas para estar lá às 8h55m.
Pelo meio tomo banho, tomo o pequeno almoço, levo as 2 filhas à escola e ainda chego a horas ao emprego.
Como vês sou um previligiado.
 
Nem te dês ao trabalho.

Porque aqui para os compadres, ser FP é o apogeu de uma carreira profissional muito activa. Tal e qual como os marinheiros de água doce. [:D]

E como dizia o outro, "abre um pouco a tua mente". Também acho que deverias fazer isso. Ao fim e ao cabo, lidar com certo tipo de argumentos, tem que se ter uma mente, muiiiiiiiito aberta.

Foi o que fiz.

E realmente, depois de se lhe apanhar o jeito, até que é divertido. [;)]

Quanto há pobreza de argumentos normalmente essa é a melhor forma de nos sairmos bem.
Mandamos a boquita, fugimos ou não (conforme o caso) e ainda nos ficamos a rir ....... sózinhos, claro.
 
Última edição:
................
........
Os habituais "empatas" que só têm um objectivo, triste, mas um objectivo.
Abre um pouco a tua mente.


vou tentar....
mais nao seja, para tentar perceber-te, ainda que ache que preciso mesmo...nao de abrir uma, mas sim meia duzia (!!!)
 
Olha o Olá fresquinho...

Olha o Olá fresquinho...

Quanto há pobreza de argumentos normalmente essa é a melhor forma de nos sairmos bem.
Mandamos a boquita, fugimos ou não (conforme o caso) e ainda nos ficamos a rir ....... sózinhos, claro.
E quando se é juiz em causa própria, até que é divertido...

... não é? [:D]
 
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