Mais imigração! Com portugueses não vamos lá! Bem vindos!

Acho que ainda se vive em Portugal Ao contrario do que um concurso de TV mostrou, um recalcamento anti-direita.

No entanto confunde-se na nossa sociedade, ser de direita com fascismo, ou ditadura...

Não sou a favor de qualquer fascismo ou ditadura!
Sou um homem da democracia, no entanto sou de direita, a minha ideologia identifica-se com um regime de direita!

O Nacionalismo é apenas mais uma das causas defendidas pela direita, que se pauta pela defesa da continuação da existência de um sentido de pátria cultural, linguística, geográfica, e de cidadania.
O nacionalismo é pela defesa de um pais e da exaltação do que de bom tem um Pais, e nada tem a ver com xenofobia, extremismos, racismo....

Posto isto, é discriminatório não permitir que opiniões de direita, humor de direita, ou a publicitação da ideologia sejam proibidas....
 
Jorge Correia:

Concordo plenamente com a análise e com a sua opinião em geral.Tenho pena que muita gente não considere o outdoor do PNR uma ameaça. a meu ver deveria ter sido automáticamente removido pela camara de lisboa ou pelas autoridades locais.

Na era da globalização não faz sentido dizer que Portugal é dos portugueses, faz sentido dizer que quem cá está é Português, isso sim.

Fico admirado como em pleno século XXI ainda existem pessoas extremistas e incapazes de viver em sociedade.

cumps.


Errado. Com o outdoor dos Gato Fedorento, foram enxovalhados. Este é o poder da democracia [;)] não é preciso censura, a ironia e humor fino chegam e sobra.
 
Errado. Com o outdoor dos Gato Fedorento, foram enxovalhados. Este é o poder da democracia [;)] não é preciso censura, a ironia e humor fino chegam e sobra.

E como todos sabemos que o RAP é um "esquerdista" assumido, ainda melhor... São dois extremos lado a lado... Cada vez mais me convenço que vivemos num país maioritáriamente de esquerda, depois é o que se vê... [:D] "São jovens senhor..."
 
Mentalizam-se que sendo o país de Esquerda (PS) ou de Direita (PSD, PP) são apenas duas faces da mesma moeda, ambos partidos servem os interesses dos "suspeitos do costume", daqueles que nunca sentem a crise.

O eleitorado elege mas não selecciona, quem escolhe os lideres são os aparelhos partidários.

A vaga de emigração devem-se única e exclusivamente às políticas de betão armado dos sucessivos governos PS e PSD durante a Expo e o Euro 2004 a par da solidariedade de conveniência de Durão Barroso com o Presidente do Brasil.

O cartaz do PNR incita à corrida dos estrangeiros (boa viagem!) de Portugal. Se visse o mesmo aqui na Polónia ficaria ofendido.
 
O cartaz dos G.F. está excelente! [:D]

Mas como os próprios dizem, estão-se a meter com tipos da pesada... e um pouco para o bronco....

De qualquer maneira é interessante saber que o cartaz do PNR apesar de muito polémico, foi considerado legal, não xenófobo, não racista e apesar de tudo legítimo por muitos juristas...

Mas agora, gostava era de saber porque é que o cartaz do PNR foi considerado legítimo por tanto jurista.... Alguem me pode esclarecer?
 
O cartaz dos G.F. está excelente! [:D]

Mas como os próprios dizem, estão-se a meter com tipos da pesada... e um pouco para o bronco....

De qualquer maneira é interessante saber que o cartaz do PNR apesar de muito polémico, foi considerado legal, não xenófobo, não racista e apesar de tudo legítimo por muitos juristas...

Mas agora, gostava era de saber porque é que o cartaz do PNR foi considerado legítimo por tanto jurista.... Alguem me pode esclarecer?

Eles apenas estão a dizer que se deve por fim à imigração sem controlo [;)] Já o fazem noutros países, não percebo onde está o conteúdo xenófobo ou racista... [;)] Assim como não voto no PNR também não voto no BE, não sou adepto de extremismos, mas ambos os partidos têm razão nalgumas coisas que dizem, mas no resto espalham-se ao comprido... E todos sabemos que este cartaz é uma jogada politica encapotada [;)]
 
Última edição:
Se acham o cartaz do PRN ofensivo para os imigrantes, eu acho o do GF ofensivo para os Portugueses.

Sou contra qualquer tentativa de censura sobre o direito de opinião de cada um. Por isso é que vivemos em democracia.

Sou tanto contra a extrema direita como contra a extrema esquerda.
Ou existem as duas com os mesmos direitos ou se proibe as duas e ponto final.

Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.
 
Se acham o cartaz do PRN ofensivo para os imigrantes, eu acho o do GF ofensivo para os Portugueses.

Sou contra qualquer tentativa de censura sobre o direito de opinião de cada um. Por isso é que vivemos em democracia.

Sou tanto contra a extrema direita como contra a extrema esquerda.
Ou existem as duas com os mesmos direitos ou se proibe as duas e ponto final.

Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.

Assino por baixo [;)]
 
Se acham o cartaz do PRN ofensivo para os imigrantes, eu acho o do GF ofensivo para os Portugueses.

Sou contra qualquer tentativa de censura sobre o direito de opinião de cada um. Por isso é que vivemos em democracia.

Sou tanto contra a extrema direita como contra a extrema esquerda.
Ou existem as duas com os mesmos direitos ou se proibe as duas e ponto final.

Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.

Acho que está tudo dito! [;)]
 
Epá, a removerem o cartaz do PNR também removem o do GF que também tem conotação xenófoba não? [;)]

Não !

O do partido em questão apresenta um link, onde se podem ver acções de protesto onde a saudação Nazi foi realizada, manifestações onde a mensagem é de caracter xenofobo, elementos ligados aos Skin Head, e ao Movimento MAN.

O do GF não indica nada disso, é um cartaz somente, sem links.
 
Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.


Perfeitamente de acordo.

Para que isso esteja 100% correcto, é preciso que as acções do partido em questão não se orientem quase em exclsuivo para os elementos cuja cor da papel é diferente.

A medida que defendes é uma medida justa e que apoio, desde que não seja orientada por critérios de etnia ou raça.
 
O constitucionalista Pedro Bacelar de Vasconcelos explica que a mensagem é «extremamente cautelosa e cínica. Não diz «vamos expulsar os imigrantes», nem há apelo explícito à violência.

Não há racismo e o Código Penal só prevê penas para o incitamento ao racismo. Ou seja, conclui, «no plano jurídico-constitucional não podemos concluir que o partido deve ser proibido e o cartaz censurado».

Este constitucionalista esclarece que a mensagem do cartaz não se enquadra no artigo da Constituição que diz respeito às associações de carácter fascista. Ainda assim, diz, «devemos ter uma atenção especial em relação a isto, porque está nos limites da liberdade de expressão».


Nota da Moderação

Este tópico foi alvo de um pedido e advertência da moderação.

A sua violação foi clara e intencional.

Como tal não restou á moderação outro caminho que não fosse aplicar a respectiva punição.

 
Editado pela última vez por um moderador:
Não !

O do partido em questão apresenta um link, onde se podem ver acções de protesto onde a saudação Nazi foi realizada, manifestações onde a mensagem é de caracter xenofobo, elementos ligados aos Skin Head, e ao Movimento MAN.
Não sabia que a saudação Nazi era proibida em Portugal. Quanto ao resto é tão perigoso como as mensagens de partidos e movimentos de extrema esquerda tantas vezes repetidas aqui, como é o caso do PCP e CGTP.
 
Sobre o PNR

Sobre o PNR

Sobre o PNR

Governo Civil «deve retirar» cartaz do PNRGuilherme de Fonseca, juiz jubilado do Tribunal Constitucional, defendeu, esta quinta-feira, que o Governo Civil de Lisboa deve mandar retirar o cartaz do PNR contra a imigração e que o Partido Nacional Renovador pode ser dissolvido.

( 16:02 / 29 de Março 07 )


Guilherme de Fonseca, juiz jubilado do Tribunal Constitucional (TC), defendeu, esta quinta-feira que o Governo Civil de Lisboa deve ordenar a retirada do cartaz do Partido Nacional Renovador (PNR) que faz apelo à expulsão dos imigrantes.

«Basta de imigração - Nacionalismo é a solução» é a mensagem do cartaz que o PNR instalou no Marquês de Pombal, em Lisboa, e que deseja ainda «boa viagem» no regresso a casa aos imigrantes, ao lado de uma fotografia de um avião em voo.

«Há uma série de normas e princípios constitucionais que estão a ser violados com esse discurso e essa linguagem», desde o «princípio da dignidade da pessoa humana» até aos «artigos da igualdade entre nacionais e estrangeiros», disse à TSF Guilherme de Fonseca.

O juiz jubilado do Tribunal Constitucional defendeu, neste sentido, que o «Governo Civil de Lisboa deveria tomar a iniciativa de retirar o cartaz».

O Ministério Público pode avançar com uma acção de no Tribunal Constitucional para dissolver o partido», porque existe «um diploma a respeito de organizações e iniciativas fascistas em que se pode integrar o que se está a passar», adiantou ainda Guilherme de Fonseca.

Desde que foi colocado, na quarta-feira, o cartaz do PNR tem sido alvo de várias críticas, sendo que o Governo já fez saber que está a analisar a legalidade do mesmo.

TSF Online

PSP trava skins e antifascistas


A PSP foi chamada, ontem à tarde, à Faculdade de Letras de Lisboa, situada na Cidade Universitária, para evitar confrontos entre membros do Partido Nacional Renovador (PNR) e elementos da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), apurou o JN junto de fonte policial e de alunos do estabelecimento de ensino.

Pelas 16 horas, um grupo de alunos afectos ao URAP tentou pintar um mural alusivo ao 25 de Abril, mas foi proibido pelo conselho directivo da faculdade, que pediu a intervenção da PSP. Para o local foram destacadas Equipas de Intervenção Rápida da 3ª Divisão.

Entretanto, chegou à Faculdade de Letras um grupo de simpatizantes do PNR, alguns dos quais fizeram a saudação nazi e conseguiram pintar cruzes suásticas. Ninguém foi identificado ou detido.

Segundo o JN apurou, este não foi o primeiro episódio do género na faculdade. Fátima Mariano
 
Independentemente de até achar piada ao cartaz dos Gato Fedorento (e sou um grande fã deles) não deixo de achar um bocado estranho um grupo de humoristas meterem-se assim a modos que numa guerra política e / ou partidária, por acaso a sensação que se fica é que estão a usar a sua popularidade e mediatismo para de certa forma fazer propaganda política aos ideais deles, ou pelo contrários, anti-propaganda...
Aliás, já no último programa eles insistiram muito em gozar com os portugueses por terem elegido o Salazar como grande português, agora neste cartaz gozam outra vez com os portugueses, a mim não me incomoda, nem vi o programa dos grandes portugueses nem percebi muito bem em que consistiu mas quase que fico com saudades do Gato Fedorento do tempo em que faziam humor descomprometido, com personagens fictícias sem qualquer conotação com pessoas reais nem mensagens partidárias subentendidas...
Eles estão de facto a querer "comprar" uma guerra, não percebo é porque se meteram nisto, que motivo os terá levado a seguirem este caminho...
Em relação ao tema não tenho opinião formada, não me importo nada com imigrantes desde que não me assaltem nem venham chatear, que levem a vida deles que eu levo a minha! [:D]

Cumprimentos
 
Este é um dos episódios orgulhosamente exibido no Sitio do dito partido.

Tensão na maior manif xenófoba de sempre
Corpo de Intervenção evitou confronto no Rossio, quando alguns populares gritaram contra os manifestantes

Filomena Naves
Sofia Jesus

DN-Rodrigo Cabrita
879171.jpg
10px.gif
Bandeiras de Portugal e do Partido Nacional Renovador (PNR), símbolos da Frente Nacional, cabeças rapadas e cartazes apelando ao repatriamento dos imigrantes e ao orgulho nacionalista, saudações nazis e o hino nacional, várias vezes repetidos, marcaram a manifestação de extrema-direita que ontem à tarde se realizou entre a Praça do Martim Moniz e o Rossio.

Com cerca de 300 pessoas, segundo a polícia, e quase mil nas contas do PNR, esta foi, em qualquer dos casos, a maior concentração pública de sempre deste tipo no País. Já na Praça do Rossio, esteve a um passo de degenerar no confronto físico, quando populares gritaram palavras de ordem como "fascistas" e "25 de Abril sempre". A tensão começava a subir, com gritos desencontrados de ambos os lados, e só a actuação do Corpo de Intervenção da PSP e polícias com cães o impediram. Distúrbios houve apenas poucos minutos depois, já na Rua do Carmo. O Corpo de Intervenção actuou para proteger dois indivíduos perseguidos por alguns manifestantes e acabou por agredir um repórter fotográfico, quando dispersava as pessoas que tinham acorrido ao local.

Contradição. Grupos de jovens, alguns apoiantes envergonhados e outros tantos curiosos começaram a concentrar-se no Martim Moniz às 13.30, antes da hora marcada para o início do protesto. Cabeças-rapadas ostentando bandeiras portuguesas e cruzes suásticas tatuadas nos braços começavam já, por essa altura, a estender no chão as primeiras faixas que davam o mote à manifestação "Isto é nosso", "Não existem direitos iguais quando és um alvo por seres branco" e "Imigrantes igual a crime". Palavras de ordem em evidente contradição com as declarações dos dirigentes do PNR, da Causa Identitária e da própria Frente Nacional, presentes na manifestação, que recusaram ser conotados com atitudes racistas e xenófobas.

"Não somos racistas, como andam aí a dizer, mas não aceitamos que haja ruas de Lisboa onde os portugueses não podem estar em segurança porque estão nas mãos de mafias e de traficantes", afirmava José Pinto Coelho, dirigente do PNR. Garantindo que a manifestação não era convocada pelo seu partido, este designer gráfico, de 44 anos, dava no entanto a cara pe- lo protesto. "Estamos aqui para apoiar esta manifestação da Frente Nacional, da qual estamos próximos", explicava Pinto Coelho. E sublinhava ainda "Temos que reagir à criminalidade. Esta é uma manifestação pacífica e é só o começo. É natural que façamos mais manifestações destas no futuro."

Mário Machado, da Frente Nacional, e um dos organizadores da marcha, foi mais longe. Sem meias palavras, mas recusando a classificação de racista, garantia "Imigração e criminalidade andam quase sempre de mãos dadas e não temos de ter medo de chamar as coisas pelos nomes". Para este dirigente, que reclama o orgulho de ser branco, a solução é só uma. "O Governo tem de expatriar os imigrantes. A nacionalidade herda-se, não se compra." Quanto à criminalidade, o seu movimento "espera que o governo passe a considerar imputáveis os menores a partir dos 12 anos, porque há miúdos dessa idade que andam aí a roubar".

Antes de iniciarem a curta marcha até ao Rossio, os manifestantes - "não só skinheads, deve haver apenas 30 ou 40 no meio de 300 pessoas", dizia Mário Machado - fizeram um minuto de silêncio "pelos portugueses mortos na África do Sul e pelos portugueses que sofrem na linha de Sintra e que têm medo de sair de casa".

Faltavam poucos minutos para as 15.00 quando os manifestantes saíram do Martim Moniz, acompanhados de perto pela polícia.

Aos gritos de "Portugal", empunhando cartazes com as palavras de ordem "Imigração igual a colonização" e "Sampaio na Cova da Moura, portugueses no Martim Moniz" e fazendo a espaços saudações de braço estendido, os manifestantes, homens jovens na maioria, percorreram em poucos minutos a distância entre as duas praças. Foi já no Rossio, onde alguns populares os apelidaram de "fascistas" e gritaram "25 de Abril sempre" que os ânimos começaram a aquecer. Um indivíduo cabo-verdiano chegou a envolver-se numa discussão acesa com alguns manifestantes e só a pronta intervenção policial, que formou uma barreira entre opositores, evitou confrontos.

Questionado sobre o gesto de braço estendido feito várias vezes pelos manifestantes, Pinto Coelho recusou que isso fosse uma saudação nazi. "É uma saudação nacionalista, da Mocidade Portuguesa". Reconheceu, porém, "incómodo" pela situação, porque "vai ser aproveitada pela comunicação social".

No final, o comandante Oliveira Pereira, do Comando Metropolitano da PSP, estava satisfeito. "Correu genericamente bem, não fizemos detenções", afirmou. Sobre a agressão ao repórter fotográfico, desvalorizou-a, justificando a situação pela necessidade de actuação da polícia no momento.
 
Voltar
Superior